O Windows 7 começou a ser vendido há pouco mais de um mês e já ultrapassou em market share o seu maior concorrente, o Mac OS X da Apple, ao mesmo tempo que este alcançou a simbólica marca de 5% do mercado. Os dados são da Net Applications, empresa de métricas para a web, que monitora constantemente qual porcentagem dos computadores conectados na internet usa cada sistema.

No último final de semana o Windows 7 atingiu a média de 5,07% dos computadores online. Esse percentual de dois dias foi superior à média de 5% do sistema da Apple, em todas suas versões, na semana de 15 a 21 de novembro.

Os números, porém, podem ser enganosos. Qualquer um com conhecimentos básicos de estatística sabe que não é adequado comparar médias em um período longo com médias em um período curto em resultados que variam tão dinamicamente como estes (ver gráfico). Sem contar que períodos pequenos podem ser tendenciosos se a amostragem for tomada em um pico, como foi o caso desse final de semana. De fato, se comparados no mesmo período, de 15 a 21 de novembro, o market share de 4,15% do Windows 7 fica atrás do 5% do OS X no período.

Participação de mercado do Windows 7 segundo a Net Applications (clique para ampliar).

Toda essa discussão porém, não faz tanto sentido assim, se pensarmos bem. Segundo dados da mesma semana, os computadores com Windows correspondem a 92,64% dos internautas. Não é surpresa alguma que o Windows 7 supere o Mac OS X, e daqui pra frente a vantagem só ficará cada vez mais larga, até que o mercado atinja algo próximo de um ponto de equilíbrio.

A comparação mais interessante, na verdade, é da briga da Microsoft com seu passado negro (cof cof, Vista, cof cof). E o presente está ganhando de lavada! O Windows 7 levou cerca de 6 semanas para atingir a marca de 4%, que o Vista levou 7 meses para atingir (5 meses, se considerarmos apenas sua data de lançamento ao público consumidor). Realmente, o Windows 7 chegou mostrando a que veio. [Computerworld]

Quando nós falamos de serviços online para backup de arquivos, normalmente o que vem à cabeça é a Dropbox. No máximo o Mobile Me para usuários de Mac, mas só. No entanto, eu venho usando há algumas semanas o SugarSync, um serviço diferente de tudo o que tinha testado anteriormente.

sugarsync-logo

Eu conversei com Laura Yecies, CEO da Sharpcast, empresa desenvolvedora do SugarSync, que explicou um pouco do funcionamento da companhia. Diz Laura que a computação nas nuvens permite uma oportunidade única de dar recursos muito especiais aos usuários: segurança e disponibilidade dos dados. Ela compara o uso da nuvem para armazenar arquivos com o do webmail: “O webmail libertou usuários de instalações que consumiam muito tempo e deu a eles acesso às mensagens a qualquer hora e de qualquer lugar”. A mais pura verdade.

Mas o que o SugarSync oferece a seus usuários? Basicamente, o envio automágico dos arquivos armazenados no computador para a nuvem, de forma segura e simples. No entanto, diferentemente de tudo o que eu já vi, o SugarSync não muda forma como o usuário organiza seus arquivos a fim de criar o acesso aos documentos de qualquer lugar.

Tomemos como exemplo o Dropbox. Nesse serviço é preciso copiar os arquivos que devem ser backupeados para a pasta chamada “Dropbox”. Existem sim algumas gambiarras para evitar de ter que mover tudo para o novo diretório que o aplicativo cria, mas nem sempre funciona. Já no SugarSync tudo fica mais fácil: o usuário pode fazer a sincronização entre os servidores da empresa e o computador de qualquer pasta em qualquer local do disco rígido.

Diferentemente da Dropbox, o SugarSync se adapta à organização e ao fluxo de trabalho que o usuário já tem, sendo que não há necessidade de modificar a estrutura das pastas no computador. Por sinal, foi devido a essa limitação da Dropbox que eu encontrei o SugarSync, que não pretendo largar tão cedo.

Para entender melhor o funcionamento do SugarSync, acompanhe abaixo um pequeno tutorial sobre como instalar e configurar o aplicativo. Leia mais»

Logo-VimeoO site de vídeos Vimeo anunciou hoje o lançamento de uma ferramenta de upload que certamente deixará seus usuários mais felizes. Com o Desktop Uploader, passa a ser desnecessário ter que abrir o navegador para enviar novos vídeos para o site.

“Isso deve ser perfeito para aqueles que às vezes têm problema ao enviar um monte de vídeos de uma vez”, escreveu Andrew Pile, funcionário do site.

Esse novo aplicativo será gratuito e terá funcionalidades que o sistema de upload baseado em navegador atual não suporta. O usuário poderá parar e reiniciar o upload no tempo que quiser, por exemplo. Também será possível enviar vários vídeos simultaneamente; o máximo são dez.

A edição de informações dos vídeos também ficará simplifica. No mesmo aplicativo de upload estarão presentes ferramentas para modificação de títulos, tags e descrições. E Pile ainda prometeu mais controles no futuro, sem dar muitos detalhes.

O aplicativo funcionará em Windows, Mac OS e também Linux. A mágica a cargo do Adobe Air, que garante (em tese) o funcionamento em qualquer dessas plataformas. De acordo com o Vimeo, o Desktop Uploader estará disponível para testes em breve. Quem quiser participar deles desde já precisa requisitar acesso ao aplicativo (em inglês).

A companhia aproveitou para informar a seus usuários que está trabalhando em um novo sistema de estatística de vídeos, mais completo que o atual. Assim que estiver pronto, ficará disponível para assinantes do Vimeo Plus, serviço premium que eles mantêm.

[Dica do leitor Micael Silva. Valeu!]

A Apple Brasil acaba de informar ao Tecnoblog que a próxima versão do Mac OS X (10.6), chamada de Snow Leopard, estará disponível no Brasil somente em setembro, diferentemente dos Estados Unidos, que receberão a atualização do sistema já na próxima sexta-feira.

snow-leopard-preco

Segundo a Apple, o Mac OS X Snow Leopard custará R$ 79,90 no país. Caso o usuário opte pelo Snow Leopard Family Pack, com 5 licenças incluídas no pacote, desembolsará um pouco mais: R$ 129,90.

Por fim, o preço do Mac Box Set, pacote de aplicativos que inclui Snow Leopard, iLife ‘09 e iWork ‘09, será vendido por R$ 449,90.

A empresa ressalta que os donos de Macs que compraram seus computadores entre 8 de junho e 26 de dezembro poderão adquirir o Mac OS X Snow Leopard pelo preço promocional de R$ 25. Para solicitar a atualização pelo preço mais em conta é preciso enviar um formulário para a Apple; confira as intruções em outra notícia publicada aqui.

[Atualização às 19:15] Ainda não há informações sobre a data específica na qual o Mac OS X Snow Leopard começará a ser vendido no país. A Apple Brasil deixou essa questão em aberto por enquanto.

Você, dono de um Mac ou Macbook, já pode separar o dinheirinho para comprar a próxima versão do Mac OS X. Isso se você mora nos Estados Unidos, é lógico. A Amazon colocou hoje o Snow Leopard em pré-venda, por US$ 29 (cerca de R$ 54).

O preço é válido para quem já tem o Leopard (Mac OS 10.5) instalado e quer atualizar o sistema operacional. Para aqueles que utilizam versão anterior ao Leopard, será preciso comprar o Mac Box Set, que custa um pouco mais caro: US$ 169 (R$ 315, com iLife e iWork inclusos).

Snow Leopard em pré-venda na Amazon. (Reprodução/Life Hacker)

Snow Leopard em pré-venda na Amazon. (Reprodução/Life Hacker)

Cabe lembrar que o Snow Leopard só funcionará em Macs que utilizem processador Intel.

[Life Hacker]

Antes tarde do que nunca, já dizia o ditado. A RIM, fabricante responsável por um dos smartphones mais vendidos do planeta, decidiu finalmente desenvolver um aplicativo que permita a conexão e sincronização fácil entre o Blackberry e computadores que utilizam Mac OS como sistema operacional.

O aplicativo só começará a ser distribuído em setembro, mas a empresa já listou quais serão as funcionalidades dele. Vamos a elas.

  • Sincronizar playlists do iTunes, calendários, contatos, notas e tarefas.
  • Adicionar e remover aplicativos.
  • Atualizar o aparelho quando novos softwares ficarem disponíveis.
  • Fazer backup e restaurar os dados do aparelho, com backups agendados automaticamente e também criptografia opcional.
  • Gerenciar vários aparelhos.
Tela inicial Blackberry Desktop Software.

Tela inicial Blackberry Desktop Software.

Segundo post no blog oficial do Blackberry, o Blackberry Desktop Software estará disponível para Mac OS 10.5.5 (Leopard). A empresa criou um formulário no qual donos de Blackberry poderão inserir seus dados e ser avisados quando o aplicativo finalmente for disponibilizado para download. [Foto: Gizmodo]

Meu computador está na assistência técnica (fonte real com baixa rotação, não tem nada a ver com o Vista). Devido a isso, comecei a usar o MacBook com mais intensidade, sempre em busca de aplicativos similares ao que eu usava no Windows para ambiente Mac. Já tenho os 10 aplicativos que todo Mac Geek deveria usar, mas queria mais.

Uma das minhas descobertas na busca por aplicativos para Mac foi uma alternativa para fazer screenshots. É bem verdade que o Mac OS X já tem, de fábrica, um software que faz isso a partir de atalhos no teclado. Bem fácil. No entanto, para quem utiliza muito screenshots, a melhor opção é o Skitch (download).

Skitch em ação. (Clique para ampliar)

Skitch em ação. (Clique para ampliar)

Assim que ele é instalado, o usuário já percebe o quanto é fácil usá-lo. Dentre os modos de captura de tela, um dos mais interessantes é aquele em que a moldura do aplicativo demarca a área que será captura. Uma vez que essa área esta demarcada, o simples apertar do botão “snap” resolve o problema.

A captura da tela está feita, ok. Agora começa a mágica. O Skitch dá ao usuário a possibilidade de editar aquela imagem recém capturada, o que vem a ser muito útil. Eu posso, por exemplo, inserir uma seta que chame a atenção para algum aspecto do screenshot. Ou então posso fazer uma linha que encubra determinada informação, que eu não quero que ninguém veja. Não chega a ser um Photoshop, mas para uso cotidiano é mais que suficiente.

Nossa captura de tela está pronta, só falta publicá-la na internet para mostrar a alguém. É nessa hora que o Skitch é imbatível, uma vez que as funcionalidades do aplicativo são estendidas ao site Skitch.com. Criar uma conta gratuita no site é bastante simples – além de grátis. Uma vez que essa conta foi criada, o botão “webpost” enviará a imagem diretamente para o diretório de imagens do usuário no Skitch.com.

É importante observar que o usuário tem a possibilidade de deixar a imagem pública, com uma URL secreta (quem tiver a URL poderá visualizá-la) ou protegida com senha (só com a senha é que a visualização é possível).

Como bônus, pessoas que têm sua própria empresa de hospedagem e querem enviar as capturas de tela para o próprio domínio podem fazê-lo, uma vez que o Skitch tem suporte ao protocolo FTP. O usuário não fica restrito ao envio de capturas de tela para o Skitch.com.

Tenho usado esse aplicativo diariamente, até mesmo porque eu trabalho com tecnologia. Não sei como conseguiria viver sem ele. Aliás, não sei como você conseguiu viver até hoje sem ele também…

Para que os usuários de Windows não fiquem com inveja, deixo a indicação de um aplicativo semelhante ao Skitch para esse sistema operacional (mas que também pode ser baixado para Mac OS): o Jing.

O Webmonkey fez um gráfico bacana, com as estatísticas de uso do Internet Explorer e do Firefox desde Maio de 2006. O gráfico mostra que o Firefox vem ganhando espaço pouco a pouco, enquanto que maior rival segue exatamente o caminho contrário.

Nenhuma novidade até aqui.

Seguindo a lógica deste gráfico, o número de usuários do browser da Mozilla, poderia ser maior do que o da Microsoft em cerca de um ano. Poderia, (como bem lembrou Matt Asay) não fosse pelo fato de que os dados utilizados no gráfico, foram extraídos dos logs de acesso de um site, cujos visitantes são em sua maioria geeks.

É sempre bom ver que o Firefox está se expandindo (que o digam os webdesigners), mas neste caso a situação se inverte, e você se pergunta ‘que tipo de geek ainda insiste em usar Internet Explorer?’.

Matt Asay também destacou esta questão em seu artigo. Ele não conseguia se lembrar nem qual foi a última vez que teria utilizado o Internet Explorer voluntariamente. Ele -assim como eu e a maioria dos não-usuários de IE- utiliza um browser alternativo por gostar dele, e das inúmeras vantagens sobre o tradicional navegador da Microsoft.

Eu dou destaque às extensões -ao contrário do Marco Gomes que usa Safari, eu não consigo ficar sem-, e outras inúmeras vantagens que o Firefox possui. Estas vão desde o design, até a forma como ele interpreta as páginas da web.

Em uma de minhas visitas à sede brasileira do maior site de comércio eletrônico da América Latina, me deparei com uma situação interessante. Todas as máquinas que avistei rodavam Internet Explorer 6, e para completar, o único funcionário que utilizava Firefox, a equipe chamava de “Nerd”. E isso ele era bem pouco.

Qualquer navegador que queira ganhar espaço hoje em dia, estará enfrentando o mesmo vilão que desbancou o saudoso ICQ – o sistema operacional. Enquanto a Microsoft for a toda poderosa, o IE também o será, assim como o Windows Láivi Messenger.

Tenho certeza que isso muda, assim que o software livre (aka Linux) desbancar Windows e Mac OS, mas…

…eu já disse que acredito em fadas?

Enquanto todos aguardamos ansiosos que alguma operadora se antecipe para lançar o iPhone aqui no Brasil -ainda mais agora que ele foi homologado pela Anatel-, a Apple vai chegando na marca das quase 4,5 milhões de unidades vendidas nos Estados Unidos. Com isso, já foram gastos quase 895,5 milhões de dólares só em aquisições de iPhones 3G, sem falar em contrato com as operadoras.

Só para base de comparação, a primeira versão do iPhone vendeu neste mesmo período, apenas 1,12 milhões de unidades. O que mudou de lá para cá? O aparelho conquistou o status de maior febre tecnológica mundial dos últimos tempos, chamando a atenção até de pessoas que -até então- usavam o celular apenas para o óbvio: fazer e receber ligações.

Para completar esta matemática explosiva, a Apple cortou pela metade o preço da segunda geração do aparelho, e adicionou um recurso que hoje em dia é básico em um smartphone: tecnologia 3G.

Segundo o Ubergizmo, cerca de 96 iPhones 3G são vendidos por dia em cada distribuidora da Apple nos Estados Unidos. A média em Agosto de 2007 era de apenas 21 unidades diárias.

Eu disse uma vez que o iPhone seria a aposta da Apple para popularizar sua marca, e fizeram ainda melhor ao cortar o preço dele pela metade. Hoje você compra um iPhone, aprende algumas piadas sobre Bill Gates, amanhã compra um Macbook, e pronto, mais um Macmaníaco no mundo.

Como o Berna falou, o iPhone já está até sendo considerado um computador. Estatisticamente falando, a Apple começa a dominar o mercado de computadores, sem que seja ao menos necessário vender computadores.

Será só uma questão de tempo até que Macs comecem a ser usados pela massa, e as vulnerabilidades do sistema comecem a ser encontradas.

E a pergunta que fica é: como isso se aplica ao cenário tupiniquim?

Desde que Mark Shuttleworth -fundador do Ubuntu- afirmou que em no máximo dois anos, o Ubuntu será mais bonito que o Mac OS X, as expectativas sobre a interface do novo sistema não páram de aumentar. As minhas especialmente.

Para que um sistema seja mais bonito que o idolatrado e salve salve Mac OS X, seria necessário muito mais do que uma visual brilhante, em todos os sentidos. Veja o caso do Windows Vista, que mesmo com toda propaganda, acabou não sendo um “grande Wow” para a maioria dos usuários.

A verdade é que um sistema bonito envolve uma série de fatores, incluso a usabilidade. Não adianta ser lindo e fofo, se a experiência final for uma eca. Aliás, esta é justamente a sensação de 80% dos usuários ao experimentarem pela primeira vez o Mac OS X, depois de anos no Windows.

Estaria nos planos da Canonical incluir um Dock nativo no sistema? E quanto às firulas – Mac OS X tem o Exposé, mas o Linux tem o Compiz. Uma bela briga, não?

Lógico que não é a minha intenção dizer aqui qual sistema operacional é o melhor, mesmo porque não acredito que isto seja uma unanimidade. Estou apenas sedento por boas novidades no quesito usabilidade X interface gráfica, e este conceito do usuário Willwill me deixou ainda mais curioso.

aaaaa

Apesar de seu criador ter abusado nos tons escuros, o resultado final é um tema muito atraente, e com alguns detalhes notavelmente inspirados no sistema da Apple. Por outro lado, há também os gadgets na sidebar, e este relógio do Windows Vista.

Temos então uma interface que mistura alguns dos melhores detalhes dos 3 sistemas: Win+Mac+Ubuntu. (Como seria o nome disso?)

Vale uma atenção especial ao gerenciador de arquivos -que dá a impressão de ser fácil de usar-, e principalmente ao player de música (segunda imagem). Eu diria que bordas não lhe fariam mal, fora isso, o interior parece mostrar muito mais informações, ocupando menos espaço na tela.

Se o Ubuntu seguir este mesmo caminho, eu direi que agora sim um sistema Linux está ficando cool. E não me diga que ele já era, afinal, de nada adianta uma interface powered by Compiz, se até o tema “Verde Oliva” do Windows XP é mais bonito que a aparência atual do Ubuntu.

E você, o que achou destas imagens?

via: Genbeta