Podemos dizer que existem duas formas de usar o WordPress. Há o WP instalável no servidor – que nós usamos aqui no TB -, disponível para download no WordPress.org, e o WP como serviço de publicação gratuito, que pode ser acessado em WordPress.com. O primeiro é completamente personalizável de acordo com o gosto do usuário, enquanto que o segundo tem diversas limitações.

Uma das limitações era com relação ao conteúdo multimídia que podia ser inserido no WP.com. Para evitar que códigos maliciosos sejam inseridos nos blogs do serviço, muitos itens em HTML são proibidos, inclusive de players de vídeo. Essa proibição era válida para o Videolog, mas não mais.

Botão do WP no Videolog. (Reprodução)

Botão do WP no Videolog. (Reprodução)

Donos de blogs no WordPress.com já podem embeddar (embarcar?) conteúdos do Videolog. A equipe do site brasileiro inseriu um botão abaixo do reprodutor com a marca do WP. Basta copiar o código – algo como [videolog 515326] – e inserir no corpo do post, como se fosse um texto normal. Quando o post for publicado, o vídeo vai ser exibido normalmente para o usuário.

Bom ver que serviços brasileiros estão ganhando destaque internacional!

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Mal entrou no ar, o portal R7 já enfrentou “invasão” de um hacker na área administrativa dos blogs. Mas não entenda mal, foi hacker mesmo, dos bons (diferentemente dos crackers, que exploram essas falhas para benefício próprio). Guilherme Aguiar, especialista em WordPress, foi o invasor. Ele contou à Info como tudo aconteceu.

Suponho que o problema ocorreu por eu estar logado em um site em WordPress no meu computador. Ao fazer o teste no site do R7, ele logou acidentalmente por estar compartilhando a mesma chave de autenticação, provavelmente a padrão, assim como ocorre na integração do bbPress com o WordPress.

De acordo com Aguiar, ele só não foi capaz de mexer em posts e informações dos usuários porque os endereços dos blogs ainda estavam bloqueados. Inicialmente ele conseguiu acessar o blog do crítico de cinema Rubens Ewald Filho. Depois também ganhou controle dos blogs de Fabíola Reipert, jornalista do portal, e Edu Guedes, apresentados de um dos programas da Rede Record.

[Info / Dica enviada pelo leitor Luciano Gigantelli Zago. Valeu!]

Essa vai para os blogueiros de plantão. Na próxima versão do WordPress, a Automattic planeja incluir um editor de imagens no gerenciador de conteúdo que é um dos mais usados no mundo. Será mais ou menos como na imagem abaixo.

Editor de imagens do WordPress 2.9. (Reprodução)

Editor de imagens do WordPress 2.9. (Reprodução)

Claro que o editor de imagens embutido no WP não será nenhum Adobe Photoshop distribuído de forma gratuita. No entanto, vai ajudar um pouco aquele blogger que quer apenas cortar uma foto, ou redimensioná-la, que sabe até mesmo girá-la para a direita ou para a esquerda.

O problema desse tipo de funcionalidade no WordPress é que poderá deixar o CMS de código aberto ainda mais pesado. Se atualmente quem não usa o Google Gears integrado à instalação do WordPress pode esperar vários segundos até que a dashboard abra, imagine com mais esse recurso que vai depender de mais scripts. [Download Squad]

No fim da noite de domingo (30) a Presidência da República colocou no ar o blog do Palácio do Planalto, que pode ser acessado em http://blog.planalto.gov.br/. O objetivo do Governo Federal é oferecer mais uma forma dos brasileiros acompanharem os trabalhos desenvolvidos pelo presidente Lula e pelo Palávio do Planalto.

“Vamos usar textos, fotos, vídeos, áudios e infográficos para ilustrar nossas mensagens. Sempre buscando a melhor sintonia com o público que está cada vez mais plugado nas novas mídias digitais. Acreditamos que este é apenas um primeiro passo para estabelecermos um diálogo cada vez mais próximo e informal entre governo e sociedade”. – Está escrito no post de inauguração, cuja autoria não foi revelada.

Além do presidente Lula e do Ministro da Comunicação Social, Franklin Martins, o Blog do Planalto terá colaboração de mais seis pessoas.

Embora esteja sendo inaugurado oficialmente na semana que se iniciou no domingo, o Blog do Planalto já conta com diversos posts. Um deles, publicado no sábado (29), apresenta todo o histórico da exploração do petróleo no país. Coincidência ou não, nessa segunda-feira está previsto o anúncio de como será a produção de petróleo proveniente do pré-sal.

O próprio presidente dá as boas-vindas aos usuários do novo blog, conforme você pode ver abaixo. Uma conta do Palácio do Planalto no YouTube foi criada, pois os vídeos serão hospedados no serviço mantido pelo Google.

O Blog do Planalto utiliza WordPress como ferramenta de publicação e tem todo o seu conteúdo disponibilizado através de licença Creative Commons.

[Atualização às 01:06] Em maio desse ano o ministro Franklin Martins, da Secretaria de Comunicação Social, já havia afirmado para mim que o Palácio do Planalto iria criar um blog, mas sem autoria do presidente Lula.

Blogueiros que usam o WordPress já devem estar acostumados com a constante atualização da ferramenta. Seja para adicionar alguma nova funcionalidade ou apenas para deixar o CMS mais rápido, os desenvolvedores da Automattic estão sempre trabalhando. É provável que na tarde de ontem alguns desses programadores precisaram fazer hora extra.

Normalmente, para que a senha seja resetada, é necessário inserir o email registrado no perfil de algum administrador ou o login usado por ele. No entanto, foi descoberta ontem no código da versão 2.8.3 do WordPress uma falha permite que qualquer pessoa troque a senha, mesmo sem saber o email ou login de administradores do blog. A ação pode ser realizada a partir de qualquer navegador web, através da manipulação da URL do site atacado.

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Mobilon, CEO do Tecnoblog: 5 tentativas de reset de senha.

O CEO desse Tecnoblog, Thiago Mobilon, foi um dos que sofreram esse ataque. Foram feitas 5 tentativas de reset na senha de administrador, todas frustradas porque a senha era enviada para o email cadastrado. Obviamente, esse ataque não é muito útil, servindo apenas para perturbar donos de instalações desatualizadas do sistema. A menos que o email do administrador não esteja mais ativo.

A versão 2.8.4 foi liberada por volta de 5 horas após a revelação do bug e está disponível para download no site ou através da atualização automática no dashboard do WordPress. [Slashdot]

Dia cheio de notícias para o Firefox 3.5. Primeiro ficamos sabendo que uma falha grave de segurança foi descoberta, e que ela colocaria em risco todos os usuários do FF mais recente que acessassem sites desconhecidos.

Agora vem a boa notícia: o Google finalmente lançou uma versão do Google Gears compatível com o Firefox 3.5. Se você já utilizava o aplicativo, deve baixá-lo nessa página. E se não usa, já está mais do que na hora de começar a usar.

Google Gears: aplicações web, armazenamento local e JavaScript. (Reprodução)

Gears: aplicações web, armazenamento local e JavaScript rápido. (Reprodução)

O Google Gears permite que arquivos de sites sejam armazenados localmente, para que haja edição de dados e visualização mesmo quando não há conexão com a internet. A suíte de aplicativos de escritório online Google Docs é um dos serviços que tiram proveito da tecnologia do Google Gears para permitir edição offline.

Outro serviço suportado pelo Gears é o WordPress. Donos de blogs que utilizam WordPress podem ir até o menu Tools (Ferramentas em português) e habilitar a função Turbo. Diversos arquivos, como imagens e scripts, serão baixados para o computador, permitindo que a área administrativa do site fique mais leve. [Download Squad]

Certa vez li um post, que ironizava uma série de coisas que todo blogueiro passa depois de um tempo de blog. Uma delas é que – a maioria um dia aprende na prática, que ainda não precisavam de um servidor dedicado.


A frase se referia a blogueiros que, depois de atingir o limite de planos de hospedagem mais simples, partiam direto para servidores parrudos, achando que precisariam mesmo de tudo aquilo.

Depois de um ou dois meses o cara sacava que a contratação daquele plano foi precipitada, e aí além do dinheiro desperdiçado, toca fazer toda a migração de novo.

Mas há algumas coisas que você pode fazer para deixar o seu blog mais leve, e adiar ainda mais o uso de servidores parrudos. É sabido que, quanto mais plugins você instala, mais código seu servidor vai processar antes de entregar cada página. Mas existe um plugin que serve exatamente para amenizar este processamento todo: o WP-Cache.

E para quem não o conhece, vai uma breve explicação de seu funcionamento abaixo.

Funcionamento básico do WP-Cache

Quando um leitor acessa um post, o servidor processa o PHP, e devolve apenas o HTML para ele. O WP-Cache entra no meio deste processo todo, pega uma cópia do HTML e salva em uma pasta dele. Assim, se aquela página for requisitada novamente em um certo período de tempo, o WP-Cache vai te manda o arquivo que ele já salvou pronto, mastigadinho.

Assim o servidor não tem que processar aquela página em cada carregamento, resultando em uma queda drástica no consumo de recursos, e aumento na velocidade de carregamento das páginas.

E qual o diferencial do WP Super Cache?

Para saber se aquela página que o leitor está acessando já está salva lá no servidor em HTML, o WP-Cache precisa fazer algumas requisições ao server. Desta forma, o servidor ainda precisará processar alguns scripts, mesmo que seja uma quantidade bem inferior de código.

O WP Super Cache é um plugin que utiliza todo o sistema de cacheamento do WP-Cache, mas trabalha diferente no último passo. Ele cria algumas regras no .htaccess indicando o diretório onde as páginas em HTML estão armazenadas, fazendo com que ele entre na mediação do usuário para com o servidor.

Give me numbers!

Eu uso o WP-Cache no TecnoBlog há anos. Migrei para o WP Super Cache sexta-feira, e me surpreendi bastante com os resultados.

Em geral, o processamento diminuiu 64%. Isso significa que -teoricamente- o número de acessos do TecnoBlog pode dobrar, que eu vou poder continuar no mesmo plano. Sem falar na velocidade de carregamento das páginas, que está muito mais rápida.

Concluindo…

Se você usa Wordpress, fica a dica. Seu bolso e seus leitores agradecem. ;)

Eu declarei o meu amor ao Last.fm publicamente aqui no TecnoBlog há alguns meses, e desde lá várias coisas mudaram. Pelo menos 20 álbuns novos entraram para a minha biblioteca do iTunes (culpa do last.fm), sem falar das 8405 músicas executadas e enviadas para o meu perfil no site até este segundo.

É uma média de 44 músicas por dia!

Você percebe que o vício está aumentando cada vez mais, quando adquire um celular com Windows Mobile, e instala o software do Last.fm no dito. Pois é, agora até enquanto escuto música no ônibus, o Last.fm está capturando meu gosto musical. Tudo via GPRS/EDGE, claro.

A única coisa que eu sempre senti falta, foi de um widget mais bacanudo para que eu pudesse colocar nos meus blogs, ou Orkut – por que não? Neste último a incógnita foi resolvida recentemente, com o lançamento do Open Social. O fato é que eu nunca gostei muito daquele widget em Flash/JavaScript para blogs. O visual não agrada.

Apresento à vocês então, o plugin iLast.Fm tabajara para WordPress.

Na verdade já existem vários plugins do Last.fm para WordPress, mas este me chamou a atenção em especial. Ele é completamente customizável pela área de administração do sistema, podendo inclusive fazer cache das informações coletadas, o que deixa o carregamento bem mais rápido.

Para que não entende nada de códigos, o iLast.Fm também é compatível com os famosos widgets do WordPress.

Widget com os álbuns mais ouvidos

A minha única crítica por enquanto, é referente a página oficial do plugin. Ficou muito bonita, mas pode trazer um pouco de dor de cabeça ao Leandro por lembrar a página do Coda. Ainda mais pelo fato de a página estar em inglês, preparada para receber gringos.

Está pronta a nova versão do plugin MLV Contextual para WordPress! A novidade da vez, é que foi adicionado um campo para inserção de palavras chave na área de edição do post. Desta forma, não é mais necessário ficar selecionando Custom Fields.

Muito mais simples, prático e rápido:

Ao instalar a versão 1.5, o campo acima irá aparecer automaticamente na tela de edição de posts do blog.

Outra novidade, é que a partir desta versão o recurso de comparação de preços no Buscapé foi descontinuado. Este link não dá quase nada de retorno, devido a algumas alterações que aconteceram no motor do Buscapé há vários meses atrás.

Então é isso. É altamente recomendável que você faça a atualização. Garanto que o plugin está bem mais fácil de usar, e este é exatamente o que venho dando foco, desde que comecei a desenvolvê-lo.

Também adicionei o plugin ao repositório de plugins do WordPress. Desta forma, sempre que houver uma versão nova, você ficará sabendo através da área de administração do blog.

Meus agradecimentos ao Bernabauer, pois o código para gerar os campos da imagem acima, foi implementado baseando-se em um dos plugins dele.

Download: Wordpress Plugin Directory.

Mais informações: Página Oficial do Plugin.

Bons ganhos a todos!

Uma coisa que sempre achei desvantajosa nos blogs em relação a forums, é que o usuário não se sente tão estimulado a dar seus pitacos em cada artigo. Falta colaboração.

Isto é uma coisa que venho pensando há um certo tempo. Talvez seja alguma carência da ferramenta em si, ou quem sabe do layout que insiste em destacar pouco ou quase nada o comentário, em relação ao texto do blogueiro.

Tá certo que cada blogueiro tem suas expectativas com o blog, e alguns realmente não acham que isto seja tão interessante, assim como eu. De fato um blog não é um forum, mas o espaço que ele propicia para discussão, poderia sem bem melhor aproveitado com alguns ajustes técnicos.

É claro que o tema do artigo também faz toda diferença, mas não é isto que estou pesando aqui. Por exemplo, sei que é só falar mal de Mac, para que uma massa desses 1800 leitores de feed venham aqui me crucificar. É que nem TV – coloca sexo na novela das 20hrs, por que dá audiência, e passa programas educativos de domingo de manhã.

Voltando ao contexto inicial, resolvi buscar algum plugin que proporcionasse ao comentaristas, uma experiência mais agradável para interagir com os comentários, ao invés de somente com o artigo. Soluções não faltaram.

O plugin que mais me agradou foi o que citei no título: @Reply-to.

Com este plugin, o usuário pode responder os comentários uns dos outros, bem como o blogueiro. Ao clicar na setinha, o plugin cria um link para aquele comentário, acompanhado de um “@nick”, ao melhor estilo Twitter-like.

A grande vantagem é poder transformar o campo de comentários em uma área de discussão. Os usuários conseguem ter uma experiência melhor, a comunicação é mais precisa, e mais conteúdo de qualidade acaba sendo gerado.

Outra grande vantagem que este plugin traz sobre outros que se propõem a preencher esta lacuna, é que ele não duplica conteúdo na página. Enquanto os outros utilizam a tag <blockquote>, este cria um link direto para o comentário em questão, bastando que o leitor clique neste link para saber sobre o que o comentarista estava falando.

Plugin instalado, só falta falar uma coisa: <telemarketing mode=”on”>O seu comentário é muito importante para nós!</telemarketing> (traduzindo porcamente – comenta, desgrama!)