A fabricante de computadores americana Dell abriu hoje um processo contra cinco fabricantes asiáticas de telas de LCD. No processo, a Dell acusa as empresas Hitachi, Sharp, Toshiba, Epson e Hannstar de ‘engajarem em competição desleal em violação de leis anti-trust’ ao fixarem o preço do LCD vendido por elas.

A Sharp e Hitachi já admitiram ser culpadas do cartel em processos abertos contra elas respectivamente em 2008 e 2009, e decidiram fazer acordos extrajudiciais, pagando uma multa total de 151 milhões. No novo processo, que usou as informações fornecidas no acordos, a Dell não informou o montante que espera receber em danos.

O processo é similar a outros dois abertos no ano passado pela fabricante finlandesa de celulares Nokia e a operadora de celular norte-americana AT&T, que também acusam fabricantes de LCD da mesma prática. [Bloomberg]

Gravador de DVD de pedra: 5 mil dólares

Gravador de DVD de pedra: 5 mil dólares

Um disco de DVD comum, se for bem acondicionado livre de umidade e outros fatores climáticos externos pode durar, no máximo, até 30 anos de acordo com a OSTA (Associação de Tecnologia de Armazenamento Óptico). Alguns fabricantes alegam que a qualidade dos seus discos podem fazê-los durar entre 100 e 300 anos.

Mas uma empresa americana foi mais longe. A Cranberry promete que o seu modelo exclusivo de DVD, chamado de DiamondDisc, vai durar até 1000 anos sem se decompor. Segundo a empresa, o disco é feito de uma ‘pedra sintética’ que continua transparente depois de pronta, daí o nome diamond (diamante em inglês). A gravação de dados é feita diretamente na placa do disco, que é ultra-resistente e pode aguentar temperaturas de até 80ºC.

Cada unidade do disco custa US$ 35,00, mas é no gravador que está a verdadeira facada: ele custa US$ 4.995 e inclui 150 DiamondDiscs no pacote. Mas para quem não quer gastar com o equipamento, pode enviar até 4,7 GB de dados para a empresa que eles se encarregam de gravá-los em um dos discos de pedra e enviá-los para a casa do cliente.

Cliente esse que não estará vivo para saber se o seu disco realmente sobreviveu ao tempo que a Cranberry diz. [Wired]

O Mighty Mouse, da Apple, nunca foi exatamente uma unanimidade… Sua falta de ergonomia e problemas com a sujeira acumulada fizeram muitos propritários mudarem para algum outro mouse, apesar da beleza do design da Apple. Ironicamente, muitos dos que abandonam o Mighty Mouse acabam adotando um mouse da Microsoft, mas essa é outra história…

A história de hoje é a da Man & Machine, a empresa de periféricos que ganhou a disputa com a Apple e hoje tem os direitos sobre a marca registrada “Mighty Mouse”. A empresa alega usar o nome há 5 anos em sua linha de mouses “resistentes, higiênicos e a prova d’água”.

Agora a Apple teria que pagar à Man & Machine para poder continuar usando mesmo nome, ou mudar o nome de seu produto. Curiosa e convenientemente, rumores indicam que a empresa de Steve Jobs está muito próxima de lançar um novo mouse, que já estaria até mesmo sendo avaliado pela agencia de regulamentação americana FCC. Especula-se que o novo mouse, de nome mais incerto do que nunca, poderia ter multi-touch e ser lançado junto com a nova linha de iMacs que também está sendo esperada para breve.

Cabe notar também que a rede de televisão CBS, proprietária dos direitos sobre o desenho animado entitulado Mighty Mouse (aqui no Brasil chamou-se Super Mouse) também entrou em disputa com a Apple pelo nome do mouse, embora não tenha ganho. Talvez porque a diferença entre um ratinho de desenho animado e um periférico de computador seja suficientemente clara para não deixar confusão quanto a quem é quem.

O Mighty Mouse da Man & Machine: não tão belo, mas agora o proprietário legal do nome.

O Mighty Mouse da Man & Machine: não tão belo, mas agora o proprietário legal do nome.

O Mighty Mouse da CBS: "Super Mouse seu amigo, vai salvá-lo do perigo"

O Mighty Mouse da CBS: "Super Mouse seu amigo, vai salvá-lo do perigo"

[TechCrunch]

[Atuliazação em 22/10/09 às 18h40] Hoje, com o anúncio do novo Magic Mouse, o Mighty Mouse (que foi mantido como alternativa com fio) passou a se chamar Apple Mouse.

Dell Latitude Z - perfil_smallA Dell lançou nessa terça-feira (29) o Dell Latitude Z600, o primeiro notebook com carregamento sem fio. Ele utiliza a tecnologia de carregamento por indução, que consiste em utilizar uma bobina contida numa base de carregamento e uma outra bobina no laptop. Ao repousar o computador sobre a base, ele é carregado por indução eletromagnética.

A Dell também se orgulha de esse ser o mais fino laptop de 16″ do mundo, com 14mm de espessura e pesando apenas 2kg. Outras características técnicas incluem resolução de 1600×900, display de WLED, drive solid state, webcam de 2 megapixels e teclado retro-iluminado.

Mas a estrela do modelo realmente é a base com recarga indutiva. Trata-se de uma base para suporte de notebook que, à primeira vista, é como qualquer outra similar. Mas quando o Latitude Z é colocado sobre ela, a” mágica” acontece. Sem a necessidade de conectar qualquer fio, o notebook começa a ser carregado. A base também se conecta a portas USB e de áudio e vídeo, permitindo que o laptop as acesse sem-fio, contanto que esteja a até 3 metros de distância da base.

Dell Latittude Z - back_smallOutra funcionalidade interessante é a habilidade de acessar seu e-mail, agenda e contatos logo que o computador é ligado. Navegação na internet também é possível nesse modo “instantâneo”, o Latitude ON, que na verdade consiste em um sistema operacional Linux rodando em um processador ARM presente numa “mini placa-mãe” instalada no Latitude Z. E convenhamos, e-mail, navegação, agenda e contatos já corresponde à maioria das atividades desenvolvidas no computador por uma parcela significativa dos usuários.

O Latitude Z está disponível a partir de hoje no Canadá, em países selecionados da Ásia e Europa e nos EUA, por preços a partir de US$1.999. Quem quiser ter também a base de carregamento por indução terá que desembolsar US$200 a mais pelo acessório. [New York Times]

Base para carregamento sem-fio: "Não é feitiçaria, é tecnologia!"

Base para carregamento sem-fio: "Não é feitiçaria, é tecnologia!"

toshiba_scibA Toshiba anunciou ter desenvolvido uma nova versão da famosa SCiB (Super Charge ion Battery), com maior capacidade de armazenamento, e uma incrível velocidade de recarregamento. A versão anterior, possuia uma potência de saída quatro vezes inferior a este novo modelo, que agora é de 3900 Watts.

Até um tempo atrás, um dos grandes problemas com a idéia de carros elétricos, seria o tempo de recarga das baterias. A primeira versão do SCiB -que já foi comercializada em 2008- precisava de pouco mais de 10 minutos para ser completamente recarregada. Esta marca em si já seria sensacional para uma bateria tão potente, mas eles resolveram melhorar um pouco mais as coisas.

Com este novo modelo, a Toshiba diz que será possível dar uma carga completa na bateria, em apenas 90 segundos. Sendo capaz de repetir este ciclo (em condições ideais) por mais de 10 mil vezes.

Esta velocidade já torna mais aceitável a idéia de ter postos de energia elétrica pela estrada. Você não demora tudo isso para abastecer seu carro, mas imagine ter que esperar mais de 10 minutos. De qualquer forma, quem consegue diminuir o tempo de recarga de 10 minutos para 90 segundos, deverá ainda conseguir mais (ou menos) em alguns anos.

A produção em massa do SCiB v2, deverá começar ainda este ano. A expectativa é que em 2015, a produção mensal chegue a 10 milhões de unidades.

Ps: Queridos fabricantes, aguardamos ansiosamente a implementação desta tecnologia em smartphones, notebooks e afins. Grato.

[CrunchGear]

Adam e Jamie, os famosos Mythbusters, foram a atração especial da Nvidia para o nVision 2008, que aconteceu na cidade de San Jose (CA). O mito da vez: “GPUs são mais rápidas que CPUs”.

Ao contrário do que vocês podem estar pensando, nenhum experimento com chips foi realizado. A experiência foi feita com dois robôs atiradores de bolinhas de paint-ball. O primeiro deles atirava apenas uma bolinha por vez, em diferentes velocidades. O segundo atirou 2100 bolinhas coloridas de uma só vez, que atingiram um painel a uma distância de 2,43 metros em apenas 275 milisegundos, formando a imagem de Mona Lisa.

A idéia da experiência, é mostrar que um processador gráfico (GPU) seria mais rápido do que um processador comum, simplesmente por ser multi-tarefa (atirar várias bolinhas de uma vez). Levando em conta que o futuro dos CPUs também é uma arquitetura com vários núcleos, a única coisa que eles provaram foi que “processadores com vários núcleos são mais rápidos do que processadores de núcleo único”.

Será que alguém tinha dúvidas quanto a isso?

Tudo bem que se tratando de núcleos de processamento, os processadores x86 ainda estão engatinhando. As GPUs mais modernas já possuem quantidades absurdas de núcleos de processamento, e mesmo assim não dão conta de renderizar certas aplicações – em sua maioria jogos. Até aqui, cada um evoluiu apenas conforme o necessário (ou não).

Existem ainda diversas experiências utilizando uma GPU como unidade de processamento central, mas não dá para comparar os dois processadores desta forma. Cada um é desenvolvido para uma finalidade, e a nVidia sabe bem disso.

Clique aqui e saiba mais sobre o nVision 2008.

via: CrunchGear | TG Daily

amd.jpgA AMD anunciou que irá colocar no mercado seus novos processadores de 65nm até o final de 2006. Estes novos chips entitulados com o code-nome Brisbane apresentam uma performance melhorada com grande economia no consumo de eletricidade.

Inicialmente, serão disponibilizados quantidades limitadas de processadores de núcleo duplo, nos modelos: 5000+, 4800+, 4400+ e 4000+. Junto com estes, serão lançados versões mais potentes dos atuais processadores de 90nm, com as velocidades: 5400+ (2.8GHz, 1 MB L2 cache), 5600+ (2.8GHz, 2 MB L2 cache) e 6000+ (3GHz, 2 MB L2 cache).

Segundo a AMD, os processadores fabricados em 65nm irão possuir um clock mais elevado, o que resultará em um aumento na performance, mas mesmo assim, o consumo de energia dos mesmos será inferior aos atuais de 90nm.

F | CrunchGear

chip.jpgA IBM e Georgia Tech, em um experimento, resolveram explorar mais a fundo os chips com tecnologia SiGe(silicon-germanium), e conseguiram alcançar a marca de 500GHZ, o que é um recorde para um chip baseado em SiGe.
Os chips SiGe são na verdade os já conhecidos Silicon, mas com germânio, que melhora a performance e diminui o consumo de energia do chip.

Em temperatura ambiente, as taxas máximas alcançadas foram de 350GHz, o que significa 350 biliões de ciclos por segundo, algo 100 vezes mais rápido do que os melhores processadores do mercado atual.
Já quando o chip foi resfriado a uma temperatura negativa de 451º F, se alcançou a marca de 500GHZ.

Os cientistas afirmaram que os chips SiGe poderão atingir eventualmente a marca de 1THZ, o que significa 1 trilhão de ciclos por segundo. Porém, por enquanto(e ainda por um bom tempo), estes chips serão ultilizados apenas em sistemas de defesa, programas espaciais e sensores remotos.

O motivo talvez seja óbvio.:lol: