Vivendo sob um rígido regime comunista desde o final da II Guerra Mundial, a Coreia do Norte pode ter desenvolvido um sistema operacional próprio para rodar nos computadores dos habitantes do país, que é conhecido por ser um dos mais fechados do planeta. As informações são do jornal Korea Herald.

De acordo com o relato de um estudante universitário identificado penas como Mikhail, que teve acesso ao programa, o sistema operacional foi criado em 2006 sob as ordens do ditador Kim Jong-Il, é baseado no kernell do Linux e atende pelo mais do que conveniente nome de “Estrela Vermelha”.

Disponível em versões para computadores pessoais e servidor, sua interface é “muito similar” a do Windows – sem especificar se do 98, XP, Vista ou 7 – e ao contrário do que poderia se supor, sua distribuição não é gratuita: seus CDs são vendidos pelas ruas de Pyongyang pela bagatela de US$ 5 (R$ 9). Sua principal missão é fazer com que a Coreia do Norte possa ficar livre dos “males” dos softwares ocidentais

O estudante reporta que apesar da instalação do programa demorar apenas 15 minutos e dele parecer funcionar “da maneira correta”, os norte-coreanos dizem que o Estrela Vermelha não se revela exatamente amigável no uso cotidiano, preferindo continuar com suas versões piratas do Windows XP, Vista ou 7, que não chegam oficialmente ao país por conta do embargo imposto pelo governo norte-americano contra governos potencialmente “hostis”.

A próxima versão do Ubuntu vai ganhar um sistema integrado a partir do qual usuários poderão comprar músicas. De acordo com o Download Squad, o mais baladado sistema operacional Linux do momento terá sua iTunes fornecida pela 7Digital, uma empresa de venda de canções baseada no Reino Unido.

Reza a lenda que a Ubuntu One Music Store vai estrear já o Ubuntu 10.04, conhecido como Lucid Lynx. Quem utilizar o SO gratuito poderá comprar faixas individuais por cerca de 99 centavos de libra, o equivalente a 2,77 reais (caro, não?). Num teste feito pelo Popeye.com, as canções do álbum “Discover Elvis Presley” eram ofertadas por esse valor, com qualidade de 320kbps e livre de DRM (sistema de proteção).

Confira abaixo imagens da loja.

Reza a lenda que o Amazon MP3 seria o fornecedor de músicas da Ubuntu One Music Store. Esse rumor, no entanto, não se confirmou e a Amazon perdeu a chance de marcar essa presença no ambiente Linux.

[Com informações: Popey Blog, Download Squad]

Da última vez que havíamos noticiado as parcelas de mercado dos navegadores, o Chrome havia acabado de passar (por pouco) o Safari e assumir a terceira posição como o browser mais utilizado (atrás, é claro, do Internet Explorer e do Firefox). Agora o navegador do Google consolida sua posição à frente do navegador da Apple, como aponta a mais recente pesquisa da Net Applications.

Agora o Chrome, já disponível para Windows, Mac e Linux, foi de 4,4% para 4,63%, enquanto o Safari foi de 4,37% para 4,46%. Para eles subirem, alguém tinha que cair, e foi esse o caso dos líderes de mercado Internet Explorer — que foi de 63,6% para 62,69% — e Firefox — que foi de 24,7% para 24,61% na mais recente pesquisa.

Chrome passou, mas por pouco

Chrome passou, mas por pouco

Ia acontecer cedo ou tarde, mas o lançamento das versões para Mac e Linux do navegador Chrome deu o empurrãozinho que o programa precisava para tomar do Safari o posto de terceiro browser mais usado internet afora.

Agora presente nos três principais sistemas operacionais usados no mundo o browser do Google conquistou a preferência de 4,4% dos navegantes, apenas 0,03% a mais do que o registrado pelo programa da empresa da maçã, que ficou com 4,37%, como informa a empresa de pesquisa Net Aplications. Praticamente um empate técnico.

Os dados também mostram que entre os dias 6 e 12 de dezembro o uso do Chrome saltou de 3% para 6,34% entre os usuários do Linux e de 0,3% para 1,3% no lado Apple da Força. Em entrevista para o site Computerworld, o Vince Vizzcaro, presidente da NetAplications afirmou que será interessante ver como o um navegador independente como o Chrome enfrentará o Firefox, IE e Safari em seus sistemas operacionais nativos – no caso, Linux, Windows e OSX: “ele será um competidor poderoso”, diz.

Enquanto isso, dados globais apontam que, apesar de registrarem sensível queda há tempos, variadas versões do IE ainda representam 63,6% dos computadores online, quanto o Firefox já bate os 24,7%.

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Enquanto em todo mundo os Apple não representam muito mais de 10% dos computadores conectados à internet, pelo menos durante um curto período a situação foi bastante diferente num canto da Terra. Segundo dados da empresa de monitoramento web Stat Counter, durante o agradável inverno no aprazível continente antártico as máquinas da maçã representaram 97% dos computadores ligados à web, completando o primeiro estágio do plano de dominação mundial orquestrado por Steve Jobs.

O problema é que os pesquisadores voltaram pra casa em julho e já no mês seguinte não havia nenhuma maçã em toda região. Em novembro algumas máquinas com o Mac OSX ainda ensaiaram uma reação e marcaram 40% de audiência, índice que voltou a zerar neste mês.

Já o Linux, conhecido justamente por ser o “sistema operacional do pingüim”, não tem muito do que se orgulhar de seu desempenho jogando em casa. O único registro não-Windows ou Mac do gráfico é um tal de “desconhecido”, que ainda assim não teve mais do que 15% de participação em todo ano.

Apesar de o Linux não ser um sistema operacional extremamente popular (e sejamos francos, além do Windows, nenhum é), a fatia de mercado que detém entre os netbooks é digna de nota: 32% dos 35 milhões de netbooks comercializados esse ano vieram/virão com o sistema de código aberto, segundo Jeff Orr, analista da ABI.

Ainda segundo Orr, o Ubuntu é a distribuição preferida nos netbooks, e o Linux deve superar o Windows nessa categoria até o ano de 2013. A Microsoft, por outro lado, sustenta que “mais de 93% dos pequenos notebooks do mundo rodam Windows atualmente.” [ComputerWorld]

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Patinho feio da Mozilla, o cliente de e-mail Thunderbird finalmente teve sua versão 3 lançada oficialmente, um mês depois de sua versão RC ser disponibilizada para download e com dois anos de atraso em relação a seu irmão mais popular e famoso, o Firefox.

Disponível em 50 idiomas e para computadores com Windows, Mac ou Linux a nova versão agora conta com navegação por abas e outras diversas melhorias de segurança e velocidade já esperadas num programa que não recebia grandes atualizações desde 2006.

Apesar de meio esquecido de um tempo pra cá, David Ascher, CEO da Mozilla, afirma que o programa ainda tem entre 10 e 15 milhões de usuários em todo mundo, e que apesar de atrás de seus principais concorrentes – leia-se Outlook, Windows Mail, Hotmail ou Gmail – o programa vem registrando “sensível crescimento”.

Aos interessados, o programa pode ser baixado direto do Site da Mozilla.

Chegou, chegou, tá na hora da alegria

Chegou, chegou, tá na hora da alegria

Depois de muita, mas muita expectativa mesmo, o Google liberou a versão final de seu navegador Chrome para o Mac OSX. Seguindo seu antigo costume a empresa denominou a versão final do programa de Beta, palavra usada no mundo normal para indicar um programa ainda em desenvolvimento.

Lançada em setembro de 2008 para os computadores com Windows, a versão da maçã do browser teve uma gestação complicada, com direito a diversos atrasos que fizeram com que os executivos da gigante da web mais de uma vez se declarassem publicamente “decepcionados” por não poderem usar o programa em seus computadores pessoais – como se sabe, diversos googlers são usuários de Mac.

De resto, o mesmo discurso se sempre: o Google afirma que o programa é lindo, rápido, seguro, faz café e dá banho no cachorro.

Para quem quiser, o download pode ser na página do programa.

[atualizado às 17h25] No encalço da versão do Mac OSX os usuários do Linux também receberam sua versão do navegador, com os mesmos recursos de suas demais versões e estilo parecido com o do Windows. Volte em instantes para um review detalhado.

Mavizen TTX02: acessa a rede

Mavizen TTX02: acessa a rede

Em tempos de tamanha preocupação ambiental quase não surpreende que diversos fabricantes de automóveis e motocicletas estejam apresentando produtos movidos à eletricidade, mas a (até hoje desconhecida) empresa britânica Mavizen resolveu expandir um pouco o conceito da coisa com o protótipo TTX02.

Construída a partir de um quadro da KTM, a motoca é equipada com um motor elétrico que a faz chega a mais do que suficientes 210km/h e além disso contra com um servidor Linux sem fio que permite que seu feliz proprietário acesse a web de qualquer lugar em que esteja. Pra quê? Sei lá, mas não dá pra negar que isso é bem legal.

Em seu site oficial, Azhar Hussain, fundador da empresa, afirma que todo o software por trás da moto é “a respeito de colaboração, compartilhamento e network. A competição aprimora a raça”, o que provavelmente o coloca como forte concorrente para frase mais sem sentido dita no ano. Já Chris Aylett, CEO da empresa, é um pouco mais simples e diz que TTX02 é um “iPod sobre rodas”.

A Mavizen afirma que o brinquedo entrará em linha e já aceita encomendas. O preço ainda não foi divulgado, mas não é para o seu bico (muito menos para o meu).

Finalmente o Google liberou mais detalhes a respeito de seu plano maléfico de dominação mundial do Chrome OS, sistema operacional peso-leve baseado em linux, desenvolvido para netbooks e anunciado pela gigante da rede no último mês de julho.

Feito especialmente para a nuvem, todos seus aplicativos são online. Assim “toda sua experiência acontece dentro do browser e não existem outros programas instalados da maneira convencional”, como a empresa afirma em seu blog oficial.

De acordo com seus desenvolvedores, isso permitiu eliminar a maior quantidade possível de processos desnecessários, fazendo com que o computador esteja pronto para ser usado “em poucos segundos”. De acordo com Sundar Pichai, vice-presidente do Google, a empresa queria que “o Chrome OS ligasse tão rápido quanto uma televisão”.

Quanto aos recursos de segurança, o Chrome OS parece ser especialmente desconfiado já que roda cada programa de maneira isolada, o que promete dificultar a vida de programinhas mal intencionados de qualquer espécie. Além disso, a cada boot o sistema operacional confere a integridade de seu código-fonte, e caso identifique alguma coisa errada ele é capaz de se “curar” sozinho.

Os primeiros netbooks equipados com a novidade deverão chegar ao mercado em 2010, e de acordo com Pichai NÃO será possível baixar o sistema operacional depois que seu desenvolvimento for finalizado. Depois de pronto o Chrome OS estará disponível apenas em máquinas de empresas que firmarem parcerias com o Google. Ou seja, se você quiser o Chrome, terá que comprar alguma coisa que venha com ele instalada de fábrica. #mancada #fail #applefeelings

De quebra, não há uma versão beta disponível para download. Os que estiverem dispostos a se arriscar, devem baixar o código-fonte do programa e compilá-lo na raça e na coragem. Ainda não há uma data para seu lançamento oficial, mas a empresa-mãe afirma ele deve acontecer “em breve”.

Em todo caso, confira o vídeo de apresentação do Chrome OS.

Quase lá: Google apresenta oficialmente o Chrome OS

Finalmente o Google liberou mais detalhes a respeito do Chrome OS, sistema operacional peso-leve para netbooks anunciado pela gigante da rede no último mês de julho.

Feito especialmente para a nuvem, todos seus aplicativos são online. Assim “toda sua experiência acontece dentro do brownser e não existem outros programas instalados da maneira convencional”, como a empresa afirma em seu blog oficial.

De acordo com seus desenvolvedores, isso permitiu eliminar a maior quantidade possível de processos desnecessários, fazendo com que o computador esteja pronto para ser usado “em poucos segundos”. De acordo com Sundar Pichai, vice-presidente do Google, a empresa queria que “o Chrome OS ligasse tão rápido quanto uma televisão”.

Os primeiros netbooks equipados com a novidade deverão chegar ao mercado em 2010, e de acordo com Pichai NÃO será possível baixar o sistema operacional, que estará disponível apenas em máquinas de empresas que firmarem parcerias com o Google. Ou seja, se você quiser o Chrome, terá que comprar alguma coisa que venha com ele instalada de fábrica. #mancada

De quebra, não há uma versão beta do Chrome OS disponível para download. Os que estiverem dispostos a se arriscarem devem baixar o código-fonte do programa e compilá-lo. #mancada2

Em todo caso, confira o vídeo de apresentação do Chrome OS