Publicado dia 15/03/10 às 15h00 por Thássius Veloso
Se você trabalha com tecnologia, assim como eu, já deve ter reparado que o Gmail tem ficado mais lento de uns tempos para cá. A busca nem de longe se compara à do serviço de pesquisa convencional do Google e demora para acontecer. Além disso, tem momentos em que enviar um simples e-mail é tão vagaroso que dá tempo de preparar um delicioso café, enquanto espera.
Pois então, o Google sabe disso e está trabalhando para melhorar a qualidade do serviço de e-mail. Durante a série de conferências SXSW (South By Southwest), que acontece no Texas, um funcionário da empresa garantiu que as coisas vão ficar bem mais rápidas em breve.
De acordo com Jonathan Perlow, que foi responsável pelo painel Behind the Scenes of Gmail (algo como Bastidores do Gmail), a lentidão não é exatamente uma característica do serviço. Pessoas “normais” não percebem que o e-mail está mais devagar.
No entanto, heavy users como eu e você acabamos percebendo a queda no desempenho. Se você usa vários marcadores (labels) e também já configurou dezenas de regras para filtrar suas mensagens, sabe do que estou falando. E é especialmente para nós que a equipe do Gmail está trabalhando em uma solução para o problema. “Nós estamos arrumando isso”, disse Perlow.
Ainda não há informações sobre quando as novas implementações do Gmail deixarão serviço mais rápido para nós, mas já estou aguardando por isso ansiosamente.
[via DownloadSquad, TechCrunch]
Publicado dia 02/03/10 às 18h24 por Juarez Lencioni Maccarini

Agora é só clicar no ícone e “boom”: a nova janela se abre instantaneamente!
A partir de hoje o Gmail passa a abrir novas janelas instantaneamente, sem a espera que costumava ser necessária.
Se você é como eu, provavelmente já teve vontade de escrever ou ler um e-mail em uma nova janela no Gmail, mas se desmotivou e até desistiu ao se deparar com a barrinha de carregamento que demorava alguns segundos para terminar o que estava fazendo e finalmente mostrar seu e-mail (e convenhamos, dois ou três segundos é bastante tempo quando estamos parados esperando um e-mail abrir na internet de hoje). Pois bem, seus problemas acabaram! Agora é só clicar no ícone de abrir em nova janela no canto superior direito da mensagem — ou clicar com a tecla Shift pressionada no e-mail que se deseja ler em outra janela, no link para escrever novo e-mail ou no link para responder ou encaminhar e-mail — que imediatamente a nova janela será aberta com o conteúdo que você pediu, sem pausa para carregamento. Mas atenção: a nova janela não sobreviverá caso a janela original do Gmail seja fechada.
Sem grande surpresa (pelo que tem se mostrados uma tendência nos últimos tempos), o Google disse que não conseguiu fazer isso funcionar no Internet Explorer, então você apenas poderá se aproveitar das melhoras na abertura de novas janelas se estiver usando o Firefox, o Safari ou o Chrome.
Publicado dia 18/02/10 às 19h00 por Juarez Lencioni Maccarini
O Google comprou a empresa que desenvolve o aplicativo de iPhone reMail, e sua primeira ação foi retirar o aplicativo da App Store. O aplicativo baixava todos os seus e-mails e os armazenava no seu iPhone, prometendo como um dos maiores benefícios a busca quase instantânea por qualquer e-mail, sem precisar estar conectado à internet.
Como o app foi retirado pelo Google da iTunes App Store, apenas aqueles que já tinham baixado o aplicativo poderão continuar a fazer uso do mesmo. O suporte ao aplicativo será mantido até o final de março.
O fundador da reMail, Gabor Cselle, começou sua carreira como estagiário de engenharia no Google em 2004, trabalhando com o Gmail. Agora, com a aquisição, Cselle volta a trabalhar em Mountain View, onde será “gerente de produto” do Google.
É possível inferir que a compra tenha sido motivada por intenções do Google de utilizar o know-how da reMail em busca local. Ou talvez, como cogitou o The Register, o Google esteja planejando comprar todos desenvolvedores de iPhone, um a um, até que o Android ganhe o jogo por W.O..
Publicado dia 12/02/10 às 15h36 por João Brunelli Moreno
Quatro dias depois de estrear o Buzz – revolucionário sistema de comunicação que deixa todo mundo com a sensação de ter visto coisa parecida em outro lugar – o Google anunciou nessa sexta-feira mudanças em seu novo serviço, de olho sobretudo nas reclamações feitas pelos usuários por conta de sua falta de confidencialidade.
Agora é possível enviar mensagens públicas ou fechadas, direcionadas a determinados amigos, e a mais do que bem-vinda possibilidade de se bloquear seguidores indesejados, funcionalidade que o Google afirma que estava disponível na versão apresentada na ultima terça-feira e que agora está “mais acessível”. Vale lembrar que inicialmente os contatos do Buzz eram adicionados automaticamente entre os endereços que o usuário mantinha maior contato, supondo que de fato eles eram amigos.
O Google afirma que as alterações foram feitas de acordo com o feedback colhido nos últimos dias. A gigante da web também afirma que até o momento “mais de 9 milhões” de mensagens já foram trocadas através do Buzz.
Publicado dia 11/02/10 às 14h51 por João Brunelli Moreno

"Tchaaaaaaaaaau, Gmail"
Alegando que prepara o lançamento de um tal “serviço nacional de e-mails”, o governo iraniano anunciou que o acesso ao Gmail está “definitivamente suspenso” no país.
Em declaração ao Wall Street Journal um porta-voz do Google não pode confirmar se o acesso de fato foi cortado, mas afirma que a gigante da web já identificou uma “sensível queda em seu tráfego”. “Nós ouvimos que alguns usuários do Irã estão tendo dificuldades para acessar o Gmail, verificamos nossa rede e concluímos que tudo está funcionando perfeitamente”, afirmou.
Um oficial iraniano afirmou à publicação que a medida foi tomada para “aumentar a confiança do povo no governo”. Já analistas apontam que o anúncio foi feito de olho nas comemorações do 31º aniversário da república islâmica, como uma maneira de conter protestos organizados online. No último mês de junho suspeitas nas re-eleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad fizeram com que diversos protestos estourassem pelo país, organizados sobretudo através de ferramentas como o Twitter.
Publicado dia 09/02/10 às 12h50 por João Brunelli Moreno

GChat: ferramenta do Google contra o Twitter?
Rumor levantado pelo Wall Street Journal aponta que o Google está preparando uma atualização para seu serviço de mensagens GChat, encontrada com o singelo nome de “Bate-papo” em sites da empresa como Gmail, Orkut ou iGoogle, por exemplo.
Ainda sem nome, a novidade colocaria o mensageiro num caminho mais “social” ao salvar as atualizações de status de seus usuários e organizá-las em uma timeline a exemplo do que faz o Twitter. Caberá ao navegante escolher os contatos que gostaria de seguir no novo recurso, que também será compatível com o Youtube e Picasa.
O lançamento da nova ferramenta deve acontecer ainda hoje e não se surpreenda se sua implantação acontecer aos poucos, como de hábito lá para os lados do Google.
Apesar de alguns críticos considerarem que o Google está chegando tarde demais nesse mercado, pelo menos os números são favoráveis à gigante da web: enquanto o Gmail e o Orkut contam com respectivamente 180 e 100 milhões de usuários em todo mundo, o Twitter tem “apenas” 60 milhões de adeptos.
Volte em breve.
Publicado dia 14/01/10 às 03h32 por Juarez Lencioni Maccarini

O Gmail agora pode usar um slogan digno das melhores (?) campanhas de absorvente…
Desde 2008 o Gmail já apresentava uma opção de sempre usar HTTPS — em outras palavras, criptografar tudo que trafega entre seu computador e os servidores do Google ao usar o Gmail. Desde essa quarta-feira (13) porém, isso deixa de ser apenas uma opção a ser ativada e passa a ser padrão para todos os usuários do e-mail do Google.
Inicialmente, o uso contínuo de HTTPS era apenas uma opção porque dados criptografados trafegam mais lentamente do que os dados sem criptografia alguma. Porém o Diretor de Engenharia do Gmail escreve no blog oficial do serviço que ao longo dos últimos meses a equipe analisou os prós e contras do HTTPS e decidiu que deixá-lo permanentemente ativado por padrão era a coisa certa a fazer.
Mas para aqueles que realmente confiam na segurança de sua rede e acham que a criptografia em tempo integral seria um atraso desnecessário, haverá um opção nas configurações do Gmail para desabilitar o novo padrão e voltar ao antigo, onde apenas a página de login é criptografada via HTTPS, para a proteção da senha do usuário.
Publicado dia 21/12/09 às 18h06 por Alexandre Fugita
O Gmail, sistema de email do Google, está cada vez melhor. Uma das coisas que provavelmente atrapalhava a vida de muitos usuários eram os contatos duplicados que apareciam automaticamente ao mandar mensagens para emails diferentes de uma mesma pessoa. Agora é possível mesclá-los facilmente com a nova opção do Gmail para acabar com contatos duplicados.
Antes já existia essa possibilidade mas era necessário fazer o processo manualmente, selecionando os contatos que você gostaria de reunir em uma coisa só. Agora o próprio Gmail se encarrega de entender que uma mesma pessoa tem dois emails ou telefones diferentes na sua agenda e sugerir a mesclagem.
Fiz o teste e encontrei 9 contatos duplicados. Hoje uso meu Gmail para manter telefones e emails das pessoas já que os contatos são sincronizados entre a conta do Google, meu iPhone e o meu Moto Dext (Android) automaticamente. De vez em quando fazia a faxina manual se não encontraria umas 30 ou mais duplicações.
O melhor de tudo é que a ferramenta também está disponível para quem usa o Gmail em português. Geralmente o Google libera primeiro para contas em Inglês, mas desta vez todos foram beneficiados. [IDG Now e Gmail Official blog]
Publicado dia 05/12/09 às 00h08 por Juarez Lencioni Maccarini
Já faz tempo que o Gmail tem atalhos de teclado para agilizar a vida daqueles que são adeptos dos mesmos, mas decorá-los pode não ser tão simples assim — ainda mais quando são coisas do tipo “Y para arquivar” (Y???). Agora já há uma alternativa, um teclado especializado em atalhos para o Gmail.
Ele se chama Gboard (nenhuma surpresa nisso) e é do tamanho de um teclado numérico padrão. A diferença é que suas 19 teclas são coloridas e cada uma aciona uma função específica do e-mail do Google. Estão presentes as principais ações realizadas, como arquivar, enviar para o lixo, marcar como spam, marcar com “estrela”, fazer uma busca ou navegar de uma “conversa” para outra.
Para que o Gboard funcionar, basta plugá-lo em uma porta USB e habilitar o uso de atalhos nas configurações do Gmail. Ele começou a ser vendido nessa sexta-feira (4) nos EUA, pelo valor de US$ 19,99 (cerca de 35 reais). [CNET]
Publicado dia 11/11/09 às 10h03 por Rafael Silva
Quando o serviço de emails do Google foi ao ar pela primeira vez em 2004 ele tinha apenas 1 GB de espaço por usuário. Hoje, mais de 5 anos depois, o Gmail suporta mais de 7 GB de dados. Para algumas pessoas, isso é mais do que suficiente. Para quem recebe e envia arquivos enormes e não pode deletá-los, o limite pode não ser o bastante e foi para essas pessoas que o Google começou a oferecer há 2 anos a opção de comprar armazenamento extra.

Tabela completa com preços antigos e novos
Os preços do serviço, até hoje, variavam entre US$ 20 ao ano por 10 GB extras a até US$ 500 ao ano por 400 GB extras. Esses preços diminuíram e agora estão entre US$ 5 por 20 GB extras a até exorbitantes US$ 4.096 por 16 TB de armazenamento. O Google avisa, no entanto, que o espaço comprado é compartilhando entre o Gmail e o serviço de armazenamento de fotos da empresa, Picasa.
A empresa também afirma que aqueles que compraram armazenamento extra desde o dia 9 de novembro terão suas capacidades aumentadas para equivaler ao preço pago. Curiosamente, a compra só pode ser feita através do Google Checkout, serviço da empresa similar ao PayPal, e que oficialmente não suporta cartões de créditos brasileiros (confira a lista de países no menu drop-down dessa página). Mas nesse caso, inteligentemente, eles abriram uma exceção.