Carmem Sandiego: ela não usa serviços de geolocalização

A partir do mês que vem os usuários do Facebook poderão fazer um novo tipo de atualização de status em seus perfis: além das clássicas notas com pensamentos, notícias, links e o inevitável Farmville (eca), poderão exibir sua localização geográfica em tempo real para seus contatos, a partir de uma app própria.

Segundo informações levantadas pelo jornal New York Times, o novo recurso está em fase final de desenvolvimento e deverá ser apresentado oficialmente nas últimas semans de abril durante a F8, conferência anual de desenvolvedores da rede social de Mark Zuckerberg.

A novidade mira no sucesso do FourSquare, serviço de geolocalização fundado há um ano pelos desenvolvedores Dennis Crowley e Naveen Selvadurai que tem se tornado muito popular entre os proprietários de smartphones. Como curiosidade, Crowley foi um dos responsáveis pelo site Dodgeball, que foi comprado em 2005 pelo Google e que hoje em dia é mais conhecido como Google Latitude.

Última modinha entre os descolados da rede, o Tumblr é um meio termo entre o Twitter e os blogs comuns que está comemorando a marca de um bilhão de pageviews mensais, conquistados no último fevereiro.

De acordo com as informações divulgadas pelo site, durante o mês do carnaval seus 82 servidores foram responsáveis por transferir 500 terabytes de dados, suportaram bravamente dois milhões de postagens diárias e registraram 15 mil novos usuários por dia.

Apesar dos números relativamente modestos se comparados a outros fenômenos da web, o Mashable reporta que seus criadores pretendem aproveitar a popularidade crescente da página para fazer aquilo o que os criadores do hypado Twitter ainda não tiveram coragem de fazer: ganhar dinheiro.

Um screenshot obtido pelo site de notícias mostra um formulário de inscrição para uma suposta versão paga do serviço, que custaria módicos US$ 1 (mensais? anuais?) e que poderia incluir novas funcionalidades em sua ferramenta. O Tumblr, claro, não dá um pio (epa!) sobre o assunto.

Até hoje operando unicamente com o dinheiro de investidores, o Twitter está começando a se preparar para monetizar seu sucesso na web mundial. De acordo com o Wall Street Journal, a partir de março a empresa começará a contar com os serviços do diretor financeiro Ali Rowghani, que desde 2001 bate cartão do estúdio de cinema Pixar, responsável por sucessos como Toy Story, Procurando Nemo e Wall-E.

Evan Willians, fundador do Twitter, afirmou à publicação norte-americana que Rowghani será “um importante membro de um time que cresce focado em criar valor para nossos usuários aproveitando as oportunidades que aparecem”.

Rumores dizem que entre essas tais “possibilidades” estão contas pagas e modelos de propaganda dirigida. [Mashable]

Depois de anunciar a aquisição da empresa de streaming de músicas pela web Lala no começo da semana, rumores levantados por alguns especialistas indicam que a Apple negocia a aquisição de uma startup especializada em ligações telefônicas pela internet chamada iCall – nome pra lá de adequado.

Os responsáveis pela iCall afirmam que atualmente “mais de 100 mil” usuários do iPhone são clientes de seu sistema de comunicação pela internet.

Segundo o site Sillicon Alley Insider a empresa da maçã teria oferecido entre US$ 50 e US$ 60 milhões pela pequena empresa, que não nega nem confirma a boataria, como de hábito nessas situações.

Mas o que será que Steve Jobs pretende fazer com essa nova aquisição? Entre os diversos rumores que pipocam pela web um deles afirma que a Apple está de olho no crescimento do Google, que além dos relativamente recentes Android e do Chrome OS, nos últimos anos comprou duas companhas de VoIP. Possuindo a nova tecnologia a Apple poderia entrar no novo mercado num tempo relativamente curto – quem sabe, numa próxima atualização do iPhone.

Outra teoria, mais pragmática, afirma que a Apple apenas está interessada em comprar a empresa porque ela detém o registro da marca iCall nos EUA.

Quando nós falamos de serviços online para backup de arquivos, normalmente o que vem à cabeça é a Dropbox. No máximo o Mobile Me para usuários de Mac, mas só. No entanto, eu venho usando há algumas semanas o SugarSync, um serviço diferente de tudo o que tinha testado anteriormente.

sugarsync-logo

Eu conversei com Laura Yecies, CEO da Sharpcast, empresa desenvolvedora do SugarSync, que explicou um pouco do funcionamento da companhia. Diz Laura que a computação nas nuvens permite uma oportunidade única de dar recursos muito especiais aos usuários: segurança e disponibilidade dos dados. Ela compara o uso da nuvem para armazenar arquivos com o do webmail: “O webmail libertou usuários de instalações que consumiam muito tempo e deu a eles acesso às mensagens a qualquer hora e de qualquer lugar”. A mais pura verdade.

Mas o que o SugarSync oferece a seus usuários? Basicamente, o envio automágico dos arquivos armazenados no computador para a nuvem, de forma segura e simples. No entanto, diferentemente de tudo o que eu já vi, o SugarSync não muda forma como o usuário organiza seus arquivos a fim de criar o acesso aos documentos de qualquer lugar.

Tomemos como exemplo o Dropbox. Nesse serviço é preciso copiar os arquivos que devem ser backupeados para a pasta chamada “Dropbox”. Existem sim algumas gambiarras para evitar de ter que mover tudo para o novo diretório que o aplicativo cria, mas nem sempre funciona. Já no SugarSync tudo fica mais fácil: o usuário pode fazer a sincronização entre os servidores da empresa e o computador de qualquer pasta em qualquer local do disco rígido.

Diferentemente da Dropbox, o SugarSync se adapta à organização e ao fluxo de trabalho que o usuário já tem, sendo que não há necessidade de modificar a estrutura das pastas no computador. Por sinal, foi devido a essa limitação da Dropbox que eu encontrei o SugarSync, que não pretendo largar tão cedo.

Para entender melhor o funcionamento do SugarSync, acompanhe abaixo um pequeno tutorial sobre como instalar e configurar o aplicativo. Leia mais»

Na noite de ontem, o serviço de microblogging Twitter revelou o redesign da sua página inicial. Além de novas cores e formato mais arredondado, a página ganhou também uma enorme barra de busca e três linhas de Trending Topics (tópicos em tendência, numa tradução livre): a primeira para assuntos que são tendência nesse minuto, a segunda para tendências do dia e a terceira para tendências da semana.

twitterhome

Nova home (+)

Segundo Biz Stone, que anunciou o redesign no blog oficial, essa página serve para ajudar quem ainda não conhece o Twitter e talvez fique meio confuso inicialmente. Ele diz que “ajudar as pessoas a acessarem o Twitter de maneiras mais relevantes e úteis antes do cadastro diminui a barreira para acessar o potencial que o serviço tem a oferecer”.

A nova página não vai aparecer para quem já está logado no serviço via web e não foi feita nenhuma modificação nas páginas de perfis individuais. Stone diz, porém, que baseado no feedback dos usuários a página poderá, e deverá, sofrer alterações no futuro.

O Google é uma companhia agressiva quando se trata de comprar outras empresas (ou “a concorrência”). Basta lembrar dos episódios da compra da gigante dos anúncios online DoubleClick por 3,1 bilhões de dólares. A empresa de Mountain View também comprou o site de vídeos mais popular da web, o YouTube, por bilhão e meio de dólares.

Agora o Grande G pretende criar um braço financeiro especificamente para investir em outras companhias. Com isso, a empresa não precisaria mais comprar outros negócios por inteiro. Dessa forma, o Google teria melhor capacidade de investir em empresas de tecnologia que estão começando agora, as famosas startups. Uma brasileira que poderia beneficiar desse fundo – e isso é só especulação; não sei como é a estruturação societária/acionária deles – é a boo-box.

Ou seja, mais uma maneira de o Google fomentar a inovação tecnológica. E de quebra cumprir mais um objetivo no seu plano para dominar o mundo. Outras empresas de tecnologia já têm seus próprios fundos de capital de risco, dentre elas Disney, Motorola, Amazon e Intel. É o Google espalhando um pouco mais do seu rico dinheirinho pelo vasto e crescente mercado de internet.

Com informações do TechCruch.