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Symantec nas mãos de hacker indiano?

Imagine por um instante que você é o cabeça da maior empresa de combate a vírus, spyware, malware e proteção de identidade e informação. Obviamente, seu império foi construído a partir daquilo que é considerado o ouro negro da tecnologia: seus algoritmos e linhas de código.

Agora, pinte uma cena onde você descobre que essa mesma razão para sua presença no mercado está nas mãos de um hacker indiano que pertence a um grupo chamado Lords of Dharmaraja e que, de quebra, é afiliado ferrenho do Anon. Leia mais

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Quais são os riscos que os consumidores correm quando um hacker ameaça liberar o código-fonte de um antivírus na rede, para quem quiser ver? Chegou o momento de pensar nisso porque a Symantec informa que o coletivo de hackers Anonymous obteve trechos de código-fonte de produtos de segurança da companhia em 2006. A história parece ser antiga, mas só agora o grupo resolveu que vai liberar as informações na rede. Leia mais

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A Symantec apresentou ontem em São Paulo mais um dos relatórios de segurança que contabilizam os números do crimes virtuais no mundo, mostrando dados especificamente sobre o Brasil. Assim como no ano passado, os números são assustadores e indicam que ainda há muita gente caindo nos contos de vigário online. De fato, segundo dados da empresa, 8 de cada 10 brasileiros conectados à internet já foram vítimas de algum crime desse tipo, o que é consideravelmente preocupante. Leia mais

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Relatório da empresa de segurança Symantec liberado nesta sexta-feira afirma que os crimes digitais já são uma atividade quase tão rentável quanto o tráfico de drogas.

Segundo a companhia, as perdas financeiras diretamente geradas por roubos de identidade, vírus e malwares fizeram com que as vítimas entregassem exatos US$ 113.882.054.117 (US$ 113,9 bi, ou R$ 191 bilhões) em dinheiro vivo aos criminosos digitais nos últimos 12 meses. Leia mais

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De acordo com o relatório de segurança desse mês da Symantec, os números globais de spam chegaram a seus menores números desde novembro de 2008. A empresa diz que desde o fechamento da rede de bots Rustock, no último mês de março, os índices de mensagens indesejadas vêm caindo sensivelmente. A última vez que tal fenômeno foi observado foi no final de 2008, quando autoridades norte-americanas tiraram do ar o a botnet McColo, que prestava seus serviços ao lixo eletrônico.
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Dados de um relatório da empresa de segurança Symantec divulgados nesta terça-feira afirmam que cerca de 100 mil aplicativos do Facebook podiam permitir que informações confidenciais de “milhões” de usuários da rede social vazassem pela rede. Leia mais

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A Symantec apresentou hoje no Brasil dados do seu 16º relatório de segurança e ameaças online, que relata quais são os maiores perigos que usuários da internet enfrentaram no ano de 2010. Esses dados foram coletados por meio de diversos centros de inteligência da empresa espalhados pelo mundo, que contém mais de 240 mil sensores em 200 países.

Um dos métodos que a empresa usa para coleta de informações são contas de e-mails em provedores. Eles têm mais de 5 milhões de contas com uso específico para honeypot, para que dessa forma recebam ameaças assim que elas começam a se alastrar. Quando detectadas, essas ameaças são enviadas para o setor de contra-ameaça da empresa que cria uma vacina e libera para seus clientes.
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Possivelmente a maior rede de envio de spam do mundo, Rustock começou a ser desligada, depois de um bom tempo de desserviço à internet mundial. Essa façanha só foi possível graças a uma parceria entre a Microsoft e os agentes da lei. Ao que me parece, toda a investigação foi feita pela empresa de software, até descobrir quais eram as pessoas por trás da Rustock.

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A conhecida frase-chavão “era bom demais para ser verdade” encaixa como uma luva nesse post. Na semana passada publicamos um post sobre a descoberta da empresa de segurança Symantec que notou um aparente desligamento da botnet Rustok. A rede de computadores zumbi era responsável por mais da metade do volume de mensagens de spam enviadas mundialmente e com o seu desligamento, esse volume caiu vertiginosamente. Mas ontem foi descoberto que a rede estava apenas tirando férias.
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Pelo visto, a internet ganhou um presentinho todo especial no Natal do ano passado. De acordo com informações da Symantec, o volume de mensagens de spam enviadas em todo mundo caiu nada menos do que 75% no último mês de dezembro, depois de registrar sensíveis quedas desde o último mês de agosto.

Um dos motivos para tal “milagre” é o sumiço de uma botnet conhecida como Rustock, que especialistas apontavam como responsável por 50% de todos os e-mails indesejados enviados pelo mundo. “Aparentemente ela deixou de funcionar e até o momento não deu sinais de que irá voltar à ativa”, afirmou Matt Sergeant, especialista de segurança da companhia de software. “Falta saber o por quê”, completa.

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