Se os geeks são famosos por levar uma vida foreveralone, pelo menos um pessoal que está aí para ajudar na busca daquela cara-metade, tampa da panela, e por aí. As pessoas que passarem pela Campus Party estão mais do que convidados a testar o aplicativo Namoro Geek, que revela quem é aquela pessoa que você tanto procura.
A Samsung está lançando no Brasil um novo modelo de monitor com algumas características interessantes. Além de ligar seu computador no SyncMaster FX2490HD, ele também exibe imagens de TV digital ou analógica.
Com o recurso de Picture In Picture (PIP) ainda é possível ir além e assistir TV em uma telinha menor enquanto se trabalha com o computador. E provavelmente seja possível fazer também o contrário, mas não imagino que manter o vídeo do computador em um telinha pequena enquanto se assiste TV possa ser de grande serventia. Leia mais

No começo o GPS era só um aparelhinho que servia para ajudar, até mesmo o mais perdido dos motoristas, a chegar ao seu destino em segurança. Hoje em dia isso começa a mudar, talvez até por influência dos famosos MPX que os chineses nunca param de “inventar”.
O D500 da Airis é um exemplo, com a vantagem de ser fabricado por uma empresa séria, que tem credibilidade no ramo de navegadores. Ele é o tipo de aparelho que faz de tudo um pouco, sem perder a qualidade em seu recurso principal. Leia mais

Parece que empresa nenhuma escapa dos vazamentos que precedem a chegada de um novo smartphone. Hoje foi a vez da Samsung lançar oficialmente no Brasil o seu mais avançado modelo, o Galaxy S. E mais uma vez, as informações que haviam vazado estavam corretas.
Sim, o Galaxy S desbloqueado vai custar mesmo aqueles R$ 2.399 que nossos leitores acharam tão salgado. Mas pelo menos esse parece ser o Android com mais recursos do mercado brasileiro, com características que nem a versão americana do smartphone possui.
Se eu pudesse escolher um objeto, qualquer um, que representasse o povo brasileiro na sua essência, este seria o aparelho de televisão. Embora TV seja praticamente um commodity mundial, no Brasil ela tem particularidades tão próprias que acabou se tornando objeto de estudo de diversos pesquisadores de tudo quanto é país.
O brasileiro ama TV. Muitas vezes ele não tem nem geladeira, mas a TV está presente. E quase sempre ligada. O IBGE atesta que 98% dos domicílios deste país tropical e ensolarado possuem TV, mas geladeira, são 92%. Eu já vi moradores de rua que montam barracos de lona e papelão sob viadutos, equipando-os com colchão, fogareiro e… TV. Devidamente ligada através de um gato ao poste de luz mais próximo. Ah, o gato. Outro símbolo nacional – mas este fica para outro post.
Nos anos 70 os militares empreenderam uma bem-sucedidada campanha para que a TV estivesse em todos os nossos lares, a fim de “levar o conhecimento e promover a integração nacional”. Intenções escusas à parte, deu certo.
Semana passada completamos 2 anos de TV digital no Brasil. Depois de um grande estardalhaço na estréia, a empolgação foi esfriando, como bem sabemos, devido à demora dos aclamados recursos de interatividade, do equipamento, dos preços, da cobertura tímida. E o povão continua confuso, sem entender do que realmente se trata. Muitos acham que é o mesmo que TV a cabo. Os preços assustadores dos aparelhos contribuem para elitizá-la ainda mais. Talvez o governo não tenha explicado o suficiente que bicho é esse. Ou explicou mal: quantos dos nossos milhões de brasileiros classe C, D e E poderiam assistir sua novela, seu jogo de futebol ou programa de auditório numa TV com resolução full HD, com menus interativos e acesso à internet? Ah, sim, tem a caixinha conversora (onde?) a preços módicos, mas quem a usaria para ligá-la na sua TV de tubo de 20 polegadas?
Menciono a TV de tubo porque, enquanto estava na fila do caixa de um grande varejista há 2 semanas, vi um casal de idosos com a caixa de uma TV dessas, de 20 polegadas, no carrinho. Foi aí que parei para pensar se TV digital faz mesmo falta para o grosso do povão. Puxando papo para aplacar a longa espera, soube que a nova aquisição confortaria a simpática dona de casa, que poderia agora ver sua novela em paz enquanto os membros jovens da família não mais brigariam por esportes ou filmes.
É isso. Reclama-se que o brasileiro não lê, não vai a teatro, museus, cinemas e parques. Falta dinheiro para livros, teatro e cinema, e falta disposição para o lazer barato de qualidade, às vezes longe demais das periferias. Que pai levaria seus filhos a uma biblioteca, parque ou museu do outro lado da cidade, exausto que está de trabalhar incansavelmente e ainda passar horas dentro da condução, todos os dias? A TV, contudo, está sempre ali, dentro de casa. É conforto, companhia, fantasia, diversão, válvula de escape. De graça e sempre presente.
Você vai assistir a Copa do Mundo de 2010 em seu dispositivo móvel?
Na tela grande a TV digital vai devagar por todos os motivos que esboçamos acima. Mas nos dispositivos móveis, tudo deveria ser mais fácil e barato, não? Quem se habilita a ver TV numa diminuta telinha de celular ao invés de um confortável aparelho convencional tem razões bem claras. São os trabalhadores que passam 3 horas por dia no transporte coletivo; guardas, vigilantes, porteiros, plantonistas. Temos uma legião de brasileiros que se enquadram nessas categorias.
Samsung e LG apresentaram seus celulares com TV digital que estão há um tempinho à venda. Há poucas semanas, a Nokia anunciou um módulo bluetooth para conectar vários de seus modelos à TV digital. Não há muitos detalhes do funcionamento desse acessório ainda. A impressão que eu tenho é que ele está tão incompleto quanto a própria TV digital brasileira. Vai dar para gravar programas ou trechos deles? E interatividade, vai rolar? Sim, sabe-se que ele será compatível com o Ginga, o sistema que vai comandar nossa nova TV. Mas cadê o Ginga?
E para o povão, que diferença vai fazer esse Ginga, afinal?
Nesse ínterim, os celulares xing-ling com TV analógica continuam fazendo o maior sucesso nos camelôs e centros comerciais populares. E é aí que TV convencional e TV móvel se cruzam no universo C-D-E. Não importa a qualidade, não importa esse negócio de interatividade. O aparelho só tem que ser barato e funcionar. No Brasil, convergência não tem nada a ver com integração de ferramentas. É, pura e simplesmente, a comodidade de ter um sinal de televisão num aparelho que todo mundo já leva no bolso todo dia: o celular. Pré-pago, lógico.
A partir dessa semana a Vivo passará a vender um modem 3G que também funciona como pendrive e receptor de TV digital.
O dispositivo fabricado pela ZTE, denominado 3G MF645, é compatível o padrão ISDB-T da TV digital brasileira e permitirá sintonizar, no computador, a TV digital aberta (nas poucas cidades em que está disponível o novo padrão)
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O modem/receptor será vendido com a assinatura dos planos de acesso à internet móvel e custará a partir de R$ 79 no plano ilimitado, que custa R$ 119,90 por mês. [PCWorld]
Você acredita na TV digital?
às por
Em esportes, a TV Digital faz toda a diferença
TV digital é uma tecnologia cabeça de bacalhau: todo mundo sabe que existe, mas quase ninguém viu. Os fabricantes até tentam incentivar seu uso, cada vez mais telas planas vêm com o receptor integrado, mas cadê sua adoção em massa?
Meu primeiro contato com TV digital foi na distante Copa de 1998. Era meu primeiro ano como redator na Folha de S.Paulo (estava na faculdade ainda) e, sabe-se lá por qual razão, a Rede Globo instalou “TVs digitais” nas redações, até onde sei, da Folha, do Estadão e do Globo, no Rio. Nem de longe davam ideia que você ou eu teriam “aquilo” em casa: eram televisores de tubo, com tela plana (mega inovação para a época, que nem tinha noção do que seriam Plasmas ou LCDs) conectadas a um “armário” receptor.
Armário? Ou seria geladeira duplex com freezer? De qualquer modo, era um trambolho que ocupava muito espaço na redação do jornal – chutando, uns 8 metros quadrados, vai – instalado na editoria de esportes e na primeira página. Cada editoria tinha seu televisor, mas você acha que o povo ia assistir aos jogos (ainda mais os do Brasil) naquela tela ruim? Cada um empurrava sua cadeirinha para onde desse um bom ângulo de visão e, poxa vida, valia a pena assistir aos jogos na TV digital.
A imagem era incrível, e a melhor definição que me lembro era uma “sensação de profundidade na tela”, compartilhada por vários colegas de trabalho. Passou a Copa, os equipamentos foram embora e voltamos, então, à teoria da TV digital brasileira. No fim de 1999, mudei de editoria e fui trabalhar no caderno de informática que, bem, começou a falar de TV digital.
Passou 1999, sobrevivemos todos ao bug do milênio. Troquei de chefe na Folha, saí de lá, mudei de emprego de novo e de novo e nem sei quantas vezes escrevi e entrevistei todos os lados possíveis – japoneses, americanos e europeus -, cada um defendendo seu lado na história. O padrão japonês ganhou a parada e, finalmente, em 2007 (ou apenas nove anos depois da Copa de 1998) a TV digital foi lançada oficialmente.
E aí a confusão veio para valer, e acredito que foi a grande falha. Poucos canais disponíveis em poucos lugares, equipamentos caros (tem algum um dono de receptor externo de TV contente 100% com seu equipamento por aí?) e desinformação marcaram todo o processo. A piadinha que sempre conto quando alguém fala comigo sobre o tema é familiar: quando todas as emissoras começaram a campanha da transição para a TV digital e iniciaram a transmissão para valer, mamãe, na sua inocência tecnológica, afirma: “filho, é boa mesmo essa TV digital. Começou ontem e a imagem ficou tão melhor, né?”. O único problema é que o televisor dela era (e ainda é) analógico, e vai continuar assim por muito tempo.
Pior é que isso não aconteceu apenas comigo, mas com várias pessoas que conheço. No fim da história, a TV digital virou um placebo da imagem melhor sem, efetivamente, ela melhorar. Quem sabe em 2010 as coisas melhorem, já que teremos mais uma Copa do Mundo. E, para quem já viu na TV digital pré-histórica, o salto para a alta definição, ainda mais em esportes, faz toda a diferença do mundo.
No último Domingo (02.12), deu-se início às primeiras transmissões do sinal digital de televisão no Brasil. Como esta tecnologia ainda é muito nova para todos nós, seria muito bom poder esclarecer algumas dúvidas sobre o que muda com a chegada da mesma.
O formato
O formato físico da TV Digital é mais largo do que o dos televisores convencionais. Ele segue a proporção 16:9, que é também utilizada nas telas do cinema. Os televisores atuais se encaixam na proporção 4:3.
A imagem passa a ser renderizada da mesma forma que fotografias digitais, sendo formadas por píxels, e processadas em códigos binários (sequências de 0 e 1), como acontece nos computadores. Por causa disso, a resolução aumenta bastante, e detalhes que antes não podiam ser vistos, agora passarão a ser bem nítidos na telona. Reza a lenda que o movimento das clínicas Hollywoodianas cresceu bastante por causa da TV Digital. Os artistas começaram a se preocupar mais ainda com a estética, já que agora qualquer imperfeição será mais visível do que nunca.
Outra coisa que vai melhorar é a qualidade do áudio, se equiparando aos CDs de música.
A interatividade
Tudo o que é digital, traz vantagens no quesito de interatividade. Será possível fazer compras pela televisão, participar de programas ao vivo, assistir vários canais ao mesmo tempo (dividindo a tela), ver a mesma cena de vários ângulos diferentes, checar a programação dos canais, etc. É claro que todos esses recursos dependem única e exclusivamente da disponibilidade do serviço por conta do canal.
O aparelho
Ainda é muito cedo para pensar em investir em um televisor digital, isso porquê a maioria dos aparelhos existentes no mercado hoje em dia, não é completamente digital. Alguns são apenas preparados para o sinal, mas não exibem a imagem em HDTV. Outros modelos até exibem, mas na resolução de 720 linhas, bem abaixo do que será a resolução da imagem aqui do Brasil (1080 linhas).
O aparelho ideal não deve ser apenas Full HD, mas deve contar no mínimo com um sintonizador interno de sinal digital. Caso você queira se adiantar (ou já o tenha feito), e acabe comprando um televisor sem sintonizador, terá que desembolsar mais uma grana depois, para comprar o Set-top Box separadamente.
O sintonizador externo
Conhecido como Set-top Box, este aparelho será o grande responsável pela decodificação do sinal digital, que por sua vez, será transmitido em ondas UHF. Haverá vários modelos diferentes no mercado, e você irá pagar de acordo com o que deseja obter da sua tv digital. Serão modelos que apenas sintonizam o sinal, modelos que permitem a interação do telespectador com os programas, e modelos que fazem as duas coisas mas ainda possuem um disco rígido interno, permitindo que você grave seus programas prediletos no próprio set-top box.
Graças a esses aparelhos, você poderá utilizar a sua tv analógica para sintonizar o sinal digital, e para interagir com ele também. O único porém, é que a qualidade da imagem e do som, estará sendo limitada pelo seu aparelho televisor.
Considerações finais
Se você (assim como eu) está louco para testar essa nova tecnologia, eu só tenho uma dica: espere. As transmissões foram iniciadas apenas na cidade de São Paulo, e vai demorar um bom tempo ainda para que atinjam um patamar nacional.
Com essa baixa audiência de televisores digitais, as transmissoras deverão esperar muito ainda, antes de colocar no ar as melhores coisas que a tecnologia proporciona, principalmente quando o assunto é a interatividade.
Outro ponto, é que os Set-up Box ainda estão sendo fabricados, e devem chegar ao mercado com um preço muito elevado. O mesmo acontece com os televisores, que apesar de estarem bem mais baratos do que quando foram lançados, ainda são muito caros pela pouca tecnologia que oferecem.
Tudo o que é novidade é caro. Nos últimos dois anos, os fabricantes decidiram parar com a fabricação dos monitores de CRT para computador. Me lembro que comprei um de 17” no começo dessa história, e paguei 450 reais. Na época, monitores LCD de 15” custavam pelo menos 1500 reais. Hoje estou usando um monitor LCD de 19” da Samsung, com tecnologia superior a qualquer LCD que estava no mercado naquela época, e o detalhe é que paguei apenas 650 reais por ele. E sim, ele é original, com nota fiscal e tudo mais.
Se é pra comprar uma tecnologia nova, compre com todos os recursos que ela pode lhe oferecer. Nada de sair comprando, e depois se arrepender porquê o seu vizinho comprou um aparelho melhor em uma super liquidação nas casas bahiano. Pelo menos aguarde a chegada dos televisores com sintonizador digital interno. Dê preferência àqueles que lhe permitam interagir com a programação, e que possuam alguma unidade de armazenamento interna para gravar seus programas favoritos.
Mais textos sobre a TV Digital no Brasil
- Bernabauer – TV Digital chegou, mas não chegou
- Bernabauer – Full HD está chegando
- TechBits – TV Digital e a distribuição de conteúdo
- Wikipédia – Televisão Digital
- Wikipédia – Televisão Digital no Brasil
- DTV – Entenda a TV Digital
44 dias! É isso que falta para a primeira transmissão da TV Digital no Brasil. Ela deverá acontecer na cidade de São Paulo, dia 02 de Dezembro deste ano.
Mesmo faltando tão pouco para que a tecnologia seja estreada aqui, o povo que assiste televisão ainda está bem a parte sobre o que seria esse bixo. Isso quem já ouviu falar dela!
Hoje, em um dos meus raros momentos como telespectador (sério, eu não assisto), estava eu vendo tv aberta, quando de repente começou a passar uma propaganda, até que interessante sobre o novo padrão.
É claro que nada falou-se sobre 1080 linhas por 1920 colunas. A propaganda foi bem objetiva, citando apenas aquilo que o povão quer saber. Resume-se em “A TV Digital vem aí! Possui som de CD, e imagem às vezes melhor que a de um DVD. O sinal é aberto, e de graça!”. Para muitos, o comercial poderia se resumir em “A TV vai ficar melhor. Tudo na faixa, di grátis!”.
Logo surgirão empresas, que irão ganhar muito nessa conversão analógico -> digital. Alguns abonados também ficarão chulos da vida, ao descobrir que aquela tevezôna linda de LCD ou Plasma (palavra chique né, p-l-a-s-m-a), que ele comprou todo orgulhoso antes de todo mundo, não é 100% digital.
Pro pessoal internetês, que quiser saber mais sobre como fazer a TV Digital funcionar em um aparelho convencional, acessa este FAQ aqui. Só não entendi direito se o responsável pelo mesmo é o governo, ou essa emissora, cuja sigla (e o nome) lembram muito o outro site da campanha.
Segundo o Gizmodo, a notícia de que o Playstation 3 receberia um gravador e um sintonizador de sinal de vídeo digital, teria partido de um dos chefões da sede da Sony na Nova Zelândia. A notícia está deixando os adeptos à tecnologia super animados, já que isso transformaria o PS3 em uma central de entretenimento e compartilhamento de mídia digital das mais completas – e mais potentes -, coisa pra ninguém botar defeito mesmo.
Os acessórios para tais recursos, estão sendo esperados para o primeiro quadrimestre do ano que vem, e ainda podem vir com um elemento surpresa, o famoso TiVo. Um acordo fechado no ano de 2001 entre as empresas, daria à Sony direitos na utilização do software da TiVo.
Tais recursos, apesar de excelentes -”pra quem pode”- não só deixariam o console mais caro, mas com a necessidade de um HD maior ou quem sabe um gravador de Blu-Ray. Sem contar que TiVo não existe no Brasil, e a nossa TV digital está muito longe de se tornar realidade.
Enfim, se o fato se concretizar, pelo menos que seja como recurso opcional.




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