Energia que alimenta... celulares

O lítio largamente utilizado como matéria-prima para a bateria de gadgets de toda espécie não é um material exatamente abundante da Terra. Atualmente suas maiores fontes estão localizadas no leito de lagos secos de sal na Bolívia e no Chile, e sua retirada é um processo complicado que envolve obrigatoriamente enormes quantidades de água.

De olho neste problema a designer Daizi Zheng desenvolveu uma bateria que ela afirma ser “mais durável e barata de produzir” que retira sua energia de – pasme – refrigerante qualquer outro líqüido adocicado.

A criação, que por hora é chamada apenas de biobateria, precisa apenas de açúcar, água e oxigênio para funcionar e a mágica da criação da eletricidade acontece quando as enzimas da bateria reagem com os carboidratos (açúcares) da mistura, e então produzem a tão desejada energia. De acordo com sua criadora, no futuro cada carga da novidade tem potencial de durar até três vezes mais do que as baterias atuais.

Como é de praxe nesses casos que as notícias boas vêm aos montes, a biobateria não tem qualquer previsão de data para chegar ao mercado.

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Você provavelmente já viu uma bugiganga que fizesse algo semelhante ao que essa faz. O grande diferencial dessa inutilidade é que ela tanto aquece quanto resfria sua latinha/copo/chícara/etc (ou pelo menos diz que o faz) mantendo-os na temperatura ideal. Ele (promete que) pode manter uma latinha a 11º celcius ou um “cafézinho” a 53º.
Tudo isso pela bagatela de 24 dólares. Nada mal!

De brinde ele suga a energia de uma de suas portas USB e lhe incentiva a correr o risco de danificar seu teclado e mouse com uma caneca de café ou uma lata de refrigerante.

via – Gizmodo