De acordo com o Google, o fim da linha para os velhos computadores de mesa pode estar mais próximo do que se imagina. John Herlihy, diretor de operações da gigante da web na Europa afirmou nesta terça-feira na conferência Digital Landscapes que “os desktops deverão se tornar irrelevantes em três anos”.

Para o executivo, o clássico conjunto formado por um gabinete grandalhão de metal, monitor, teclado, mouse e uma dezena de fios espalhados deverá ser substituído por smartphones como o principal meio de diversão e entretenimento dos usuários num futuro bem próximo. “Por exemplo, no Japão a maioria dos consumidores atualmente procura por smartphones, e não por computadores completos”, exemplificou.

O executivo acredita que uma das peça-chave para essa mudança de comportamento será o amadurecimento de ferramentas de computação de nuvem, que deixarão a tarefa de processar uma série de tarefas parrudas com servidores dedicados. “Dispositivos móveis permitirão que o conhecimento seja acessível a todos”, completou, otimista.

Futurologia à parte, uma pergunta: você trocaria seu computador de mesa por um smartphone? Diga aí, nos comentários.

Finalmente o Google liberou mais detalhes a respeito de seu plano maléfico de dominação mundial do Chrome OS, sistema operacional peso-leve baseado em linux, desenvolvido para netbooks e anunciado pela gigante da rede no último mês de julho.

Feito especialmente para a nuvem, todos seus aplicativos são online. Assim “toda sua experiência acontece dentro do browser e não existem outros programas instalados da maneira convencional”, como a empresa afirma em seu blog oficial.

De acordo com seus desenvolvedores, isso permitiu eliminar a maior quantidade possível de processos desnecessários, fazendo com que o computador esteja pronto para ser usado “em poucos segundos”. De acordo com Sundar Pichai, vice-presidente do Google, a empresa queria que “o Chrome OS ligasse tão rápido quanto uma televisão”.

Quanto aos recursos de segurança, o Chrome OS parece ser especialmente desconfiado já que roda cada programa de maneira isolada, o que promete dificultar a vida de programinhas mal intencionados de qualquer espécie. Além disso, a cada boot o sistema operacional confere a integridade de seu código-fonte, e caso identifique alguma coisa errada ele é capaz de se “curar” sozinho.

Os primeiros netbooks equipados com a novidade deverão chegar ao mercado em 2010, e de acordo com Pichai NÃO será possível baixar o sistema operacional depois que seu desenvolvimento for finalizado. Depois de pronto o Chrome OS estará disponível apenas em máquinas de empresas que firmarem parcerias com o Google. Ou seja, se você quiser o Chrome, terá que comprar alguma coisa que venha com ele instalada de fábrica. #mancada #fail #applefeelings

De quebra, não há uma versão beta disponível para download. Os que estiverem dispostos a se arriscar, devem baixar o código-fonte do programa e compilá-lo na raça e na coragem. Ainda não há uma data para seu lançamento oficial, mas a empresa-mãe afirma ele deve acontecer “em breve”.

Em todo caso, confira o vídeo de apresentação do Chrome OS.

Quase lá: Google apresenta oficialmente o Chrome OS

Finalmente o Google liberou mais detalhes a respeito do Chrome OS, sistema operacional peso-leve para netbooks anunciado pela gigante da rede no último mês de julho.

Feito especialmente para a nuvem, todos seus aplicativos são online. Assim “toda sua experiência acontece dentro do brownser e não existem outros programas instalados da maneira convencional”, como a empresa afirma em seu blog oficial.

De acordo com seus desenvolvedores, isso permitiu eliminar a maior quantidade possível de processos desnecessários, fazendo com que o computador esteja pronto para ser usado “em poucos segundos”. De acordo com Sundar Pichai, vice-presidente do Google, a empresa queria que “o Chrome OS ligasse tão rápido quanto uma televisão”.

Os primeiros netbooks equipados com a novidade deverão chegar ao mercado em 2010, e de acordo com Pichai NÃO será possível baixar o sistema operacional, que estará disponível apenas em máquinas de empresas que firmarem parcerias com o Google. Ou seja, se você quiser o Chrome, terá que comprar alguma coisa que venha com ele instalada de fábrica. #mancada

De quebra, não há uma versão beta do Chrome OS disponível para download. Os que estiverem dispostos a se arriscarem devem baixar o código-fonte do programa e compilá-lo. #mancada2

Em todo caso, confira o vídeo de apresentação do Chrome OS

azure 2_250pxA PDC (Professional Developers Conference) é a Conferência de Desenvolvedores Profissionais que a Microsoft promove todo ano. Foi na PDC do ano passado que o Windows 7 foi apresentado pela primeira vez e agora que o novo sistema operacional já foi lançado, é a hora da Microsoft mostrar quais são seus caminhos para o futuro, e ela vai para as nuvens.

A Microsoft anunciou que sua plataforma de computação em nuvem, chamada Azure, será lançada no dia 1º de janeiro de 2010. Ela será gratuita pelo primeiro mês, mas os clientes passarão a ser cobrados a partir de 1º de fevereiro (e os preços você já viu aqui no Tecnoblog).

Para garantir que o Azure conseguirá agüentar o tranco e apresentar a capacidade, disponibilidade e escalabilidade que se espera de um serviço de computação em nuvem, ele será hospedado em 3 pares regionais de data centers bem separados geograficamente, para prevenir o caso de uma catástrofe regional comprometer o serviço.

A abordagem da Microsoft é um pouco diferente da sua maior concorrente no segmento de computação em nuvem. Ao contrário do Google, a empresa-mãe do Windows não vê a nuvem como um substituto do armazenamento e processamento local, mas sim como um complemento para enriquecer a experiência das “três telas”, que é como a Microsoft se refere à tríade de telas que permeia a vida das pessoas: computador desktop, TV e dispositivo móvel.

O Azure apresentará também o que é conhecido como “dados como serviço” através do projeto nomeado Dallas. Com ele, desenvolvedores conseguirão, através do Azure, aproveitar-se em suas aplicações de informações provenientes de uma variedade de fontes, como Associated Press, NASA, National Geographic, entre outras. [PCWorld]

Quando nós falamos de serviços online para backup de arquivos, normalmente o que vem à cabeça é a Dropbox. No máximo o Mobile Me para usuários de Mac, mas só. No entanto, eu venho usando há algumas semanas o SugarSync, um serviço diferente de tudo o que tinha testado anteriormente.

sugarsync-logo

Eu conversei com Laura Yecies, CEO da Sharpcast, empresa desenvolvedora do SugarSync, que explicou um pouco do funcionamento da companhia. Diz Laura que a computação nas nuvens permite uma oportunidade única de dar recursos muito especiais aos usuários: segurança e disponibilidade dos dados. Ela compara o uso da nuvem para armazenar arquivos com o do webmail: “O webmail libertou usuários de instalações que consumiam muito tempo e deu a eles acesso às mensagens a qualquer hora e de qualquer lugar”. A mais pura verdade.

Mas o que o SugarSync oferece a seus usuários? Basicamente, o envio automágico dos arquivos armazenados no computador para a nuvem, de forma segura e simples. No entanto, diferentemente de tudo o que eu já vi, o SugarSync não muda forma como o usuário organiza seus arquivos a fim de criar o acesso aos documentos de qualquer lugar.

Tomemos como exemplo o Dropbox. Nesse serviço é preciso copiar os arquivos que devem ser backupeados para a pasta chamada “Dropbox”. Existem sim algumas gambiarras para evitar de ter que mover tudo para o novo diretório que o aplicativo cria, mas nem sempre funciona. Já no SugarSync tudo fica mais fácil: o usuário pode fazer a sincronização entre os servidores da empresa e o computador de qualquer pasta em qualquer local do disco rígido.

Diferentemente da Dropbox, o SugarSync se adapta à organização e ao fluxo de trabalho que o usuário já tem, sendo que não há necessidade de modificar a estrutura das pastas no computador. Por sinal, foi devido a essa limitação da Dropbox que eu encontrei o SugarSync, que não pretendo largar tão cedo.

Para entender melhor o funcionamento do SugarSync, acompanhe abaixo um pequeno tutorial sobre como instalar e configurar o aplicativo. Leia mais»

imagem-eua-nuvemO governo federal dos Estados Unidos anunciou hoje que vai começar a implementação de uma enorme e complexa infra-estrutura de cloud computing, ou computação nas nuvens. A administração de Barack Obama tem como objetivo reduzir custos e diminuir o impacto ambiental dos sistemas de informática do governo.

Para ter uma ideia, o orçamento atual do governo federal americano com tecnologia da informação é de cerca de US$ 76 bilhões, dos quais US$ 19 bilhões são gastos apenas com a infra-estrutura. Tantos data centers levaram ao cúmulo do Ministério da Defesa daquele país ter atualmente 23 data centers instalados.

O governo dos EUA lançou o site Apps.gov (estava fora do ar no momento que esse post foi publicado), no qual poderão ser listadas as aplicações que a administração Obama vai disponibilizar para seus órgãos e agências.

Já no ano que vem a administração federal americana já vai dedicar parte do seu orçamento de TI para cloud computing. Está nos planos do governo iniciar projetos pilotos de aplicativos nas nuvens.

Como já poderíamos esperar, o governo estará bastante preocupado com os dados que passarão a ser armazenados na nuvem. A iniciativa de Obama prevê desenvolvimento de formas de seguranças, políticas de acesso e também de certificação centralizada.

O CIO (algo como diretor de informação) do governo Obama, Vivek Kundra, não deu muitos detalhes sobre como a administração federal e seus órgãos vão adotar a computação nas nuvens nem o cronograma de implementações. [CNET/Foto: bronkinhrt2]

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Cloud computing tem futuro?

Eu sou do tempo em que “nuvem” era apenas um lugar onde anjinhos dormiam e tocavam harpa. Hoje, “nuvem” é o lugar favorito da geração digital para guardar sua vida online. Quem dera essa “nuvem” de hoje fosse povoada por anjos. O que mais parece é que ela é habitada por diabinhos. Àquilo que as novas gerações estão abraçando com entusiasmo, os veteranos torcem o nariz, céticos. A nuvem está cinza e carregada, e a tempestade está só começando.

Trocando em miúdos: cloud computing, ou “computação na nuvem”, nada mais é que toda a sua vida online: dados, informações pessoais, documentos e até multimídia morando na internet. Basta uma conexão web e tudo está à mão, a partir de qualquer computador – ou dispositivo móvel. O ícone maior da computação em nuvem é o Google, sem dúvida, com seus aplicativos populares em todo o mundo – desde email até calendário e editor de textos. A iniciativa mais ousada foi o anúncio recente do seu próprio sistema operacional, o Chrome OS – todo baseado na web.

A caracterísitca de “nuvem” da internet atual só é possível graças à adesão de todo o planeta na rede mundial de computadores. De um lado, “cloud computing” trazendo a promessa da verdadeira internet ubíqua. Pessoas acessando seus dados a qualquer hora, de qualquer lugar, em qualquer dispositivo. Do outro, operadoras e servidores instáveis, além de aplicações com selos “beta” que não inspiram lá muita confiança.

“Computação em nuvem” e mobilidade tem tudo a ver. É por isso que os profissionais itinerantes foram os primeiros a abraçar, entusiasmados, essa nova forma digital de trabalhar e interagir. O Google está mais popular do que nunca e o serviço de armazenamento virtual da Amazon cresce a cada dia. O mercado de serviços na nuvem ainda está em estágio bem inicial de adoção, é verdade, mas provando ser tendência.

Os mais conservadores dizem não gostar de correr risco quando se trata de informações pessoais. E com razão. Você confiaria em sua operadora o suficiente para abrir na rua, às 8 da manhã, a caminho do trabalho, sua “agenda na nuvem” para checar os compromissos do dia? E confiaria no servidor de um serviço beta e gratuito para guardar os preciosos telefones, endereços e emails de todos os seus contatos?

No mundo mobile, a Apple tentou convencer usuários e desenvolvedores, ao lançar o iPhone em 2007, que os “web apps” eram o futuro e que os softwares, da forma como conhecemos hoje, estavam condenados à morte. Não colou: um ano depois surgiu a AppStore, cujo sucesso dispensa apresentações. São esses mesmos usuários e desenvolvedores que hoje torcem o nariz para o Google Chrome OS.

Por mais que a computação em nuvem seja inovadora, mudando desde já nossos costumes digitais, a verdade é que em termos de infraestrutura não estamos amadurecidos o suficiente para adotá-la em massa. E o que dizer das previsões apocalípticas de redes saturadas, crise de armazenamento e sobrecarga de sistemas?

Contudo, os “coroas da internet” não decidem mais nada. O poder está nas mãos dos mais jovens. São seus hábitos e exigências que ditam novos padrões de consumo. Sempre foi assim: caiu no gosto da molecada, não há mais volta. Basta ver no que estão se transformando as redes sociais – fenômeno de audiência que ninguém sabe direito como transformar em algo economicamente viável.

O CD player e o atual modelo da indústria fonográfica já poderia se considerar obsoleto no instante em que o primeiro adolescente do Napster fez o seu primeiro download, lá nos anos 90. Com a nova computação móvel, ubíqua e na nuvem, não será diferente. Cabe aos nerds rabugentos parar de questionar a nova tecnologia e trabalhar para melhorá-la, antes que fiquem obsoletos também.

De tempos em tempos o assunto do cloud computing volta ao noticiário. Hoje foi a ver do Google focar-se nele: o navegador da companhia terá uma ferramenta de sincronização que enviará informãções para a nuvem, fazendo com que os dados fiquem disponíveis a partir de qualquer lugar.

Chrome: na nuvem.

Chrome: na nuvem.

A nova empreitada do Google Chrome foi revelada em uma mensagem no grupo de desenvolvimento de Chromium. Tim Steele, engenheiro da empresa, disse na mensagem que muitos funcionários têm trabalhado em uma sincronização entre o navegador e a conta do usuário no Google.

Inicialmente, essa ferramenta estará disponível apenas para sincronização de favoritos. A empresa espera que, com o tempo, o uso se amplie para todo o tipo de dado que o usuário deseje manter salvo na nuvem.

A empresa vai prover o armazenamento dos favoritos em seus próprios servidores, mas desenvolvedores que quiserem poderão direcionar os dados para outro servidor que seja mais apropriado. E, uma vez que será um recurso de código de aberto, não é de se surpreender que mais tarde outros navegadores permitam a sincronização de dados com contas do Google.

[Ars Technica/Imagem: Michael Marlatt]

Logo-Windows-AzureA Microsoft já sabe o quanto vai cobrar pelo novo serviço Windows Azure, que deverá competir com a gigante de vendas online Amazon. Uma fonte da CNET News com conhecimento no assunto revelou que os preços serão anunciados ainda nessa semana, durante a Worldwide Partner Conference.

Confira abaixo os preços do Windows Azure:

  • US$ 0,10 por 10 mil transações de armazenamento;
  • US$ 0,12 por hora de computação;
  • US$ 0,15 por gigabyte de armazenamento;
  • US$ 0,10 a US$ 0,15 por gigabyte transferido através da rede.

Um plano de descontos permitirá que os preços fiquem de 15 a 30% mais baratos nos seis primeiros meses de uso do serviço. Depois desse período, o valor voltará para o preço normal.

O Windows Azure também prevê venda de armazenamento de banco de dados. O pacote Web do SQL Azure custará US$ 9,99 mensais (aproximadamente R$ 20), com banco de dados de até 1GB. Já o pacote Business Edition, com até 10GB de banco de dados, custará um pouco mais: US$ 99,99 (aproximadamente R$ 200).

Um dos líderes no segmento de cloud computing é o Amazon S3, da Amazon. Os preços do serviço variam de acordo com a quantidade de vezes que cada recurso é usado, mas são cobrados no máximo US$ 0,15 por gigabyte de armazenamento (o mesmo que o Windows Azure) e no máximo US$ 0,17 por gigabyte baixado, enquanto que o gigabyte enviado para o servidor custa US$ 0,10. [CNET News]

Atualização às 18:43: A Microsoft se compromete com um uptime de 99,99% para hospedagem de arquivos. Isso significa que durante 99,99% do tempo o serviço estará completamente disponível e acessível. O uptime para processamento é um pouco menos, de 99,95% do tempo.

Há previsão de lançar o Windows Azure em moedas locais de diversos países, principalmente europeus. Uma versão do serviço cobrada em reais deverá ser lançada no Brasil somente em março de 2010. Ao mesmo tempo deverão ser lançadas as versões locais do Azure em países da América Latina, como Chile, Colômbia, México e Porto Rico.

Microsoft Gazelle

Eu sei, mas você pensou a mesma coisa

Então finalmente o Google apresentou seu sistema operacional não-Android, o que de certa forma não foi nenhuma novidade, todos já sabiam que isso um dia aconteceria, a única surpresa foi a data. Afinal essa é uma das poucas áreas onde a gigante das buscas não possui um produto de peso, na verdade nem possuía um produto, e não misteriosamente é a área de destaque e dominância de sua arquiinimiga.

Mas se essa é uma noticia tão certa, a Microsoft já deveria estar preparada para o dia que a guerra fosse anunciada, correto? Coincidência ou não, no dia 7 de julho, mesmo dia em que o blog do Google anunciava sua nova empreitada, foi publicado um artigo no CNET News sobre um projeto na Microsoft Research nomeado Gazelle.

Diferente do Chrome OS, que consistirá em um sistema baseado no Linux feito exclusivamente para execução de seu browser Chrome, o projeto documentado pela primeira vez na página da Microsoft Research em fevereiro deste ano visará à segurança do sistema durante a navegação.

De acordo com seu relatório técnico (cuidado, PDF), o Gazelle é desenvolvido como com um sistema operacional multi-principal, possuindo seu próprio kernel exclusivamente para gerenciar os recursos necessários à navegação sem a necessidade de fazer chamadas ao sistema operacional de uso geral. Dessa forma cria-se uma camada que garante maior proteção e estabilidade ao sistema como um todo, sem afetar a performance da máquina.

O projeto, por si só, já seria uma grande evolução se comparado ao atual sistema de proteção de processos existentes nos browsers mais modernos disponíveis, como o do próprio Google Chrome e da nova versão do Firefox. Ele poderia se tornar um grande avanço para o Internet Explorer, uma vez que as tecnologias podem ser incorporadas numa futura versão.

No entanto, com a reviravolta ocorrida durante essa semana, é bem possível e sensato que a Microsoft aproveite o que já foi desenvolvido, mude o foco do projeto e invista numa total independência de seu kernel, criando um navegador totalmente independente de sistema operacional. Aí sim a MS voltaria a estar um passo a frente da concorrência da forma mais simples possível.

Sorte, visão de mercado ou inovação. Independente do nome que se dê, a Microsoft tem novamente um trunfo na manga e não pode desperdiçar a oportunidade. Se um dia viveremos 100% do tempo conectados para aproveitar todo o potencial da “nuvem”, aí são outros quinhentos. [Gizmodo / CNET]

Logo-Windows-AzureA Microsoft planeja dar mais detalhes sobre o seu Windows Azure, sistema operacional nas nuvens, no próximo mês. Dentre outros detalhes, a empresa promete detalhar como será o plano de negócios do novo empreendimento.

O Azure foi anunciado durante a conferência PDC, em outubro do ano passado. Também foi nessa conferência que a Microsoft demonstrou algumas das novidades do sistema operacional Windows 7, sucessor do Vista. No caso do Azure, estamos falando de um sistema operacional para a cloud computing, ou computação nas nuvens.

Segundo informações preliminares, o Windows Azure funcionará como uma plataforma para desenvolvimento de aplicativos baseados na web. O desenvolvedor ficaria a cargo da programação do software online, mas a Microsoft manteria a estrutura para armazenamento de dados e vendas desses produtos. O mais próximo que se tem disso atualmente é a App Store, da Apple, que armazena e vende aplicativos para iPhone OS, mas não salva dados de usuários na nuvem.

Um dos itens em aberto é com relação à hospedagem de arquivos. A Microsoft ainda não sabe se vai manter os próprios data centers ou se deixará essa atividade para algum parceiro. Qualquer que seja a escolha, é bom ficar de olho na questão da privacidade desses dados. [CNet News]