Uma das vantagens que os telespectadores norte-americanos (e australianos, taiwaneses e neo-zelandeses também) têm sobre o resto do mundo é o chamado TiVo, aparelho de DVR cujo diferencial é a habilidade de gravar programas de TV permitindo que sejam comerciais sejam pulados. Ele também permite que um programa ao vivo seja pausado e retomado depois, mas essa funcionalidade já está embutida em algumas TVs e outros DVRs.
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Quando a primeira atualização de firmware para o iPod Touch foi anunciada, vários usuários ficaram insatisfeitos com o fato dele custar 9,95 dólares para baixar e instalar. Eu fui um deles. Segundo a Apple, o valor precisava ser pago por causa da maneira com a qual a receita gerada pelo iPod Touch deveria ser reportada para a contabilidade.
É algo absurdamente complicado, mas envolve o fato de dispositivos que ganham funções extras depois da venda precisarem ser reportados diferentemente dos demais, caso não tenham uma assinatura associada a eles. E é por isso que os updates para a firmware do iPhone não são cobradas.

Mas há esperança. Em um futuro próximo (eu espero) a lei americana que estabeleceu essa regra contábil poderá ser mudada graças aos esforços de lobistas da Apple e outras companhias, incluindo gigantes como a Microsoft, Xerox, Oracle e TiVo. Todos eles pediram ao FASB, organização que regula os padrões de finanças e contabilidade nos EUA, que mude suas regras antes do início do próximo ano fiscal.
A mudança contábil também poderá aumentar a receita da Apple, então os lobistas da empresa podem não estar pensando só nos usuários de iPods Touch, mas também nos lucros da companhia. [TUAW]
O site de vídeos online Blip.tv anunciou hoje um acordo que envolve diversos outros sites da categoria, com o objetivo de chegar a ainda mais usuários. Mike Hudack, CEO da startup, disse que, com os acordos o Blip.tv chegaria a ter 80% da “internet em vídeo”.
Atualmente o Blip.tv permite apenas que seus usuários façam o upload de vídeo que é, então, exibido em diversos sites parceiros. Com o novo acordo, YouTube e Vimeo passam a reproduzir os programas em vídeo enviados para o Blip.tv com a possibilidade do próprio Blip.tv inserir anúncios no player. Os lucros desses anúncios são divididos em 50% para os criadores e 50% para a startup.
Além disso, a empresa criou novos acordos de distribuição de conteúdo que vai exibir vídeos criados por usuários do Blip.tv em emissoras de TV especializadas em conteúdo digital, como a New York Nonstop e a WNBC, e também na set-up box Roku, usada por assinantes da locadora digital de filmes Netflix para assistir séries e filmes em demanda.
O anúncio das parcerias veio junto com a atualização do dashboard, que agora dá mais controle aos usuários, permitindo editar episódios dos seus programas em conjunto e visualizar melhores e mais completas estatísticas para cada vídeo. [Techcrunch / Cnet]





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