Até agora quem queria compartilhar seus vídeos no YouTube em modo privativo só tinha uma opção: restringir o acesso à ele aos amigos adicionados na conta que fez o upload. Isso restringia bastante quem podia ver o vídeo por dois motivos: seria necessário cadastrar-se no YouTube para ver o vídeo e a visualização seria limitada a no máximo 25 amigos, por algum motivo que o Google não explica.

Isso mudou hoje. Uma nova opção de privacidade foi ativada para quem enviar vídeos para o YouTube: Unlisted (de-listar, em tradução livre). Selecionando essa opção nas propriedades do vídeo vai fazer com que ele não seja listado na busca do site, mas vai permitir que quem tiver o link consiga assistí-lo sem problemas.
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Conforme o YouTube vai crescendo, mais produções de alta qualidade aparecem por lá. Vai ver finalmente o Google percebeu que tais produtores de conteúdo (como a galera responsável pelo Pergunte à Amanda) merecem ser remunerados e decidiu criar um programa de cobrança decente.

O fato é que finalmente o site de vídeos vai oferecer uma ferramenta para que os donos dos vídeos cobrem pela reprodução do conteúdo. Em vez de publicidade, o usuário que quer assistir a um vídeo teria que pagar determinado valor antes de dar play.

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O Videolog, principal site de vídeos do Brasil, aproveitou o fim de semana para introduzir novidades em seu layout. Praticamente todas as páginas do Videolog ganharam novas funcionalidades na versão 3.5.2. Por exemplo, os grupos agora são apresentados de forma diferente e muito mais completa do que antes. Aquelas páginas de exibição de vídeo também sofreram alterações, com inclusão de botões para a recomendação do conteúdo nos serviços Orkut, Twitter e Facebook.

Página de vídeo ganhou botões de recomendação em redes sociais. Clique para ampliar.  (Reprodução)

Página de vídeo ganhou botões de recomendação em redes sociais Orkut, Facebook e Twitter. Clique para ampliar. (Reprodução)

Videolog: escolher um grupo está mais fácil. Clique para ampliar. (Reprodução)

Videolog: escolher um grupo está mais fácil. Clique para ampliar. (Reprodução)

De acordo com Rodrigo Nascimento, da equipe de marketing e conteúdo da empresa, as modificações levaram em conta principalmente as sugestões dos usuários. “Todas as alterações foram feitas de acordo com sugestões de usuário pelo fale conosco, Twitter, Orkut e Facebook”, diz Rodrigo. A busca interna do site foi completamente refeita, dessa vez em Ruby on Rails, o que permite indexar o conteúdo do site e apresentar os resultados de pesquisa por ordem de relevância.

Canais como o de Jornalismo têm layout personalizado. Clique para ampliar. (Reprodução)

Canais como o de Jornalismo têm layout personalizado. Clique para ampliar. (Reprodução)

Os vídeos enviados para o Videolog agora são convertidos diretamente para MP4, deixando os arquivo mais leves, mas mantendo a qualidade. A resolução mínima original dos vídeos foi para 480p. Já os players de exibição dos vídeos abrem o tamanho real do vídeo quando foi publicado, para evitar exibir barras pretas nas laterais dos vídeos.

Confira abaixo a lista de novidades do Videolog v3.5.2:

  • Ajuste de layout com novo posicionamento de títulos, descrição e outras informações na página de vídeos;
  • Novas páginas de grupo e grupos;
  • Bug de upload de thumb do grupo foi resolvido;
  • Novos layouts e conteúdo dos e-mails informativos;
  • Nova página de cadastro;
  • Nova página de login;
  • Ajuste de layout da página de cadastro VideologPRO;
  • Alerta de amigos no menu do usuário logado;
  • Topo do site foi encurtado;
  • Página do usuário /usuario abre como padrão a aba /videos;
  • Ajustes de layout nas listas de vídeos, favoritos e amigos do administrador do usuário.

Não custa lembrar: o usuário não precisa pagar nada para ter uma conta no Videolog. É completamente di grátis.

videologO Videolog, serviço de vídeos web brasileiro, divulgou vários números interessantes sobre consumo de vídeo em sua plataforma. Foram mais de 158 milhões de vídeos exibidos em 2009 sendo que 30% deles foram vistos até o final. Quase todo mundo (97%) assiste um vídeo até pelo menos sua metade.

Um fato interessante é que  vídeos com mais de 10 minutos representam hoje 35%  do que é publicado. Trata-se de um crescimento grande em relação a 2008 quando 22% dos vídeos tinham mais do que esse tamanho. Mas os vídeos de até 5 minutos continuam representando a maior fatia: 48% do material publicado.

O Videolog também notou que muitos vídeos estão mais bem produzidos, com vinhetas, edição, roteiro, etc. Faz sentido para uma comunidade formada por profissionais, semi profissionais e amadores.

Outro fato interessante é que cerca de 10% dos vídeos exibidos no site são no formato HD, ou seja, 16 milhões. É um número que está crescendo rápido e representa 84% a mais do que em 2008. O crescimento tem a ver com o aumento do conexões de banda larga no Brasil.

O Videolog fecha o ano com 400 mil usuários e com prêmios importantes conquistados. Foi o ganhador prêmio Rio Info 2009 na categoria distribuição de vídeo. Nada mal para um site que tem um concorrente gigante chamado YouTube.

Só para os EUA e Canadá. Por aqui, nada muda.

Só para os EUA e Canadá. Por aqui, nada muda.

Depois de arrumar muita confusão com a web, as grandes gravadoras parecem estar caindo na real e lançam nesta terça-feira o Vevo, site de propriedade das gravadoras Sony, Universal, EMI e Abu Dhabi Media (quem?) que permitirá que o navegante assista a clipes e ouça músicas, como informa o New York Times.

Ironicamente hospedado pelo Google usando a tecnologia do Youtube – que de uns tempos pra cá vem até emudecendo trilhas sonoras protegidas para evitar dores de cabeça judiciais – para transmitir seu conteúdo o novo site deverá contar com cerca de 30 mil vídeos até o final do ano (que acontece em 23 dias) e, a exemplo do Hulu, inicialmente só estará disponível aos usuários dos EUA e Canadá. O resto do mundo, incluindo o Brasil, ainda deverá ficar fora dessa festa por um bom tempo.

Entre aquele blábláblá que envolve clichês como “conteúdo Premium” e “alta qualidade de som e vídeo”, também deixam escapar que o site arrecadará lucros com anúncios e que já existem pelo menos quinze empresas na fila para colocar sua marca no site.

Como também lembra o NYT, há anos diversas gravadoras contam com perfis no site de vídeos do Google, mas sempre tiveram a sensação que não estavam lucrando o quanto podiam com a coisa. Agora essas dúvidas serão sanadas e de quebra colocam um ponto final na conversa que afirmava que o Youtube é “um ralo de dinheiro” para a gigante da web, que não deve estar trabalhando de graça para seus antigos rivais nos tribunais.

Correção: A notícia informa erroneamente que a música que o Keyboard Cat toca é do Hall & Oates. O Cris Dias esclarece a situação: “A música do Hall & Oates não é a do ‘pianinho’. No final desse vídeo tem um pedaço do clipe da dupla rainha do mullet. Ainda assim ridículo, claro. Mas é a Warner”. Falha nossa.

Keyboard Cat: mudo.

Keyboard Cat: mudo.

Há uma espécie de ditado popular que diz “Não sabe brincar, não desce do play”. Pois a Warner é uma das empresas que definitivamente não sabem brincar, ou pelos deixar que outras pessoas brinquem sem estragar a diversão. A empresa optou pela remoção da música que é tocada pelo Keyboard Cat no YouTube.

Para quem não sabe, o Keyboard Cat é um felino que supostamente consegue tocar a tal música. Ele está presente em vídeos nos quais situações inesperadas, geralmente seguidas de um “FAIL”, são apresentadas. Por exemplo: Leo Laporte e Michael Arrington discutiram? Já existe uma versão da discussão com Keyboard Cat.

A Warner Music Group é a gravadora do grupo musical Hall & Oates, que gravou a música “You Make My Dreams Come True”. É supostamente na melodia dessa música que o Keyboard Cat se baseia para fazer o próprio som no teclado e tirar sarro dos vídeos mais curiosos.

No YouTube, o vídeo precursor do uso do Keyboard Cat para essa finalidade não toca mais som algum. Abaixo do player aparece o aviso de que o “vídeo contem uma trilha de áudio que não foi autorizada pela WMG [Warner Music Group]”. [Wired]