A Stuxnet, para quem não lembra, é uma mistura de botnet com worm que infectou centenas de computadores por meio de pendrives USB desde o ano passado e culminou com a infecção de certos equipamentos especificamente criados para controlar processos industriais no Irã. Essa semana certas empresas de segurança perceberam que ela foi colocada na ativa novamente por meio de uma backdoor, chamada de DuQu, e que e está angariando dados de maneira bem peculiar. Leia mais
Usuários australianos do iPhone estão sendo atacados pelo que parece ser o primeiro Worm programado especificamente para o celular da Apple. Diferente de um vírus normal, o Worm é um programa independente que não necessita de outro para se espalhar.
O worm parece se propagar através apenas de iPhones e iPods Touch que passaram pelo processo de jailbreak, pois esses estão com SSH ativado. O SSH é uma espécie de servidor FTP rodando dentro do aparelho e, no caso do iPhone OS, a senha padrão é a palavra ‘alpine’. Sabendo disso, o hacker que programou o Worm fez com que ele procurasse por iPhones ou iPods Touch pela da rede WiFi, logasse neles através do SSH com a senha padrão e se instalasse no aparelho. Ele também está programado para procurar novos iPhones com jailbreak a cada 2 minutos.
A Sophos, empresa de segurança que detectou o worm, afirma que ele é inofensivo e seus únicos objetivos são trocar o papel de parede do aparelho infectado para uma foto do cantor Rick Astley e replicar-se através da rede. A solução recomendada pela empresa, por enquanto, é evitar fazer o jailbreak do celular.
Ainda não foram reportados casos fora da Austrália, mas se o seu iPhone passou pelo jailbreak e você quer se sentir mais seguro, a mudança da senha padrão do SSH é a melhor escolha. Clique aqui para ver instruções (em inglês) de como mudar essa senha. [CNET]
Lembra-se do anti-vírus gratuito que a Microsoft lançou há dois dias? A empresa de segurança alemã AV-Test decidiu fazer um teste com o novo aplicativo, submetendo-o a meio milhão de malwares. O resultado: “muito bom”.
O Microsoft Security Essentials foi testado em Windows XP SP3, Windows Vista SP2 e no Windows 7 RTM. No primeiro teste, a AV-Test expôs o MSE a mais de 3.700 vírus, trojans e worms. Ao fim do teste, o anti-vírus conseguiu detectar e bloquear todos os códigos maliciosos.
Um segundo teste foi feito, dessa vez com 545 mil amostras de malwares. Não, dessa vez o Microsoft Security Essentials não detectou todas as ameaças: conseguiu capturar 536 mil amostras, o que um dos gerentes da AV-Test considerou como “muito bom”. O saldo final foi de 98,4% de acerto.
Em se tratando de adwares e spywares, a taxa de acertos caiu um pouco. Ficou em 90,9%, conseguindo capturar 12.935 malwares dos 14.222 presentes na amostra que a AV-Test utilizou.
Andreas Marx, gerente da empresa de testes, afirmou à PCWorld que o Microsoft Security Essentials não foi capaz de detectar malwares apenas pelo comportamento que os programas têm no sistema operacional. Em todos os casos, o anti-vírus da MS só conseguiu capturar malware que já estava presente no banco de dados do aplicativo. [PCWorld]




Assine pelo iTunes
Assine pelo Feed