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A japonesa Panasonic anunciou o lançamento de um servidor de bolso capaz de transmitir conteúdo de mídia para dispositivos que rodam o iOS, permitindo que os felizes proprietários de iPhones, iPads e iPods Touch economizem preciosas quantidades de espaço em seus queridos aparelhos e de quebra montem um curioso sistema de cloud computing móvel. Leia mais

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Melhor do que um rumor por dia, só mesmo dois rumores por dia. Lê-se por aí que a Apple planeja lançar o iPhone 5 já em setembro, com direito a uma encomenda inicial de 15 milhões de unidades. A mesma Apple também estaria planejando um novo MacBook Air, que teria entre seus componentes uma memória flash super-rápida. Leia mais

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RealSSD C400: rapidão

A norte-americana Micron anunciou essa semana sua mais nova linha de discos de estado sólido para dispositivos móveis, autoproclamados “os mais rápidos do mundo”. A empresa pode ser pouco conhecida do público final, mas é famosa entre os gigantes da tecnologia por ser uma das maiores fornecedoras de semicondutores e memórias para a indústria.
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Essa briga está boa de ser vista: os principais fabricantes dos SSDs (solid-state drive ou unidade de disco sólido, de acordo com a Wikipedia) estão fazendo de tudo para aumentar rapidamente a capacidade de armazenamento desses dispositivos, bem como promover a diminuição nos custos de fabricação. Ontem, na feira Computex, a SanDisk mostrou uma nova geração de SSDs que fazem o queixo cair.

P4 e G4 são os modelos dos dois SSDs apresentados ontem pela companhia. O primeiro tem capacidade de armazenamento que varia de 8 GB a até 128 GB. A utilização de um sistema de cache avançado permite uma melhora no desempenho, que é o que todos esperamos. Já o G4 é o mais poderoso: tem capacidade de 64 GB a até incríveis 256 GB. De acordo com a SanDisk, o G4 tem escrita de 160 Mbps e leitura de 220 Mbps.

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Seagate Pulsar: estado sólido!

Seagate Pulsar: estado sólido!

A Seagate, uma das maiores fabricante de HDs do mundo, finalmente entrou  no mercado de SSDs, os drives chamados de Solid State, ou seja, que usam memória flash no lugar de discos girando rapidamente. Essa entrada tem capacidade de mexer com o mercado solidificando de vez o caminha para drives em estado sólido.

A realidade hoje do mercado é que os drives SSD não pegaram como tecnologia largamente adotada. Talvez a culpa seja do custo, da falta de interesse dos fabricantes ou da desconfiança do consumidor. O fato é que poucos equipamentos estão hoje à venda. Alguns netbooks (o que eu uso, por exemplo!), alguns notebooks da Apple e mais um ou outro modelo de notebook extremamente caro.

A Seagate sabe disso e portanto entra primeiramente no mercado de servidores. Seu drive chamado de Pulsar será vendido inicialmente para poucos clientes e todos eles para equipar servidores de alto desempenho. A  Intel já indicou em uma pesquisa que usar SSD nas corporações significa economia em TI. Veja você mesmo neste documento para download em PDF.

Talvez essa estratégia leve a um crescimento da demanda por SSDs. E se isso vai representar aumento de escala e quem sabe redução de preços, melhor para nós consumidores! [Cnet]

Ei, você aí, me dá um dinheiro aí.

Ei, você aí, me dá um dinheiro aí.

A fabricante de componentes OCZ apresentou ontem (17) um disco SSD (solid state drive, ou disco de estado sólido) com nada menos de 1TB de capacidade dentro de suas 3,5 polegadas.

Atendendo pelo sugestivo nome de Colossus, o monstrengo tem 128 MB de cache é capaz de atingir taxas de leitura e gravação de 260MBs, pouco abaixo do índice dos discos no padrão SATA II (que é de 300MB/s). Em linguagem coloquial tal índice pode ser traduzido como “rápido pra caramba”.

De acordo com a empresa a novidade é “destinada a desktops e estações de trabalho que precisam sempre de máxima velocidade e capacidade de armazenamento” (e quem não precisa, cara-pálida?).

Como era de se esperar, o preço do brinquedo acompanha sua pujança técnica e sai por nada menos que US$ 3.397 (R$ 5.775). Se a grana estiver apertada, o modelo também tem versões mais em conta: a versão de 120 GB sai por US$ 609 (R$ 1.030), 250 GB US$ 1.123 (R$ 1.900) e 500 GB, US$ 1.770 (R$ 3.000).

Uma pechincha, diz aí.