thumb-li-fi

Ok, eu sei que as redes Wi-Fi estão cada vez mais rápidas e você provavelmente já está pensando em fazer um upgrade para um roteador 802.11ac, que pode transferir dados a até 1.300 Mbps. Mas cientistas de várias partes do mundo afirmam que a luz terá um papel importante nas próximas redes de alta velocidade – uma delas é o Li-Fi, uma tecnologia que envia e recebe dados por meio de lâmpadas.

Leia mais

thumb-especial-windows-compartilhar-wifi

Este tutorial serve para aqueles momentos em que você está em um computador com Windows e tem acesso à conexão cabeada — como em empresas, universidades ou eventos de internet (cof, cof, Campus Party) — e gostaria de usar algum dispositivo com Wi-Fi ou quando você tem uma rede Wi-Fi, mas só o seu notebook pode conectar se diretamente a ela (devido a restrições da rede). Leia mais

thumb-wi-fi-3-gbps

Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Tóquio encontraram uma maneira de transferir dados em altíssima velocidade sem a utilização de cabos. Os roteadores Wi-Fi domésticos mais rápidos atualmente utilizam o padrão 802.11ac, trabalhando na frequência de 5 GHz e alcançando velocidades nominais de até 1,3 Gbps. A nova tecnologia chega facilmente ao dobro disso e ainda tem muito potencial.

Leia mais

Padrão novo em folha. Shiny!

Padrão novo em folha. Shiny!

Em julho noticiamos aqui no Tecnoblog News que a probabilidade do padrão de rede 802.11n ser aprovado em setembro era altíssima. E não estávamos mentindo. Hoje o comitê da IEEE que regula padrões para redes WLAN aprovou o último rascunho elaborado pelo grupo-tarefa responsável pelo 802.11n.

O padrão foi inicialmente criado há mais de 6 anos, sofreu várias alterações e teve 12 rescunhos criados, que serviram de base para a implementação prévia do padrão para diversos fabricantes, como a Apple, Asus e Linksys. A IEEE ainda não anunciou oficialmente a aprovação, mas Bruce Kraemer, chairman do grupo-tarefa para padronização do 802.11n, já enviou um email à lista de discussão do grupo informando as boas notícias.

A partir de agora, dispositivos que forem baseados nessa tecnologia usarão o padrão oficial certificado pela IEEE e não mais o rascunho do dele para fabricar os roteadores e computadores, tornando-os mais compatíveis do que os anteriores. Em termos de velocidade, o 802.11n pode alcançar incríveis 600 Megabits por segundo, seis vezes maior do que o padrão Fast Ethernet, comumente usado para ligar modems de banda larga a computadores. Só não é tão rápido quanto o Gigabit Ethernet, que chega a 1000 Megabits por segundo. [NetworkWorld]

A Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado do Rio de Janeiro anunciou os próximos pontos do Rio que ganharão acesso à internet sem fio e de graça. Até o fim de 2009 a Avenida Brasil, que corta a cidade e é considerada a principal via, terá o Wi-Fi instalado.

Wi-Fi na Avenida Brasil: alguém terá coragem de usar?

Wi-Fi na Avenida Brasil: alguém terá coragem de usar?

Com custo estimado em R$ 4,5 milhões, o programa Estado Digital instalará 366 pares de antenas ao longo da avenida, que corta 28 bairros cariocas. Se os cariocas terão coragem de tirar seus notebooks e smartphones para usar a rede gratuita, aí já são outros quinhentos: a via expressa é uma das mais perigosas da cidade, por cruzar diversas comunidades e favelas.

O sinal de internet deverá ter alcance de 200 metros, chegando às comunidades que se localizam ao longo da Avenida Brasil. Cabos de fibra ótica passarão por dutos subterrâneos mantidos pela Rioluz, empresa responsável pela iluminação pública da cidade, até que cheguem às antenas.

Estão nos planos da Secretaria a criação de polos de ensino à distância, onde moradores das comunidades carentes poderão aproveitar a rede sem fio para estudar e se capacitar profissionalmente. No total, a internet grátis da avenida Brasil deverá beneficiar 1 milhão de pessoas.

Ainda não há informações sobre a velocidade da conexão wireless na localidade.

[G1/Foto: ronaldobuda_taxista]

Em setembro, a bandeira lilás vai pro outro lado

Em setembro, a bandeira lilás vai pro outro lado

Apresentado em meados de 2002, o padrão de rede 802.11n já é adotado e utilizado em diversos dispositivos. Isso aconteceu por que o grupo que trabalhou na elaboração desse padrão wireless decidiu não esperar a aprovação da IEEE, organização que regulamenta os padrões de rede, para começar a utilizá-lo. Por isso foi elaborado um rascunho do que esse padrão seria. Como o rascunho recebeu 75% de aprovação entre os membros do grupo, ele passou a ser usado para certificar novos aparelhos com a tecnologia, mesmo que esteja incompleta.

Na sexta-feira passada, felizmente, o conjunto de mentes responsáveis pelo padrão finalmente chegou em um rascunho em que todos aceitavam e este finalmente deverá ser enviado para aprovação na próxima reunião do comitê de engenheiros da IEEE, que deve acontecer em setembro deste ano.

Para consumidores, isso significa que o padrão 802.11n vai finalmente poder ser usado com seu potencial completo, já que ele foi definido como um padrão que pode usar múltiplas antenas para atingir velocidades de mais de 100Mbits e até 600 Mbits por segundo. [Slashdot]

Direto das gélidas terras da Alemanha, uma corte decidiu que os donos de redes de internet sem fio não são necessariamente responsáveis pelo mau uso de suas redes. Segundo o Ars Technica, essa decisão inclui troca de arquivos e distribuição de conteúdo protegido por copyright via redes P2P.

Uma artista havia percebido que suas músicas eram trocadas livremente (e ilegalmente) em uma rede wi-fi. Ela abriu um processo contra o dono da rede, mas o tribunal de Frankfurt deu ganho de causa ao acusado.

Ou seja, ele é o dono da rede, mas não o responsável pelo que acontece nela.

Um dos motivos alegados pela defesa era que alguma outra pessoa poderia ter utilizado a rede sem fio para fazer a troca de arquivos. Por sua vez, a acusação respondeu que é dever do proprietário do wi-fi mantê-lo fechado e seguro contra usos ilegais.

O dono da rede deveria, no mínimo, ter levado uma multa. Todos sabemos que redes wireless são mais vulneráveis, mas ainda assim é dever do dono da rede zelar para que ninguém cometa algum crime a partir daquele acesso. Em casos de locais públicos, como shoppings ou aeroportos, torna-se mais difícil fazer esse controle, mas em redes domésticas é absurdamente fácil habilitar uma criptografia, e liberar o acesso só a equipamentos com endereços MAC autorizados.

A decisão da corte de Frankfurt pode abrir precedentes na Europa para casos semelhantes. Segundo o Ars Technica, no entanto, o veredito não deve ter muito peso nos Estados Unidos. Lá, o Estado de Utah pode começar a regulamentar redes wi-fi -como se isso fosse possível-, a ponto de proibir redes abertas e gratuitas.

Só rindo mesmo…

Fonte: Ars Technica | Foto: Flickr Josh Russel