Vodafone admite culpa no caso do HTC Magic infectado
Publicado dia 19/03/10 às 18h52 por
Na semana passada o braço espanhol da operadora européia Vodafone foi acusada de vender aparelhos HTC Magic contaminados com três tipos diferentes de malware. O caso foi descoberto por uma funcionária da empresa de segurança Panda, que comprou um dos celulares infectados e descobriu as ameaças ao conectá-lo no computador
Depois de uma investigação, a empresa descobriu que até 3000 aparelhos HTC Magic podem ter sido vendidos com vírus. Segundo a operadora, os arquivos infectados estão seus cartões de memória MicroSD usados no HTC Magic e não no sistema de arquivos do Android, sistema operacional móvel do aparelho. Eles continham um programa de keylogger, o conhecido vírus Conficker e um cavalo de tróia que transformava o computador em um zumbi da botnet conhecida como Mariposa.
A operadora garante que enviará para todos os clientes que compraram o aparelho um novo cartão de memória e instruções de como remover os vírus que, por ventura, infectaram os seus computadores. A Vodafone também informou que ainda não sabe qual a fonte da infecção e que continuará a investigação até descobrir. [Slashgear]

Até ontem (19) não havia consenso no que se tratava de desbloqueio de aparelhos celulares. O lado à favor dos clientes dizia que o desbloqueio deve ser gratuito, enquanto que o lado das operadoras queriam e cobravam multas dos clientes caso eles requisitassem a remoção do SIMlock dos seus celulares.

Uma das maiores operadoras de telefonia da Europa, Vodafone, foi acusada de vender aparelhos HTC Magic incluindo uma característica extra além do sistema operacional Android: malware. Mais especificamente um cavalo de tróia que transforma o computador em um zumbi da botnet chamada Mariposa, que foi tirada do ar em dezembro do ano passado e tinha mais de 12 milhões de computadores-zumbi ativos.
O NDK (Native Development Kit, ou kit de desenvolvimento nativo) do Android 

As lojas da Rússia e Índia foram as primeiras a se libertarem do DRM, mas segundo um anúncio da Nokia em dezembro do ano passado, outros mercados podem ser os próximos e a empresa atua em 22 países diferentes vendendo músicas. No entanto, usuários do serviço Comes With Music, que podem baixar músicas de graça durante 1 ano por terem comprado um aparelho Nokia, continuarão precisando baixar arquivos com DRM até o fim do período marcado em suas contas. Nada mais lógico, já que ele é similar a um serviço de assinatura.