Falando em smartphones, um porta-voz do Google confirmou ao site MobileCrunch que a loja online Android Market acabou de atingir a marca de 30 mil apps, contra as apenas 16 mil registradas em dezembro. O crescimento de pouco menos de 100% em três meses é similar ao registrado pela famosa iTunes App Store em seus primeiros dias. Atualmente, a loja da Apple conta com cerca de 140 mil programas.
Dados da empresa de desenvolvimento AndroidLib mostram que 61% das apps disponíveis para os celulares do Google podem ser adquiridas de graça pelos usuários, mas não está claro quantos desses programas podem rodar sem problema nas versões 1.5, 1.6 e 2.1 do sistema operacional, que está disponível em “diversos sabores” para diversos fabricantes.
A Android Market foi lançada no final de 2008 junto do HTC G1, primeiro smartphone a rodar o sistema do robozinho, mas só foi se popularizar conforme mais aparelhos com o programa foram chegando ao mercado.
Lembra-se do Motorola Backflip? O aparelho foi apresentado ao mercado norte-americano no início do ano, durante a CES 2010. Por mais estranho que possa parecer, ele é talvez o primeiro smartphone do mundo a permitir que visor e teclado fiquem frente a frente ou opostos um ao outro. Mais do explicar, dê uma olhada no vídeo que o nosso blogger Rafa fez durante o evento:
Pois bem. A Motorola e a Vivo anunciaram em conjunto nessa quinta-feira que o Backflip vai começar a ser vendido no Brasil ainda essa semana nas lojas da operadora. Mais tarde, como de costume, ele poderá ser encontrado também em operadoras de celular concorrentes da Vivo.
De acordo com a assessoria da Motorola, o Backflip sairá por R$ 499 na “oferta especial de lançamento”. No entanto, o consumidor precisará assinar um plano Vivo Você 200 (que dá direito a 200 minutos de conversação) que custa R$ 139, junto de um plano Vivo Internet 500 MB, que atualmente custa R$ 79,90. Total no fim do mês: R$ 218,90.
O Backflip é o terceiro celular oficialmente vendido no Brasil rodando Android, a plataforma para dispositivos móveis do Google. Ele também conta com o Motoblur, aplicativo desenvolvido pela Motorola que concentra em apenas um lugar dados e atualizações de redes sociais variadas, como Twitter e Facebook.
Smartphones são o objeto de desejo de muita gente, certo? A escolha entre iPhone, Android e, por que não, Symbian depende muitas vezes do perfil de uso do comprador. Mas e quem não quer um smartphone, mas algo com recursos a mais (esqueçam o preço aqui, por favor)? A resposta está nos featurephones – não são “smart” por completo, mas realizam tarefas parecidas, e até vêm com alguns recursos bastante específicos. Dou três exemplos bacanas disso a seguir.
Sony Ericsson W995
O W995 é um celular high-end da Sony Ericsson (antes que reclamem, o “S” descolou da parte frontal, tá?) que dá para pendurar na parede (sério!) e, bem, tem o melhor descanso de tela de todos os tempos (como mostra a imagem que abre este post). Falando sério agora, é um bom aparelho para ouvir música com incríveis fones de ouvido com redução de ruído – fato quase inédito nos celulares e smartphones atuais. Seu design parece uma versão maior do W705 e, por consequência, um irmão mais arrojado do Nokia N95. Controles de música de um lado, junto ao botão disparador da câmera fotográfica; do outro, slot para cartão M2 de 8 GB, atalho para Walkman e conector Fast Port. No topo, um suporte móvel (por isso a brincadeira de pendurar na parede) e o conector de fones 3,5 mm, além dos alto-falantes estéreo.
Samsung Jet
O Jet foi alardeado como um dos celulares mais rápidos do mundo – com um processador de 800 Mhz, tem funções de smartphone, sem necessariamente ser um, graças ao sistema operacional proprietário da Samsung. Veja as configurações: Tela AMOLED de 3,1″ touchscreen, 3G, Wi-Fi, 2 GB de memória interna e cartão de 8 GB (fala que não dá pra rodar um Android aí, vai?). E seu browser é bastante decente para um aparelhinho intermediário. Motivo matador para comprar: roda DivX nativo, e tudo indica que com o passar do tempo ele vai ficar mais e mais barato.
LG New Chocolate BL40
O New Chocolate tem jeito e cara de celular chique, com foco em design e pouco em funcionalidade. Errado! O design compridão do New Chocolate é favorecido pela enorme tela de 4″ sensível ao toque, e o bicho tem 3G, Wi-Fi, GPS e um cliente de e-mail que deixa muito smartphone com vergonha (na verdade, divide a tela em duas partes, uma para a lista de mensagens, outra para o texto do e-mail, como se fosse o Outlook). E, como o Jet, roda DivX na maior tela do mercado hoje.
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Sei que nem sempre um featurephone bate um smart em preço e oferta das operadoras, mas vale descobrir algo novo – e nem sempre comentado nos sites e blogs especializados – sobre o tema, certo?
Cheia de criatividade, a Lenovo apresentou durante a CES 2010, que acontece em Las Vegas, o seu novo smartphone: o Lephone. Trata-se de um aparelho rodando o Android, plataforma móvel do Google. Como em qualquer celular mais moderno, a primeira coisa que chama atenção é o display: 3,7″ com resolução de 800×480 pixels. Sendo widescreen, aparentemente é excelente para assistir a filmes nesse formato.
As informações sobre especificações do aparelho ainda são escassas, mas podemos afirmar com certeza que ele vai utilizar o processador Snapdragon, desenvolvido pela Qualcomm. GPS e Bluetooth também estarão no aparelho. Embora fabricantes estejam evitando lançar produtos com conectividade Wi-Fi na China – devido a orientações do Partido Comunista -, o Lephone terá essa função. Informações sobre memória RAM e armazenamento devem ser divulgadas em breve.
Rodando Android, esse celular tem vários aplicativos nativos: previsão do tempo, mercado financeiro, trailer de filme, calendário, bloco de notas e reprodutor de música, entre outros. Por enquanto estão em chinês, mas a previsão da Lenovo é de disponibilizar versões em inglês dos programas em breve.
Um dos aspectos mais interessantes do Lephone é o uso do acelerômetro para movimentar o navegador. Na falta de multitouch, basta inclinar o aparelho para a esquerda, direita, cima ou baixo e esperar que página “deslize” para aquela direção.
A Lenovo planeja lançar uma série de acessórios para o Lephone, a começar por um teclado aclopável ao aparelho (ou docking station, como eles chamam). Há um conector no lado esquerdo do smartphone que conecta-se magneticamente ao acessório para a troca de informações.
Docking station utiliza conector magnético. (MobileCrunch)
O Lephone chega primeiro na China, sem operadora definida, e depois será oferecido nos Estados Unidos. Quanto ao nome: o som “fon” significa “felicidade” em chinês, enquanto que L-E são as duas primeiras letras do nome da Lenovo. Aham… Não custa lembrar que em agosto de 2009 a Lenovo anunciou o desenvolvimento do Ophone.
Motorola Backflip com teclado exposto. Clique para ampliar. (Tecnoblog)
A Motorola anunciou ontem (07) o Motorola Backflip, seu mais novo celular rodando Android. Com uma formato fora do comum, o aparelho é certamente diferenciado (mais detalhes adiante) e será trazido ao Brasil pela Vivo até o final de março.
À primeira vista, o Backflip parece com qualquer outro celular com Android: na frente, uma tela HVGA capacitiva sensível a toque de 3,1” exibindo uma Home Screen do sistema operacional do Google para dispositivos móveis. Mas é quando se olha atrás do aparelho que se percebe a diferença: o teclado está ali!
O smartphone possui um teclado QWERTY que ocupa a totalidade das parte traseira do celular. Quando se abre o aparelho (como se quiséssemos ver as duas capas de um livro), o teclado se posiciona abaixo da tela, permitindo sua utilização.
Câmera de 5MP fica na borda do teclado QWERTY. Clique para ampliar. (Tecnoblog)
Além disso, esse teclado em reverse-flip guarda alguns truquezinhos. A câmera de 5 megapixels e o flash, por exemplo, estão no canto do teclado, possibilitando que o usuário tire facilmente fotos de si mesmo para colocar no Orkut ou, quem sabe, fazer chamadas em vídeo com uso de um aplicativo adequado para isso. Girando o teclado de volta para a posição “fechado”, o usuário tira fotos do que está à sua frente novamente.
Também funciona como rádio-relógio. (Divulgação)
O celular também pode ser deixado sobre uma mesa, semi-aberto, tornando-o mais confortável para assistir a vídeos. O aparelho também reconhece que está aberto no ângulo ideal para ativar seu modo “rádio relógio com previsão do tempo”, que dá uma utilidade interessante ao Backflip quando está parado em cima da mesa.
Ele conta também com o serviço de conteúdo da Motorola conhecido como Motoblur. É um serviço que integra sua vida online ao seu celular, sincronizando seus contatos, posts mensagens e outros provenientes de fontes como Facebook, MySpace, Twitter, Gmail, Orkut, LastFM e colocando tudo isso disponível no seu celular, de forma integrada.
Outro diferencial é o Backtrack, que é um painel sensível ao toque posicionado atrás da tela. Funciona mais ou menos como um trackpad de notebook, e através dele é possível navegar os menus, a internet, e-mails e outros sem ter que obstruir a tela com seu dedo.
O Motorola Backflip estará disponível no Brasil até março, pela operadora Vivo. Ainda não foram anunciados detalhes sobre o preço.
Cumprindo a promessa feita em seu lançamento na China, o Dell Mini 3iX começou a ser vendido no Brasil sob as asas da Claro ainda em 2009. O modelo inclusive já pode ser encontrado em algumas lojas da operadora da cidade de São Paulo, como reporta o colega de Tecnoblog Henrique Martin.
De acordo com as informações fornecidas pela operadora o aparelho em tela de 3,5 polegadas sensível ao toque, roda uma versão customizada do sistema operacional Android com apps para o Twitter e Facebook de série, tem 3G, WiFi, Bluetooth e suporta cartões de memória MicroSD de até 32 GB de capacidade.
A Claro afirma que vende o smartphone com exclusividade no país por R$ 899,00 num plano com 300 minutos de conversação e 250 MB de transferência de dados que custa R$ 225,80 por mês em São Paulo – longe de ser exatamente uma pechincha, mas no mesmo plano o tão falado iPhone sai por R$ 1.317.
Pré pago, o preço do Mini 3iX gira em torno dos R$ 2 mil, mais que a maioria dos netbooks que existem por aí.
Mais detalhes a respeito do Nexus One, o novo smartphone que o Google deve lançar junto da HTC no próximo mês de janeiro no mercado norte-americano vieram à tona nesta segunda-feira graças à FCC, orgão dos EUA responsável por certificar aparelhos que emitem radiofreqüência.
Registrado com o código de identificação NM9PB99100 no site do departamento governamental, o misterioso modelo fabricado pela HTC – o nome Google não é mencionado uma única vez em sua documentação – tem o nome NEXUSONE estampado em seu corpo e conta com WiFi, Bluetooth 2.1, quad band GSM/GPRS/EDGE, 3G e tem memória expansível com cartão microSD, o que confirma alguns dos dados levantados no último final de semana – incluindo seu nome. Em todo caso, bom notar que não há qualquer sinal de GPS na documentação.
Ainda que os primeiros rumores a respeito do modelo indicassem que ele seria vendido desbloqueado, o site Engadget observa que algumas de suas características técnicas indicam que ele será vendido pela operadora T-Mobile.
Eis o Google Phone, que deverá ser chamado de Nexus One. O clique é do blogueiro Cory O´Brien.
Diante da enxurrada de rumores e fotos que surgiram nos últimos dias (e nas últimas horas, pra ser honesto) a respeito de estar desenvolvendo um novo smartphone, o Google seguiu o velho dito popular que diz que “onde passa boi passa boiada” e confirmou em seu blog oficial de mobile que de fato está desenvolvendo “um novo dispositivo móvel”.
De acordo com o gigante da web, o novo aparelho deverá “combinar um novo hardware desenvolvido por um parceiro com uma nova versão do Android que deverá oferecer novos recursos e capacidades”.
Segundo uma matéria do Wall Street Journal publicada neste domingo a tal parceira que está desenvolvendo o hardware é ninguém mais ninguém menos que a HTC, que também foi a “autora” do G1, primeiro aparelho com o Android a chegar ao mercado, ainda em 2008. As informações disponíveis até o momento dão conta que o novo smartphone deverá atender pelo pomposo nome de Nexus One e que rodará a versão 2.1 do sistema operacional do robozinho, com a aparência devidamente customizada por sua empresa-mãe.
O blogueiro norte-americano Cory O’Brien teve contato com o brinquedo, emprestado por um amigo que trabalha do Google, na noite no último sábado e afirmou em seu twitter que ele é “como o iPhone, com direito a um espaço pouco maior de tela, scroll wheel, excelente touchscreen e Android”. Por hora seu único problema conhecido deverá ser o preço, estimado entre US$ 500 (R$ 850) e US$ 600 (R$ 1020). Se por aqui os valores parecem ser uma pechincha por lá isso representa mais ou menos o dobro do que a Apple pede por seu onipresente iPhone, mas com a vantagem de que o Nexus One deverá ser vendido apenas desbloqueado, e, portanto, sem subsídios das operadoras.
Em seu comunicado o Google afirma que até o momento vem “compartilhando o novo aparelho com seus empregados ao redor de todo o mundo”, com direito a uma bronca velada aos que vazaram informações para amigos ou imprensa: “Infelizmente, até o momento os testes são fechados apenas a nossos empregados, e por isso não podemos compartilhar dados e informações específicas”.
De qualquer maneira, novas informações não deverão demorar a surgir, já que o lançamento do Nexus One é previsto no próximo mês de janeiro.
A maior fabricante de celulares do mundo, a Nokia, está com uma nova estratégia para combater a crescente concorrência do mercado (cof, cof, Apple, cof, cof, RIM, cof, cof). A finlandesa irá, para tanto, reduzir pela metade o número de modelos de smartphones que produz.
“Nós vemos… competição muito ferrenha certamente nos topos de linha, mas nós também a vemos aumentando nos smartphones medianos e básicos,” disse na quinta-feira (3) Jo Harlow, o novo chefe da unidade de smartphones da Nokia.
O plano é reduzir os preços e aumentar a margem de lucro ao mesmo tempo, com a ajuda do sistema operacional Symbian, disse essa semana o executivo da empresa, Olli-Pekka Kallasvuo.
Em 2009 a Nokia colocou no mercado 20 novos modelos de smartphone. Em 2010 ela pretende cortar o portfólio pela metade.
“Reduzir o número de modelos de smartphones faz muito sentido… Mas a Nokia tem que ser muito cuidadosa em encontrar o equilíbrio adequado: seu amplo portfólio de produtos tem sido uma de suas mais fortes vantagens competitivas no passado,” disse Pierre Ferragu, analista da Bernstein.
Outros analistas afirmam que a linha de produtos da Nokia é formada por muitos produtos que parecem a mesma coisa, e isso confunde o consumidor. Por isso que a Nokia irá no próximo ano seguir a cartilha da Apple e cortar produtos que não apresentem diferenciação significativa, para ter uma linha mais focada e simples. [Reuters]
Enquanto todo o mundo fala a respeito de Android, iPhone OS, Symbiam ou Windows CE, a fabricante Viewsonic resolveu chutar o balde e apresentou mais detalhes a respeito do VCP08, uma interpretação bastante particular – e um tanto radical – para o que o mundo está acostumado a chamar de “smartphone”.
Capaz de fazer o mais extravagante dos chineses corar de vergonha, no lugar de um sistema operacional peso-leve e otimizado para as pequenas telas dos dispositivos de bolso o aparelho roda ninguém mais ninguém menos que o Windows XP, aquele mesmo presente em 69% dos computadores conectados à web em todo mundo, segundo os dados da Net Application.
Segundo informações do site Pocketables o monstrinho é equipado com um processador Intel Atom de 800 MHz, 512 MB de RAM, 8 GB de capacidade de armazenamento, teclado qwerty e tem uma tela de 4,3 polegadas, o que de quebra lhe garante dimensões paquidérmicas para o mundo dos telefones celulares. Em suas fotos de divulgação o VCP08 faz o Nokia N97 (que pode ser considerado tudo, menos compacto) parecer um chihuahua num mundo de dobermans.
Um de seus aspectos mais curiosos é que o Windows XP e o software de seu celular operam de maneira independente, o que confirma a impressão inicial que colaram um pobre telefone nas costas de um netbook para dar origem a essa maravilha tecnológica.
O preço ainda não foi divulgado, mas, sério, você não vai querer comprar essa coisa.