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As eleições no Brasil acontecem no próximo domingo. Em todo o território nacional os brasileiros deverão se dirigir ao seu local de votação para escolher seus representantes através da votação eletrônica. Por isso, achei pertinente (mentira, foi o nosso leitor Raph4 que lembrou e sugeriu o post ) publicar um artigo explicando melhor a parte tecnológica envolvida no funcionamento dos aparelhos usados na votação. Afinal de contas, nós somos o Tecnoblog e não o TecnoTudoSobreAUrnaEletrônicablog.
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Entre os dias 10 e 13 de novembro, das 9h às 18h, o Tribunal Superior Eleitorar (TSE) realizará testes públicos, onde hackers poderão tentar invadir e fraudar a urna eletrônica usada nas eleições. Os testes serão realizados no auditório do edifício-sede do TSE e os participantes que derem as melhores contribuições para o aperfeiçoamento do sistema serão premiados em dinheiro: 5 mil reais para o primeiro lugar, 3 mil reais para o segundo e 2 mil reais para o terceiro.

O TSE aprovou todas as 26 inscrições recebidas com os planos de invasão. Entre eles destaca-se um que propõe a inserção de um software malicioso no cartão de memória flash da urna para alterar o software de inicialização das mesmas e desviar os votos digitados.

A iniciativa é louvável, o único problema é que, segundo especialistas, 4 dias de testes é pouco tempo para tentar quebrar a segurança de um sistema que ficará vulnerável por 20 dias. Nesse período, 14 mil funcionários temporários contratados pelo TSE terão acesso às urnas com o fim de instalar a versão final do sistema de votação e distribuí-las nas zonas eleitorais. [IDG Now]