Este bem que poderia ser um post da coluna Financie Isso aqui do TB – e, quem sabe, algum dia vire. Mas, por enquanto, o Phonebloks está somente no mundo das ideias e conta com o seu share para ganhar fama e atrair o interesse das empresas.

A ideia é criar um smartphone em que os componentes possam ser individualmente trocados e rearranjados. Dessa forma, quando chegar a hora de um upgrade ou algo der defeito, é só trocar uma peça, em vez de jogar todo o aparelho fora. O planeta agradece e seu bolso também.

Além disso, com o hardware customizável, dá para priorizar o que você quiser. Por exemplo, quem usa armazenamento em nuvem pode diminuir isso no smartphone e melhorar a bateria, ou fazer um upgrade na câmera e manter o processador no mínimo necessário.

Quando as informações do Moto X começaram a surgir, esperávamos que ele fosse o primeiro com hardware customizável. Seria uma boa escolha do Google para “relançar” a Motorola, agora sob seu comando, mas as customizações se restringiram ao visual.

Há muito potencial para um aparelho desse tipo fazer sucesso, mas não depende apenas de uma fabricante. Afinal, são diversas empresas que fornecem peças para montar um smartphone. Por isso, mesmo que o crowdfunding seja uma opção para financiá-lo, ainda assim há outras pontas que precisam ser amarradas para que o Phonebloks vire realidade.

A intenção dos idealizadores é que ele cause um buzz tão grande na internet que todas as empresas do ramo percebam que há uma demanda por um smartphone assim e ajudem a fabricá-lo. Se quiser ajudar a espalhar o assunto por aí, é só ir no site e postar a mensagem nas suas redes sociais.

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Marco Antonio
Você nao está levando em consideração que tudo que se coloca nele será pra rodar nele, entao nao existe problema de compatibilidade pois os bloks serão feitos pra a arquitetura dele.
Willian Lemos
Todas as conexões de partes teriam de ser padronizadas em um único modelo, isso iria causar um caos nos milhares de fabricantes.
Bruno Valde Kawano Tokashiki
Ai ter as trocas de "soquete" todo ano que obriga a trocar todas as peças, incompatibilidade de memoria e coisas do gênero. Que nem ocorre com computadores, porque o que vale é ganhar dinheiro.
Paolo Pestalozzi Cezar
A idéia é boa, mas pra um device funcionar da melhor forma possível, tudo tem que ser feito em prol dele. Se a arquitetura de 1 parte não corresponde a arquitetura de outra parte ou do todo, vai comprometer muito o desempenho...
Leonardo Domingues
A ideia é otima, eu compraria um assim, mas pro mercado não é viavel. Hoje e sempre você tem que fazer um celular que funcione pro heavy user e pro low-user, isso ai ia funcionar para alguns heavy-user, ou seja, não ia vender bem.
Edmilson Junior
A ideia é interessante mas não economicamente viável. Voltaríamos ao problema que temos com o Windows, muitos drivers para gerenciar, possível interferência e o potencial mercado para partes roubadas. Não vai adiantar bloquear o aparelho roubado pelo IMEI, eles simplesmente substituiriam a parte central por uma nova e manteriam todas as outras funções do aparelho, funções estas que o tornam cara. O usuário comum não está preparado para ser o responsável pelo gerenciamento de hardware. Fora que não dá status um aparelho assim.
Cláudius Stanislavski
...
Juan Lourenço
Exato, embora seja óbvia a vantagem de poder trocar partes, é igualmente óbvio que isso pode fazer os celulares dobrarem de tamanho. Se hoje eles são tão finos e leves é porque as peças são todas soldadas em um bloco só, cuja tampa nem é removível. Tente colocar uma traseira removível e cada componente soqueteado pra ver o espaço que essa alteração vai ocupar...
Carlos Alex
Pensei a mesma coisa. Rola de estender a ideia pra notes, tablets... até desktops (ficariam menores).
Carlos Alex
É, mas um detalhe é que no desktop as peças não seguem um mesmo padrão de conectividade, o que ajuda a aumentar o tamanho. Porem, apesar de achar a idéia ótima, concordo com você que provavelmente é inviável. Mas, to dando meu apoio pra eles assim mesmo. Vai que rola rsrs.
Yuri Marttos Santarelli Lopez
Portella, revolução.. assim que se começa uma.
Diogo Ramos Gutierre
Impressionante! Isso sim seria uma revolução. Espero que de pro aparelho ficar mais bonitinho também.
Humberto Corrêa
Idéia loka d+! Más padronizar os componentes dos fabricantes e conectar cada bloco aonde vc quiser na base seria os maiores desafios...
Uziel Almeida Oliveira
Precisamos é de NOTEBLOKS
Gabriel Queiroz
Infelizmente a capacidade de customização e o tamanho seguem por caminhos diferentes. Se a idéia é fazer um celular com peças que podem ser trocadas como num pc desktop, o tamanho desse celular pros normais vai ser equivalente a diferença entre desktops e notebooks ultra finos
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