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SugarSync deixa de oferecer plano gratuito

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6 anos atrás

A fórmula de oferecer gratuitamente alguns gigabytes de espaço para levar usuários aos planos mais completos não tem mais validade no SugarSync: figurando entre as mais recomendadas opções de armazenamento de dados na nuvem do mercado, o serviço anunciou que, a partir de agora, só disponibilizará planos pagos.

Comunicado enviado pela SugarSync aos usuários

Comunicado enviado pelo SugarSync aos usuários

Até então, os usuários com assinatura gratuita podiam contar com 5 GB para guardar e compartilhar seus arquivos. Mas, com os novos rumos, esta opção estará disponível apenas por mais um período de 90 dias para os atuais usuários, de acordo com o comunicado do serviço.

No entanto, o usuário que tentar se cadastrar a partir de agora no site do SugarSync só encontrará a possibilidade de escolher um dos planos pagos, que podem ser testados gratuitamente por 30 dias. São eles:

  • 60 GB: US$ 7,49 por mês ou US$ 74,99 por ano;
  • 100 GB: US$ 9,99 por mês ou US$ 99,99 por ano;
  • 250 GB: US$ 24,99 por mês ou US$ 249,99 por ano;
  • 1000 GB: US$ 55 por mês ou US$ 550 por ano, com acesso para até três usuários e suporte telefônico.

Quem precisa de mais de 1 TB de espaço ou suporte a um número maior de usuários tem ainda a opção de negociar um plano personalizado.

Os atuais usuários do plano gratuito terão até 8 de fevereiro de 2014 para escolher uma das opções pagas ou simplesmente procurar um serviço alternativo. Como que para dizer que não é tão radical assim, o SugarSync promete aos donos destas contas desconto de 75% na primeira assinatura de qualquer plano anual, desde que a opção seja feita até o próximo dia 16.

E qual o motivo desta decisão, no final das contas? Ao TechCrunch, Mike Grossman, CEO do SugarSync, explicou que a companhia se diferencia no mercado por oferecer serviços “premium” para usuários profissionais e empresas. A deixa está aí: o plano, aparentemente, é se focar em clientes corporativos.

Resta saber se a iniciativa não motivará outras empresas, como o Dropbox, a seguirem pelo mesmo caminho. Se, por um lado, planos gratuitos são uma maneira de tornar este tipo de serviço conhecido, por outro, o número de conversões para opções pagas costuma ser baixa, não passando de 10% nas previsões mais otimistas.

Dica do leitor Hugo Maestá via Twitter. Obrigado!

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