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A Microsoft está prestes a mudar uma de suas políticas para Windows Azure, a plataforma para rodar aplicações na nuvem tirando o máximo proveito daquilo que se convencionou chamar de cloud computing. Segundo a Mary Jo Foley, jornalista especializada em cobrir o mundo das janelas, em breve os assinantes do serviço poderão rodar também o Linux dentro da plataforma. Leia mais

Windows Store seria o nome da loja de apps da Microsoft

A mais recente build do Windows 8 que vazou na internet revela o possível nome da loja de aplicativos da Microsoft: Windows Store. É o que nos conta o site WinRumors, especializado nesse tipo de descoberta. A tal loja seria baseada em HTML5, para alegria geral dos defensores da open web. O download dos aplicativos seria fornecido pela tecnologia de computação na nuvem Azure, que a MS tenta emplacar faz tempo.

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A Microsoft e a Toyota se reuniram para fazer um anúncio que promete movimentar a indústria automobilística nos próximos anos. Novos carros da fabricante japonesa terão software produzido especialmente pela Microsoft. Sim, sim: de certo modo, podemos dizer que os novos carros rodarão Windows.

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O Windows 7 mal completou um ano de vida – com milhões de unidades vendidas, é importante dizer -, mas a Microsoft já trabalha na próxima versão do sistema operacional. Enquanto tem gente acertando os últimos detalhes para o Windows 7 Service Pack 1, próxima atualização relacionada ao Win7, Ballmer não esconde de ninguém que os trabalhos em torno do Windows 8 já começaram.

E vai ser preciso contratar mais gente para colocar o Win8 funcionando corretamente.

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A Microsoft é uma empresa global, gigantesca. Embora a Apple tenha passo a companhia de Bill Gates em valor de mercado, vários números da MS ainda impressionam. Frank Shaw, vice-presidente corporativo da Microsoft, publicou um post no qual explora tais números.

Vamos a eles?

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Logo-Windows-AzureA Microsoft já sabe o quanto vai cobrar pelo novo serviço Windows Azure, que deverá competir com a gigante de vendas online Amazon. Uma fonte da CNET News com conhecimento no assunto revelou que os preços serão anunciados ainda nessa semana, durante a Worldwide Partner Conference.

Confira abaixo os preços do Windows Azure:

  • US$ 0,10 por 10 mil transações de armazenamento;
  • US$ 0,12 por hora de computação;
  • US$ 0,15 por gigabyte de armazenamento;
  • US$ 0,10 a US$ 0,15 por gigabyte transferido através da rede.

Um plano de descontos permitirá que os preços fiquem de 15 a 30% mais baratos nos seis primeiros meses de uso do serviço. Depois desse período, o valor voltará para o preço normal.

O Windows Azure também prevê venda de armazenamento de banco de dados. O pacote Web do SQL Azure custará US$ 9,99 mensais (aproximadamente R$ 20), com banco de dados de até 1GB. Já o pacote Business Edition, com até 10GB de banco de dados, custará um pouco mais: US$ 99,99 (aproximadamente R$ 200).

Um dos líderes no segmento de cloud computing é o Amazon S3, da Amazon. Os preços do serviço variam de acordo com a quantidade de vezes que cada recurso é usado, mas são cobrados no máximo US$ 0,15 por gigabyte de armazenamento (o mesmo que o Windows Azure) e no máximo US$ 0,17 por gigabyte baixado, enquanto que o gigabyte enviado para o servidor custa US$ 0,10. [CNET News]

Atualização às 18:43: A Microsoft se compromete com um uptime de 99,99% para hospedagem de arquivos. Isso significa que durante 99,99% do tempo o serviço estará completamente disponível e acessível. O uptime para processamento é um pouco menos, de 99,95% do tempo.

Há previsão de lançar o Windows Azure em moedas locais de diversos países, principalmente europeus. Uma versão do serviço cobrada em reais deverá ser lançada no Brasil somente em março de 2010. Ao mesmo tempo deverão ser lançadas as versões locais do Azure em países da América Latina, como Chile, Colômbia, México e Porto Rico.

Data CenterA Microsoft inaugurou nesta quarta-feira seu novo data center em Dublin, na Irlanda, o maior data denter da empresa fora dos Estados Unidos. Até então, mega data centers, como estes são classificados, somente eram construídos no território norte-americano. A empresa planeja abrir outro mega data center em Chicago até o final do mês. As duas novas instalações destinam-se aos serviços online da empresa, incluindo a plataforma de “computação na nuvem” Windows Azure, e a nova engine de buscas da empresa, o Bing.

De acordo com Arne Josefsberg, gerente geral de serviços de infra-estruturas da Microsoft’s Global Foundation Services, a nova instalação de Dublin ocupa aproximadamente 28.000 m² e pode fornecer 5,4 megawatts de energia atualmente, podendo ser expandido até 22,2 megawatts. A instalação de Chicago, por sua vez, ocupa aproximadamente 65.000 m² e fornece inicialmente 30 megawatts, expansível até 60 megawatts.

Josefsberg disse ainda que a instalação de Dublin foi construída de forma a utilizar da melhor forma possível o clima frio Irlandês. “A instalação faz amplo uso do ar externo para sua refrigeração durante o ano, resultando em maior eficiência elétrica e menor liberação de carbono.”, informou o executivo. Além disso, dois terços da instalação é composta de servidores instalados em containers. Devido a seu formato, esses containers são refrigerados com mais eficiência que os normais.

Graças ao seu projeto, essas unidades podem ser postas em funcionamento em questão de horas, permitindo rápida expansão de capacidade, e possuindo densidade de servidores 10 vezes maior se comparada com os tradicionais. [CNET News]

Logo-Windows-AzureA Microsoft planeja dar mais detalhes sobre o seu Windows Azure, sistema operacional nas nuvens, no próximo mês. Dentre outros detalhes, a empresa promete detalhar como será o plano de negócios do novo empreendimento.

O Azure foi anunciado durante a conferência PDC, em outubro do ano passado. Também foi nessa conferência que a Microsoft demonstrou algumas das novidades do sistema operacional Windows 7, sucessor do Vista. No caso do Azure, estamos falando de um sistema operacional para a cloud computing, ou computação nas nuvens.

Segundo informações preliminares, o Windows Azure funcionará como uma plataforma para desenvolvimento de aplicativos baseados na web. O desenvolvedor ficaria a cargo da programação do software online, mas a Microsoft manteria a estrutura para armazenamento de dados e vendas desses produtos. O mais próximo que se tem disso atualmente é a App Store, da Apple, que armazena e vende aplicativos para iPhone OS, mas não salva dados de usuários na nuvem.

Um dos itens em aberto é com relação à hospedagem de arquivos. A Microsoft ainda não sabe se vai manter os próprios data centers ou se deixará essa atividade para algum parceiro. Qualquer que seja a escolha, é bom ficar de olho na questão da privacidade desses dados. [CNet News]