A versão 1.0 beta do aplicativo do Kindle para Mac OS X. A versão para usuários da maçã estava sendo prometida desde o lançamento do aplicativos similar para Windows, há cerca de quatro meses. Através do programa, clientes da loja de livros e periódicos em formato digital da Amazon poderão ler suas obras — inclusive com cores, algo que o e-reader não tem — agora também no Mac.

Com o iPad e sua iBook Store potencialmente ameaçando seu negócio, a Amazon traz seu aplicativo de leitura do Kindle ao Mac e completa uma longa lista de dispositivos onde seus e-books podem ser lidos: os próprios Kindle/Kindle DX, iPhone, iPod touch, BlackBerry, Windows, Mac, e em breve até mesmo no iPad (que será uma disputa interessante de assistir: o app da Amazon, líder do mercado atualmente versus o app do iBooks, o novato da Apple).

Através do aplicativo para Mac (assim como os demais) pode-se ler os livros já comprados e, através do sistema chamado Whispersync, começar a ler um livro em qualquer um dos aplicativos/dispositivos citados acima, parar e depois poder continuar em qualquer um dos outros aplicativos/dispositivos do mesmo ponto onde a leitura parou.

O aplicativo para Mac já conta com diversas funcionalidades mas, como indica o termo “beta”, ainda não está completo. Algumas das próximas funções prometidas incluem a possibilidade de fazer busca no texto e de criar/editar anotações e marcações no texto, que por enquanto podem ser  apenas lidas no aplicativo.

O Steam diz olá para o Mac. (Divulgação)

Depois de rumores e provocações, enfim a Valve anunciou oficialmente a chegada de sua plataforma Steam para Mac. Além de sua plataforma de venda e distribuição de games com toques de rede social, a Valve também afirmou que seus jogos também serão portados para o Mac (todos em versões nativas), incluindo sucessos como Half-Life 2, Counter-Strike, Left 4 Dead 2 e Team Fortress 2.

A integração com a versão para PC do Steam promete ser totalmente transparente. Quem já tiver comprado a versão para PC de um jogo da Valve (ou de seus parceiros que adotarem a mesma política) poderá baixar gratuitamente a versão para Mac. Além disso, o multiplayer online poderá ser jogado entre Macs e PCs nos mesmos servidores sem problema algum através da nova funcionalidade chamada Steam Play, segundo a Valve. E tem mais, combinando o Steam Play ao Steam Cloud, um gamer jogando no seu PC do trabalho (coisa feia! :P ) poderá chegar em casa, ligar seu Mac e continuar exatamente de onde parou.

O Steam para Mac e os respectivos jogos nativos para a plataforma serão distribuídos em Abril, e a Valve espera que outros desenvolvedores parceiros também lancem suas versões para Mac no mesmo prazo. O primeiro jogo da Valve que será lançado simultaneamente para Mac e PC será Portal 2, no fim do ano. O Mac está sendo considerado pela empresa uma “plataforma de prioridade 1”, e portanto todos os novos jogos futuros serão lançados simultaneamente em suas versões para Mac, Xbox 360 e Windows, assim como os updates que serão liberados simultaneamente para Mac e PC.

“A inclusão do WebKit no Steam e da OpenGL na [engine] Source nos dá muita flexibilidade em como seguimos adiante com essas tecnologias,” disse o diretor de desenvolvimento do Steam, John Cook. “Estamos trabalhando com a Apple e as fornecedoras de GPUs para nos assegurarmos de tirar a maior vantagem de suas capacidades. […] A Apple tem sido uma grande parceira até aqui e esperamos que nosso relacionamento com ela cresça ao longo do tempo.”

[AppleInsider: 1 e 2]

Há uma semana atrás surgiu o rumor de que a plataforma de venda e distribuição de games Steam iria se tornar disponível também para os usuários de Mac, após longos anos sendo compatível com Windows apenas. Recentemente, uma série de teasers (aquelas imagens feitas para provocar o público e deixá-lo ansioso por um lançamento) foi enviada pela Valve, responsável pelo Steam, para diversos sites internacionais especializados na Apple ou em games. As imagens fazem paródias dos vídeos publicitários da Apple — desde o clássico comercial de lançamento do Mac de 1984 até a atual campanha “Get a Mac”, estrelando Justin Long e John Hodgman— com a diferença que os protagonistas dos teasers são personagens de games famosos distribuídos pelo Steam, como Half-Life e Left 4 Dead.

Acompanhando cada uma das seis imagens — cuja ordem e quantidade total pode-se discernir pelos pequenos circúlos abaixo das imagens, no melhor estilo Apple — não veio nenhuma explicação (e, convenhamos, nem precisava), apenas a legenda “Em expectativa a um iminente anúncio da Valve”. Veja as imagens na galeria abaixo:

Informações atualizadas no final do post.

Foi aberta na noite desta terça-feira (2) a venda do novo pacote promocional de aplicativos para Mac OS X do site MacHeist, o MacHeist nanoBundle 2, que oferece até sete aplicativos (dois deles só serão liberados com um mínimo de pacotes vendidos) por US$ 19,95 (cerca de R$ 35,75).

Aplicativos que fazem parte do MacHeist nanoBundle 2 (da esquerda para a direita): MacJournal (editor de diários e blogs), RipIt (“ripador” de DVDs), Clips (gerenciador de clipboard), CoverScout (encontra as capas que faltam nos álbums do iTunes), Flow (FTP com design premiado pela Apple), Tales of Monkey Island (o mais recente jogo da clássica franquia de adventures) e RapidWeaver (criador e editor de websites no estilo simples do iWeb, mas com possibilidades de customização muito maiores).

Os pacotes MacHeist ficaram conhecidos por juntarem diversos aplicativos para Mac e vendê-los por um preço muito inferior do que seria pago para comprar cada programa individualmente, e, muitas vezes, inferior até mesmo ao preço individual dos aplicativos do pacote. É o caso do nanoBundle 2, que oferece os sete aplicativos, que normalmente custariam US$ 266 por menos de US$ 20. É claro, provavelmente não seriam muitas pessoas que comprariam exatamente esse conjunto de aplicativos, mas considerando que o mais barato deles custa mais que o pacote, para quem se interessa por qualquer um dos programas, o bundle parece ser um excelente negócio.

Além disso, as vendas do pacote ainda tem 25% da receita revertida para a instituição de caridade de escolha do comprador — entre as 11 pré-selecionadas pelo site, como a AIDS Research Alliance, a Prevent Cancer Foundation e o Clinton Bush Haiti Fund, entre outras. Aquele que adquirir o nanoBundle 2 também pode optar por dividir a doação igualmente entre todas as instituições disponíveis.

Os aplicativos do pacote são os sete da imagem acima, com a ressalva que o jogo Tales of Monkey Island e o editor de websites RapidWeaver só serão liberados se um número mínimo de pacotes forem vendidos. E a promoção só está disponível por sete dias, então os interessados tem até dia 9 de março para sacarem seus cartões (Visa ou MasterCard) ou contas do PayPal e comprar o pacotão de aplicativos. Maiores informações sobre cada aplicativo — incluindo capturas de tela e vídeos — são encontradas no próprio site da promoção.

E você, leitor do Tecnoblog e usuário de Mac, ficou animado com o bundle? Pretende comprar? Não deixe de nos contar sua opinião ali na seção de comentários, combinado? ;-)

[Atualização em 5 de março de 2010] A partir de hoje todos que comprarem ou já tiverem comprado o nanoBundle 2 podem visitar o site http://www.macheist.com/tweetblast e, tuitando sobre o MacHeist, ganhar mais três aplicativos: Tracks (música), Airburst Extreme e Burning Monkey Solitaire (ambos jogos). Mais informações sobre cada um dos aplicativos podem ser encontradas no link anterior.

[Atualização em 8 de março de 2010] O jogo Tales of Monkey Island foi liberado antes de atingir-se os 50 mil pacotes vendidos, que era a meta inicial para que o jogo entrasse no pacote. Agora só o RapidWeaver que continua bloqueado, esperando que se atinja os mesmos 50 mil pacotes. No momento desta atualização ainda faltam 2 dias para o fim da promoção e mais de 41 mil bundles já foram vendidos, então é razoável supor que a meta para o RapidWeaver será atingida.

Nova imagem do site, atualizada após os 50 mil pacotes vendidos e a adição do Tweetie.

[Atualização em 9 de março de 2010] Agora não são mais 7 aplicativos no pacote (sem contar os três extras que se ganha tuitando), mas sim oito (e contando com os três do Tweetblast são onze). Nos 45 minutos do segundo tempo mais um app de sucesso foi adicionado ao pacote, o Tweetie para Mac.

A versão para Mac de um dos mais populares clientes de Twitter para iPhone e iPod Touch foi lançada ano passado com excelente recepção por ser provavelmente o primeiro cliente de Twitter para Mac com a simplicidade e objetividade de interface que se encontrava no iPhone, sem contar que era um programa desenvolvido nativamente (em oposição  aos concorrentes desenvolvidos em Adobe AIR). Hoje, aquele que já foi um aplicativo de vanguarda encontra-se bastante defasado, e é aí que se encontra um dos trunfos da adição dele ao MacHeist nanoBundle 2: os compradores do pacote (assim que forem atingidos 56.789 unidades vendidas) receberão não apenas uma licença para a versão atual do Tweetie, mas também  um upgrade gratuito para o futuro Tweetie 2, bem como acesso à versão beta fechada que está prometida para chegar em cerca de um mês.

O MacHeist nanoBundle 2 já vendeu mais de 50 mil pacotes, desbloqueando o último aplicativo que faltava do conjunto inicial de aplicativos, o RapidWeaver. Quem já comprou o pacote antes do desbloqueio só precisa acessar a página do seu recibo para pegar sua licença, que já está disponível. E, pelo histórico dos bundles anteriores, podem ter certeza de que o Tweetie também será desbloqueado antes do fim da promoção (ou seja, ainda hoje).

Enquanto o 3º pacotão de apps da MacHeist não fica pronto, o site está distribuindo gratuitamente seriais do Squeeze, uma app de compressão de arquivos para Mac OS. Na verdade, ao contrário do que você deve ter entendido, essa app não serve para lidar com arquivos .zip ou .rar, mas sim para liberar espaço do HD do seu Mac (eu também achei que fosse pra zipar arquivos :P ).

O Squeeze é uma espécie de “versão Mac OS” daquele recurso do Windows que comprime todos os arquivos do HD (não consegui pensar em uma comparação melhor para ele, btw), mas com muito mais estilo, como é de se esperar de apps de Mac. Ele se integra perfeitamente ao System Preferences, podendo ser ativado e desativado da mesma forma que você faria com o Time Machine.

É aí que toda mágica começa, ou mais especificamente, na janela abaixo.

A partir dessa tela, tudo o que você precisa fazer é adicionar as pastas que você quer que o Squeeze comprima. O aplicativo não muda o formato de nenhum arquivo. As pastas continuam acessíveis pelo Finder, indicando que todo processo de compressão e descompressão é feito em tempo real, enquanto você mexe com seus arquivos. E isso só é possível por essa integração que o aplicativo tem com o System Preferences do Mac.

Mas tudo tem um preço. Não fiz testes de performance, mas é evidente que o Squeeze vai comer alguns recursos do seu Mac enquanto estiver (des)comprimindo arquivos. Você meio que troca alguns Gigahertz do processador por GigaBytes de espaço no HD. :P

Mas e aí, o Squeeze funciona mesmo?

A captura acima mostra as pastas que eu coloquei no Squeeze para testar aqui (clique para ampliar). Achei engraçado o programa conseguir reduzir mais ainda arquivos que já são comprimidos, como JPEG e MP3. O primeiro, aliás, foi de onde ele tirou mais espaço: 3.55GB salvos de uma pasta de 40GB.

Pessoalmente, acho que vou desativar o Squeeze assim que eu terminar esse post. Mas isso não significa que eu não gostei dele (pelo contrário), é só que 4,5GB a mais não vai fazer muita diferença aqui no meu Mac. Não com um programa rodando em background, consumindo uma quantidade ainda desconhecida de recursos (em idle ele não usa quase nada, mas deve pegar bastante o processador emprestado no dia-a-dia).

Então corre para pegar sua licença lá no MacHeist. Por enquanto é di-grátis, mas não sei se vai continuar sendo free quando o bundle 3 sair (dia 2 de março). O Squeeze foi feito para o Snow Leopard (Mac OS X 10.6), então roda em 64 bits.

Mais uma coisa – se você leitor testar o Squeeze no dia-a-dia, sinta-se convidado a voltar aqui e deixar as suas impressões nos comentários! :)

Da última vez que havíamos noticiado as parcelas de mercado dos navegadores, o Chrome havia acabado de passar (por pouco) o Safari e assumir a terceira posição como o browser mais utilizado (atrás, é claro, do Internet Explorer e do Firefox). Agora o navegador do Google consolida sua posição à frente do navegador da Apple, como aponta a mais recente pesquisa da Net Applications.

Agora o Chrome, já disponível para Windows, Mac e Linux, foi de 4,4% para 4,63%, enquanto o Safari foi de 4,37% para 4,46%. Para eles subirem, alguém tinha que cair, e foi esse o caso dos líderes de mercado Internet Explorer — que foi de 63,6% para 62,69% — e Firefox — que foi de 24,7% para 24,61% na mais recente pesquisa.

Chrome passou, mas por pouco

Chrome passou, mas por pouco

Ia acontecer cedo ou tarde, mas o lançamento das versões para Mac e Linux do navegador Chrome deu o empurrãozinho que o programa precisava para tomar do Safari o posto de terceiro browser mais usado internet afora.

Agora presente nos três principais sistemas operacionais usados no mundo o browser do Google conquistou a preferência de 4,4% dos navegantes, apenas 0,03% a mais do que o registrado pelo programa da empresa da maçã, que ficou com 4,37%, como informa a empresa de pesquisa Net Aplications. Praticamente um empate técnico.

Os dados também mostram que entre os dias 6 e 12 de dezembro o uso do Chrome saltou de 3% para 6,34% entre os usuários do Linux e de 0,3% para 1,3% no lado Apple da Força. Em entrevista para o site Computerworld, o Vince Vizzcaro, presidente da NetAplications afirmou que será interessante ver como o um navegador independente como o Chrome enfrentará o Firefox, IE e Safari em seus sistemas operacionais nativos – no caso, Linux, Windows e OSX: “ele será um competidor poderoso”, diz.

Enquanto isso, dados globais apontam que, apesar de registrarem sensível queda há tempos, variadas versões do IE ainda representam 63,6% dos computadores online, quanto o Firefox já bate os 24,7%.

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Enquanto em todo mundo os Apple não representam muito mais de 10% dos computadores conectados à internet, pelo menos durante um curto período a situação foi bastante diferente num canto da Terra. Segundo dados da empresa de monitoramento web Stat Counter, durante o agradável inverno no aprazível continente antártico as máquinas da maçã representaram 97% dos computadores ligados à web, completando o primeiro estágio do plano de dominação mundial orquestrado por Steve Jobs.

O problema é que os pesquisadores voltaram pra casa em julho e já no mês seguinte não havia nenhuma maçã em toda região. Em novembro algumas máquinas com o Mac OSX ainda ensaiaram uma reação e marcaram 40% de audiência, índice que voltou a zerar neste mês.

Já o Linux, conhecido justamente por ser o “sistema operacional do pingüim”, não tem muito do que se orgulhar de seu desempenho jogando em casa. O único registro não-Windows ou Mac do gráfico é um tal de “desconhecido”, que ainda assim não teve mais do que 15% de participação em todo ano.

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Patinho feio da Mozilla, o cliente de e-mail Thunderbird finalmente teve sua versão 3 lançada oficialmente, um mês depois de sua versão RC ser disponibilizada para download e com dois anos de atraso em relação a seu irmão mais popular e famoso, o Firefox.

Disponível em 50 idiomas e para computadores com Windows, Mac ou Linux a nova versão agora conta com navegação por abas e outras diversas melhorias de segurança e velocidade já esperadas num programa que não recebia grandes atualizações desde 2006.

Apesar de meio esquecido de um tempo pra cá, David Ascher, CEO da Mozilla, afirma que o programa ainda tem entre 10 e 15 milhões de usuários em todo mundo, e que apesar de atrás de seus principais concorrentes – leia-se Outlook, Windows Mail, Hotmail ou Gmail – o programa vem registrando “sensível crescimento”.

Aos interessados, o programa pode ser baixado direto do Site da Mozilla.

Mac Pro: potente

Mac Pro: potente

Falta de potência nunca foi um problema para a atual geração dos Mac Pro, mas a marca da maçã anunciou nesta segunda-feira alguns upgrades para sua linha de máquinas para aplicações profissionais.

Ainda mantendo o elegante design externo que estreou no distante ano de 2003 no Power Mac G5, a workstation agora conta com os serviços do processador Intel Xeon 3500, exclusividade ainda não disponível para as máquinas do lado Windows da força que dispõe de quatro núcleos que rodam a saudáveis 3,3 GHz.

Mas isso não é tudo, claro. O resto de suas especificações também contam com adoráveis exageros que fariam qualquer entusiasta tremer: 32 GB de RAM, 8 TB de armazenamento, e 2 GB de processamento de vídeo também podem fazer parte do pacote, que tem preços que começam em US$ 3,299 (R$ 5.300) e podem chegar até o infinito. Isso, claro, só o gabinete, sem contar “detalhes” como Magic Mouse, Apple Keyboard e os caríssimos monitores Cinema Display. [Register]