O aparelho com mais hype do momento (também conhecido como iPad) tem design fino e sem emendas, o que não seria possível com uma bateria removível. Até aí é tudo igual aos seus irmãos de construção unibody na Apple, mas diferentemente de iPhones e Macbooks — que são levados para ter a bateria trocada numa assistência da Apple — no iPad, quando a bateria começa a dar problema, a Apple não troca só a bateria: ela te manda um novo.

Essa política consta no FAQ da bateria do iPad, que explica que o serviço não se aplica no caso de aparelhos danificados, ou que tenham sofrido modificações não autorizadas (será que ela quer dizer jailbreak?). O custo do serviço será de US$ 99 mais o frete, totalizando US$ 105,95 (menos de R$ 200). Isto, é claro, é válido apenas para os Estados Unidos, ao menos por hora.

A Apple avisa que todos os dados serão perdidos no processo de troca, então é essencial fazer o sincronismo com o iTunes antes de enviar o iPad, para assim ter um backup em dia e poder restaurar tudo quando o novo iPad chegar, cerca de uma semana depois do envio do aparelho de bateria comprometida à Apple.

Eu odeio esse coelho.

O exagerado apetite do Windows 7 por baterias de notebooks fez com que a Microsoft começasse a investigar o caso junto de sua equipe de desenvolvimento e parceiros fabricantes de hardware.

As reclamações mais recorrentes dão conta de que o sistema operacional diminui substancialmente a duração da carga de alguns modelos, além de, em alguns casos, também indicar que a bateria precisa ser substituída. De acordo com o Inquirer, ainda não está claro se o Windows de fato está fazendo a peça se degradar mais rapidamente ou apenas exibindo mensagens de maneira equivocada.

O problema foi reportado pela primeira vez no fórum técnico da empresa de Redmond, o Technet, a partir de sua versão RC1. Um de seus membros, um profissional certificado pela MS, Brian Elert, afirma que a duração da carga da bateria de seu computador caiu de 3 horas na versão Beta para 20 minutos no RTM.

O grande número de reclamações semelhantes recebida pela Microsoft fez com que a empresa resolvesse analisar o caso à fundo. Oficialmente a companhia apenas reconhece que o problema tem afetado alguns modelos, sem especificar qualquer fabricante.

Bom lembrar que em seus anúncios, a Microsoft afirma que o Windows 7 prolonga a capacidade das baterias.

Energia que alimenta... celulares

O lítio largamente utilizado como matéria-prima para a bateria de gadgets de toda espécie não é um material exatamente abundante da Terra. Atualmente suas maiores fontes estão localizadas no leito de lagos secos de sal na Bolívia e no Chile, e sua retirada é um processo complicado que envolve obrigatoriamente enormes quantidades de água.

De olho neste problema a designer Daizi Zheng desenvolveu uma bateria que ela afirma ser “mais durável e barata de produzir” que retira sua energia de – pasme – refrigerante qualquer outro líqüido adocicado.

A criação, que por hora é chamada apenas de biobateria, precisa apenas de açúcar, água e oxigênio para funcionar e a mágica da criação da eletricidade acontece quando as enzimas da bateria reagem com os carboidratos (açúcares) da mistura, e então produzem a tão desejada energia. De acordo com sua criadora, no futuro cada carga da novidade tem potencial de durar até três vezes mais do que as baterias atuais.

Como é de praxe nesses casos que as notícias boas vêm aos montes, a biobateria não tem qualquer previsão de data para chegar ao mercado.

lemmon_battery_labels_winXPAntes da notícia em si, permitam-me uma breve divagação sobre o motivo da importância do Windows 7 em netbooks. Aqueles que dispensarem essas considerações, sintam-se à vontade para pular os próximos dois parágrafos.

Um dos pontos vitais que exigia o lançamento do Windows 7 como um sistema mais leve (entenda-se, consumindo menos recursos) que o Vista era o crescente mercado de netbooks, os mini-notebooks de tela pequena e configurações humildes que tem por principal função serem super-portáteis para acessar a internet em qualquer lugar. Baratos e práticos, eles formam um dos segmentos que mais cresceu nos últimos tempos, mas viam-se resignados a utilizar o velhinho-que-ainda-dá-no-couro Windows XP ou o não-tão-amado-pelos-leigos-mas-cada-vez-mais-popular Linux.

Nenhuma das alternativas deixava os executivos da Microsoft felizes. Podem estar certos que, em alguma folha de flip-chart em Redmond, numa das primeiras reuniões para definir como seria o sucessor do Vista, leu-se em letras garrafais “MUST RUN ON NETBOOKS!” (“Precisa rodar em netbooks“, em bom português.)

E assim foi feito, e o Windows 7 fez sua primeira aparição pública no ano passado rodando em um netbook da Lenovo. Missão cumprida, mas hoje parece que nem tudo saiu tão bem assim. Segundo testes realizados pelo Laptop Mag, Liliputing e jkOnTheRun, o Windows 7 tem, em média 47 minutos de bateria a menos que seu antecessor do ano de 2001. Confira a tabela completa:

Netbook Win XP Win 7 Diferença
Toshiba mini NB205 9:24 8:51 33min
ASUS Eee PC 1008HA 5:40 4:43 57min
HP Mini 311 5:43 4:52 51min

Para o Toshiba e suas 9h de bateria a diferença pode não ser tão significativa, mas nos demais modelos uma hora a menos de bateria talvez seja um déficit que os proprietários não queiram aturar. Assim, mesmo com o Windows 7, talvez os netbooks garantam uma sobrevida maior que a esperada ao XP. Ou talvez seja só esperar pelo SP1.

Começa a ser vendido em novembro, no mercado norte-americano, o Nokia Booklet 3G, primeiro netbook da Nokia. Já detalhamos aqui algumas das características do aparelho.

Produzido a partir de uma placa de alumínio, com os notes da Apple.

Produzido a partir de uma placa de alumínio, como os notes da Apple.

O que a Nokia ainda não havia comentado era sobre a bateria do aparelho. Até que o New York Times levantou mais informações sobre o assunto e conseguiu descobrir o tempo de autonomia: serão “apenas” 12 horas. Você não leu errado, serão doze horas. De acordo com a Nokia.

A explicação para a autonomia de bateria anunciada pela fabricante finlandesa é o uso de um dos processador mais simples da série Atom, produzida pela Intel. Quanto menos consumo elétrico, melhor, e os Atom são matadores nesse quesito.

Perde-se em performance, é verdade, mas a Nokia já avisou que o netbook (assim como qualquer netbook) não foi projetado para jogar games ou executar tarefas muito complexas. Já para acessar a internet ou escrever um texto no Word, deverá ser uma maravilha. Sem falar que ele já estará rodando o Windows 7, sistema operacional que será lançado na semana que vem (você ponde concorrer a um exemplar participando da nossa promoção!).

O Nokia Booklet 3G será vendido de forma diferente. Ele será ofertado pela AT&T por US$ 299 (cerca de R$ 510), com dois anos de contrato de tráfego de dados. A mensalidade do plano será de US$ 60 (R$ 102).

Entramos em contato com a Nokia brasileira para saber sobre a disponibilidade do Booklet por aqui. Nos disseram que o gadget deve chegar ao Brasil no final do ano… de 2010. E a operadora ainda não foi definida. [NY Times]

Com os gadgets se tornando cada vez menores, os componentes que fazem parte dele precisam seguir o mesmo passo. Um desses componentes que se provou difícil de miniaturizar foi a bateria. No entanto, ontem (7) um grupo de pesquisadores da Universidade de Missouri, liderados pelo professor Jae Kwon, anunciaram um protótipo de bateria que pode solucionar esse problema.

Bateria nuclear do lado de uma moeda de 1 cent

Bateria nuclear do lado de uma moeda de 1 cent

Um dos passos para torná-la eficiente foi quebrar um paradigma das baterias atuais, que usam componentes semicondutores sólidos. O protótipo desenvolvido pelos pesquisadores usa componentes líquidos, permitindo que ela tenha o tamanho de uma moeda. Além disso, ela poderá durar até 6 vezes mais do que as baterias convencionais, já que usa energia nuclear como fonte principal.

Kwon esclarece que, apesar da palavra ‘nuclear’ parecer algo perigoso, a bateria é completamente segura. Esse tipo de energia já é relativamente comum em baterias de marca-passo, ferramentas de exploração sub-aquática e instrumentos usados em ônibus espaciais. O professor acredita que será possível diminuí-la ainda mais e torná-la ainda mais eficiente no futuro. [BoingBoing]

Sony anuncia nova bateria

Sony anuncia nova bateria

A Sony anunciou hoje o lançamento de um novo tipo de bateria de íons de lítio que combina alta capacidade de energia e longa duração, utilizando como material do cátodo fosfato férrico de lítio (LiFePO4) do tipo olivina.

Particularidades químicas à parte, o que se destaca é que essas baterias tem alta densidade de energia (1800W/kg) e vida útil de cerca de 2000 ciclos de carga/descarga. E mais que isso: a bateria ainda irá reter 80% de sua capacidade mesmo após esses 2000 ciclos!

Outra particularidade muito interessante dessa bateria é sua rápida carga (chega a 99% de carga em apenas 30 minutos).

A bateria será utilizada inicialmente para ferramentas elétricas, e, em seguida, sua aplicação será expandida para o uso em aparelhos eletrônicos portáteis.

Segundo o comunicado à imprensa feito hoje, adicionando essa bateria de íons de lítio de alta capacidade e longa duração à sua linha, a Sony pretende continuar a suprir a demanda de seus consumidores por baterias otimizadas e reforçar seu negócio de baterias de íons de lítio. [Sony]

toshiba_scibA Toshiba anunciou ter desenvolvido uma nova versão da famosa SCiB (Super Charge ion Battery), com maior capacidade de armazenamento, e uma incrível velocidade de recarregamento. A versão anterior, possuia uma potência de saída quatro vezes inferior a este novo modelo, que agora é de 3900 Watts.

Até um tempo atrás, um dos grandes problemas com a idéia de carros elétricos, seria o tempo de recarga das baterias. A primeira versão do SCiB -que já foi comercializada em 2008- precisava de pouco mais de 10 minutos para ser completamente recarregada. Esta marca em si já seria sensacional para uma bateria tão potente, mas eles resolveram melhorar um pouco mais as coisas.

Com este novo modelo, a Toshiba diz que será possível dar uma carga completa na bateria, em apenas 90 segundos. Sendo capaz de repetir este ciclo (em condições ideais) por mais de 10 mil vezes.

Esta velocidade já torna mais aceitável a idéia de ter postos de energia elétrica pela estrada. Você não demora tudo isso para abastecer seu carro, mas imagine ter que esperar mais de 10 minutos. De qualquer forma, quem consegue diminuir o tempo de recarga de 10 minutos para 90 segundos, deverá ainda conseguir mais (ou menos) em alguns anos.

A produção em massa do SCiB v2, deverá começar ainda este ano. A expectativa é que em 2015, a produção mensal chegue a 10 milhões de unidades.

Ps: Queridos fabricantes, aguardamos ansiosamente a implementação desta tecnologia em smartphones, notebooks e afins. Grato.

[CrunchGear]

Quando o assunto é baterias recarregáveis, estamos habituados a lembrar do famoso efeito de memória (ou vício para os íntimos). Este é um (d)efeito que enfrentávamos com as baterias de NiMn e NiCd, mas sinto dizer que as baterias de Li-ion estão livres deste inconveniente. Em palavras claras, as baterias dos atuais notebooks não viciam.

A vida útil destas baterias, varia de 500 a 800 ciclos completos de carga e descarga, e é aí que devemos nos precaver para que elas realmente cheguem até lá.

Células de ion de lítio quando expostas ao calor se deterioram, por isso evite deixar seu notebook em lugares quentes. Neste mesmo caso, elas podem vazar, ou até explodir. Por isso, não use o mesmo em cima da cama, ou em superfícies que tampem sua ventilação, é perigo na certa.

Nada de usar o aparelho no colo também. Neste caso, além de tampar a ventilação provocando super aquecimento, expor esta parte do corpo freqüentemente ao calor gerado pelo notebook, causa diminuição na produção de espermatozóides. É, o mal uso do notebook pode te deixar estéril.

Sabendo que a bateria não vicia, já temos a chave para a melhor forma de utilizar o aparelho: plugado na tomada, sempre que houver uma por perto. Desta forma você guarda a carga da bateria para quando realmente precisar dela.

Se você é do tipo prevenido, que leva mais de uma bateria na bolsa e alterna entre elas quando precisa, lembre-se de nunca usá-las até que se descarreguem completamente, e depois guardar de novo. Fazendo isso, você corre o risco de nunca mais conseguir carregá-la, já que as células oxidam muito rapidamente quando estão sem carga. É aconselhável que a bateria seja retirada ainda com carga (mesmo que mínima), e que ela seja recarregada não muito tempo depois disso.

As baterias de notebook são compostas por 3 a 9 células independentes, e um circuito que monitora a carga das mesmas. Esta monitoração é feita em cima do conjunto todo, logo, se as células estiverem fora de balanço, ou uma delas apresentar algum defeito, o fornecimento de energia pode ser interrompido em pouco tempo de uso. Este pode ser o grande vilão em alguns casos onde a duração da bateria cai drasticamente.

Em alguns casos, a solução pode ser fazer um calibramento de bateria. Isto nada mais é do que fazer um ciclo completo de carga e descarga, em conjunto com algum software do fabricante, para que o sistema passe a enxergar corretamente a carga contida nas células.

Update: Outra coisa que danifica as celulas das baterias de Li-ion, são quedas e batidas. Não achei interessante colocar isso antes, pois afinal, derrubando um notebook no chão, a última coisa que nos preocupa é a bateria. Em todo caso, vale lembrar que no caso de celulares isto é um problema constante, e por isso merece um pouco de atenção.

Atualmente, vários celulares estão sendo fabricados com baterias de Lithium-ion Polymer. Esta bateria possui basicamente as mesmas propriedades das baterias de notebooks, mas com o diferencial de possuírem um custo mais baixo de produção. Elas também são mais resistentes a danos causados por quedas e batidas, o que não lhes dá 100% de imunidade.

Alguns aparelhos ainda usam as baterias de Li-ion comuns, que são mais sensíveis a queda. Sendo assim, se você já deixou o celular cair várias vezes, ou expõe ele ao calor com freqüência, deve ter observado alguma mudança na duração da carga.

Em todos os casos, não é aconselhável que se toque os contatos da bateria, isto pode danificar a mesma. Na hora da limpeza, fuja de produtos de limpeza. O ideal é usar apenas um pano seco.

O ano de 2008 será o ano da mobilidade aqui no Brasil. Com o barateamento das tecnologias, e o aumento do interesse popular em dispositivos portáteis, a venda de notebooks deve ultrapassar a de desktops pela primeira vez! Sendo assim, este é o momento para entender um pouco melhor estas (não tão) novas tecnologias.

Mais sobre o assunto:

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Este artigo foi escrito por uma sugestão do leitor Thássius Veloso. Se você quiser saber mais sobre algum tema, entre em contato!

toshiba-121-inch-dynabook.jpgA Toshiba está colocando à venda o Dynabook SS RX1, um notebook com tela de 12.1” e apenas 19,5 milímetros de espessura! Ao invés de um disco rígido magnético, ele possui um SSD de 64GB, o que justifica (junto com a tela reduzida) a longa duração da bateria. Suas configurações incluem ainda um processador Core 2 Duo, até 2GB de RAM e drive HD-DVD.

Ele possui um teclado impermeável e carcaça reforçada, com proteção anti-queda. Vale lembrar que de nada adiantaria reforçar a carcaça já que em uma queda, o primeiro dispositivo que seria danificado é o HD. No Dynabook este problema não existe justamente porque o HD é um SSD.

Veja abaixo uma demonstração onde o apresentador despeja uma latinha de refrigerante em cima do teclado, e outra onde o dito é solto da altura da cintura (se bem que eu achei muito baixo, sem contar que o chão parece estar com carpete, o que ajuda a amortecer a queda).

Via: Xataka 1 | 2