O rei morreu. Viva o novo rei!

O rei morreu. Viva o novo rei!

Não parece, mas a história da troca de arquivos de música pela internet é tremendamente nova. Começou em 1999, quando o Napster conquistou o amor dos internautas e o ódio das gravadoras numa tendência que aparentemente nunca terá volta.

Desde então, já apareceram Gnutella, Audiogalaxy, Kazaa, Morpheus e outros serviços que tiveram histórias que seguiram mais ou menos o mesmo roteiro: apareceram, fizeram sucesso, foram processados e, se não sumiram, caíram no esquecimento.

Diversas ações judiciais já provocaram um bom estrago nos populares Pirate Bay e Mininova. Como já reza a velha cartilha da internet agora é apenas questão de tempo para aparecer outro serviço quente de troca de arquivos, e toda essa história acontecer mais uma vez.

Por isso o Tecnoblog fez uma lista com 10 buscadores de Torrent que têm tudo para estourarem nos próximos tempos.

Confira (os resultados não estão dispostos de uma maneira lógica):

Torrentreactor – Um clássico, que sabe-se lá como ainda não foi processado. Aproveite enquanto há tempo.

[atualizado] IsoHunt – Muito popular, mas começa a enfrentar seus primeiros problemas com a justiça.

BitSnoop - Com visual clean, semelhante ao do Google ou Pirate Bay, retornou resultados com um bom número de seeders e leechers em todos os testes.

Torrents.to - Seu grande diferencial é realizar pesquisas em diversos outros sites, como IsoHunt, Mininova, btjunie, EZTV, entre outros. O problema é que se esses outros sites saírem do ar, ele fica sem conteúdo.

Ahashare - Apesar do bom número de fontes, tem visual meio confuso e o sistema de busca não é nenhuma maravilha.

Leakz.net - O site é feio, mas tem uma grande biblioteca de jogos e de músicas.

Btjunkie – O visual poluído e confuso compensa a boa quantidade de resultados.

YourBittorrent – Nem bonito, nem feio, nem bom nem ruim. Pelo menos a busca funciona de maneira adequada.

Extratorrent – É pobre, mas é limpinho.

Monova – Permite que os usuários utilizem seus mesmos nomes de usuário cadastrados no falecido Mininova. Tem um anúncio chato logo em sua entrada.

LegalTorrentsNão espere encontrar os últimos hits de seu artista predileto neste site, que distribui apenas material aberto registrado com Creative Commons. Não tem potencial para ser um sucesso de público, mas pelo menos serve como plataforma para divulgação de novos talentos, certo?

E não se esqueçam, gafanhotos: o Tecnoblog não apóia a pirataria. Utilizem com responsabilidade.

mintmusica

O site de finanças Mint.com acabou de divulgar em seu blog uma pesquisa que mostra o avanço dos formatos digitais no mercado de música nos EUA. De acordo com os dados, os downloads legais – em que o usuário compra uma faixa ou disco em mp3 em lojas como a iTunes ou Amazon, por exemplo – aumentaram sua participação de 20% em 2007 para 36% em 2009, enquanto as velhas mídias físicas caíram de 80% para 64%. O ano do grande boom dos formatos digitais foi 2008, com aumento de 30%, e em 2009, graças à crise mundial, o crescimento foi de “apenas” 20%.

A pesquisa também mostra que o iTunes detém 70% do mercado de música online, seguido de longe pela Amazon, mas também aponta que o serviço de música da Apple só cresceu 1% em relação ao mesmo período do ano passado, enquanto rivais como o Rhapsody e o eMusic.com registraram aumento de 12%. Já o Napster, que se tornou famoso no início da era do combate aos downloads ilegais não vem se dando muito bem em sua nova carreira e amarga uma queda de 23% em relação a 2008 (e ela já não era uma maravilha).

Quando ao gasto médio de seus consumidores, a lista aponta que os frequentadores do site Fye.com deixam, em média US$ 34 por lá a cada transação e US$ 22 no CD Baby, enquanto no Napster eles gastam US$ 15 e no iTunes, US$ 7. Para ver a pesquisa completa, confira o post no blog do Mint.com.