Sim, a RIAA voltou a fazer o tradicional alarde relacionado à pirataria em resultados de busca nas páginas do Google. O grupo que reúne as maiores gravadores musicais americanas diz – sente só o nível – que os esforços do buscador para reduzir a quantidade de links com material de terceiros na rede não estão satisfatórios o suficiente e ainda tem muito conteúdo pirata no índice do buscador. Leia mais
RIAA
RIAA (sigla para Recording Industry Association of America) é uma organização que representa a indústria fonográfica nos Estados Unidos. Tem como objetivo proteger os direitos de propriedade intelectual dos artistas, fazer pesquisas sobre a indústria da música e monitorar e analisar leis. Ficou conhecida na internet após processar em 2003 usuários do Kazaa, popular software de compartilhamento de arquivos, especialmente músicas. Em outubro de 2010 venceu um processo contra o software de P2P LimeWire. Três dias depois o site da organização foi tirado do ar em protesto.
Uma das mais célebres disputas judiciais entre cidadãos comuns e gravadoras por causa de downloads ilegais teve mais um capítulo hoje. as notícias não são exatamente boas. Um colegiado formado por três juízes na Corte de Apelações dos EUA determinou que a navegante Jammie Thomas-Rasset é culpada pelo crime de compartilhar músicas protegidas por direitos autorais na rede. Ela deve pagar indenização de US$ 222 mil (R$ 447 mil) à RIAA. Leia mais
Um cidadão americano foi condenado pela corte federal de Massachussets a pagar US$ 675 mil de multa. Motivo? Ele baixou ilegalmente 30 músicas de um software de compartilhamento de arquivos. Segundo as gravadoras, o usuário já havia sido alertado diversas vezes, inclusive por seus familiares, mas continuou fazendo downloads de materais protegidos por direitos autorais por mais alguns anos e tentou apagar as evidências do crime.
A querida (só que ao contrário) RIAA anunciou segunda-feira que, depois de registrar consecutivas perdas em seus balanços financeiros por quase uma década, a indústria fonográfica fechou 2011 no azul. Pela primeira vez desde 2004 o setor registrou um aumento real na venda de músicas, encerrando o ano com um notável crescimento de 0,2%.
O grupo Anonymous voltou à ativa e entrou em ação de forma bruta: os ativistas derrubaram diversos sites ligado ao combate contra à pirataria. Nessa lista, se inclui o site do FBI, do DoJ (Departamento de Justiça Americano), da Casa Branca, da MPAA, da Universal Music e da RIAA. Foi o maior ataque já visto: em 20 minutos foram 10 sites derrubados, de acordo com o grupo. Leia mais
Internautas dos Estados Unidos montam um protesto virtual para disseminar palavras de ordem contra duas propostas de lei que, até agora, deram muito o que falar. Em debate está a capacidade de entidades estadunidenses protegerem a propriedade intelectual das companhias originadas naquele país de uma forma mais incisiva e facilitada. O receio, por parte dos internautas, é de que a censura tome vez.
Por trás da Stop Online Piracy Act (SOPA) e da PROTECT IP está o interesse dos legisladores do Senado em dar um tratamento mais pesado para evitar que continuem com a festa de filmes, músicas, software e conteúdos similares de forma indiscriminada na rede, com direito a milhões de pessoas conectadas em redes – você sabe do que estou falando – compartilhando esses bits de conteúdo. Leia mais
Querida (só que ao contrário) dos navegantes por conta dos processos judiciais que já moveu contra crianças, velhinhos e até mesmo mendigos por conta de downloads ilegais, a RIAA – Associação da Indústria Fonográfica Norte-americana –, quem diria, está sendo acusada de praticar pirataria. E, pior de tudo, por um site que defende o livre download de conteúdo pela rede. Leia mais
No ano passado a associação de estúdios de música americanos, RIAA, abriu um processo contra o conhecido programa LimeWire. Eles alegaram que a pirataria causada pelo programa custou bilhões de dólares em dividendos para os artistas. Ok, não estou sendo justo aqui. A RIAA não disse que custou “bilhões” de dólares, na verdade foi “mais de um bilhão“. Hoje o processo foi resolvido depois que o LimeWire concordou em pagar para vê-lo engavetado. Leia mais
Você se lembra do LimeWire, um popular serviço de compartilhamento de arquivos? Pois fique sabendo que ele vai ficar apenas na memória mesmo, para nós contarmos aos nossos filhos e netos como era a internet no início dos anos 2000. Nessa semana acontece o tão aguardado julgamento do serviço, bem como de Mark Gorton, seu criador.
Quem acompanha o processo da americana Jammie Thomas-Rasset sabe que não é de hoje que a moça está na justiça. Para quem chegou agora na internet, eis aqui uma recapitulação ao melhor estilo “Previously, on LOST…“: o processo contra Jammie foi aberto em 2006 pela RIAA (associação que protege os direitos dos artistas nos EUA) por ela ter baixado e compartilhado 24 músicas na rede Kazaa sem permissão.




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