Início » Aplicativos e Software » Windows Live Messenger vai parar de funcionar em março

Windows Live Messenger vai parar de funcionar em março

Serviço do Messenger será desativado pela Microsoft, exceto na China.
Usuários atuais do Windows Live Messenger deverão migrar para o Skype.

Paulo Higa Por
7 anos atrás

Em novembro do ano passado, a Microsoft anunciou o fim do Windows Live Messenger. Agora, a morte do comunicador instantâneo que fez parte da vida de muitas pessoas já tem data marcada: 15 de março de 2013. Os mais de 100 milhões de usuários do eterno MSN Messenger deverão migrar para o Skype, comprado pela Microsoft em maio de 2011 por US$ 8,5 bilhões.

msn-morreu

A informação foi enviada por email nesta semana, pela própria Microsoft, aos usuários do programa. A mensagem diz que, no dia 15 de março, o serviço deixará de funcionar. Isso significa que você não conseguirá mais usar o Windows Live Messenger: após essa data, uma notificação aparecerá e você será direcionado ao instalador do Skype. Se você usar uma versão antiga do Windows Live Messenger, que não suporta as notificações da Microsoft, será necessário instalar o Skype manualmente.

O fim do Windows Live Messenger só não vai acontecer na China, onde o serviço continuará funcionando normalmente. A Microsoft não explica o porquê disso, mas sabemos que a China já apareceu na mídia por censurar determinados sites, inclusive o Google. O jornal China Daily publicou, há mais de um ano, uma notícia que dizia que as autoridades chinesas permitiam a operação de serviços de VoIP (como o Skype) apenas pela China Telecom e pela China Netcom -- ambas controladas pelo governo.

Se você quiser continuar mantendo contato com seus colegas do Windows Live Messenger, a solução será usar o Skype, que vem ganhando atualizações nos últimos meses para suportar o login por meio de contas Microsoft. Não há muito segredo: baixe o Skype, digite o mesmo login e senha que você usava no Windows Live Messenger e siga as instruções para vincular sua conta.

Com informações: The Next Web.