Dois alemães resolveram tirar seus antigos notebooks Apple Powerbooks, linha anterior à atual Macbook Pro e produzida pela empresa da maçã entre 1992 e 2006, da mais do que merecida aposentadoria para transformá-los em pranchas de snowboard.

Confira no vídeo, que não é recomendável para pessoas sensíveis nem fanáticas demais pelos produtos da Apple:

O Huffington Post reporta que um grupo de desocupados alemães chamado Free Art & Technology (F.A.T.) sabe-se lá como conseguiu prender um aparelho de GPS em um carro do Google Street View que circulava por Berlin e começou o perseguir pelas ruas da cidade realizando manifestações que basicamente envolviam palavrões, fotografias e calças abaixadas para o serviço de mapas.

Em seu site, o grupo pede a outros ociosos que “ajudem a encontrar e a alertar seus amigos e parentes contra os malefícios dos carros do Google e sua equipe”. Ironicamente eles usam o Google Maps para monitorar o veículo.

Uma das manifestações foi capturada em vídeo e pode ser vista abaixo. Apesar de não have nada demais nele, recomenda-se cuidado ao assisti-lo em ambiente de trabalho:

Alemanha: Firefox em 1º lugar

Alemanha: Firefox em 1º lugar

Pela primeira vez desde 1998, quando tomou a liderança do mercado local das garras do Netscape, o Internet Explorer não é o mais usado na Alemanha. Dados divulgados pelo jornal Der Spiegel relativos até ao segundo trimestre de 2009 mostram que o Mozilla Firefox tem a preferência de 45,6% dos alemães, enquanto o navegador da Microsoft conta com “apenas” 44,4%, seu pior índice em 11 anos.

Ironicamente, as maiores taxas de uso do IE, superiores a 90%, foram registradas no começo de 2003, mesma época em que a primeira versão do browser da Mozilla fez seu debute na rede.

Desde então o programa da raposa vem aumentando seus índices continuadamente, enquanto seu rival vem amargando uma grande seqüência de resultados negativos, apesar de já ter ganho duas novas versões (com uma terceira pronta para sair do forno) desde então.

Já nos números globais, a coisa fica menos surpreendente. Apesar de há anos ganhar mercado sobre seu rival, o Firefox é o preferido de cerca de 20% dos navegantes de todo mundo, enquanto as mútiplas versões do Internet Explorer (6, 7 e 8 ) que existem por aí ainda são usadas por 65% dos internautas.

Por favor, não escrevam os nomes de

Por favor, não escrevam os nomes de Wolfgang Werle e Manfred Lauber.

Em 1990 o ator alemão Walter Sedlmayr foi encontrado morto em seu apartamento em Munique. De acordo com a polícia local ele foi amarrado, esfaqueado no abdôme e espancado na cabeça com um martelo por Wolfgang Werle e Manfred Lauber, seus ex-sócios que, depois de passarem por uma longa estada na prisão, foram soltos em liberdade condicional em 2007 e 2008, respectivamente.

Como uma lei alemã da década de 70 prevê que os nomes de condenados pela justiça sejam protegidos depois que seu débito com a sociedade tenha sido pago, os nomes dos dois assassinos foram removidos do verbete da Wikipedia germânica a respeito do assunto. Fim da história?

Não, claro.

O caso, que tinha de tudo para ser esquecido voltou à tona depois que a dupla resolveu novamente juntar suas forças e processar a organização que controla a Wikipedia em todo mundo para que seus nomes sejam removidos dos artigos a respeito do acontecido em todos seus idiomas.

Em sua defesa, Alexander H. Stopp (que nome conveniente),  advogado de Werle e Lauber, chega a citar George Orwell, o autor do livro 1984, afirmando que “quem controla o passado também controla o futuro” e por isso pede que os nomes de seus clientes sejam retirados do site sob pena do site colaborativo ter que pagar uma multa diária equivalente a R$ 13 mil.

Já os advogados da enciclopédia livre são mais pragmáticos e lembram ao jornal New York Times que o texto do tópico “é protegido pela primeira emenda”, que entre outras coisas proíbe limites à liberdade de expressão.

Um dos questionamentos levantados pela Wikipedia é que o resultado de uma corte alemã não tem qualquer relevância para a organização, que “não opera ou tem bens no país”, desculpa muito parecida com a usada pelo Google na época que o Orkut provocava seus primeiros imblógios judiciais.

Agora só resta saber o que Stopp vai fazer quanto à publicidade negativa que seus clientes tiveram com essa história toda.

Apresentação da IBM

Apresentação da IBM

Em uma apresentação feita em uma conferência na Alemanha, Bruno Michael, do escritório de pesquisas da IBM alemã apresentou um projeto da empresa para a construção de um datacenter que pelo menos em tese não deverá ser responsável por emitir nenhum grama de CO2 na atmosfera.

Em sua apresentação (.pdf), Michael afirma aponta que grande parte do consumo de energia elétrica de uma central de dados é gasto não no processamento de informações, mas sim no resfriamento de todo equipamento, que sempre opera em plena capacidade e é capaz de atingir a altíssimas temperaturas. A solução para o caso seria desenvolver novos processadores termicamente mais eficientes e construir novos sistemas de refrigeração líquida que possam transferir o calor dos equipamentos para outro lugar.

A mágica da emissão zero acontece quando se lembra que muitas vezes os datacenters são instalados em áreas urbanas, o que abre a possibilidade de usar esse “calor tecnológico” no aquecimento da vizinhança. Assim a economia de eletricidade ou combustível que o sistema proporciona compensa a emissão de CO2 gerada na produção da eletricidade usada por seus computadores, e no final todo mundo é amigo da natureza.

O primeiro datacenter com a tecnologia será construído em Zurique, na Suíça, e ainda não tem data pra entrar em funcionamento. [The Register]

Logo-Microsoft-Security-EssentialsLembra-se do anti-vírus gratuito que a Microsoft lançou há dois dias? A empresa de segurança alemã AV-Test decidiu fazer um teste com o novo aplicativo, submetendo-o a meio milhão de malwares. O resultado: “muito bom”.

O Microsoft Security Essentials foi testado em Windows XP SP3, Windows Vista SP2 e no Windows 7 RTM. No primeiro teste, a AV-Test expôs o MSE a mais de 3.700 vírus, trojans e worms. Ao fim do teste, o anti-vírus conseguiu detectar e bloquear todos os códigos maliciosos.

Um segundo teste foi feito, dessa vez com 545 mil amostras de malwares. Não, dessa vez o Microsoft Security Essentials não detectou todas as ameaças: conseguiu capturar 536 mil amostras, o que um dos gerentes da AV-Test considerou como “muito bom”. O saldo final foi de 98,4% de acerto.

Em se tratando de adwares e spywares, a taxa de acertos caiu um pouco. Ficou em 90,9%, conseguindo capturar 12.935 malwares dos 14.222 presentes na amostra que a AV-Test utilizou.

Andreas Marx, gerente da empresa de testes, afirmou à PCWorld que o Microsoft Security Essentials não foi capaz de detectar malwares apenas pelo comportamento que os programas têm no sistema operacional. Em todos os casos, o anti-vírus da MS só conseguiu capturar malware que já estava presente no banco de dados do aplicativo. [PCWorld]

A Microsoft vai oferecer a edição Family Pack do Windows 7 em oito países da Europa. Com isso,  o Family Pack não ficará restrito a apenas dois países (a saber: Estados Unidos e Canadá). Também foi confirmado definitivamente pela empresa que o Windows E, edição do sistema operacional sem o Internet Explorer 8, não será disponibilizado para os europeus.

Windows 7 Family Pack: 3 licenças do Home Premium.

Windows 7 Family Pack: 3 licenças do Home Premium.

Brandon LeBlanc, integrante da equipe de desenvolvimento do Windows 7, disse em post no blog do sistema operacional que consumidores de Alemanha, Áustria, França, Países Baixos, Irlanda, Reino Unido, Suécia e Suíça poderão optar pela compra do Windows 7 Family Pack, que nos Estados Unidos custa US$ 149, com direito a três licenças do Windows 7 Home Premium, mas restrito a quem optar pelo upgrade de Windows Vista para Windows 7.

Segundo LeBlanc, o Windows 7 terá uma versão sem Windows Media Player no continente europeu, chamada de Windows 7 N. Embora a edição N do Windows Vista seja um fracasso (ninguém quer comprar um sistema operacional sem media player quando existe uma edição com o aplicativo pelo mesmo preço), a empresa insiste em lançar o sistema operacional na Europa sem o WMP para evitar acusações de truste ou monopólio da Comissão Europeia.

A pré-venda do Windows 7 nesses países será feita pelas lojas online locais da Microsoft e também por parceiros no varejo, com data prevista para início em 1º de setembro. Quase dois meses depois, em 22 de outubro o grande público poderá comprar o Windows 7.

Enquanto isso, ainda não temos nenhuma informação sobre preços e disponibilidade do Windows 7 no Brasil.

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A área de netbooks do mercado de tecnologia ficou mais diversa hoje (24) quando a Nokia, conhecida fabricante finlandesa de celulares, anunciou o Booklet 3G. A empresa não categorizou o computador móvel na área de netbooks, entretanto. Segundo o post no Nokia Conversations, trata-se de um “mini-laptop”. Mas como já vimos no passado com a Sony, eles perceberão o erro algum dia no futuro e vão passar a chamá-lo de netbook mesmo.

O Booklet 3G virá com uma tela de 10,1 polegadas com capacidade para exibir vídeos em alta definição, usa um processador Atom, slot para cartões SIM e outro para cartões SD, um chip A-GPS integrado, webcam, saída HDMI, duas portas USB, bateria com duração de 12 horas (!), Bluetooth e Wi-Fi nos padrões 802.11b, g e n. O netbook tem apenas 2 cm de espessura e pesa 1,23 kg. O sistema operacional usado nele será Windows, mas não está certo qual versão, embora o vídeo liberado pela Nokia sugere que será o Windows 7.

Mais detalhes sobre o netbook, como preço e data de lançamento, serão anunciados durante o Nokia World 2009, evento da empresa agendado para acontecer no dia 2 de setembro na cidade de Stuttgart, Alemanha. [Engadget]

A favor do Counter-Strike.

A favor do Counter-Strike.

“O parlamento alemão deveria ser contra a decisão da conferência interministerial de 5 de junho de 2009, que é de proibir a produção e distribuição de jogos violentos”. Assim começa uma petição online (em alemão) que pede que os parlamentares alemães se posicionem contra o plano do governo de proibir jogos violentos, como “Counter-Strike”.

Mais de 67 mil assinaturas podem ser contadas na petição. O detalhe é que ela está disponível no site do Bundestag, o parlamento alemão. É um documento oficial, que após chegar às 50 mil assinaturas, força o governo alemão a rever a decisão.

Uma reunião com 16 ministros pediu, no mês passado, que o parlamento proibisse a produção e distribuição de jogos violentos. Em pouco mais de um mês, parte dos internautas do país conseguiram se mobilizar para atingir o mínimo de assinaturas necessário para que a decisão fosse revista.

Dentre as reinvindicações apoiadas pela petição estão o reforço nas leis já existentes para que crianças e jovens só possam comprar games autorizados para sua faixa etária e a promoção de indústria de jogos de videogame e computador na Alemanha, incluindo a formação de profissionais nessa carreira “promissora”.

Qualquer cidadão alemão pode criar uma petição nos fóruns do Bundestag. Uma vez que ela atinja 50 mil assinaturas em até seis semanas, deverá ser lida e discutida pelos parlamentares.

No Brasil, uma das petições que mais conseguiram juntar assinaturas é aquela que vai contra a Lei de Cibercrimes, um projeto de lei que pode criminalizar o uso de redes P2P, proibir a disseminação de redes Wi-Fi abertas, entre outras questões. A petição, que tem mais de 149 mil assinaturas, ainda está no ar.

[Guardian/Foto: StrangeInterlude]

ze-carioca-cibercrimesTendo o Brasil uma das maiores audiências de internet do planeta, sendo que também têm os usuários que passam mais tempo navegando na rede, já era de se esperar que tivéssemos parcela importante no volume de cibercrimes praticados mundial. No entanto, a situação é pior do que poderíamos imaginar.

Segundo a Symantec, conhecida empresa provedora de soluções de segurança, o país está entre os países que mais praticam cibercrimes. Um estudo foi desenvolvido pela companhia durante o ano passado, no qual eram examinadas atividades maliciosas originadas em diversos países.

O primeiro lugar fica com os Estados Unidos, que responde sozinho por 23% de toda a atividade maliciosa em 2008. O país é seguido de China (9% de atividade maliciosa), Alemanha (6%) e Inglaterra (5%).

Em quinto lugar, os brasileiros foram responsáveis por 4% de toda a atividade maliciosa no ano passado. Considerando as subcategorias do estudo, o país teria as seguintes posições em rankings distintos:

  • 1º no ranking de redes zumbis para disseminação de spam;
  • 5º no ranking de bots;
  • 9º no ranking de origens de ataques;
  • 16º no ranking de desenvolvimento de código malicioso;
  • 16º no ranking de sites hospedando phising (tentativa de obter dados sigilosos dos internautas).

Ao todo, vinte países figuram no mapa de cibercrimes da Symantec. [BusinessWeek]