Xbox 360

Xbox 360 é um console de jogos produzido pela Microsoft e lançado em novembro de 2005. Um dos recursos exclusivos do dispositivo é o acesso a Xbox LIVE, que disponibiliza trailers, filmes, jogos e acesso a alguns serviços de streaming, como o Netflix, além de permitir a competição entre amigos de maneira totalmente online. O hardware é composto por 512 MB de RAM, processador PowerPC tri-core de 3,2 GHz e GPU produzida pela ATI.

Aqui em casa tenho 3 consoles de mesa — Xbox 360, PS3, e Wii. A Sony, felizmente, decidiu que pilhas são uma coisa arcaica e dotou os controles do PS3 de baterias embutidas recarregáveis. Basta plugar o controle ao console por um cabinho USB durante a noite e seu controle está recarregado.

Já com o 360 e o Wii, e situação requer um método mais tradicional: quando as pilhas morrem, jogue-as fora e compre pilhas novas. Numa casa cheia de gamers e que é constantemente visitada por amigos gamers, a troca de pilhas era uma operação frequente…

E chata. Você já deve ter passado por aquele momento clássico em que quer jogar New Super Mario Brothers ou Halo 3 com suas visitas e descobre, com consternação, que apenas dois controles (ou pior, às vezes só um!) contêm pilhas ainda funcionando. E toca a revirar almofadas/investigar todas as gavetas da casa/perguntar aos outros moradores da casa “onde estavam aquelas pilhas que eu comprei mês passado?”.

E ninguém nunca sabe onde as malditas estão. Resta apenas transplantar pilhas de controles remotos — que, muitas vezes, já estão nas últimas também — para poder finalmente jogar com os amigos.

É um saco. A saída que encontramos foi comprar pilhas recarregáveis, mas nem essa é uma solução adequada. O primeiro problema é que o carregador só comporta quatro pilhas de cada vez. Para quem tem oito controladores que necessitam de pilhas — sem citar outros aparelhos que também as usam, como meu abridor de latas, o mouse e teclado sem fio que uso no computador do home theater, e os vários controles remotos —, carregar quatro pilhas de cada vez é uma grande piada.

O segundo problema é que ninguém lembra de pôr as pilhas para recarregar, até que é tarde demais e elas precisam ser recarregadas. E por isso voltamos ao cenário em que meus amigos esperam que eu vasculhe a casa em busca de pilhas disponíveis, porque Murphy insiste que as malditas só morram quando meus amigos estão presentes para uma rodada de Mario Kart.

Frustrado, fui à Best Buy ontem comprar um novo carregador e dois novos pares de pilhas recarregáveis. Assim, eu poderia recarregar quatro pares de uma vez só, e o problema estaria mitigado. Eis que, na seção de pilhas e baterias recarregáveis, encontro isto aqui:

Caixa do carregador. (Foto: Izzy Nobre)

Caixa do carregador. (Foto: Izzy Nobre)

Trata-se de um carregador por indução para Wiimotes que acompanha dois pares de pilhas. O carregador por indução dispensa que você plugue o aparelho a cabos — basta jogá-lo em cima da superfície do gadget, e ele estará carregando.

Achei isso uma solução fantástica, por dois motivos: primeiro, porque é muito legal. E segundo, porque é também imensamente prática. Carregar um aparelho eletrônico apenas repousando-o em cima de uma superfície, sem necessidade de plugar cabos ou remover a bateria, me parece uma união perfeita entre o útil e o agradável.

É mais simples que arrancar as pilhas e colocar no carregador, e torna impossível o cenário descrito acima, em que esquecer de pôr carga frequente nas pilhas do brinquedo interrompe o uso do negócio. Afinal, sempre que você termina de brincar com seus Wiimotes, basta jogá-los em cima da base e pronto: as pilhas sempre estarão recarregadas quando você for brincar.

A decisão final veio quando comparei o preço desta maravilha com os carregadores normais. Enquanto o Rocketfish (que inclui dois pares de pilhas, para alimentar dois wiimotes como na foto da caixa) custa 29,99 dólares canadenses (cerca de 52 reais), um kit de carregador e quatro pilhas recarregáveis convencionais custa $40 (R$ 70). Tá, as pilhas do carregador normal poderiam ser usadas em outro aparelho, mas o objetivo de ter várias pilhas recarregáveis é justamente não precisar desse tipo de revezamento.

Antes de mais nada, busquei no Google por resenhas do aparelho. A premissa e as promessas da caixa às vezes não têm a performance esperada, então procurar opiniões alheias sobre o produto nunca faz mal. Surpreendentemente, não achei nenhuma resenha negativa do carregador.

Sem mais dúvidas, comprei. Aí está o brinquedo em funcionamento, trazendo meus Wiimotes de volta à vida:

Wiimotes sendo recarregados. (Foto: Izzy Nobre)

Wiimotes sendo recarregados. (Foto: Izzy Nobre)

A luz vermelha na base significa que os Wiimotes estão sendo carregados; a luz muda pra verde quando o processo está terminado.

Muito bacana. Recomendo aos donos de Wiis.

A Ubisoft anunciou ontem que não vai mais produzir manuais. Pelo menos, não os manuais impressos que desde sempre acompanham pacotes de jogos. Alegando buscar uma produção de jogos ambientalmente mais correta, a empresa vai eliminar os impressos de jogos para PlayStation 3, da Sony, e Xbox 360, da Microsoft.

Entre as iniciativas da empresa, está a inserção de manuais dentro dos próprios jogos. A medida vai “oferecer ao jogador acesso fácil e mais intuitivo às informações do jogo, da mesma forma que vai permitir à Ubisoft prover manuais mais robustos para seus jogadores”. Leia mais

Configurar um dispositivo apaga tudo o que houver nele e reserva até 16 GB de memória para o console.

Semana passada havia surgido o rumor de que o Xbox 360 em breve receberia suporte a dispositivos de armazenamento via USB através de um update de firmware. Hoje essa informação foi oficialmente confirmada por Larry Hryb, Diretor de Programação da Xbox Live, através deu um post em seu blog.

As novidades não foram muito além das informações já postadas na notícia da semana passada (leia aqui). Usuários do Xbox 360 poderão usar dispositivos USB (pen drives e HDs USB) armazenar perfis, saves de seus jogos, demos e outros. A novidade começará a funcionar a partir do momento em que o console receber a atualização de sistema que estará disponível a partir de 6 de abril.

Hryb fez questão de frisar que, mesmo que HDs USB sejam suportados, é altamente recomendado o uso de flash drives (também conhecidos como pen drives), visto que só 16 GB de cada dispositivo serão aproveitados pelo console e memória flash tem um desempenho muito melhor que um disco rígido. Ele também disse que a memória que exceder os 16 GB aproveitados pelo console continuará plenamente acessível pelo seu PC ou Mac. Até dois dispositivos poderão ser usados simultaneamente, permitindo até 32 GB de armazenamento externo.

Mais uma ressalva: o dispositivo não é automaticamente configurado para funcionar com o Xbox 360. O usuário precisará (após conectar o drive) ir até as configurações do sistema e, na área de memória, solicitar que o dispositivo seja configurado.

Qualquer flash drive de mais de 1 GB poderá ser utilizado. Apesar disso, a Microsoft estará, em parceria com a SanDisk, lançando flash drives que já virão pré-configurados para o console, bastando plugar e usar.

Kevin Butler, executivo responsável pelas vendas do console Playstation 3 nos EUA é a estrela de um novo comercial engraçadinho que apresenta o Playstation Move, que tem lançamento previsto para o final do ano. Além de mostrar mais detalhes do sofisticado sistema de reconhecimento de movimentos do console em ação, Butler não perde a chance de dar um tapa com luvas de pelica na Nintendo ao dizer que seu controle é capaz de reconhecer movimentos em três dimensões e chuta o balde ao falar do Projeto Natal, da Microsoft:

“O Move tem o que chamamos, no futuro, de botões. Eles são muito importantes para os milhões de pessoas de gostam de jogos de tiro ou qualquer coisa que não envolva segurar uma grande bola vermelha. Sério, quem quer fingir que sua mão é uma arma? Estamos na terceira série, por um acaso?”.

Ouch.

Assista todo o vídeo, que por hora está disponível apenas em inglês:

Dispositivos de armazenamento USB no Xbox 360 (Joystiq)

O site especializado em games Joystiq afirma ter obtido documentação confirmada por duas fontes independentes que revela que suporte a dispositivos de armazenamento via USB será em breve uma realidade no Xbox 360. O documento — que seria assinado por um Engenheiro Sênior de Desenvolvimento de Software da Microsoft — diz que, devido a um aumento na penetração de dispositivos de armazenamento USB de alta capacidade, uma atualização do sistema do Xbox 360 em 2010 permitirá que os usuários salvem e carreguem dados de jogo em um dispositivo USB. A atualização é esperada para o primavera americana de 2010 (outono aqui no Brasil).

Os gamers poderão, além dos saves, baixar jogos da Xbox Live, assim como DLC (Downloadable Content, “conteúdo baixável”). Eles poderão também armazenar no dispositivo USB jogos jogos completos provenientes de disco (ainda assim, o disco terá que ser colocado no drive para autenticação).

A principal restrição será a seguinte: cada dispositivo USB, independente de sua capacidade total, só terá 16 GB aproveitados pelo Xbox 360 para armazenamento, e um máximo de dois dispositivos serão autorizados por console, totalizando um máximo de 32 GB que podem ser utilizados dessa maneira. Mas para quem estava restrito às (bem mais caras) Memory Units de 512 MB da Microsoft, essa novidade pode ser ótima. [Joystiq]

Com algum atraso em relação a seus concorrentes, a japonesa Sony anunciou o lançamento de um controle sensível ao movimento para seu console PlayStation 3. Atendendo pelo nome de PlayStation Move, a novidade deverá chegar às prateleiras até o final do ano e deverá a ser a resposta da companhia ao Nintendo Wii e ao tão falado Projeto Natal que a Microsoft se prepara para disponibilizar ao Xbox 360.

Como já se tornou tradição em algum produtos Sony de uns tempos para cá, o novo aparelho não tem a simplicidade como de uma de suas características mais marcantes. Longe se ser apenas mais um controle, a “Plataforma Move” reúne as principais características de seus rivais e é composta por joystick equipado diversos sensores de movimento (incluindo uma bússola eletrônica), um sub-controlador e pela Playstation Eye Camera, responsável por captar, “com absoluta precisão”, o posição e ângulo do player em um espaço 3D e assim garantir “que as pessoas tenham a sensação de estar dentro do jogo”.

A Sony garante que tamanha sofisticação torna o conjunto capaz de registrar de maneira precisa qualquer tipo de movimento, “seja o golpe de uma raquete de tenis ou de pincel desenhando numa tela”. Além disso, o sistema também é capaz de reconhecer vozes, faces e conta com os clássicos botões analógicos que já existem hoje em dia em seu console.

Como era de de esperar, ainda não existem imagens do Move Motion nem não foi dada qualquer previsão de preço. [Sony]

Foi há mais ou menos dois anos que a expressão “next gen” perdeu um pouco a força e nos acostumamos a ver PS3, Xbox 360 e Wii como consoles atuais. Entretanto, como no contexto brasileiro esse tipo de novidade demora um pouco a se tornar o padrão estabelecido, não é raro ver por fóruns afora quem ainda se refira a estes consoles como “next gen”. É quando paramos pra pensar que já faz cinco anos que a geração atual iniciou, que notamos o anacronismo de chama-la de “nova”.

Especialmente quando você leva em consideração o fato de que até então, cinco ou seis anos era o ciclo de vida de um console.

A geração de hoje começou com o Xbox 360, em 2005. Os primeiros jogos no hardware novo são sempre os que cutucavam mais a nossa curiosidade – e, paradoxalmente, são os mais decepcionantes. Obviamente, como as gamehouses ainda não haviam aprendido a explorar os kits de desenvolvimento e os limites do console – e como é costumeiro aproveitar jogos já em andamento pra plataformas antigas e adapta-los pro novo console – os primeiros jogos dessa geração atual são quase indistinguíveis de jogos pros consoles já idosos.

Demorou mais de um ano pra que títulos desenvolvidos especificamente pras plataformas atuais começassem a aparecer. O lançamento de franquias divisoras de águas, como o Gears of War no Xbox 360, foi justamente quando decidi gastar o dinheiro num console novo. Antes disso, adentrar a next gen era mais um capricho de nerd viciado do que um investimento realmente aproveitável.

Infelizmente, o Xbox 360 começou com o pé esquerdo e consolidou a imagem de produtos da Microsoft como problemáticos – no auge do fenômeno das Três Luzes Vermelhas, um número absurdo de 30% de Xbox 360 foram dado como defeituosos. Este que vos escreve sofreu com as luzes vermelhas duas vezes; não fosse pela extensão de garantia do console, eu teria desistido dele na primeira falha.

Já o PS3, que chegou em 2006, demorou quase 3 anos pra emplacar seus jogos exclusivos. A Sony amargou a lanterna da geração atual por muito tempo, o que foi uma mudança drástica dos tempos de sucesso absoluto com o PlayStation 2. Uma boa parte disso foi a decisão de incluir drives bluray nos PS3, o que resultou no PS3 ser o console mais caro dos três disponíveis no mercado. Isso, e a falta de jogos exclusivos de qualidade, atrasou um pouco a adesão do público. Felizmente, após alguns títulos imperdíveis e reduções de preço, o ano do PS3 finalmente chegou.

E o Wii foi a exceção da regra. Com gráficos similares ao do Gamecube e preço bem abaixo da média estabelecida pelos competidores, ele não tinha “jeito” de next gen. Os nerds reclamaram aos prantos, revogaram o fanatismo outrora vitalício e profetizaram a falência da Nintendo; e nem o nome do console (“Wii” soa como um eufemismo infantil pro ato de urinar) salvou-se de críticas. Inesperadamente, o console da Nintendo acabou liderando essa geração em vendas. O sucesso do Wii acabou virando um bom exemplo de falta de visão dos gamers em geral.

A geração atual trouxe diversão interativa com gráficos em alta definição, empurrou a disseminação de televisões compatíveis e, embora não ter apostado 100% nele, ajudou a consolidar o mercado de distribuição digital. O que a next gen traria de novo à cena?

A geração atual parece ter adquirido momento nos últimos semestres e não dá impressão de estar pronta pra passar o bastão aos sucessores. Os analistas diziam desde o começo que esta geração teria um ciclo de vida maior que as anteriores, e eles parecem certos.

Apesar disso, já tivemos algumas notícias sugestivas. Primeiro, o Steve Balmer se atrapalha e sugere que o Project Natal seria um console sucessor ao Xbox 360, ao invés de um simples add-on. Depois, vem o rumor de que um suposto “Wii HD” estaria sendo preparado já pra 2011 – o que me parece um tanto apressado, mas a Nintendo passou essa geração inteira sem um console em alta definição, então a pressa é compreessível. E alguns especialistas acreditam que o futuro PS4 seria lançado antes dos competidores – e convenhamos que a opinião de John Carmack, sendo um semideus no mundo dos videogames, não é do tipo que a gente pode desconsiderar.

2011 ou no máximo, 2012, parecem ser os anos para a chegada do primeiro console next gen. Como gráficos fotorealistas e distribuição digital já são uma realidade, é difícil imaginar que rumo a próxima geração tomará. O épico Avatar deixou analistas em polvorosa prevendo que entretenimento 3D poderá ser a grande vedete dos próximos anos. Seria essa a direção da nova geração?

É um pássaro? É um avião? Não, é o superjabá da Microsoft em Smallville! Personagens do seriado foram mostradas no episódio exibido ontem à noite na TV americana jogando o que claramente é um jogo utilizando a tecnologia do Projeto Natal, embora a única referência nominal feita tenha sido ao Xbox.

Não é a primeira vez que a Microsoft faz uma ação de product placement em Smallville (“colocação de produto”, que aqui no Brasil é conhecido como merchandising). No episódio anterior mesmo pudemos ver o Windows 7 em ação, assim como um laptop com um logo do Windows em destaque na parte de trás da tela. Mas esse caso do Projeto Natal talvez tenha sido um dos primeiros registro de colocação de produto de algo que ainda nem tenha sido lançado.

O vídeo mostra Chloe — a geek-mestre da série — balançando seus braços e pernas em um jogo de rebater bolas jogadas na direção do seu alter-ego virtual na tela da TV, e mostra dois jogadores jogando simultaneamente.

Além disso, o texto das personagens sugere que o Projeto Natal será ideal para as pessoas que não estão acostumadas a jogar vídeo-game (provavelmente algo que a Microsoft aprendeu com a Nintendo). Chloe (depois de reclamar ao rapaz que jogava o game que ela “não achou que era isso que ele queria dizer quando a convidou para subir ao apartamento”) diz que nunca encosta no Xbox de Lois Lane, mas logo depois é convencida que o jogo pode ser muito divertido e cede ao convite.

Veja abaixo algumas capturas de tela do Projeto Natal no mais recente episódio de Smallville:

A internet tem um nome para o fenômeno que se tornou a franquia Sonic nos últimos dez anos. A consciência coletiva chama isso de “o ciclo Sonic”:

  • Primeiro, um novo jogo do Sonic é anunciado. As telas parecem promissoras, e não há nenhum elemento desnecessário nelas (no caso, os amiguinhos do Sonic que a Sega tentou enfiar pelas nossas goelas repetidamente). As expectativas pro retorno do personagem são altas.
  • Em seguida, ao passo que novas telas do jogo são exibidas, nós percebemos que na verdade este novo jogo contém os mesmos companheiros insossos do porco-espinho e, pior, MAIS amiguinhos novos. O gameplay continua sendo tridimensional, algo que já provou várias vezes que não funciona pra um personagem como o Sonic. A esperança começa a evaporar.
  • O jogo finalmente é lançado e recebe crítica abismal. Os antigos fãs da série, desiludidos, correm aos seus fóruns favoritos pra proclamar que jamais cairão na armadilha da Sega novamente, e que o Sonic está morto pra eles.

Este ciclo esteve se repetindo ad nauseum desde Sonic Adventures 2, para o saudoso Dreamcast, provavelmente o último jogo tragável do Sonic para consoles. Os portáteis receberam excelentes Sonics 2D, como a série Sonic Advance, mas os consoles “de verdade” há muito tempo não viam um título decente com o personagem.

Até que a Sega anuncia o misterioso “Project Needlemouse”. Os fãs com mais histórico não se surpreenderam quando a Sega revelou que o tal projeto era codinome para Sonic 4, já que Mister Needlemouse era o nome do Sonic durante o desenvolvimento do primeiro jogo.

E saiu este breve trailer, que mostra menos de dois segundos de gameplay do vindouro Sonic 4, mas que tem visual épico o bastante para empolgar. Ele será episódico (ou seja, serão lançados mais de um jogo com a alcunha “Sonic 4″), e estará disponível para download no PS3, Xbox 360, Wii e uma quarta plataforma secreta. De acordo com o histórico de apoio da Sega pelo iPhone e iPod Touch, muitos aguardam que Sonic 4 seja lançado também na AppStore.

O que ninguém entende, na verdade, é por que a Sega faria segredo sobre lançamento para as plataformas móveis da Apple. Afinal, o indício que dá força à teoria também serve pra desmistificá-la: se lançar jogos na AppStore não é novidade para a Sega, por que fazer tanto mistério sobre Sonic 4 no iPhone? Há até quem acredite que a Sega está preparando um retorno ao mercado dos consoles, por mais improvável que esta ideia pareça.

As esperanças dos fãs (mesmo aqueles que juraram jamais cair na armadilha novamente, como este que vos escreve) foram renovadas, mas há ainda os que não se convenceram. Alguns apontaram que as cenas do Sonic correndo naquele curto trailer parecem estranhas, artificiais.

Já outros disseram que lançar o jogo como download e não como versão “retail” convencional demonstra falta de compromisso e de fé no personagem. A Sega estaria fazendo este Sonic 4 com trocados, nas coxas, apenas para não deixar a propriedade intelectual empoeirada. Algo feito dessa forma não pode ser bom, dizem.

Eu estou cuidadosamente otimista. Apesar de ter sido vítima do ciclo Sonic no passado, e de ter jurado jamais me empolgar novamente com outro título do personagem, a Sega parece ter finalmente entendido que nós fãs não queremos ver Sonic empunhando espadas, salvando princesas ou explorando um universo 3D. Queremos o porco espinho mais rápido do mundo girando em espirais, coletando argolas e Esmeraldas do Caos.

Mas se a Sega me enganar de novo, aí sim, dessa vez eu juro que não caio mais no ciclo Sonic. Eu juro!

Usuários do Xbox original serão deixados de fora do Xbox Live

Microsoft anunciou que planeja banir do serviço Xbox Live todos os Xbox (o modelo original, lançado há oito anos).

“Para atingir nossa aspirações [de explorar todo o potencial do Xbox 360], nós precisamos fazer mudanças no serviço Xbox Live que são incompatíveis com nossos jogos do Xbox v1 original,” disse Marc Whitten, gerente geral do Xbox Live. “Não foi uma decisão fácil, mas após cuidadosa análise ficou claro que trará o maior benefício à comunidade do Xbox Live”.

A partir de 15 de abril os Xbox original não mais entrarão no serviço. E ponto. Até os games do Xbox original que rodam no 360 serão igualmente excluídos.

A Microsoft afirma que entrará em contato com todos os usuários afetados para “mais detalhes e oportunidades”. (Será que “oportunidades” significa algo como um grande desconto para adquirir um Xbox 360 ou isso seria sonhar alto demais?)