Canabalt é um daqueles joguinhos que, por causa do charme e simplicidade, são perfeitamente adequados a uma plataforma móvel – pra não dizer extremamente viciante.
A premissa é tão simples que você pode descrever o jogo inteiro numa linha só – em Canabalt você é um carinha que está pulando de um prédio pra outro tentando fugir de algum tipo de invasão alienígena, o que pode ser visto acontecendo no background. O seu bonequinho corre automaticamente, e pra pular basta tocar a tela. Um toque rápido resulta num salto curto; um toque mais demorado catapulta o herói sem nome em proporções olímpicas.
Os prédios variam em distância de um pro outro, portanto é preciso variar o tipo de pulo que você dá pra alcançar o próximo edifício. Há também obstáculos que você precisa saltar, e quando o jogo fica mais rápido é preciso nervos de aço pra decidir em um nanosegundo se o obstáculo ou o prédio seguinte requer um pulo curto ou longo.
Um contador de distância no topo superior direito te indica quanto você já correu. Se atrapalhe nos pulos, e seu bonequinho despenca e (presumivelmente) se arrebenta lá embaixo. O jogo reinicia quando isso acontece, te dando outra chance de bater o seu recorde.
Canabalt é baseado numa versão em Flash que você pode jogar aqui. O jogo carrega rapidamente e as partidas nunca demoram mais que um ou dois minutos, tornando-o perfeito praquela fila de banco ou espera no consultório do dentista. Como todos os jogos em que o desafio é alcançar máxima pontuação, falta um ranking online onde nerds se degladeiem pela supremacia, mas o desenvolvedor do jogo já prometeu tal feature num update próximo.
A música e o estilo artístico pixelizado e minimalista dão um charme bastante distinto a Canabalt. O preço é um pouco salgado pra um jogo tão simples (afinal, o gameplay inteiro de Canabalt se resume a tocar na tela nos momentos propícios; é essencialmente um testador de reflexos), mas eu recomendo de qualquer forma porque o jogo é muito viciante. Vale lembrar que, graças à simplicidade, o jogo se rende uma excelente experiência social com seus amigos. É difícil pegar o iPhone ou iPod touch de volta uma vez que você desafia sua patotinha a alcançar o score máximo.
Tenho viajado bastante no último ano, seja por trabalho ou lazer. Por eu trabalhar com internet, há a necessidade de estar sempre conectado, justamente por isso comecei a pensar em comprar um smartphone e assinar um pacote de dados. E justo quando eu estava para fazer isso (dezembro/2007), o blog da Nokia pintou na parada.
Mais do que internet grátis e um celular bacanudo por um mês, ganhei uma oportunidade de experimentar aquilo que eu estava para adquirir.
Desde então, comecei a estudar um aparelho que se adequasse às minhas necessidades, mas nenhum era completo. No meio dessas frustrações a minha paciência se esgotou, e eu resolvi partir para “comprar um só para quebrar o galho”.
Contrariei tudo o que eu sempre costumo falar para os leitores que me enviam emails com dúvidas. Para piorar, cometi o erro de “pagar caro para pegar na hora”, e comprei o aparelho que ilustra o título deste post.
O que mata no HTC Touch, é o fato de ele ser extremamente LERDO. Praticidade é tudo… tudo o que você não tem em um aparelho que engasga para executar a maioria das operações. O Windows Mobile também me decepcionou um pouco no quesito usabilidade, mas aí não é culpa do pobre do HTC. Leia mais»
O grande matador da LG para o mercado de mobiles deste ano, é o smartphone Viewty. Pelo menos é o que eles esperam. Ele foi idealizado com as características mais chamativas dos seus dois principais concorrentes, que são a câmera digital de 5 megapíxels, e tela sensível ao toque.
No Digital Experience 2008, fizeram questão de destacar que o aparelho faz vídeos a 120 fps. Isso é realmente irrelevante se a resolução do mesmo for baixa, questão que a expositora não soube responder no dia. Agora que estou com o aparelho em mãos, confirmei o óbvio – a resolução é de 320×240px. Ele faz vídeos na resolução VGA também (640×480px), mas aí a taxa de atualização vai para 30 fps – o padrão da maioria das câmeras digitais.
Olhando pelas fotos, o Viewty não me agradou nem um pouco, e o fato de ele ser considerado por alguns a nova versão do LG Prada, me dava calafrios. A verdade é que depois de navegar pelos menus por alguns minutos, minha opinião mudou um pouco. Para falar a verdade, achei a experiência bem agradável.
Como player digital, eu diria que o KE990c é um bom telefone. A começar pelo tamanho da caixinha que conecta o celular ao fone de ouvido convencional. Gigante! A boa notícia é que há um controle de volume nela, e a má, é que mesmo com ele no máximo, o volume é tão baixo que de dentro do metrô não se escuta absolutamente nada.
A falta de botões para funções musicais também é um problema. Ter que tirar o aparelho do bolso para trocar de faixa não é algo muito prático. Muito menos seguro.
Interface
Pontos positivos
É possível executar 95% das tarefas no telefone, sem o auxílio da canetinha stylus
Faz fotos de até 5 megapíxels, com flash xenon. Possui ainda recursos como estabilizador de imagem, foto panorâmica, e modo macro
Utiliza lentes Schneider Kreuznach
Tela ampla, muito confortável para visualizar e capturar imagens
Vem com uma pequena suíte de aplicativos do Google instalada: Search, Blogger, Youtube, Gmail e Maps
Possui botões físicos para atender e encerrar chamadas. Isso evita o dedão de churrasco.
Suporta DivX
Videos podem ser gravados em slow motion
Pontos negativos
Não se conecta à rede Wi-Fi
Caneta stylus se prende ao aparelho como um pingente de celular
Som extremamente baixo no fone de ouvido
Reprodutor musical repete músicas quando está no modo shuffle