Empresa foi proibida de vender novas assinaturas do Speedy.

Empresa foi proibida de vender novas assinaturas do Speedy.

A venda de assinaturas do Speedy, banda larga da Telefônica, ainda não recomeçou (embora haja investidas do ministro Hélio Costa, das Telecomunicações). E a empresa já começa a fazer as contas de quanto deixou de ganhar desde que a venda do Speedy foi suspensa, há quase dois meses.

Conforme o blog Zeros e Uns revelou, a Telefônica já deixou de vender cerca de 120 mil assinaturas da banda larga. Mensalmente 100 mil novos clientes assinam o Speedy, enquanto que outros 40 mil desistem do serviço. O saldo, no final do mês, é de 60 mil assinaturas novas.

Já que no próximo domingo a suspensão de vendas do Speedy faz o aniversário de dois meses, a empresa de telefonia poderá considerar que deixou de ganhar mais de 100 mil clientes. O prejuízo pode chegar a R$ 10 milhões.

Enquanto isso, a Net Virtua aproveitou que seu principal concorrente estava impedido de vender assinaturas de banda larga para cobrar taxa de adesão e/ou instalação de novos clientes. [Zeros e Uns]

Será que agora vai?

Será que agora vai?

Segundo declarou hoje o Ministro das Comunicações, Hélio Costa, a Telefônica já cumpriu com as adequações determinadas pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) e a proibição das vendas de assinatura do Speedy, seu serviço de banda larga, deve ser suspensa na próxima semana.

A decisão cabe, porém, à Anatel, e não ao Ministério das Comunicações. Ela deve ser votada pelo conselho diretor da agência, para que a Telefônica possa retomar suas atividades normais. Mas, segundo Costa, o presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg, está “razoavelmente satisfeito com os resultados que foram apresentados pela empresa”.

O Ministro das Comunicações afirmou também que foi procurado por Carlos Lupi, atual Ministro do Trabalho, que mostrou-se preocupado com as implicações que a paralisação teria para os empregados da empresa. Costa fez um apelo ao presidente da Anatel: que a questão fosse rapidamente resolvida, para evitar demissões.

Segundo Costa, a venda do Speedy deverá ser liberada gradualmente, para evitar congestionamentos. Desde 22 de junho as vendas estavam suspensas por determinação da Anatel, devido às sucessivas panes que o serviço vinha sofrendo. [Folha Online]

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Oi: MPF/RJ indenização de R$ 5 milhões.

O Ministério Público Federal do Rio de Janeiro (MPF/RJ) e a Assembléia Legislativa do Rio impetraram nessa semana ações contra a operadora de telefonia Oi.

Telefonia fixa

Para o Ministério Público, a Oi deve indenizar os clientes do Oi Fixo (plano de telefonia fixa) que tiveram que pagar pela assinatura mensal mesmo estando com o serviço bloqueado, seja a pedido do cliente ou por inadimplência. O MPF/RJ exige indenização de mais de R$ 5 milhões por danos morais coletivos.

Márcio Barra Lima, um dos procuradores autores da ação, explicou ao jornal  O Globo que não não faz sentido que o consumidor pague por um serviço que não está usando: “Se o consumidor não está usando o serviço, não teria que pagar”.

Banda larga

A Comissão de Defesa do Consumidor da Assembléia Legislativa do Rio (Alerj) entrou com ação cívil pública contra a Oi devido a inúmeras reclamações que assinantes têm feito do serviço de banda larga Velox.

A presidente da comissão, Cidinha Campos, disse que é prática comum da Oi fechar contrato de prestação de serviço de banda larga mesmo sem saber se a localidade onde o assinante mora tem condições de receber o serviço. Segundo Cidinha, na maioria das vezes em que o cliente descobre que não poderá ter o serviço instalado, já pagou a primeira mensalidade. [Globo Online]

logo-oi-claroO Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), ligado ao Ministério da Justiça, está entrando com duas ações contra as operadoras de telefonia Oi e Claro, por descumprimento de regras com relação à qualidade do atendimento ao consumidor. A indenização por danos morais pode chegar a R$ 300 milhões para cada uma das empresas.

A ação diz que as empresas vinham investindo na melhora do serviço de atendimento ao cliente (SAC) com contratação de pessoal, mas que a ineficiências das empresas em atender seus assinantes persiste.

Desde dezembro de 2008, quando as novas regras de atendimento ao consumidor entraram em vigor, até maio desse ano, as empresas de telecomunicações foram responsáveis por mais da metade das reclamações em Procons. [Estadão]

Auxílio à lista

Reportagem publicada pelo jornal O Globo no último domingo (26) informou que o serviço de auxílio à lista, conhecido como 102, também é deficiente. Testes feitos pelo Instituto Brasileiro de Relações com o Cliente mostraram que apenas os sistemas de reconhecimento de voz da Embratel e da Telefônica tiveram o atendimento considerado “aprovado” ou “de excelência”. Oi Fixo, Oi Móvel, Vivo, Claro e Tim tiveram o atendimento reprovado.