Twitter

O Twitter é um serviço de microblogging lançado em julho de 2006 por Jack Dorsey. O site permite que usuários publiquem mensagens (chamadas de tweets) de até 140 caracteres por meio de dispositivos variados, desde PCs comuns até smartphones sofisticados e TVs. Recentemente, foram incluídos recursos para encurtamento de links e hospedagem de imagens, antes fornecidos apenas por outras empresas. Em junho de 2011, a rede social possuía mais de 350 milhões de usuários.

O Twitter é uma ferramenta muito bacana, mas você já se perguntou como é a timeline de outros usuários do serviço microblog? Pois fique sabendo que o programador brasileiro Aurélio Prado desenvolveu um site que faz exatamente isso: mostrar o que os outros leem.

Na página inicial do cTwittLive, é só colocar o nome do usuário cuja timeline você quer fuxicar. Em alguns segundos – espero que não muitos, mas o serviço não está totalmente estável – a listagem de twits irá aparecer.

Quem deu a dica do cTwittLive foi o próprio Aurélio, leitor do Tecnoblog. Ele escreveu:

Mesmo com esse visual de um ovo de boteco pintado com asas, andou fazendo sucesso lá fora, saindo no Mashable duas vezes.

O comentário não deixa de ser uma verdade. Dê uma olhada na marca do cTwittLive abaixo.

"Ovo de boteco pintado com asas", segundo o próprio criador.

"Ovo de boteco pintado com asas", segundo o próprio criador.

Eu testei o serviço e posso dizer que funciona. Comparando a minha timeline original com a do site, pude perceber que há um atraso nesse segundo, mas nada que impeça o uso. Não deixa de ser uma boa forma de encontrar novas pessoa para seguir, baseando-se em que outros usuários já seguem.

Segundo o Aurélio contou no email, o cTwittLive foi escrito em Python e roda sob Google App Engine.

twitted

A KingoLabs, empresa criadora do encurtador de URLs brasileiro Migre.Me, revelou nessa segunda-feira (31) mais uma ferramenta para ser usada em conjunto com o microblog Twitter: o Twitted.me, que é “uma ferramenta de cadastro colaborativo de spammers, associada a uma vacina anti-spam” de acordo com a descrição no site.

Ele funciona da seguinte maneira: ao fazer login no site utilizando o método de autenticação OAuth (mais seguro do que usar login e senha do Twitter), o Twitted.me bloqueia automaticamente, na conta do usuário logado, todos os spammers contidos na lista negra cadastrada no site. Isso impede que esses spammers sigam quem for ‘vacinado’ pela ferramenta e também exclui da lista de followers aqueles que já seguiram. Ela também bloqueia cada novo username inserido na lista negra (daí a analogia com a vacina) em todas as contas dos cadastrados no site.

Existem dois métodos para que um username seja incluído na lista negra: através de direct message para o usuário @spammermaldito ou pelo campo próprio na home do Twitted.me. Em ambos os métodos, o username passa por três filtros automáticos e ultra-secretos antes de ser considerado spammer e inserido na lista negra. Se o username for liberado nos três filtros mas for muito denunciado pelos usuários da ferramenta, um filtro manual entra no lugar para julgar se ele deve ir para a lista ou não.

Jonny Ken, desenvolvedor da ferramenta e diretor de projetos da Kingo Labs, não revela se os filtros têm pesos diferentes ou não. Aliás, se revelasse, estaria dando de graça o peça principal do seu projeto que, ele diz, tem apenas 1 hora de vida. O Twitted.me ainda está em fase de testes, mas já conta com 113 usuários cadastrados e 88 spammers na blacklist no momento da digitação deste post.

Um dos mais populares encurtadores de URL, o bit.ly, anunciou ontem (25) a parceria com o Yfrog, do conhecido site de hospedagem de imagens Imageshack.

O anúncio foi feito em um post do blog do bit.ly, onde foram apresentados também os mais relevantes serviços que passaram a utilizar a API do encurtador recentemente (a saber: Google Reader, Typepad e CBS.)

Embora tenha sido apenas uma rápida nota no final do post, provavelmente a mais importante notícia tenha sido a da parceria entre bit.ly e Yfrog. De acordo com o site Mashable, funcionaria assim:

  • O bit.ly usaria os serviços do Yfrog para permitir usuários enviassem imagens da própria página do encurtador;
  • O Yfrog, por sua vez, ofereceria o possibilidade de twittar imagens usando links do bit.ly, o que faria proveito das ferramentas de métrica que o encurtador apresenta.

O bit.ly já é o “encurtador-padrão” do Twitter. Com essa parceria o Yfrog tem a possibilidade de crescer significativamente em número de usuários e talvez até se aproximar do líder do segmento, TwitPic (ou mesmo superá-lo… será?). [bit.ly blog]

O especialista britânico em SEO David Naylor, enviou ontem uma dica ao blog Mashable detalhando uma possível falha de segurança no Twitter. Ben Parr, um dos editores do site, pediu uma prova e logo recebeu. Ao acessar o perfil @apifail criado por David, ele recebeu uma janela de aviso com a mensagem “Você deveria agradecer por eu não ter roubado seu cookie de login”.

Segundo o especialista em seu blog, a falha de segurança está no campo da API que permite que programadores insiram a URL do aplicativo ou site. Esse é o campo que identifica de onde o update dos usuários do serviço foi feito, como por exemplo “from Twhril” ou “from Twittie”. David diz que o Twitter não verifica o que é inserido no campo e por isso ele poderia apontar para um script malicioso qualquer que, por exemplo, roubasse as informações da conta do usuário.

Depois da divulgação da falha, John Adams, da equipe de operações do Twitter, publicou um comentário no blog de David avisando que já havia corrigido o problema. Hoje, no entanto, David criou outro perfil no serviço de microblogging para testar mais uma vez a mesma falha e percebeu que o exploit continua no ar. A imagem abaixo mostra o que acontece ao acessar o perfil @apifail2 e o código-fonte do script usado.

O script é inofensivo. (Clique para ampliar)

O script é inofensivo. (Clique para ampliar)

Ainda não há previsão de quando a falha será corrigida de vez. [TechCrunch]

twittergeolocal

O serviço de microblogging Twitter anunciou hoje (20) que irá lançar uma nova API: a de geolocalização. Não é a primeira vez que ouvimos essa palavra. O Firefox 3.5 vem com a API própria de geolocalização que pode ser usada em sites compatíveis, como o Google Maps.

Biz Stone, co-fundador do Twitter, explica que com o novo código, será possível assimilar dados de longitude e latitude a qualquer tweet. Como exemplo de uso, ele diz que “com dados da localização do tweet, você poderá escolher entre ler tweets de pessoas que ele segue ou ler tweets de qualquer pessoa que está na sua vizinhança ou cidade – esteja você seguindo elas ou não”. Esse tipo de funcionalidade já está implementada em certas apps do Twitter para o iPhone 3G e 3GS, que usam dados do GPS dos aparelhos para achar usuários.

Não há uma data certa para quando a nova API estará disponível para os desenvolvedores, mas Stone deixa bem claro que os dados de geo-localização não serão armazenados por muito tempo e que essa nova característica do serviço será opt-in, ou seja, não estará ativada por padrão quando for lançada. Usuários terão que manualmente ligar o interruptor que transmite a localização.

trimlogoEsse pessoal do Tr.im está mesmo indeciso. Primeiro decidiram encerrar o serviço, colocando toda a culpa no Twitter, que adotou o Bit.ly como encurtador oficial de URLs. Um dia depois, voltaram atrás e avisaram que iriam manter o serviço sim. Dessa vez, a notícia é que o Tr.im se tornará um serviço com código aberto.

O criador do site, Eric Woodward, disse ontem que é perigoso deixar o valioso tráfego de dados proveniente de URLs “encurtadas” na mão de apenas uma empresa (em referência à Bil.ly). Ele pretende abrir o código-fonte do Tr.im para que qualquer pessoa possa usá-lo, e espera ver na comunidade open source apoio ao novo Tr.im.

Se tudo der certo, Woodward pretende ganhar entre 5% e 10% do mercado de encurtadores de URL com um Tr.im descentralizado. Atualmente o Bit.ly é responsável por incríveis 80% de market share. O criador disse que poderá bancar o novo Tr.im do próprio bolso se for necessário.

Enquanto isso, no Brasil nós temos o Migre.me, da Kingo Labs. [CNET]

Algumas funcionalidades que hoje estão presentes no Twitter surgiram de convenções criadas pelos próprios usuários do site, que buscavam fazer melhor uso da ferramenta. Hoje mais uma dessas convenções foi enfim adotada oficialmente pelo micro-blog: o Retweet, o popular RT!

Para quem não está familiarizado com RTs, trata-se de encaminhar (com os devidos créditos!) a mensagem de algum usuário do Twitter para que seus seguidores também a vejam. É uma prática amplamente utilizada e até mesmo suportada pelos mais populares aplicativos que trabalham com a API do Twitter, mas nunca fez parte da interface oficial do serviço, via web.

Até agora.

Biz Stone, co-fundador do site, anunciou hoje no blog oficial do Twitter a formalização dos retweets, que em poucas semanas passarão a estar oficialmente integrados à plataforma.

“Retwitar é um excelente exemplo do Twitter nos ensinando o que ele quer ser. O intercâmbio aberto de informações pode ter um impacto global positivo e uma disseminação mais eficiente da informação por todo o Twitter é algo que nós queremos muito apoiar.” – Escreveu Biz Stone.

Confira abaixo alguns rascunhos de como o retweet poderia ser apresentado no Twitter.

Esboço dos retweets. (Clique para ampliar)

Esboço dos retweets. (Clique para ampliar)

No post sobre o anúncio, o próprio Biz Stone publicou um rabisco rascunho dos retweets:

Rascunho de um retweet "oficial". Repare no tweet do meio.

Rascunho de um retweet "oficial". Repare no tweet do meio.

O rascunho simula a timeline de um usuário que segue o @biz. Perceba que a segunda mensagem é de autoria de @ev, e foi retwitada por @biz. Dessa forma, o nome do autor da atualização se mantém, e abaixo da mensagem aparece que a retwitou. Todos os usuários de @biz visualizariam a mensagem retwitada, mesmo aqueles que não são seguidores de @ev. Quem não quisesse ver os retweets do @biz poderia simplesmente desabilitá-los nas configurações do site.

Agora vai lá twittar a notícia! ;-) [com Mashable]

Enquanto Twitter e Facebook vão ganhando espaço como ferramentas de compartilhamento de conteúdo, o Google tenta correr atrás e tornar seus serviços mais “sociáveis”. Na última semana o Google australiano adicionou widgets com possibilidade de compartilhamento no iGoogle local. Hoje foi a vez do Google Reader anunciar novidades “sociais”.

Enviar para Twitter ou Delicious.

Twitter ou Delicious?

O botão send to será adicionado ao rodapé das postagens de quem utiliza o leitor de feeds da empresa. Por enquanto, a integração funciona com Facebook, Twitter, Delicious, Digg, MySpace, Reddit, StumbleUpon e (claro!) Blogger. Para escolher quais serviços habilitar no botão de “enviar para”, basta acessar a página de configurações da funcionalidade.

Não esqueça de desativar o bloqueador de popups do domínio google.com no seu navegador, ou o send to pode não funcionar corretamente. Também será preciso configurar seu Google Reader para inglês, pois a versão do site traduzida para português ainda não conta com a funcionalidade.

Você pode assinar feeds de redes sociais dos seus contatos.

Você pode assinar feeds de redes sociais dos seus contatos.

Ainda pensando no caráter social, seguir pessoas ficou mais fácil. O serviço já oferecia formas comentar posts e de acompanhar o que outras pessoas “gostavam” na rede. Entre as novas funcionalidades, os perfis de usuários do Google Reader passarão a exibir formas do usuário assinar feeds de redes sociais daquele contato. Para tanto, será preciso que essas redes sociais já estejam previamente cadastradas no Google Profile do contato.

Marcar itens como lidos.

Marcar itens como lidos.

Mas as novidades não param por aí. Leitores compulsivos de feeds ganharam um presente da equipe do GReader: marcar itens antigos como lidos. Até ontem, só havia a opção de marcar todos os posts como lidos, mas agora o usuário poderá escolher entre marcar itens mais antigos que um dia, uma semana, ou duas semanas como lidos.

Você que lê o Tecnoblog, com certeza já deve ter ouvido falar do famoso passarinho azul. O sucesso desta ferramenta é tão grande, que mesmo sem possuir uma versão em português, o Twitter já desperta grande curiosidade em usuários de classes mais baixas.

Acredite, não é exatamente fácil de fazer um caboclo entender que não dá pra criar álbum de fotos no twitter. E se você é o nerd da rodinha então, ainda vai ter que explicar pros seus amigos um dia, a diferença entre twitter e MSN.

E foi pensando mais ou menos nisso, que o pessoal da talk: resolveu lançar um livro digital gratuito, explicando mais a fundo as diversas utilidades do Twitter.

capa-livro

Lançado dia 10 de agosto, livro de Juliano Spyer já foi baixado quase 9 mil vezes.

Livro: Tudo o que você precisa saber sobre Twitter (você já aprendeu em uma mesa de bar)

Redigido pelo amigo twitteiro Juliano Spyer, com a participação de Marcelo Tas na organização de um “prefácio colaborativo”,  o livro que foi lançado na segunda-feira (10), já ultrapassou a marca de 8600 downloads.

É difícil explicar o que é o Twitter para alguém com noções básicas de uso da Web. Você pode, por aproximação, dizer que é uma mistura de blog e MSN ou pode ser específico e falar que é uma ferramenta para micro-blogagem baseada em uma estrutura assimétrica de contatos, no compartilhamento de links e na possibilidade de busca em tempo real, mas dificilmente isso convencerá o seu interlocutor a usar o serviço – Juliano Spyer

Mais do que dar a iniciantes uma boa noção do que é o twitter, o livro serve também como um manual prático para profissionais. Isso porque contém não apenas explicações de funções básicas da ferramenta, mas relatos de usuários experientes e citações de fatos importantes.

Imagens do novo empreendimento do Facebook vazaram na manhã de hoje (12) nos blogs TechCrunch e Mashable. Trata-se de uma página leve da rede social, sem muitas das funcionalidades como os aplicativos web ou a utilíssima habilidade de cutucar os amigos, chamada de Facebook Lite. Ele pode ser descrito como uma versão do Twitter dentro da barriga do Facebook.

Screenshot do Facebook Lite (Reprodução TechCrunch)

Screenshot do Facebook Lite (Reprodução TechCrunch)

Mas não é assim que os desenvolvedores esperam que ele seja comparado. De acordo com as conversas do blogueiro MG Siegler com os responsáveis pelo site, a versão Lite foi criada para ser usada em partes do mundo em que acesso à banda larga varia muito e é muito caro. Entretanto, é possível ver um botão “postar vídeo” na caixa onde seria escrita a mensagem, então eles meio que se contradizem nesse ponto. Mas também dizem que os primeiros usuários a testarem o serviço são da Índia.

Ou era isso que eles planejavam. Algum dos desenvolvedores apertou o botão errado e fez com que a mensagem “Você foi selecionado como um beta tester Facebook Lite” aparecesse no perfil de vários usuários que não foram realmente convidados. Até a abertura de fato do serviço, apenas um seleto grupo de pessoas em países com banda larga ruim poderão participar do Facebook Lite. Qualquer outro usuário que tentar entrar na página será redirecionado para a home padrão da rede social.

[TechCrunch]