Atualmente a rede social de microbloging mais usada do planeta só está traduzida em 5 línguas: italiano, espanhol, inglês, francês, alemão e japonês. Mas de acordo com uma página na sessão de tradução do site o português e o bahaso indonésio, idioma oficial da Indonésia, serão as próximas traduções do site. Infelizmente o Twitter não dá uma data específica para quando as novas línguas serão implementadas.

O botão "Tweet" vai virar "Tweetar"?

Quem quiser ajudar na tradução para o português ou qualquer uma das outras línguas para as quais o Twitter precisa de ajuda pode se voluntariar. Para isso é necessário ir nesse link, clicar onde diz “Sign up with your username and language“, colocar seu usuário e língua que pretende traduzir e esperar ser selecionado.

Ao virar um tradutor, um usuário poderá traduzir todo ele ou apenas partes do Twitter e quando mais ele traduz maior é o seu rank, que vai de 1 a 10 (embora eu já tenha notado alguns com rank 11). Quem traduzir a maior quantidade de partes do site tem seu nome imortalizado numa lista com outros 24 usuários. O ranking de tradutores para português ainda não tem usuários, mas a lista de tradutores franceses e italianos (ambas finalizadas) já estão lá. Dentre as opções de escolha para tradução estão barsi, búlgaro, bósnio e até mesmo holandês.

[Com informações do Querido Leitor]

O Twitter acaba de colocar no ar uma nova página inicial que parece ser um grande avanço em relação ao que se tinha anteriormente. A nova home da rede social agora apresenta uma seção intitulada “See who’s here” (“Olhe quem está aqui”), onde ficam em destaques twitters de pessoas ou empresas famosas, como Barack Obama e Sega por exemplo. Há também uma seção chamada “Top tweets” que é dinamicamente atualizada, mostrando uma seqüência de tweets que algum algoritmo do Twitter concluiu serem interessantes. Os Trending Topics continuam lá, mas agora em uma barra horizontal onde os assuntos mais comentados ficam passando da direita para a esquerda (o retorno de marquee?). E se o ponteiro do mouse repousar sobre um dos tópicos, um painel flutuante surge explicando porque aquele assunto está em alta.

Nova página inicial do Twitter (Clique para ampliar)

A página contém mais alguns elementos, como uma breve explicação do que é e para que serve o Twitter e um grande botão amarelo convidando o visitante a criar sua conta. Fica claro que o principal objetivo dessa nova página inicial é ganhar mais novos usuários, afinal é para lá que eles vão da primeira vez que visitam o Twitter, e todos sabemos a importância de uma primeira boa-impressão.

Bad Facebook, bad!

Lembra quando você podia escolher quais dados seus eram compartilhados com parceiros em sites que você cadastrava? Era só marcar uma caixinha de seleção e todos os seus dados privados ficariam são e salvos (na maior parte das vezes). Então. Esse tempo acabou, se a atitude do Facebook for imitada por outras redes ao redor do mundo.

Segundo as novas alterações na Política de Privacidade e Estatuto de Direitos e Responsabilidades que serão implementadas em breve, os dados que o usuário escolher compartilhar na rede podem (e provavelmente serão) compartilhados também com certos sites SEM a prévia autorização do usuário. Isso quer dizer que se você escolheu por logar usando o Facebook Connect em sites pré-aprovados, esse site está autorizado a pegar algumas das informações que você colocou no seu perfil, como sexo, idade, escolas em que estudou, páginas que participa e etc.

A lista de quais sites estão pré-aprovados não foi divulgada e, felizmente, os novos termos ainda não foram aplicados. Eles estão abertos para serem debatidos pelos usuários nesse post do blog oficial. Se você usa a rede social, faça um favor à sua privacidade e vá lá dizer “I do NOT agree with this shit!“, que em tradução livre quer dizer “Eu polidamente expresso minha desconcordância com os termos acima”. Estou parafraseando, mas essa é a idéia principal.

[via DownloadSquad]

Sim, por mais que cause estranheza, essa foi a análise do Professor Peter Kelly, diretor de saúde pública em Teesside, Reino Unido. Ele notou que os casos de sífilis quadruplicaram nas regiões da Grã-Bretanha onde o Facebook é mais popular.

“[…] Vi que diversas pessoas [afetadas] conheceram seus parceiros sexuais por esses sites. Sites de redes sociais estão tornando mais fácil o encontro de pessoas para sexo casual,” afirmou o professor.

Obviamente o Facebook não ficou feliz com essa “acusação” de que estaria relacionado ao crescimento dos casos de sífilis, e muito menos com toda mídia gerada pelo caso, que por vezes distorcia os fatos. Um porta-voz da empresa se pronunciou a respeito:

“A asserção de que o Facebook seria responsável pela transmissão de sífilis é ridícula. […] Os relatos de hoje exageram os comentários feitos pelo professor e ignoram a diferença entre correlação e causa,” disse o porta-voz.

“Como sabem os mais de 400 milhões de usuários do Facebook, nosso site não é um lugar para encontrar pessoas para sexo casual — é um lugar para amigos, família e colegas de trabalho se conectarem.”

[Telegraph]

Em post oficial no blog da empresa, Abdur Chowdhury, que se diz ser ‘chefe cientista do Twitter’, avisa que a praga de mensagens indesejadas na rede social diminuiu significativamente. Em comparação com o mês de fevereiro do ano passado, quando o serviço de microblogging tinha pouco mais de 20 milhões de usuários cadastrados, a quantidade de spam caiu em 5 pontos percentuais.

O total de spam no site chegou a alcançar picos de 11% do total de mensagens em meados de agosto de 2009. Foi mais ou menos nessa época que a ferramenta Report as Spam foi implementada no site. Graças ao uso dessa ferramenta pelos usuários e ao trabalho da equipe de pesquisa, a redução de respostas indesejadas, spam bots, publicação de tweets duplicados e outras formas de spam na rede aconteceu de forma drástica.

A forma mais fácil e eficiente de se reportar uma conta suspeita de spam no Twitter é mesmo clicar no link Report as Spam presente na barra lateral de todos os perfis do site. Mas Chowdhury também aponta que enviar o login de usuários para a conta @spam ainda funciona.

Se você tem uma conta no MySpace, muito cuidado: os seus dados de usuários podem estar à venda na internet, disponíveis para que qualquer um os compre e faça com eles o que bem entender. Tais dados são mais voltados para pesquisadores e pessoas envolvidas no mercado musical e podem ser obtidos no site InfoChimps.

Atualizações sobre humor, fotos, eventos, listas de reprodução musical, nomes, códigos postais e posts em blogs são alguns dos dados que podem ser comprados no site. Munidos deles, pesquisadores poderão criar modelos de perfis de usuários de redes sociais, para citar uma das várias aplicações que são possíveis com esse tipo de informação sobre o usuário de internet.

O mais legal é que, ao concordar com os termos de serviço do MySpace, o usuário cede para o site os direitos sobre todos os dados que são armazenados. Ou seja, o MySpace passa a ser dono das informações ali publicadas e pode fazer o que bem quiser com elas… Como disponibilizar para que uma empresa parceira as venda.

Mas o MySpace já soltou uma nota oficial dizendo que “não está vendendo dados para a Infochimps. O MySpace provê a desenvolvedores, incluindo empresas como a Infochimps, acesso gratuito a dados disponíveis publicamente e em tempo real”. A empresa só esqueceu de dizer na nota que tem um acordo de partilha de receitas proveniente dos dados vendidos pela Infochimps.

[via PC World, Read Write Web, Slashdot]

Se você chegou aqui pelo Twitter, a página do post pode ter sido carregada quase 2 segundos mais devagar do que se você tivesse acessado pera URL própria do Tecnoblog. Essa é uma das conclusões as quais chegou uma pesquisa iniciada pela empresa WatchMouse, que mediu a confiabilidade de serviços de encurtamento de URLs na web.

Facebook: bom como rede social, péssimo como encurtador de URLs

A empresa monitorou os 14 serviços encurtadores mais usados durante o decorrer do mês, medindo a cada cinco minutos em algum dos seus servidores no mundo quanto tempo cada serviço demora para redirecionar o usuário para uma página. Tenha em mente que eles não mediram quanto tempo a página demorava para abrir, apenas o redirecionamento.

A pesquisa concluiu que os redirecionadores mais rápidos são o Goo.gl e Youtu.be, ambos controlados pelo Google, que geram um atraso máximo de pouco mais de 320 milissegundos. O mais devagar foi o Fb.me, usado pelo Facebook, que pode garantir até mais de 2 segundos perdidos na navegação do usuário. Sobre o uptime dos servidores, apenas o goo.gl e twit.tl (esse último administrado pelo Twitter) mantiveram-se no ar durante 100% do tempo monitorado. O menos confiável foi o Snurl.com, que ficou fora do ar durante 2% do tempo em que foi testado.

Snurl.com: sai do ar com mais frequência

Snurl.com: sai do ar com mais frequência

Em geral, a WatchMouse diz que encurtadores deixam a web mais devagar e podem expor o usuário a links maliciosos mais facilmente. Porém, eles trazem vantagens como a possibilidade de fazer tracking de estatísticas de clique. Fica a cargo do usuário decidir se a troca vale à pena. [Techcrunch]

O CEO do Twitter, Evan Willians, anunciou hoje durante a conferência SXSW, em Austin, no Texas, uma nova característica que será disponibilizada em breve na rede social e que permitirá a donos de websites uma integração mais completa com suas contas no Twitter. Willians afirma que ela deverá complementar a API, e não competir com serviços já existentes.

A plataforma vai ser chamada de “@Anywhere“, e deverá permitir que usuários do serviço sigam outras contas diretamente em sites que a integrarem, além de dar a opção para que eles enviem tweets a partir da própria plataforma.

Fãs de um colunista, por exemplo, poderão seguí-lo diretamente na sua página da web (caso ele insira o código javascript do @Anywhere no site) ou tuitar um link para a coluna atual, sem precisar abrir seu perfil no Twitter. Ao ser lançada a plataforma será integrada com sites como Yahoo, eBay, Amazon, YouTube, Bing e Digg, dentre outros sites com grande número de acessos. Ainda não há uma data determinada para a disponibilização da plataforma.

Já sobre o tão esperado modelo de negócios, Willians afirma que ainda não determinou um, mas que deve continuar experimentando com vários nos próximos meses. Ele cita os acordos com o Google e Microsoft como exemplos de tais experimentos. A estimativa é de que esse acordo tenha gerado US$ 25 milhões em receita para a rede social.

É certo afirmar que a maioria dos ataques à contas do Twitter ocorre porque usuários desavisados clicam em links maliciosos (muitas vezes curtos devido à própria restrição de 140 caracteres) e, de uma maneira ou de outra, colocaram o controle dos seus perfis nas mãos de hackers. Del Harvey, diretora de segurança do Twitter, garante que a partir de agora esse tipo de problema com links curtos se tornará escasso.

Segundo Harvey, o serviço de microblog lançou ontem um sistema que detecta, intercepta e previne que ataques do tipo phishing se propagem através de links encurtados. Primariamente apenas os links enviados por mensagem direta (DM), principal fonte desse tipo de ataque, passarão por esse sistema, que não será visto pelo usuário.

Alguns desses links serão encurtados usando o próprio encurtador de URLs do Twitter, twt.tl, que também não está disponível para uso do público em geral. Caso o link seja detectado como malicioso, os usuários que clicarem serão redirecionados para uma página avisando da ameaça. As demais URLs publicadas no site, com exclusão de links curtos, já passam por um filtro anti-phishing (o mesmo usado pelo Google) que impede a publicação de endereços de sites que contenham vírus e outros programas maliciosos.

A Cisco divulgou seu “Annual Security Report 2009” e entre várias informações a mais divulgada delas foi que o Brasil ultrapassou os EUA na quantidade de spam enviado. Mas o que me chamou a atenção foi na verdade a parte que diz que as URLs curtas podem representar um grande problema de segurança.

A Cisco aponta a forma “telegráfica” de comunicação nas mídias sociais com seus 140 caracteres (Twitter e outros microblogs) como fonte de preocupação. As URLs curtas fazem parte desta forma de expressão e não dão pista do que está por trás daquele link do migre.me ou bit.ly.

Aproveitando para falar de redes sociais a Cisco diz que o Facebook foi usado em 2009 para propagar 419 tipos de scam diferentes.

Todos esses problemas acontecem pois em tese nas redes sociais você segue ou está ligado a pessoas que você conhece e confia. Clicar em links é apenas um passo. No início deste ano a Bullet, agência com sede em São Paulo, divulgou que 97% das pessoas clicam em links do Twitter de perfis que seguem.

Claro que não dá pra não usar encurtadores de URLs ou redes sociais como um todo. A questão é ficar atento a possíveis tentativas de fraude que certamente o atacarão.