Sega

Sega é uma desenvolvedora multinacional de software e hardware para jogos. Com sede em Tóquio e escritórios nos Estados Unidos, Reino Unido, Austrália, Coreia do Sul e Canadá, a empresa empregava 2,9 mil funcionários em 2009, gerando uma receita de 397 bilhões de ienes (R$ 9 bilhões) em 2011. Originalmente chamada de Service Games, produzia máquinas de jogos operadas por moedas. Posteriormente desenvolveu consoles como o Mega Drive e lançou o Sonic, mascote oficial da empresa desde 1991.

thumb-sonic-izzy

Quando você pensa na Sega, o que te vem à mente? Pra muitos, o nome da empresa evoca imediatamente a imagem do porco-espinho azul supersônico, que é efetivamente sinônimo visual da marca. Outros talvez lembrem do domínio que a empresa exercia no ramo de arcades (Ahh, muitas mesadas estouradas no House of the Dead!). Muitos lembrarão imediatamente do icônico jingle da marca, que precedia os jogos do tal porco-espinho azul. Leia mais

thumb-vara-dreamcast

As mecânicas de interação com os videogames mudaram muito ao longo do tempo. Os consoles primordiais usavam joysticks; estes eventualmente tornaram-se d-pads. No meio do caminho evolutivo, viraram uma espécie de maçaneta também:

Os Atari Paddle Controllers, um fruto da popularidade dos games estilo Pong

A era dos games em ambientes tridimensionais acabou aposentando o d-pad (cuja utilidade hoje praticamente se resume à navegação de menus) e trouxe uma evolução dos joysticks na forma do controle analógico que muitos conhecemos pela primeira vez quando a Sony lançou o primeiro DualShock pro PlayStation. Leia mais

thumb-sneak-king-jogo

Arte é provavelmente uma das coisas mais subjetivas que existem. Qualquer metodologia usada pra medir produções artísticas é completamente arbitrária e nenhuma opinião é necessariamente mais “válida” que a outra.

Apesar disso, acho que todos conseguimos chegar a um consenso quando o assunto é arte esquisita. Vamos usar como exemplo a produção “Merda d’artista“, um trabalho “artístico” e metalinguístico que consistia simplesmente em noventa latinhas de metal carregando fezes do artista italiano Piero Manzoni. Num caso de bizarrice desse calibre, praticamente todos concordarão que o negócio é estranho mesmo. Leia mais

thumb-gamecom-ad

Em março escrevi um artigo narrando a breve vida de cinco consoles portáteis que ficaram apenas como breves notas de rodapé na história dos videogames. Entre eles estavam o Tapwave Zodiac, um misto de PDA com videogame que nasceu muito antes do tempo em que tal idéia seria sustentável, e o Gizmondo, um console produzido por uma empresa cujo manda-chuva acabou na prisão por envolvimento com a máfia.

Entretanto, o hall da infâmia dos videogames portáteis não se limita aos cinco exemplos mencionados no texto de março. Há mais alguns videogames de bolso a serem submetidos a autópsia. Leia mais

thumb-sonic

A SEGA é mais uma vítima da onda de ataques hackers contra empresas de jogos. A sua rede online SEGA Pass foi atacada recentemente, situação que a empresa só reconheceu na quinta-feira. Nesse momento, todo e qualquer acesso à SEGA Pass foi desabilitado enquanto a SEGA decide quais são as próximas ações para evitar problemas maiores. Leia mais

thumb-izzy-nobre-psn

Uma dos mais interessantes elementos que os videogames ganharam nos últimos anos (muito além dos gráficos fotorrealistas ou dos sensores que captam movimento) foi a habilidade de se conectar à internet. Redes online como a Xbox Live ou a Playstation Network trouxeram a nós a possibilidade de baixar jogos, trailers e demos, encontrar colegas para jogatinas, e atualizar nossos jogos favoritos — seja comprando material adicional, seja baixando patches que corrigem defeitos nos jogos.

Leia mais

thumb-mictorio-sega

Ok, oficialmente, não falta mais nada. A Sega inventou um mictório com sensor de pressão e uma tela de LCD à altura dos olhos para que os seus jatos de urina controlem um jogo.

Pois é. Leia mais

thumb-izzy-5-processos-judiciais

A indústria de videogames, por ser uma categoria de entretenimento, talvez invoque imagens de descontração e informalidade. Muito pelo contrário: como qualquer outro mercado multibilionário, videogame é coisa séria. Existem interesses a serem protegidos (ferozmente, como é o caso às vezes), e volta e meia o mundo gamer se vê diante de um conflito legal.

Nessa semana, por exemplo, ficamos sabendo que o Axl Rose está processando a Activision por (de acordo com seus advogados, ao menos) incluir a imagem do Slash em Guitar Hero 3. De acordo com o cantor, um das condições impostas para o licenciamento de “Welcome to the Jungle” é que não fossem feitas referências ao guitarrista ou à sua nova banda, Velvet Revolver. O curioso é que aparentemente demorou 3 anos para que alguém mostrasse Guitar Hero 3 para o Axl Rose.

E essa é apenas a briga jurídica mais recente envolvendo a indústria gamer. Eis aqui outros 5 casos notórios.

Leia mais

thumb-sonic-4-remix

Sonic 4 foi um jogo muito aguardado, uma merecida volta às origens para o porco-espinho mais rápido do mundo. Mas nem tudo foi perfeito. Muita gente reclamou do fato de o jogo ser distribuído em diversos episódios (por enquanto temos apenas o primeiro à venda, com quatro fases), que esperavam gráficos melhores ou uma física mais fiel aos jogos originais.

Izzy Nobre | Sonic 4: retorno às raízes (review)

Leia mais

thumb-izzy-sonic

Como já mencionei aqui no Tecnoblog há muito tempo, a franquia Sonic passou a última década na lama. Com exceção de um ou outro lançamento portátil para Game Boy Advance, os jogos do ouriço azul para console (insistentemente em terceira dimensão, apesar da completa rejeição dos fãs) foram, um após o outro, desastres.

Leia mais