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Bateria do iPhone 5 foi homologada pela Anatel

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A homologação de um celular no Brasil começa, por algum motivo, pela sua bateria. Se o modelo usado em um celular não tiver um registro de homologação na Anatel, ela deve passar por certificação de um laboratório. Tenho quase certeza de que esse não foi o caso do iPhone 4S, já que o modelo da bateria era o mesmo do iPhone 4. Mas é o caso do iPhone 5 e essa semana a bateria foi homologada.

Ao todo apareceram três modelos de bateria no sistema de homologação da Anatel, duas homologadas no mês passado e uma no começo desse mês. No desmanche do iFixit é possível ver que o número do modelo no sistema bate com o que é mostrado nas fotos. E mesmo que existam três modelos diferentes do iPhone 5, o único motivo que vi para existirem três modelos de bateria é a unidade fabril que as origina: uma é fabricada pela Sony, outro pela Tianjin Electronics e a terceira pela Huizhou, todas na China.

A listagem de arquivos atrelado à homologação diz que a bateria é do modelo A1428 do iPhone, que bate com o iPhone 5 vendido nos EUA. E com a bateria já homologada, o próximo deve ser o próprio aparelho – que não duvido que está sendo testado agora em algum laboratório.

Essa pressa na homologação bate com a informação que recebemos essa semana de uma fonte da Apple Brasil que prefere permanecer anônima. Ela diz que o iPhone 5 será vendido no Brasil a partir de novembro mesmo, e não em dezembro como aconteceu com o iPhone 4S – e como muitos já esperavam. Saberemos em breve se a estimativa da nossa fonte bate ou não.

Dica do leitor Samuel Silva no Twitter. Valeu, Samuel!

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Denis Belo
Poderiam já ter uma versão só com 3G para os países, como o Brasil, que ainda não tem 4G, MAS eles não estão nem aí, como diz na matéria, é o mesmo modelo vendido nos EUA, ou seja, 4G americano, incompatível com o brasileiro. E mesmo assim vai vender horrores, o povo vai fazer fila pro lançamento e vai pagar caro, só porque tem a maçã.
Vitor
Sério? Você acha mesmo que eles estão ligando para se nós vamos conseguir usar? Eles vendem mais caro com o pretexto do 4G, sendo que aqui o 4G ainda não funciona e usará uma frequência diferente. Se sair, só daqui a um tempo. A bastante tempo. O que mais me incomoda é que ele vai ser vendido aqui assim mesmo. A Anatel deveria barrar ele, ou pelo menos obrigar a Apple a fazê-lo funcionar na frequência brasileira. Quem sabe até vender uma versão sem o 4G aqui no Brasil? Para abaixar o preço um pouquinho.
Vitor
To achando bem melhor comprar uma Galaxy S3 mesmo.
Vitor
Você pensa no que fala/escreve? Se agora já somos lesados pelas grandes empresas e fabricantes, imagina se fosse liberada a venda sem o teste de cada parte do aparelho. E se você está achando que não, lá fora eles também realizam testes...
aposta10
E a versão compatível com o (futuro) LTE brasileiro, alguma chance de ter?
DevlonBR
Ricardo, Os testes não são realizados pela Anatel, mas sim por uma série de laboratórios privados devidamente certificados pela Agência. A Anatel simplesmente realiza a homologação desses laudos de ensaio e faz os devidos registros "cartorários", como você vê nas imagens do blog. São realizados os seguintes testes: (a) capacidade real da bateria (não pode ser inferior à informada pelo fabricante), (b) quanta carga ela consegue reter em repouso; (c) Quanta carga ela recupera depois de ser descarregada; (d) Desempenho após vários ciclos de carga/recarga; (e) resistência da bateria (elétrica); (f) Imunidade à descarga eletroestática; (g) Integridade da bateria em caso de carga prolongada; (h) Stress a alta temperatura; (i) resistência à variação de temperatura; (j) Em caso de curto circuito externo, resistência à explosão/fogo; (k) resistência a quedas e seus efeitos na bateria (explosão/fogo); (l) abuso térmico para avaliar se a bateria pega fogo ou explode; (m) sobrecarga para avaliar se a bateria pega fogo ou explode. Em resumo, todos os testes se destinam a averiguar se: (a) o produto atende as características informadas pelo fabricante e (b) se o produto é seguro para o uso. Importante registrar que as temperaturas do ambiente de teste são controladas, visando simular uma condição média brasileira. Todo esse procedimento demora em média 30 dias (inclusive a homologação pela Anatel) e, se a empresa tiver interesse, ela pode começar o procedimento antes mesmo do início da venda do produto, para efetuar um lançamento mundial por exemplo. Se elas demoram 1 ano para atender o mercado brasileiro é por uma escolha delas, não da Agência. Esses procedimentos são similares em várias partes do mundo. Se você tiver um iPhone e tiver interesse, vá em Ajustes > Geral > Sobre > Legal (último item) > Regulamentação e veja a quantidade de selos de homologação que o aparelho tem no mundo todo.
viniciusghietti
espero que a bateria do iphone 5 nao seja que em as suas versoes anteriores (pelo menosno iphone 4 e o Ipad ñ duram um dia) mesmo sem usar bateria vai mt rapido. Ultimamente o meu simples Optimus Me a bateria nao dura o dia inteiro (rede 3g ligada, musica, download, roteador wi-fi e usb ligados, aplicativos e jogos.) Vamos ver como sera a bateria do novo iphone hehe
e.ricardo
Não discutam e comprem um Galaxy SIII =P
mlhz
não fale bobagem. Não tem o menor nexo o que você esta falando.
mlhz
se eles forem espertos lançam ele em novembro para pegar a 1a. parcela do 13o. salário.
Luiz Claudio
A R$200,00 por homologação...
Guilherme Macedo C.
De palhaçada não tem nada. A única palhaça que existe é ter um baixo número de funcionários que fazem análise técnica.
Guilherme Macedo C.
Tem que ser homologado mesmo. O "tudo pode" é um caos, que prejudica principalmente os consumidores.
Ricardo Variso
MAs so podia ser mesmo no BRASIL ter uma palhacada dessa,testar a bateria e nao o aparelho por inteiro.e por isso que levar 1 ano pros aparelhos vindos de fora entar no mercado e quando chegam ja sao sucata la fora
Matheus Bruno
É seria bom mesmo, para os brasileiros terem a oportunidade de comprar o iphone 4 8gb fabricado no Brasil a um preço MENOS injusto.
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