A GSM Association anunciou em Hong Kong durante um congresso que 45 das maiores operadoras de telefonia móvel do mundo se comprometeram a implementar soluções e serviços baseados em um novo modelo de SIM Card com tecnologia NFC (Near-Field Communication). Leia mais
Tudo ficará melhor na vida dos usuários de smartphones rodando Android. Aproveitando o embalo de lançamentos ocorridos na conferência Google I/O, que acontece em San Francisco, a empresa anunciou a garantia de atualização mínima durante 18 meses para futuros lançamentos. Diversas fabricantes adotaram a ideia.
Já reparou que, nos últimos anos, os preços da banda larga têm despencado, enquanto os megabits por segundo só fazem aumentar? É assim nas principais capitais, que contam com serviços como Speedy, Oi Velox, NET Virtua e GVT. O problema é que a conta de melhorar as telecomunicações está ficando cada vez mais alta.
Mesmo tendo lucros fabulosos, as operadoras de telefonia parecem ter perdido fôlego para continuar investindo na expansão das redes de dados. E a melhor solução para esse problema é mandar a conta da internet para o Google e outros provedores de conteúdo pagarem, ao menos se depender da Telefónica (da Espanha). A informação foi levantada pelo El Mundo.
Nexus One: fim da linha
Enquanto o todo poderoso iPhone sai das lojas tão rápido quanto pãozinho quente mesmo com seu pra lá de conhecido problema na antena, o Google discretamente anunciou nesta segunda-feira que o primeiro (e provavelmente, o único) smartphone a levar sua marca deixará de ser vendido assim que acabarem as unidades que a companhia tem em estoque.
“Esta semana recebemos o último lote de Nexus One, e assim que ele for vendidos o aparelho deixará de ser comercializado online pelo Google. O suporte continuará sendo feito normalmente e o aparelho continuará a ser oferecido por parceiros como a Vodafone na Europa, KT na Coreia e provavelmente por outras operadoras em outros mercados”, diz o post chamado de Mudanças na disponibilidade do Nexus One do blog de desenvolvimento do modelo.
Na semana passada o braço espanhol da operadora européia Vodafone foi acusada de vender aparelhos HTC Magic contaminados com três tipos diferentes de malware. O caso foi descoberto por uma funcionária da empresa de segurança Panda, que comprou um dos celulares infectados e descobriu as ameaças ao conectá-lo no computador
Depois de uma investigação, a empresa descobriu que até 3000 aparelhos HTC Magic podem ter sido vendidos com vírus. Segundo a operadora, os arquivos infectados estão seus cartões de memória MicroSD usados no HTC Magic e não no sistema de arquivos do Android, sistema operacional móvel do aparelho. Eles continham um programa de keylogger, o conhecido vírus Conficker e um cavalo de tróia que transformava o computador em um zumbi da botnet conhecida como Mariposa.
A operadora garante que enviará para todos os clientes que compraram o aparelho um novo cartão de memória e instruções de como remover os vírus que, por ventura, infectaram os seus computadores. A Vodafone também informou que ainda não sabe qual a fonte da infecção e que continuará a investigação até descobrir. [Slashgear]
Uma das maiores operadoras de telefonia da Europa, Vodafone, foi acusada de vender aparelhos HTC Magic incluindo uma característica extra além do sistema operacional Android: malware. Mais especificamente um cavalo de tróia que transforma o computador em um zumbi da botnet chamada Mariposa, que foi tirada do ar em dezembro do ano passado e tinha mais de 12 milhões de computadores-zumbi ativos.
A descoberta foi feita acidentalmente por uma pesquisadora da empresa de segurança online Panda Software, que recebeu um dos aparelhos e percebeu a presença do malware assim que o conectou ao computador no trabalho. Depois de realizar uma pesquisa mais profunda o colega da pesquisadora, Pedro Bustamante, descobriu que se tratava de uma nova versão da botnet, controlada dessa vez por um indivíduo (ou grupo de hackers) chamado tnls, e que o celular também havia sido pré-carregado com uma versão do Conficker e um programa para roubar senhas.
Como essa é a primeira notícia desse tipo de malware se espalhando através do HTC Magic (que já está à venda desde o ano passado na rede da Vodafone) a possibilidade do celular ter sido infectado na fábrica é praticamente nula. Bustamante suspeita de que pode se tratar de um aparelho devolvido por um cliente insatisfeito à Vodafone ou HTC e que não passou pela devida inspeção antes de ser colocado novamente à venda. [Slashdot]
O Mobile World Congress 2010, congresso mundial voltado para dispositivos móveis, acontece de 15 a 18 de fevereiro. Logo no primeiro dia de evento, a Microsoft apresentou a nova versão de sua plataforma para dispositivos móveis: o Windows Phone 7 Series. Entre as novidades do sistema está a integração com a Xbox Live e o Zune.
De acordo com Steve Ballmer, CEO da Microsoft, a plataforma vai refletir o ritmo de vida que as pessoas levam atualmente e a necessidade se se conectar com outras pessoas. O executivo ainda disse que a MS tem um grande desafio em um mercado no qual dezenas de aparelhos têm o mesmo visual e fazem a mesma coisa.
A tela inicial do Windows Phone 7 Series foi redesenhada. Agora ela apresenta informações relevantes que o dono do aparelho quiser ver. Totalmente customizável, permite acessar conteúdos e aplicativos de forma bastante rápida. Além disso, os aparelhos que utilizarem a plataforma terão um botão exclusivo para busca no Bing, o que, de acordo com a Microsoft, vai dar ao usuário acesso rápido e prático a buscas na internet (e evidentemente vai ajudar na migração do Google para Bing).
O Windows Phone 7 Series inaugura o uso de hubs, locais nos quais informações complementares se concentrarão. O hub People (Pessoas), por exemplo, vai apresentar a já tradicional combinação de atualizações que a pessoa recebe das redes sociais, como Twitter e Facebook. Além disso, o usuário vai poder enviar novas atualizações para os serviços com facilidade.
Pictures (Fotos) é o hub que exibe imagens e permite enviá-las para Facebook e o Windows Live, de modo que os contatos consigam vê-las assim que a foto seja feita. Já o hub Xbox Live leva para o celular a experiência de jogo já disponível na rede da empresa. Além dos jogos, informações sobre contatos e conquistas feitas em jogos também ficarão disponíveis para consulta diretamente na tela do smartphone.
O hub Music + Video (Música + Vídeo) é onde – veja só – as músicas e vídeos do usuário estarão. A sincronização poderá ser feita com o conteúdo já salvo no computador do usuário e também na Zune. Também é a partir desse hub que o usuário vai conseguir acessar a rádio FM (algo que, não custa lembrar, o iPhone não tem).
A produtividade fica por conta do hub Office, no qual o dono do aparelho vai poder visualizar documentos criados com a suíte de aplicativos da MS e também editá-los. Também é a partir desse atalho que o Outlook Mobile será acessado, no qual o usuário vai poder concentrar todos os seus e-mails (inclusive a conta corporativa fornecida por meio do Microsoft Exchange).
AT&T, Telefónica, Telecom Italia, Sprint e Vodafone, entre onze operadoras, são parceiras da empresa na disponibilização do Windows 7 Phone Series. Os fabricantes de dispositivos móveis que também se comprometeram com a Microsoft são Dell, Garmin/Asus, HTC, HP, LG, Samsung, Sony Ericsson, Toshiba e Qualcomm. Aparelhos dessas empresas rodando Windows 7 Phone Series devem começar a aparecer no mercado norte-americano até o fim do ano.

Rede 3G pode ficar engarrafada
Assim como o trânsito das grandes cidades, o excesso de tráfego pode fazer a internet móvel engarrafar e parar completamente em pouco tempo.
Pelo menos é o que diz a empresa de análise web Informa, que diz em um estudo que se o crescimento da navegação via celular mantiver o atual padrão nos próximos anos seu uso deverá crescer até 25 vezes até 2012, o que deverá provocar um grande blecaute na rede móvel.
Segundo a empresa, um dos motivos que podem levar isso a acontecer é exatamente a política de preços praticadas pelas empresas: “a adoção de um preço único faz com que o tráfego cresça de maneira exponencial enquanto eles não estão fazendo dinheiro o suficiente para atualizar suas redes”. Primeiro mundo é outra coisa, hein?
Em entrevista à BBC, Graham Carey, da empresa Bytemobile afirma que “o consumo de banda de longe já ultrapassou o índice de aprimoramento da rede”, e lembra que uma nova geração de hardware para internet móvel só deverá chegar ao mercado no ano que vem. Já John Spindler, diretor geral da empresa de rede ADC faz uma crítica ao comportamento do usuários à rede de notícias: “quando falamos em excesso de consumo de banda, não estamos pensando num celular acessando a web da rua, mas sim de computadores em centros de conferências e escritórios. As pessoas estão usando web móvel em locais fechados, e o resultado final pode ser um tanto frustrante”.
Já aqui no Brasil não são raros os que reclamam das velocidades de suas conexões 3G, que dependendo do horário não permitem que o usuário nem consiga navegar por uma simples página de internet. Os que estiverem tendo problemas, que se sintam à vontade para soltar a voz nos comentários.
Os rumores nem sempre estão corretos mas, atualmente, no mundo da tecnologia, pode se ter quase certeza que (no mínimo) eles chegam perto. E foi o caso do BlackBerry Storm2. Mês passado noticiamos vazamentos de informações que indicavam que o novo destaque da RIM chegaria ao público dia 14 de outubro. Não foi o que aconteceu, mas foi nessa data que Walt Mossberg, do Wall Street Journal (aquele que entrevistou Bill Gates e Steve Jobs juntos na D5 Conference, lembram?), divulgou sua resenha do aparelho, com direito a características, foto e vídeo. Não é o anúncio oficial per se, mas como sabe-se que é a própria RIM que fornece o aparelho a esse que é um dos mais importantes jornalistas de tecnologia dos EUA, pode-se dizer que essa é uma divulgação “semi-oficial”.
Enquanto o primeiro Storm foi bastante criticado, principalmente por não ter Wi-Fi e por um teclado virtual estranho com resposta táctil que não caiu no gosto dos usuários, o novo modelo tenta não incorrer nos mesmos erros do seu antecessor. Mossberg analisa:
O Storm2 corrige todas aquelas falhas. A tela agora fica parada quando tocada, provendo resposta táctil eletronicamente, ao invés de mecanicamente. Isso permite digitação mais rápida e suave. O novo modelo também tem Wi-Fi. E agora você pode usar um teclado virtual [QWERTY] completo, mesmo que estreito, quando no modo vertical.
Foi também da opinião do jornalista que o o aparelho “funciona bem”, o que já é algo muito bom em face às severas críticas que a primeira versão recebeu. O tempo de duração da bateria (cinco horas e meia de conversa) foi elogiado também. Já o navegador foi classificado como inferior ao do iPhone, Android e Pre. E a interface tradicional da RIM foi dita datada, especialmente para um dispositivo totalmente touch screen como esse.
O modelo, curiosamente, virá com 18GB de memória (normalmente memórias vêm em potências de 2, como 8, 16, 32…) e deve ser lançado nos EUA em novembro por algo em torno de 200 dólares (cerca de R$340 na cotação de hoje).
[Atualização às 18h22] Um press release da operadora européia Vodafone lista com maiores detalhes as especificações do aparelho. Nele entende-se o porquê dos 18GB de memória: são 2GB de memória embutida e um slot de cartão microSD/SDHD, que suporta hoje até 16GB de memória.
Pela Vodafone o novo Blackberry estará disponível a partir de 26 de outubro no Reino Unido, Irlanda, Holanda, Espanha e Alemanha.
As especificações completas encontram-se aqui(em inglês).
A RIM também disponibilizou uma tabela comparativa entre o Storm e o Storm2, nesse link.





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