A matriz da Panasonic, que fica localizada em Osaka, no Japão, anunciou hoje que o mercado nipônico vai ganhar televisores portáteis com capacidade de reprodução de discos Blu-ray. A série DMP-BV200 faz parte da família de produtos Viera, da empresa, e será vendida por cerca de 1,7 mil reais (no Japão). Além dos discos Blu-ray, as TVs serão capazes de reproduzir DivX, MPEG-4, MPEG-2, H.264, AVCHD, ISDBT, fotos em JPEG e músicas salvas em MP3. O dispositivo foi projetado para ficar no colo.

Panasonic DMP-BV200, com 10,1 polegadas.

Panasonic DMP-BV200, com 10,1 polegadas.

Embora os discos Blu-ray normalmente sejam recomendados para filmes disponíveis em alta resolução (de 1920p), a resolução desse televisor é de apenas 1024×600 pixels, o que tira um pouco do seu apelo comercial. De acordo com o comunicado da Panasonic, a bateria do produto deve durar 3,5 horas quando estiver reproduzindo filmes em Blu-ray (a recarga completa leva 5 horas).

A pergunta que não quer calar: por que o consumidor preferiria essa televisão de mil dólares a um laptop completo e com muito mais recursos pelo mesmo preço?

[via Electronista]

Desculpem o momento fanboy, mas saca só o calendário de verdade – feito em papel, sabe? – que o Google está distribuindo para alguns parceiros, no Japão, em comemoração à chegada iminente de 2010.

Para ver mais cliques do brinde, visite o blog nipônico Gigazine, que recebeu um de presente. Bateu uma invejinha forte agora.

Quando os primeiros fornos de microondas chegaram às lojas brasileiras, no final da década de 80, não eram poucos os que definiam o aparelho como “uma televisão que esquenta comida”.

O tempo passou, os televisores ficaram mais magros e a piadinha estava fadada ao inevitável esquecimento, se os designers Keita Watanabe e Shota Matsuda (sem piadas, ok?) não resolvessem criar um protótipo de forno com o recurso de transmitir vídeos do Youtube.

Chamado de Castoven Microwave Oven o aparelho tem uma tela de 10,4 polegadas e é capaz de automaticamente reproduzir vídeos do Youtube com a duração equivalente ao tempo que sua janta demora para ficar pronta.

Pra quê? Pra nada.

Felizmente, o Castoven não deverá ser lançado comercialmente, e para entender o motivo confira seu incrível funcionamento num vídeo de apresentação da idéia.

O Twitter irá começar a testar um sistema de contas premium pagas através de sua subsidiária japonesa, a Twicco (que sempre foi meio independente do resto da empresa). Futuramente esse modelo poderia ser adaptado para o resto do mundo.

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O Twitter, no Japão, irá adicionar a modalidade de contas pagas a partir de janeiro de 2010. Os proprietários dessas contas poderiam cobrar de sua audiência para liberar o acesso aos seus tweets, texto extra, imagens, links, etc. Os donos das contas premium pagariam entre ¥100 (R$2) e ¥1.000 (R$20) para cobrar por seu conteúdo e os demais usuários o comprariam através de cartões de crédito ou cartões pré-pagos vendidos em lojas de conveniência. O Twitter, no melhor estilo Apple, ficará com 30% do dinheiro movimentado com essa venda de conteúdo.

Duvida? Então veja com seus próprios olhos o que está dizendo a mídia japonesa. [TechCrunch]

[Atualizado dia 28/11 às 15h00] Ops, parece que tudo foi um mal-entendido, alega o Twitter. A Digital Garage, representante do Twitter no Japão acaba de se manifestar, fazendo questão de clarificar que o Twitter continuará gratuito e que uma apresentação de sua subsidiária Digital Garage Mobile foi mal-interpretada.

Acontece que a tal apresentação não foi feita por um estagiário da empresa ou algo assim, ela foi feita por Kenichi Sugi, Diretor de Operações da Digital Garage Mobile. Mas segundo a empresa, o fato de um diretor da sua subsidiária citar até mesmo o prazo de implantação e os preços das contas premium não passou mesmo de um mal-entendido.

Ok, Twitter, você pode até ter abortado os planos em face às críticas, ou admitir que eles foram a público antes da decisão final de implementação, mas não tente nos convencer que o plano nunca existiu e que o Diretor de Operações de sua parceira inventou isso sozinho. [TechCrunch]

Agora papel é demodê, mas há quem goste

Agora papel é demodê, mas há quem goste

Finalmente o Google deverá entrar no cobiçado mercado de livros eletrônicos, e de acordo com o jornal de negócios Nikkei a porta da frente para o novo serviço será o Japão, onde o serviço deverá desembarcar em breve.

Ao contrário do Google Books o novo serviço, que deverá se chamar Google Edition, será pago e comercializará títulos de pequenas e grandes editoras do país, que de quebra terão a liberdade de determinar seus próprios preços e ficarão com 63% do lucro da operação.

O lançamento deve acontecer nas próximas semanas e inicialmente o novo serviço deverá contar com cerca de 10 mil títulos. Europeus e americanos só poderão conferir a novidade da empresa no final do primeiro semestre de 2010.

Uma das maiores diferenças do Google Edition em relação a seus concorrentes – leia-se Amazon – será que os livros não serão baixados pelo usuário, mas sim ficarão disponíveis na rede, podendo ser acessados de mais de um dispositivo.

Agora só falta um e-reader, certo? [MarketWatch]

Alguém sabe quem é esse tiozão fazendo um joinha do lado de um display do Windows 7 no Japão?

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Então se segura, que essa não é para corações fracos: a resposta é Linus Torvalds, herói de 11 em cada 10 geeks por ter desenvolvido o kernel do Linux, um tipo de Steve Jobs do mundo do software livre.

Mas calma, o sr. Linux não foi para o lado negro da força. A foto apareceu numa conta do PicasaWeb de um usuário chamado apenas de Chris, que dá sua versão para o fato: “A Microsoft tentou bombardear o sucesso do Japan Linux Symposium lançando seu Windows 7 no mesmo dia. Eles até montaram um grande stand promocional do outro lado da rua do centro de conferências. Num intervalo, decidimos se divertir um pouco e levamos o Linus até lá. Ele chegou e imediatamente aprovou o produto, como de pode ver na foto. Pelo menos é que o cara da barraquinha pensou, já que ele certamente não sabia com quem estava lidando. Mas no final das contas Linus não comprou uma cópia. Sujeito esperto”.

Então tá. [Engadget]

Quando o iPhone foi lançado, lá em 2007, a Apple anunciou que a operadora AT&T ofereceria o smartphone com exclusividade naquele mercado. Essa é a política que a empresa vem adotando em vários países desde então, embora a regra não se aplique ao Brasil.

Mas a empresa poderia estar lucrando muito mais e com uma participação de mercado maior se desistisse da política de exclusividade com algumas operadoras. Kathryn Huberty, analista do banco Morgan Stanley, montou um gráfico com projeções de como seria o market share do iPhone caso fosse oferecido por várias operadoras (em países onde isso não acontece).

Confira o gráfico:

Barras azuis indicam o market share atual, enquanto que barras amareladas indicam projeção de market share com fim da exclusividade. (Reprodução/Gartnet, Morgan Stanley, Business Insider)

Barras azuis indicam o market share atual, enquanto que barras amareladas indicam projeção de market share com fim da exclusividade. (Reprodução/Gartner, Morgan Stanley, Business Insider)

Nos Estados Unidos, a participação de mercado do iPhone poderia pular de 5% para 12%, mais do que duplicando. De acordo com os dados, o Japão seria o país onde o salto seria maior: o market share do aparelho poderia ir a 9%, triplicando o que é atualmente.

A analista ressaltou que, no mercado americano, a oferta de iPhones em várias operadoras poderia ser interessante porque o consumidor daquele país costuma escolher primeiro a operadora, para depois decidir o celular que vai comprar. Nem sempre a AT&T é a mais bem cotada. [Business Insider]

A Apple causou pouco rebuliço ao anunciar que os novos iPods Nano ganhariam câmera de vídeo integrada, para que o usuário pudesse gravar o que quisesse depois transferir para o computador. Pior, a falta de câmera de vídeo nos iPod Touch foi o que causou verdadeiro espanto, já que isso era dado como certo.

No entanto, essa novidade já causa problema para os donos dos iPods com câmera. A rede de academias americana Life Time Fitness inclui os Nanos na lista de dispositivos cujo uso é restrito. Até então, smartphones e câmeras de vídeo Flip deveriam permanecer nos armários enquanto o aluno fizesse suas atividades. No caso dos Nanos, a pessoa até poderá escutar música, mas se ficar tempo de mais com o aparelho na mão, como se estivesse filmando alguém, poderá ser repreendido.

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O Japão, onde a popularização de gadgets multiuso é mais do que notória, decidiu enfrentar a invasão de privacidade obrigando os fabricantes a colocar alertas sonoros toda vez que uma foto fosse feita. Mesmo em modo silencioso, o alerta sonoro funciona, para que os japoneses não se aproveitem do descuido alheio para fazer fotos mais “abusadas”. Só não sei como os nipônicos regulamentam o uso de câmeras de vídeo embutidas em outros equipamentos. [Gizmodo]

Pesquisadores do Japão dizem ter conseguido desenvolver uma forma de quebrar a criptografia através de WPA (Wi-Fi Protected Access) em menos de um minuto, o que pode colocar em risco redes Wi-Fi em todo mundo.

O WPA é uma das tecnologias que permite proteger a conexão sem fio entre um dispositivo e o roteador. Para que ela funcione corretamente, é preciso atribuir uma senha de acesso no roteador, que deve ser inserida antes que o aparelho possa acessar a internet.

Toshihiro Ohigashi, da Universidade Hiroshima, e Masakatu Morii, da Universidade Kobe, planejam discutir como essa forma de quebrar a criptografia do WPA em uma conferência que acontecerá em 25 de setembro na cidade de Hiroshima. Claro que eles não deram detalhes sobre como o processo descoberto por eles funciona.

Embora não existe conexão cem por cento segura, alguns sistemas de criptografia devem ser evitados ao configurar o roteador. O WEP (Wired Equivalent Privacy), por exemplo, é considerado completamente inseguro pela maioria dos especialistas em segurança.

Segundo o diretor da Wi-Fi Alliance, hoje em dia o sistema mais recomendado é o WPA 2 com AES habilitado. A maioria dos roteadores mais modernos suporta esse sistema, que existe desde 2006. [Computer World]

A HP, maior fabricante de computadores do mundo, anunciou uma forma nova e um tanto quanto curiosa de vender seus equipamentos no Japão. Para atrair novos consumidores, a empresa planeja oferecer computadores por preços entre US$ 50 (aproximadamente R$ 93) e US$ 100 (R$ 186), com acesso à internet através da rede de telefonia celular e Wi-Fi para conexão em hotspots espalhados pelo país.

O pulo do gato está na forma como isso será feito. Tudo começa com a HP arrendando espectros de telefonia celular da pequena empresa Japan Communications, que por sua vez aluga banda excedente da gigantesca DoCoMo. Ou seja, a HP se transformará numa espécie de operadora de telefonia, sem ter que se preocupar com antenas ou manutenção da rede. Ela poderá decidir quais equipamentos serão autorizados na rede, como câmeras digitais com 3G/Wi-Fi, notebooks, netbooks e smartphones.

Computadores da HP vendidos no Japão a preços mais do que baixos terão 100 minutos de acesso à internet garantidos, através da rede de telefonia e do Wi-Fi em restaurantes, aeroportos, shoppings, estações de trem e metrô e demais estabelecimentos. Os minutos excedentes que o usuário por ventura utilizar serão cobrados na conta mensal da HP, que proverá SIM cards para seus clientes.

O próximo passo seria a cobrança pelo acesso a conteúdo nesses notebooks, mas por enquanto a HP ainda não anuncia essa funcionalidade (só diz que a considera).

No Brasil ainda não existe um fabricante de computadores que também forneça plano de dados em rede de telefonia e Wi-Fi para os clientes. Por enquanto, o que temos são parcerias entre fabricantes e lojas de operadoras de telefonia, que vendem netbooks com SIM cards 3G instalados e habilitados.

[NewsFactor]