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Preços de alguns domínios especiais, como .food ou .gay, podem ficar mais caros depois que uma falha no sistema de gerenciamento de pedidos do ICANN, a instituição americana que controla e organiza os domínios da internet mundial, permitiu que empresas de internet interessadas nos tais domínios descobrissem o que seus concorrentes pretendem registrar. No mundo digital, dá para dizer que o ICANN, graças à brecha, fez o favor de revelar segredos industriais para inimigos. Leia mais

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Não há uma melhor maneira de iniciar esse artigo senão cotar o próprio Stephen Wolfram logo de cara:

“Websites desenvolvidos para serem lidos por outros websites em vez de humanos podem facilitar a utilização e o compartilhamento de dados.”

Stephen Wolfram (para quem ainda não o conhece) é o criador do projeto Wolfram Alpha, um sistema de conhecimento computacional incrivelmente amplo e que ao meu ver é um primo quase perfeito do Google, porém sem os dentes de ‘show business’ e as unhas dos negócios. Leia mais

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A terminação de domínio .xxx foi aprovada pelo ICANN para dar aos sites de conteúdo adulto uma característica muito mais aparente. Ao digitar algum endereço com o .xxx, o internauta tem a certeza de que vai entrar numa zona cinzenta da web. Ou quase isso: faculdades americanas decidiram registrar sites com o TLD. Leia mais

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Com a flexibilização das terminações de domínio, aprovada pelo ICANN em meados desse ano, ficou muito mais fácil registrar sites como http://turismo.brazil/ ou http://search.google/. O próprio nome do assunto poderia ser o TLD, forma técnica de chamar a terminação. Um grupo de desenvolvedores já pensa inclusive em como tirar proveito das novas regras para estimular a disseminação de aplicativos. Eles querem comprar a terminação .app. Leia mais

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Num futuro próximo, o Google poderá oferecer os endereços http://brasil.google ou http://mail.google. Sem .com, ou .net, ou qualquer outra terminação de endereço (o gTLD, na sigla em inglês para domínio de nível superior genérico). O ICANN aprovou nessa segunda-feira a resolução que cria os finais de endereço .marca — na falta de um nome melhor, vai esse mesmo. Leia mais

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Não faz nem uma semana que o ICANN aprovou os domínios terminados em .xxx. O novo TLD (Top Level Domain) será usado especificamente para sites com conteúdo adulto, que terão a chance de discriminar até na URL que não podem ser acessados por menores de 18 anos (considerando-se a legislação brasileira).

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O superpoderoso presidente dos Estados Unidos perdeu uma importante votação entre os países conselheiros do ICANN, a autoridade global em endereços de internet. Obama propôs que as nações pudessem vetar os TLDs (as extensões em domínios de internet, como o .com e o .net) que estão para ser criados nos próximos meses.

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O ICANN, órgão máximo que regula as terminações de domínio (TLDs, na sigla em inglês) da internet mundial, está certo de que o melhor a fazer é liberar TLDs genéricos, que digam respeito a assuntos específicos. Por exemplo, o .car teria a ver com carros, perfeito para que a BMW registre o domínio bmw.car. E, se depender de um homem, o TLD .gay também deve ser aprovado pela entidade.

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Faz tempo que a organização responsável pelos domínios da internet – aqueles .com e .net, para exemplificar – vem falando em aumentar a oferta dos TLDs (Top Level Domains, ou domínios de topo). Mas nunca estivemos tão próximo dessa realidade finalmente chegar. Para o ICANN, os novos domínios de topo, com nomes de marcas, deverão começar a operar em dois anos.

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196 milhões de domínios e subindo

Assim como TB utiliza o nome de domínio tecnoblog.net, há vários outros nomes nesse estilo. Milhões deles, e não param de crescer. Foram registrados 196 milhões de nomes de domínios no segundo trimestre de 2010, com aumento de 2% em relação ao primeiro trimestre. Os campeões são os .com e .net, que sozinhos totalizam 101,5 milhões de registros. Nada mal, hein internets? Os números são da Verisign.