O Playstation Portable (a despeito de todas as pisadas de bola da Sony com o console, e acredite, houve um bocado!) é uma máquina fenomenal. Os jogos se aproximam bastante da experiência que você teria num PS2 – que é justamente a premissa do portátil – e o PSP ainda quebra um galho como máquina multimídia.

Tudo bem que alguns smartphones atuais fazem os esforços de convergência do PSP parecerem inadequados (ou até meio retrógrados), mas temos que lembrar que o portátil foi lançado em 2005 e permanece praticamente o mesmo apesar dos vários upgrades feitos pela Sony. Enquanto isso, o mercado de celulares se recicla completamente todo ano – é uma comparação injusta.

Além disso o PSP é consideravelmente mais barato que um smartphone, e não requer plano de voz ou dados – é uma alternativa bastante interessante pra alguém que quer um aparelho multimídia mas não tá disposto a fazer o investimento num celular de última geração, nem na conta telefônica mensal – que, pra um celular dessa categoria, não é nada barata.

Vim da cena Palm quando comprei meu PSP, e meu interesse no aparelho era um só: eu queria fazer o downgrade pra rodar emuladores – algo que o Palm prometia (não-oficialmente, claro), e que realizava, mas de forma que deixava muito a desejar. O hardware não era muito preparado praquele tipo de função; os jogos rodavam mas serviam mais pra mostrar pros amigos dizendo “olha, que legal, Super Mario World na palma da minha mão!” do que realmente jogar.

Já o hardware do PSP era consideravelmente superior, o que prometia performance melhor nos games não-oficiais. E na época a cultura homebrew começava a dar seus primeiros passos em direção à emulação no console. Quando vi os primeiros screenshots das interfaces gráficas dos emuladores de Atari 2600 e Super Nintendo, meus olhos brilharam.

Aconteceu que pouco tempo depois disso um amigo meu quis se desfazer de seu PSP, e eu não pensei duas vezes – comprei o console do cara, que àquela altura já era de terceira mão.

E toca a caçar no google informações de como executar o tal do downgrade, que eu já conhecia de forma teórica mas agora havia deixado de ser uma idéia abstrata.

Lá estava o PSP na minha frente, plugado à minha porta USB, com o aplicativo necessário pro procedimento rodando na tela do PC.  Dois ou três tutoriais ilustrados abertos no meu navegador, um amigo conhecedor da área a posto no MSN pra acompanhar a operação em tempo real e, se eu fosse mais religioso, talvez houvesse até uma bíblia nas proximidades.

Como alguns de vocês devem saber, naquela época o processo do downgrade implicava um risco real de dano ao aparelho. Um passo errado e o PSP poderia “bricar”, um aportuguesamento da palavra “brick” (em tupiniquim, “tijolo”). Ou seja, no infortúnio de um descuido, seu console viraria um inútil peso de papel.

Daí a apreensão de ir à frente com o  procedimento. Felizmente não tive nenhum problema e minutos mais tarde eu era o feliz proprietário de um PSP downgradeado. Saí baixando emuladores de todos os joguinhos antigos que eu curtia o o resto foi só alegria.

Até hoje a única função que dou pro meu PSP é rodar joguinhos antigos. Comprei alguns jogos próprios do console, e até algumas séries em UMD num esforço mal orientado em estabelecer uma pequena coleção dos disquinhos. Mas o que eu realmente curto no aparelho é jogar aqueles games antigos clássicos, indo de River Raid até Warcraft 2 (sim, meu PSP roda Warcraft 2, e de forma incrivelmente competente).

Já você, me responda – o que tu viu no PSP? Você comprou pra jogar games exclusivos do console, pra ter um gadget multi-uso, pra hackear e usar como plataforma múltipla, ou simplesmente pelo desejo de um gadget novinho?

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PSP Go: Novo portátil da Sony

E não é que a Sony resolveu remodelar o seu PlayStation Portable pela terceira vez desde seu lançamento em 2004?  Mal foi anunciado e já saiu o PSP Go (aparentemente a Sony descartou o ponto de exclamação que acompanhava o nome do console), que deu as caras em outubro deste ano na América do Norte, e esse mês no Japão.

Lançar o console primeiro no Oeste não foi o único paradigma que a Sony destruiu com a nova versão do seu portátil.

As mudanças estéticas são as mais óbvias – o PSP Go é menor, mais leve e tem uma tela que desliza sobre os controles, tornando-o mais portátil que seus irmãos mais velhos. O velho conector USB A-to-mini-B foi descartado em prol de um odiável conector proprietário (a lógica por trás da mudança? Irritar os donos, eu imagino). O mesmo conector também faz TV Out, o que nos modelos anteriores exigia uma porta separada. A tela é quase imperceptivelmente menor que a dos PSPs anteriores.

O PSP Go também ganhou Bluetooth, o que permite conectar o console a headsets sem fio e telefones. É uma função útil, já que pessoalmente detesto fios de qualquer espécie, mas que certamente se manifestará na forma de redução de vida da bateria.

Uma característica implorada por donos de PSPs era memória interna, que reduziria a nossa dependência de cartões de memória. Resolvendo sair um pouco do padrão, a Sony decidiu nos ouvir – o PSP Go tem 16 GB de memória flash. De todas as possíveis mudanças do console, essa era provavelmente a mais desejada.

O novo formato do PSP Go viabilizaria uma tela sensível ao toque, e de fato houve boatos a respeito dela, mas infelizmente o input continua sendo feito apenas por botões. É uma pena, na verdade, porque o Nintendo DS e o iPhone mostraram que uma tela de toque abre muitas possibilidades para o desenvolvimento de software.

Até aqui o novo console parece uma atualização atraente do bom e velho PSP, que já estava na idade para um upgrade mais significante. Foi na forma de distribuir os jogos que a Sony enfiou os pés pelas mãos.

A empresa era criticada há anos por causa do ironicamente entitulado Universal Media Disc, o disquinho de filmes e jogos para o PSP. Formato proprietário é sempre uma dor de cabeça desnecessária, mas a Sony insistia em dar apoio ao padrão que ela criou – e todos nós já vimos esse filme antes.

Mesmo quando Hollywood decidiu que a aposta nos UMDs havia sido uma tremenda perda de tempo, a Sony fincou o pé e falou que daria suporte ao formato até a morte. A Sony parecia não aprender com os fracassos do Betamax, Minidisc, Memory stick e todos os outros formatos que ela inventou e empurrou pra cima da gente.

E aí subitamente ela resolveu atender às críticas e livrou o PSP Go do UMD, aderindo ao modelo de distribuição digital. Mas o problema de ser teimoso demais é que, quando você finalmente muda de idéia e aceita sugestões de novas direções, os frutos da insistência de outrora continuarão te dando dor de cabeça.

O que aconteceu é que os gamers já haviam se resignado na insistência da Sony no formato dos discos pro PSP e acumularam vários jogos ao longo dos anos – jogos que eles não poderão jogar em seus PSP Gos novinhos em folha, porque a Sony desistiu de oferecer um programa de download de conteúdo de UMDs. Todos os seus jogos deverão ser recomprados e baixados para o novo console.

Pra usar outro produto da Sony na analogia, isso é equivalente a comprar um blu-ray player que automaticamente inutiliza toda a sua coleção de DVDs.

Permita-me apontar que a Sony não tornará os downloads mais baratos que os jogos físicos. Ou seja, o seu amigo que compra a versão em UMD do jogo que você adquiriu pro teu PSP Go pagará menos que você, e ainda terá a opção de trocar/revender o jogo no futuro.

E já que entramos no âmbito de discutir preços, aí vai a pior parte – o PSP Go custa (por enquanto, ao menos) 299 dólares. É um custo difícil de justificar quando você pode pescar outros 50 dólares da carteira e sair da loja com um PS3 – ou até mesmo um iPod touch de 32 GB.

A comparação da etiqueta de preço com a do iPod touch não é desmerecida – a Sony aprendeu a lição da Apple e resolveu investir nos desenvolvedores independentes, a quem eles estão tentando seduzir pra lançar jogos pro seu portátil.

Tais jogos se chamarão “PSP Minis”, custarão entre 5 e 10 dólares, e o primeiro deles é Fieldrunners, que é justamente um título de muito sucesso da AppStore. Ou seja – aqueles que colocavam os dedos nos ouvidos e berravam “não estou ouvindo, não estou ouvindo” quando dizíamos que o iPod touch ameaçava a área do PSP, não poderão mais ignorar o que está acontecendo ao redor deles. A intercessão entre público de iPod touchs e PSPs é admitida pela Sony.

Vale a pena comprar o PSP Go? Como fã de muitos anos do console, estou profundamente desinteressado neste novo modelo do portátil da Sony. O preço é proibitivo e não há grandes jogos pra plataforma que eu não poderei jogar no meu PSP-2000. A (atual) impossibilidade de instalar programas homebrew no aparelho reduz ainda mais sua autonomia – ou seja, adeus emuladores e ports de Counterstrike.

Por ora, deixarei o PSP Go passar. E não vejo por que você também não deveria.

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DSi XL: agora com tela 93% maior

Eis um conceito no qual fabricantes de consoles portáteis não se entendem: o tamanho dos seus videogames de mão. Enquanto a Sony cria a versão Slim (fino em inglês) do seu console portátil PSP, a Nintendo vai na direção contrária e cria uma versão XL (sigla em inglês para extra large – extra grande) do seu portátil DSi. Especula-se que o novo console seja voltado para o público idoso do Japão. Ele também vem com dois jogos para exercício cerebral pré-instalados.

Com exceção das resoluções das duas câmeras e das telas, todas as outras características do aparelho superam as do seu irmão menor. O DSi XL tem duas telas de 4,2 polegadas, pesa 314 gramas, vem com duas canetas stylus (uma delas com 13 cm de comprimento) e tem 2,1 cm de espessura contra as telas de 3,5 polegadas, 214 gramas, caneta stylus de 9,3 cm e 1,9 cm de espessura do DSi. O preço também será maior: o XL será vendido por US$ 220 (R$ 381) nos EUA e na Europa antes da metade do ano que vem.

A Nintendo não anunciou se planeja descontinuar a versão menor do DSi, mas duvido que eles farão algo do tipo. Por outro lado, essa é a mesma empresa que patenteou um colchão inflável, o que não demonstra exatamente a melhor imagem da sanidade mental. E sim, eu pretendo colocar referências ao infame colchão inflável em todos os posts que escrever sobre a Nintendo. Deal with it. [Kotaku]

Não é segredo pra ninguém que eu sou um grande entusiasta do iPhone e iPod touch como plataformas de videogame. Presumo até que este deve ser um dos motivos da minha contratação pra esta coluna semanal.

Entretanto, a resistência enfrentada pela apresentação do iPhone como uma alternativa ao status quo estabelecido pelo PSP e o DS ainda é forte. Existem muitos gamers que torcem o nariz, batem o pé, e se recusam completamente a aceitar o iPhone como uma plataforma de games. E embora algumas de suas preocupações sejam baseadas em pontos válidos, é bastante óbvio que a opinião é primariamente baseada num preconceito irracional contra a idéia de um telefone servir como videogame.

As plataformas móveis de games atuais

As plataformas móveis de games atuais

Inicialmente, a oposição contestava a validade de uma plataforma que só se prestasse a joguinhos rápidos e casuais, que sirvam apenas como distração na fila do banco ou no banheiro. Esse é o argumento comum dos auto-entitulados “gamers hardcore”, que exigem uma experiência profunda e uma história de múltiplas camadas pra todos os jogos.

É uma visão bastante estreita, porque eles estão vaticinando o fracasso da plataforma baseado exclusivamente em suas expectativas e preferências pessoais, ignorando o fato de que o público inteiro não tem a mesma opinião que eles. O DS e o Wii invocaram reações similares, com milhões de fanboys ao redor do mundo reclamando que a Nintendo havia alienado seus fãs lançando consoles com foco em “jogos de criança”. Como todos sabemos, ambos consoles se tornaram sucessos absolutos na indústria – obviamente, a aversão por jogos casuais não é universal. Há um imenso público pra isso, e é aí que o console brilhará.

Uma outra reclamação comum é a falta de controles.  Embora haja uma iniciativa third party pra trazer controles tradicionais pro iPhone, em minha opinião isso é um passo na direção errada. Convergência é o Santo Graal do mundo tecnológico; se eu tiver que comprar e trazer no bolso um dispositivo separado dedicado a jogatina, não haverá vantagem gamística do iPhone sobre o DS ou o PSP. Eu preferiria levar o celular num bolso, e um dos outros consoles portáteis no outro.

Embora soe como um bom argumento, a crítica da falta de controles físicos invariavelmente vem de gente com pouca ou nenhuma experiência com os jogos no iPhone. Por mais incrível que possa parecer, os designers dos jogos fizeram um excelente trabalho em adaptar controles na tela que funcionem bem com jogos de ação, que exigem reflexos rápidos e reação imediata.

Quando dou meu iPhone pra um leigo, uma das primeiras coisas que eu faço – puramente como experiência, nem é pra tentar provar nada – é carregar Sonic the Hedgehog e ver como o inexperiente lida com os controles. Sonic é um jogo bastante rápido, que exige saltos precisos em algumas instâncias. Serve como bom teste.

Fanboys intransigentes gostam de recitar discursos sobre como é importante ter feedback tátil num controle, e na inviabilidade de um console que exige que você oculte boa parte da tela com os dedos enquanto joga. Soam como reclamações válidas no papel, mas o argumento se esfarela quando meu priminho de 7 anos joga perfeitamente nos controles virtuais.

Isso pra não mencionar que há vários gêneros que funcionam melhor numa touchscreen, como jogos de tabuleiro, de cartas, de estratégia, jogos de “time management”, point and click adventure, tower defense, etc – jogos que nunca tiveram seu espaço nos consoles, e que agora estão experimentando sua Renascença no portátil da Apple. O problema aí é que gamers hardcore acostumados aos velhos paradigmas frequentemente esquecem que há outros estilos de jogos além de FPS, futebol e corrida.

(Mas não se preocupem – jogos dos gêneros supracitados também se encontram na AppStore. Há conteúdo pra todos os gostos por lá)

Mas o motivo principal pelo qual eu praticamente abandonei meu DS e meu PSP é a já citada convergência. Não me entendam mal – ambos o DS e o PSP são excelentes gadgets que oferecem bastante dentro das propostas deles. A comunidade homebrew estendeu um pouco mais o potencial de ambos, transformando-os (nas devidas proporções, não se anime muito) emPDAs bastante funcionais.

Acontece que isso ainda não chega perto da polivalência oferecida pelo iPhone, que é meu celular/leitor de email/cliente de MSN/navegador portátil/câmera fotográfica/agregador de RSS/despertador/cliente móvel de VNC e etc. Parafraseando o famoso fotógrafo Chase Jarvis, “o melhor console é aquele que está sempre com você“. A miríade de funções do iPhone rendeu a ele um espaço dedicado no meu bolso, algo que não acontecia com o DS ou o PSP. E por isso, os jogos que eu compro na AppStore estão sempre ao meu alcance. O mesmo não pode ser dito sobre os jogos dos meus outros portáteis.

A Nintendo e a Sony ambas responderam à ameaça do iPhone – a Nintendo lançou o DSi, um aparelho mais convergente que o DS original (e que consta de um modelo de distribuição digital), e a Sony seduziu desenvolvedores da AppStore a lançarem títulos clássicos do iPhone pro PSP, como foi o caso de Fieldrunners e Hero of Sparta. E o novo PSPGo largou a mídia física e funciona exclusivamente com jogos downlodeáveis.

Resta saber se a nova estratégia vai funcionar, ou se o mundo já conseguiu se acostumar a jogar videogame nos seus celulares.

doubletwistDVD Jon, criador do aplicativo de sincronização e download de músicas doubleTwist, havia prometido na semana passada que “traria escolha” para os usuários do software em 6 de outubro. Famoso pela esperteza ao lidar com a Apple, DVD Jon remixou uma propaganda antiga da maçã para fazer o comunicado.

Como prometido, hoje a frase dele começou a fazer mais sentido: o doubleTwist passou a ter a Amazon MP3 Store, loja de músicas digitais da Amazon, como fornecedora de mídia.
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pspminisA Sony anunciou durante a GamesCom na semana passada a criação da Minis, uma loja online de games “divertidos, de preços acessíveis, criativos, fáceis de jogar e diferentes” para o seu console portátil PSP. A loja segue os moldes da iTunes AppStore, que vende jogos para iPhone e iPod Touch, mas elas não são tão parecidas assim.

De acordo com documentos confidenciais que vazaram dos servidores da Sony, os jogos que forem enviados à loja não passarão por um processo de aprovação como ocorre com a loja da Apple, deixando nas mãos dos próprios desenvolvedores a escolha da data de lançamento. Os jogos serão submetidos, porém, a vários testes de qualidade para verificar se rodam em todas as versões do PSP.

Ainda segundo o anúncio da semana passada, os jogos poderão ter no máximo 100MB cada um e a loja estará disponível a partir do dia 1º de outubro, em uma sessão especial da Playstation Store. No lançamento, 15 jogos já estarão disponíveis, dentre eles PacMan, Sudoku e também Fieldrunners, que tem uma versão também na iTunes App Store. [Kotaku / Imagem por Pocket Gamer]

sonyreport

A gigante japonesa de entretenimento liberou hoje seus resultados financeiros para o segundo trimestre de 2009. E eles não são os melhores. De acordo com o relatório (link para PDF, em inglês), houve uma queda de 19% no lucro total da companhia em relação ao mesmo período do ano passado.

Um dos principais produtos afetados foi o console de última geração Playstation 3. No segundo trimestre do ano passado, o videogame vendeu 1,6 milhões de unidades, 500 mil a mais do que a quantidade vendida no mesmo período desse ano. O PSP, console portátil da Sony, também caiu nas vendas: de 3,7 milhões de unidades, passou a 1,3 milhões. A divisão de jogos sozinha teve queda de mais de 38 blihões de ienes (mais de 790 milhões de reais) na receita. Um dos poucos produtos dessa divisão que sofreu um aumento nas vendas foi o Playstation 2, que passou a ser vendido a 99 dólares no começo de abril.

Apesar da queda, dois setores da empresa conseguiram aumentar a receita em relação ao mesmo período do ano passado. A divisão de filmes (Sony Pictures Entertainment) e a de música (Sony BMG) tiveram respectivamente 6,5% e 96,1% de lucro.

A Sony diz que a atual crise financeira, entre outros fatores, contribuíram para a queda nos resultados da Sony, mas eu acredito que o fato dos preços serem consideravelmente altos também ajudaram. 400 dólares por um console? Não, obrigado. Prefiro comprar um Wii. [SlashGear]

Mock-up do que pode ser o Xbox portátil

Mock-up do que pode ser o Xbox portátil

Enquanto empresas como a Sony, Nintendo e Apple exploram as inúmeras possibilidades da área de jogos portáteis com seus PSPs, Nintendo DS’s e iPod Touchs, a Microsoft fica para trás, oferecendo apenas um console que não é lá muito conveniente para transporte. Segundo Shane Kim, vice-presidente corporativo da empresa, isso poderá mudar no futuro.

Em uma entrevista ao site de jogos Kikizo, ele disse que a Microsoft está focando atualmente no ‘entretenimento na sala de estar’ adicionando novas funções no ambiente Live, como a integração com o Twitter e Facebook, e inovando com novos métodos de controle, como o Projeto Natal. Mas levar a marca Xbox para o mercado portátil seria apenas uma questão de ‘quando’ focar seus esforços na área.

Como todo bom vice-presidente, Shane não detalhou muito os planos do provável e ainda inexistente console portátil da empresa, mas o fato de uma pessoa de tal escalão já ter essa idéia na cabeça indica que a chance dele se tornar realidade é alta. O que falta saber é como será demonstrada uma falha de hardware no dispositivo. Três LEDs vermelhos? [PCWorld / Imagem: A.J. Kandy]

psppspgo

O site de games espanhol Eurogamer conseguiu acesso a informações internas do setor de jogos da Sony que afirmam que mais uma atualização do PSP e do PSPgo está a caminho e deverá ser anunciado no final do ano. Ele seria chamado PSP2.

De acordo com o site, o mais novo projeto secreto da Sony inclui hardware com capacidade para rodar jogos do nível do primeiro Xbox. O processador gráfico seria a versão multicore do PowerVR SGX543, da Imagination Technology, que é o chip presente nos novos iPhones 3GS. Essa versão contaria com 4 núcleos de processamento, teria capacidade para renderização Open GL 2.0 e DirectX 10 e seu codinome seria Hydra. Não há informações sobre quanto tempo a bateria iria durar com tanto poder de processamento, mas eu apostaria em no máximo 5 minutos.

Parece surreal que a Sony poderia estar trabalhando numa nova versão do PSP, sendo que há pouco mais de um mês ela revelou o PSPgo. Entretanto, a sua assessoria de imprensa não quis negar nem comentar os rumores. [Kotaku]

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A expectativa é que a Sony lance até o final do ano o PSP em tres cores novas. Eu já havia mostrado aqui no TecnoBlog um PSP pink. O Playstation 2 também devera ser lançado nesta cor até o final do ano.

A versão rosa do PSP deve sair no dia 22 de novembro, a prateada no dia 14 de dezembro e a azul no dia 22. No total, até o final do ano serão 5 cores diferentes do play portátil.

via – Xataka