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Amanda Todd, uma menina canadense de 15 anos, vem causando comoção na internet – em especial no país natal e nos Estados Unidos. Ela se suicidou na semana passada, precisamente na quarta-feira (10), depois de longos anos sofrendo o chamado cyberbullying por meio da rede mundial de computadores. Leia mais

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O Facebook anunciou na terça-feira o lançamento de um serviço que pretende manter pensamentos suicidas longe das cabeças de seus usuários. Por ora disponíveis apenas para usuários da língua inglesa, o serviço permitirá que amigos denunciem possíveis posts com conteúdo suicida ao site.

De acordo com informações divulgadas, a própria rede social entrará em contato com o deprimido usuário através de uma mensagem, oferecendo a opção usar o chat da rede social para conversar em tempo real com um conselheiro. Leia mais

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Mais uma vez, um trabalhador da fábrica da Foxconn instalada da cidade de Chengdu, na China, cometeu suicídio. A vítima da vez foi um jovem de 20 anos que se jogou da janela de seu alojamento na manhã da última quinta-feira (horário local), informa a rede de notícias Bloomberg.
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Informações levantadas pelo tablóide britânico Daily Mail afirmam que os funcionários das fábricas chinesas da Foxconn estão sendo obrigados a assinar um “termo de não-suicídio” para continuarem trabalhando na empresa.

Conhecida por montar gadgets para gigantes como HP, Nokia Dell e Apple, nos últimos tempos a companhia se tornou destaque na imprensa internacional também pelo número de suicídios entre os membros de força de trabalho – 13 mortes num período de 12 meses. Leia mais

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As nossas relações sociais estão cada vez mais baseadas no mundo virtual. Isso vale não só para bons momentos, como quando um amigo anuncia que se casou por meio do status de relacionamento na rede social, mas também para situações complicadas. A depressão, por exemplo, será combatida graças a uma parceria entre o Facebook e uma organização que oferece apoio e aconselhamento sentimental gratuito.

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Já digna de receber algum apelido sombrio como “a fábrica maldita” ou coisa no estilo, a planta industrial da Foxconn na cidade chinesa de Shenzen registrou mais um suicídio de um de seus empregados nesta semana, fazendo com que sua conta chegasse a mais do que negativa marca de 13 mortes nos últimos 12 meses.
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Será que já existe o termo foxconncídio? Só assim para denominar os misteriosos suicídios que acontecem nas fábricas da Foxconn, gigante chinesa que produz sob contrato equipamentos para as mais variadas corporações de renome, entre elas a Apple de Steve Jobs. Somente em 2010, dez suicídios foram cometidos por funcionários da chinesa. Na verdade, onze, se contarmos com a morte ocorrida na terça-feira (20).

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Twitter serve para publicar coisas boas, mas também para publicar coisas tristes. Um coreano fez uso da ferramenta para um anúncio um tanto quanto desagradável: o próprio suicídio. O homem foi encontrado morto em um rio de Seoul na terça-feira, embora já fosse dado como desaparecido pela polícia desde domingo. Leia mais

Hoje a Foxconn está cheia de notícias. Além de anunciar aumento de preços para seus clientes (Apple e HP, entre outros grandes fabricantes de equipamentos eletrônicos) ela afirmou que não vai mais pagar o auxílio financeiro que concedia às famílias de funcionários que tenham cometido suicídio.

Essa foi uma medida tomada com o objetivo de tentar diminuir a quantidade de suicídios que tem sido cada vez mais comentada na mídia mundial. O auxílio financeiro era equivalente a dez anos de salário do funcionário, e o CEO Terry Gou justificou o cancelamento dizendo ser essa uma grande motivação para os funcionários suicidas. Leia mais

Uma das medidas anunciadas pela empresa taiwanesa Hon Tai Precision, mais conhecida mundo afora pelo nome Foxconn, para conter os suicídios e tentativas de suicídio em sua planta na cidade chinesa de Shenzen foi oferecer um substancial aumento de 20% no pagamento de seus empregados, que passarão a receber salário equivalente a R$ 180. E de acordo com a empresa, suas “magras margens de lucro” deverão fazer com que seu maior custo de produção sejam sentidos no resto do mundo.

Segundo matéria da agência de notícias Reuters, Terry Gou, um dos fundadores da empresa que começou em 1974 fabricando gabinetes plásticos para aparelhos de televisão e o homem mais rico de Taiwan, afirmou aos acionistas da gigante que os custos dos aumentos salariais serão repassados a seus clientes, que incluem marcas como Apple e HP. Leia mais