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A fabricante de jogos Ubisoft decidiu há bastante tempo que o seu sistema de proteção anticópia para jogos seria um tanto quanto restritivo: eles só poderiam ser jogados quando houvesse uma conexão à internet. O sistema parece ser bem vantajoso para a empresa, já que inibe bastante a possibilidade de pirataria, mas vez outra aparece um belo exemplo de como isso afeta negativamente os clientes legítimos. A semana que vem será um desses exemplos. Leia mais

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Lá nos idos do ano de 2005, iniciou-se uma renascença de games de música com Guitar Hero. Quase imediatamente, ouviu-se uma reclamação em uníssono de praticamente qualquer músico que tenha entrado em contato com o jogo. Um relativamente pedante “mas isso não é tocar guitarra de verdade!”. Leia mais

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Enquanto alguns acreditam que o Nintendo Wii está no fim de sua vida útil e que já não vale muito a pena apostar no console, a Ubisoft anuncia um periférico que funciona como uma tablet para o console.

O equipamento pretende dar ao jogador a capacidade de desenhar utilizando uma caneta especial, oferecendo também opções de jogabilidade diferentes das quais estamos acostumados. Leia mais

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Quando éramos garotos, não havia o fácil acesso à internet que temos hoje. Consequentemente, não existia um livre acesso de informações a respeito de jogos. Deve ter sido uma época boa pra produzir jogos medíocres; quando os depoimentos de boca em boca atingissem massa crítica, o jogo já tinha vendido um número consideravelmente satisfatório que jamais teria sido atingido se tivéssemos acesso a resenhas.

E por isso, só havia naquela época dois veículos para descoberta de bons jogos: as revistas especializadas, que traziam resenhas com imagens dos jogos, e as caixas dos jogos em si. Leia mais

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Não acreditei quando vi o demo de Rocksmith pela primeira vez no palco da Ubisoft na E3. Como assim um jogo no estilo Guitar Hero ou Rock Band que funciona com uma guitarra de verdade? Kinect? Feitiçaria? Não, a coisa é bem mais simples.

Consegui entrar na demonstração fechada do game com dois developers da Ubisoft, que apresentaram o jogo. Rocksmith utiliza um cabo USB-P2 conectado ao seu Xbox 360 ou PS3. É a partir daí que toda a mágica acontece. Qualquer impulso elétrico gerado pela guitarra é interpretado pelo pequeno gadget no cabo, não maior do que um polegar, e enviado ao game. O som sai no jogo. Leia mais

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Gus Fune, de Los Angeles

Raving Rabbids Alive & Kicking é o novo game na série Rabbids, em que você deve salvar o mundo da dominação de coelhos psicopatas e histéricos através de mini-games. Nessa versão exclusiva para Kinect, serão 25 mini-games para jogar com os amigos e dar boas risadas. Leia mais

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Podemos dizer que hoje em dia o gênero de jogos musicais não tem quase nenhum título no mercado. Fora o Guitar Hero, Guitar Hero 2, Guitar Hero 3: Legends of Rock, Guitar Hero World Tour, Rock Band, Rock Band 2, Rock Band 3, Lego Rock Band, Green Day Rock Band, DJ Hero e DJ Hero 2, essa área específica de jogos realmente não parece ser muito explorada por empresas desenvolvedores. Por esse motivo a Ubisoft se arriscou e anunciou hoje um jogo musical chamado Rocksmith.
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Como vocês sabem, eu moro no Canadá. Neste mês de dezembro, meu novo (ou já não tão novo assim) lar e a terra-mãe Brasil encontram-se em períodos climáticos diametralmente opostos – enquanto vocês se deliciam (ou amargam, dependendo da pessoa) do verão tropical, aqui em cima a paisagem lembra o planeta congelado de Hoth, em “O Império Contra-Ataca”.

Infelizmente com menos AT-ATs

Infelizmente com menos AT-ATs

Apesar da diferença extrema de condições climáticas, uma preocupação é a mesma nesse fim de ano: perder a barriguinha. Aqui, o inverno é o tiro de largada para que a população com bagagem adiposa entre em dietas e em rotinas espartanas de exercícios, visando chegar no verão exibindo corpos mais esbeltos. Enquanto isso, no Brasil, fazemos jus à nossa fama de não deixar para amanhã o que podemos fazer depois de amanhã e deixamos para última hora a tarefa de perder peso.

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A indústria de videogames, por ser uma categoria de entretenimento, talvez invoque imagens de descontração e informalidade. Muito pelo contrário: como qualquer outro mercado multibilionário, videogame é coisa séria. Existem interesses a serem protegidos (ferozmente, como é o caso às vezes), e volta e meia o mundo gamer se vê diante de um conflito legal.

Nessa semana, por exemplo, ficamos sabendo que o Axl Rose está processando a Activision por (de acordo com seus advogados, ao menos) incluir a imagem do Slash em Guitar Hero 3. De acordo com o cantor, um das condições impostas para o licenciamento de “Welcome to the Jungle” é que não fossem feitas referências ao guitarrista ou à sua nova banda, Velvet Revolver. O curioso é que aparentemente demorou 3 anos para que alguém mostrasse Guitar Hero 3 para o Axl Rose.

E essa é apenas a briga jurídica mais recente envolvendo a indústria gamer. Eis aqui outros 5 casos notórios.

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Ubisoft começa a dar tchau para o Brasil

É com pesar que eu informo: a Ubisoft informou recentemente que vai diminuir suas atividades no Brasil. Como a empresa não conseguiu bater as metas estabelecidas à época de sua chegada no País, em 2008, ela vai reduzir o desenvolvimento de jogos por aqui. Segundo a empresa, são as “condições do mercado” que a levam a tomar tal decisão. O curso de pós-gradução em games da PUC-RS, apoiado pela Ubisoft Brasil, será mantido. | G1, InfoWester