RIAA

RIAA (sigla para Recording Industry Association of America) é uma organização que representa a indústria fonográfica nos Estados Unidos. Tem como objetivo proteger os direitos de propriedade intelectual dos artistas, fazer pesquisas sobre a indústria da música e monitorar e analisar leis. Ficou conhecida na internet após processar em 2003 usuários do Kazaa, popular software de compartilhamento de arquivos, especialmente músicas. Em outubro de 2010 venceu um processo contra o software de P2P LimeWire. Três dias depois o site da organização foi tirado do ar em protesto.

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A querida (só que ao contrário) RIAA anunciou segunda-feira que, depois de registrar consecutivas perdas em seus balanços financeiros por quase uma década, a indústria fonográfica fechou 2011 no azul. Pela primeira vez desde 2004 o setor registrou um aumento real na venda de músicas, encerrando o ano com um notável crescimento de 0,2%.

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O grupo Anonymous voltou à ativa e entrou em ação de forma bruta: os ativistas derrubaram diversos sites ligado ao combate contra à pirataria. Nessa lista, se inclui o site do FBI, do DoJ (Departamento de Justiça Americano), da Casa Branca, da MPAA, da Universal Music e da RIAA. Foi o maior ataque já visto: em 20 minutos foram 10 sites derrubados, de acordo com o grupo. Leia mais

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Internautas dos Estados Unidos montam um protesto virtual para disseminar palavras de ordem contra duas propostas de lei que, até agora, deram muito o que falar. Em debate está a capacidade de entidades estadunidenses protegerem a propriedade intelectual das companhias originadas naquele país de uma forma mais incisiva e facilitada. O receio, por parte dos internautas, é de que a censura tome vez.

Por trás da Stop Online Piracy Act (SOPA) e da PROTECT IP está o interesse dos legisladores do Senado em dar um tratamento mais pesado para evitar que continuem com a festa de filmes, músicas, software e conteúdos similares de forma indiscriminada na rede, com direito a milhões de pessoas conectadas em redes – você sabe do que estou falando – compartilhando esses bits de conteúdo. Leia mais

Querida (só que ao contrário) dos navegantes por conta dos processos judiciais que já moveu contra crianças, velhinhos e até mesmo mendigos por conta de downloads ilegais, a RIAA – Associação da Indústria Fonográfica Norte-americana –, quem diria, está sendo acusada de praticar pirataria. E, pior de tudo, por um site que defende o livre download de conteúdo pela rede. Leia mais

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No ano passado a associação de estúdios de música americanos, RIAA, abriu um processo contra o conhecido programa LimeWire. Eles alegaram que a pirataria causada pelo programa custou bilhões de dólares em dividendos para os artistas. Ok, não estou sendo justo aqui. A RIAA não disse que custou “bilhões” de dólares, na verdade foi “mais de um bilhão“. Hoje o processo foi resolvido depois que o LimeWire concordou em pagar para vê-lo engavetado. Leia mais

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Você se lembra do LimeWire, um popular serviço de compartilhamento de arquivos? Pois fique sabendo que ele vai ficar apenas na memória mesmo, para nós contarmos aos nossos filhos e netos como era a internet no início dos anos 2000. Nessa semana acontece o tão aguardado julgamento do serviço, bem como de Mark Gorton, seu criador.

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Quem acompanha o processo da americana Jammie Thomas-Rasset sabe que não é de hoje que a moça está na justiça. Para quem chegou agora na internet, eis aqui uma recapitulação ao melhor estilo “Previously, on LOST…“: o processo contra Jammie foi aberto em 2006 pela RIAA (associação que protege os direitos dos artistas nos EUA) por ela ter baixado e compartilhado 24 músicas na rede Kazaa sem permissão.

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4chan ataca e tira do ar sites de organizações anti-pirataria

Durante o final de semana passado membros do conhecido fórum 4chan planejaram e executaram vários ataques de DDoS aos sites da MPAA e RIAA, organizações americanas que combatem a pirataria de filmes e músicas, dentre outras coisas. A investida dos membros do fórum contra as organizações foi motivada por ataques similares contra sites de torrent como o Pirate Bay ocorridas semans atrás. O site da MPAA ficou indisponível por 21 horas e o da RIAA por 51 minutos. | CNET

Conhecidos por serem as pessoas menos amadas da internet, representantes da RIAA (Associação da Indústria de Gravação Americana, numa tradução freestyle) afirmaram ao juiz federal norte-americano Kimba M. Wood que o serviço de compartilhamento de arquivos LimeWire lhe deve “mais de US$ 1 bilhão” de indenização por conta de direitos autorais não pagos em transferências de arquivos consideradas ilegais.

Em um processo judicial aberto contra o LimeWire, os representantes das gravadoras pedem o fechamento do serviço por conta de “uma substancial quantidade de infrações de copyright” e afirmam que o Lime Group, empresa responsável por seu desenvolvimento “não toma as medidas adequadas para evitar as infrações em sua rede”. Leia mais

Nos EUA existem duas agências americanas especializadas em “proteger” (está entre aspas porque elas esticam bastante o sentido da palavra) os direitos autorais de seus membros. A MPAA, que cuida dos filmes, e a RIAA, que cuida de música. Ambas divulgam vez ou outra alguns dados sobre a pirataria, incluindo números exatos em milhões de dólares diretamente ligados à perda de receita devido aos downloads ilegais. Na teoria essas informações teriam sido meticulosamente angariadas e baseadas em dados concretos, obtidos através de pesquisas aprofundadas e cálculos matemáticos.

Pirata em Londres

Mas uma agência do governo americano discorda. Segundo um relatório (PDF) liberado na terça-feira pelo Accountability Office (algo como escritório de responsabilidade, seja lá o que isso quer dizer), “é difícil, senão impossível, quantificar os impactos econômicos” da pirataria. Eles chegaram à essa conclusão de uma maneira mais exata do que as duas agências citadas no primeiro parágrafo: examinaram todos os dados publicados por elas e consultaram diversos experts dentro e fora do governo.

O relatório ainda indica quais são as principais falhas das indústrias ao contabilizar as perdas. A principal delas é assumir que todo e qualquer download não-pago representa uma venda perdida, algo que não pode ser garantido com 100% de certeza.

E o escritório não cita apenas a RIAA e MPAA. Agências relacionadas com a indústria de software e automobilística também são acusadas de criar números absurdos. A Associação de Fabricantes de Motores e Equipamentos liberou no ano passado uma estimativa de perda de 3 bilhões de dólares devido á falsificação de peças automotivas, mas a agência do governo não encontrou nenhuma referência à esse número dentro de relatórios e arquivos da associação. Já a Aliança de Software de Negócios, que reportou uma perda de 9 bilhões de dólares em 2008 devido à pirataria, foi acusada de criar números ao ser notado que os resultados dos estudos em países pesquisados extrapolavam os resultados em países que não foram pesquisados.

O relatório da agência só confirma o que vários especialistas da área tem dito ao longo dos anos: os bilhões e bilhões de dólares que as indústrias dizem perder por conta da falsificação ou pirataria digital são tão verdadeiros quanto uma nota de três reais e tão sólidos quanto gelatina de abacaxi.

[via ArsTechnica, BuzzOutLoud / Imagem sob licença CC de milabrya]