Publicado dia 20/03/10 às 01h50 por Juarez Lencioni Maccarini
De acordo com pesquisa realizada pela empresa especializada Canalys, o mercado norte-americano de smartphones continuará forte em 2010, com a RIM (Blackberries) e a Apple (iPhone) liderando. Porém, o maior destaque da pesquisa é a plataforma Android, do Google, com um aumento de mercado previsto em 169% para o ano.

Estimativa de market share para o mercado norte-americano de smartphones em 2010 (Canalys)
O mercado está previsto para crescer 38% este ano, que é um crescimento maior que o de 27% entre 2008 e 2009. Estima-se que perderão market share a RIM (cai de 49,2% em 2009 para 43,0% em 2010), a Apple (de 23,1% para 21,3%) e a Microsoft (de 10,1% para 7,2%). Quem aumentaria sua fatia de mercado neste ano seria a Palm (indo de 3,1% para 4,7%) e o fenômeno Android, que quase dobraria seu market share atual de 9,7% para 18,9% ao fim de 2010.
Publicado dia 19/03/10 às 14h12 por João Brunelli Moreno
Informações do jornal China Business News dão conta de que a queda de braço entre o Google e o governo chinês deverá ter um final melancólico nas próximas semanas.
A publicação afirma que as negociações entre a gigante da web e o governo local contra a censura na rede não tiveram qualquer resultado e que o Google deverá seguir com a ameaça feita em janeiro, encerrando suas atividades no país no próximo dia 10 de abril. Os funcionários da companhia, inclusive, já teriam sido comunicados a respeito da decisão e recebido propostas para continuar trabalhando para a empresa em suas unidades nos EUA ou Asia-Pacífico.
A tensão entre a empresa norte-americana e a China começaram em janeiro, quando um suposto grupo hacker à serviço do governo se aproveitou de uma falha no navegador Internet Explorer 6 para invadir as contas de e-mail de dois ativistas dos direitos humanos do país.
Leia mais:
Peter Lui, presidente financeiro do Google na China, afirmou ao Mashable que a decisão de seus chefes americanos pode ser “catastrófica” no futuro: “Se um anúncio for feito, o Google jamais conseguirá voltar para o país”, disse.
Publicado dia 19/03/10 às 00h31 por João Brunelli Moreno

Roewe 350: Android em movimento
A fabricante chinesa de automóveis Roewe (quem?) anunciou o início da produção do sedã médio 350, primeiro carro do mundo a chegar com o sistema operacional Android instalado.
O programa do Google, em sua versão 2.1, faz sua estreia no mundo das quatro rodas de carona no sofisticado sistema de localização e entretenimento do modelo. Além das funções convencionais de informar a localização do veículo e reproduzir CDs, DVDs, MP3 e rádios, o equipamento é capaz de se conectar à web via 3G e baixar atualizações automáticas com novos mapas e informações a respeito do trânsito.
Outra opção pra lá de ridícula inovadora é a possibilidade do motorista usar o equipamento para conversar com seus amigos em tempo real por um mensageiro instantâneo, o que certamente será uma excelente oportunidade para testar seu airbag e outros recursos de segurança.
O Roewe 350 1.5 de 105 CV e inicialmente deverá ser vendido apenas na China, por preços que variam de R$ 18 mil a R$ 33 mil. Será que ele chega no Brasil? [China Car Times]
Publicado dia 18/03/10 às 18h39 por Rafael Silva
Como parte do processo iniciado pela Viacom contra o YouTube em 2007 por infração de direitos autorais, centenas de documentos que antes eram confidenciais foram disponibilizados para o acesso geral do público hoje. E as informações que eles contém são um bom exemplo de como roupa suja lavada em público é mais divertido de assistir, por assim dizer.
Um dos documentos constam as mensagens trocadas entre executivos de ambas as empresas e entre seus empregados. Numa delas, de acordo com a Viacom, um dos fundadores do YouTube pede que seu colega pare de fazer upload vídeos com direitos autorais protegidos, pois “será difícil convencer um juiz de que o YouTube não tolera vídeos protegidos quando um dos co-fundadores é quem os está enviando para o site”.
Em outro documento revelado estão evidências de que a gigante de mídia americana tentou comprar o YouTube pouco mais de um ano antes de iniciar o processo e até chegou a sugerir que ele fosse comprado em conjunto com o Google. A já a gigante de Mountain View acusa a Viacom de contratar 18 pessoas para usar computadores de lan houses com o objetivo criar contas com emails falsos e enviar os próprios vídeos para o site, alguns deles claramente modificados para simular a edição de outros clipes já publicados.
O caso será julgado ainda esse ano numa corte de Nova York, nos EUA. Os documentos da Viacom estão disponíveis nesse link e os do Google estão nesse link, ambos em inglês e juridiquês e completos com várias intrigas e especulações. [CNET]
Publicado dia 18/03/10 às 08h55 por Rafael Silva
Televisão. Prepare-se para riscar esse item da lista “Áreas nas quais o Google ainda não está interessado em dominar”. Ao menos é o que diz o New York Times, que cita fontes confiáveis ao afirmar que a que a gigante de busca estaria trabalhando em conjunto com as fabricantes Sony, Intel e Logitech para criar uma set-top box para TVs.
Segundo o jornal, a set-top box seria uma plataforma de streaming de vídeo da web baseada no sistema operacional Android e se chamaria Google TV. O rumor seria reforçado pelo fato de tanto a Sony como a Intel e Logitech listarem vagas para engenheiros e desenvolvedores especificamente com conhecimento do sistema Android.
As fontes anônimas também afirmam que o protótipo do dispositivo já estaria tão avançado que o Google começou testes no começo do mês em parceria com a Dish Network, empresa americana de venda de TV por assinatura. Elas também afirmam que dentro dos próximos dois meses o Google deverá liberar um kit de desenvolvimento com as ferramentas necessárias para customização do Google TV.
Como já era esperado, nenhuma das assessorias de imprensa quis comentar os rumores. [NYTimes]
Publicado dia 17/03/10 às 17h01 por Thássius Veloso

Migre djá!
A Microsoft continua sendo líder no segmento corporativo com produtos como o Exchange, que alia tecnologias de software e hardware para oferecer um sistema integrado de troca de dados entre os funcionários de uma empresa. Mas isso pode estar para mudar. O Google, com seu apetite feroz por mais usuários, lançou uma ferramenta que permite importar todos os dados presentes em uma conta do Microsoft Exchange.
Funciona da seguinte maneira: depois de baixar o programa, o usuário fica apto a importar do Exchange para o Google Apps – a reunião de serviços voltados para empresas do Google – informações sobre contatos, mensagens de e-mail já recebidas e calendários. O aplicativo funciona tanto com o Microsoft Exchange 2003 quanto com o Microsoft Exchange 2007.
Infelizmente, no entanto, não é qualquer um que pode usar o programa. Embora o software seja gratuito e sem restrições, somente usuários do Google Apps Premier ou versão educacional do serviço poderão fazer a importação. Portanto, se a sua empresa utiliza o Google apps gratuito, será preciso migrar para a versão paga a fim de ter a troca de Exchange para Apps (ao custo de US$ 50 anuais por usuário).
O passo do Google interessante, principalmente porque em 2010 a Microsoft vai lançar a nova versão do Outlook e também do Exchange, programas que melhor tiram proveito das tecnologias corporativas da empresa. Talvez o Google não esteja mais respeitando o lema Don’t be evil.
[via DownloadSquad]
Publicado dia 17/03/10 às 16h34 por João Brunelli Moreno
Falando em smartphones, um porta-voz do Google confirmou ao site MobileCrunch que a loja online Android Market acabou de atingir a marca de 30 mil apps, contra as apenas 16 mil registradas em dezembro. O crescimento de pouco menos de 100% em três meses é similar ao registrado pela famosa iTunes App Store em seus primeiros dias. Atualmente, a loja da Apple conta com cerca de 140 mil programas.
Dados da empresa de desenvolvimento AndroidLib mostram que 61% das apps disponíveis para os celulares do Google podem ser adquiridas de graça pelos usuários, mas não está claro quantos desses programas podem rodar sem problema nas versões 1.5, 1.6 e 2.1 do sistema operacional, que está disponível em “diversos sabores” para diversos fabricantes.
A Android Market foi lançada no final de 2008 junto do HTC G1, primeiro smartphone a rodar o sistema do robozinho, mas só foi se popularizar conforme mais aparelhos com o programa foram chegando ao mercado.
Publicado dia 16/03/10 às 18h41 por Juarez Lencioni Maccarini
A imagem de uma criança nua capturada pelo Google Street View na Inglaterra obrigou a empresa a se desculpar, após severas críticas.
A imagem mostrava um menino que supõe-se ter por volta de cinco anos de idade com as calças abaixadas, aparentemente saindo de um banheiro em Wimbledon Common, no sudoeste de Londres. Uma mulher ajudava o garoto a se vestir enquanto um homem tomava conta.
O Google teria por padrão borrar a face de todas as pessoas capturadas pelo Street View, assim como as placas de todos os veículos. Mas não foi isso que aconteceu, pois apesar da face do menino estar devidamente borrada, a placa do carro da família não estava, ameaçando assim a privacidade da criança e seus familiares.
O Google removeu as imagens logo que foi alertado do ocorrido, e um porta-voz fez o seguinte comunicado:
“Nós pedimos desculpas por qualquer preocupação não-intencional que isso possa ter causado. Qualquer um que tenha preocupações sobre a privacidade e queira remover alguma imagem pode fazer [a remoção] rápida e facilmente.”
[Daily Mail]
Publicado dia 16/03/10 às 12h50 por Juarez Lencioni Maccarini

Nexus One: ainda longe de chegar ao seu primeiro milhão
O Nexus One, smartphone do Google, é o mais recente portador de um título que vem passando de mão em mão desde o lançamento do iPhone: ele é hoje considerado o mais forte candidato a ser o iPhone-killer. No entanto, assim como os outros portadores do título, o Nexus One também não está conseguindo fazer jus ao rótulo. No período em que o primeiro iPhone vendeu seus primeiro milhão de unidades, o celular do Google chega a apenas cerca de 135 mil unidades.
Em 2007, o primeiro iPhone — aquele que não tinha nem App Store, nem copiar/colar — levou 74 dias para chegar à simbólica marca de um milhão de unidades vendidas. Na próxima sexta-feira, 19 de março, o Nexus One chegará também no seu 74º dia no mercado, mas segundo estimativas da Flurry, empresa que mensura o uso de smartphones, o Nexus One terá chegado a apenas cerca de um oitavo da marca milionária.
Boa parte do sucesso menor do que o esperado tem sido atribuído ao modelo de venda do Nexus One. O aparelho é vendido apenas pelo site www.google.com/phone, não sendo vendido em lojas físicas, nem de eletrônicos e nem de operadoras de telefonia celular. De fato, um aparelho de nível similar rodando o mesmo sistema Android, o Motorola Droid (conhecido em todo o mundo não-americano como Milestone), que é vendido do modo tradicional, chegou ao seu 74º dia no mercado com vendas na faixa de um milhão de unidades, a marca mágica que o Nexus One não conseguiu atingir. [Business Week]
Publicado dia 16/03/10 às 07h56 por Rafael Silva
Em dezembro do ano passado, o Google pediu o registro da marca Nexus One no escritório de marcas e patentes dos EUA. Na terça-feira da semana passada a empresa recebeu o resultado: o pedido foi negado.

Segundo o escritório, a marca “Nexus One” é muito similar à outra á registrada pela empresa americana Integra Telecom em 2005 e que poderia gerar confusão, principalmente pelo fato da empresa também atuar no mercado de telefonia. A marca nesse caso é apenas “Nexus”.
Na carta dizendo que o registro não pode ser feito, o escritório ainda informa ao Google que é possível responder à negação do registro com evidências e argumentos que provem que não haverá confusão entre as duas marcas registradas. Para evitar que o pedido seja abandonado, a resposta deve ser enviada em até 6 meses.
Ou eles poderiam usar a minha sugestão: tirar uns trocados do bolso e comprar a Integra junto com a marca. Simples e fácil. [Obrigado ao SteveBob pela dica]