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O Google havia anunciado na semana passada que iria lançar um kit de desenvolvimento para levar o Android aos gadgets vestíveis. Agora nós temos informações mais concretas: o Google divulgou nesta terça-feira (18) um vídeo que mostra conceitos de smartwatches com o Android Wear, nome dado para a versão do Android que rodará nos wearables. Pelo menos no vídeo, os relógios são bem interessantes.

Como nos outros relógios e pulseiras inteligentes, o Google deu destaque para as funções de monitoramento de exercícios: aplicativos para o Android Wear poderão fornecer, em tempo real, informações como a velocidade, distância, calorias queimadas e tempo gasto na sua corrida ou caminhada, por exemplo.

Os wearables também devem possuir integração com os serviços do Google e mostrar dados que hoje aparecem no Google Now. No vídeo, são mostradas informações de rota do Google Maps, inclusive com tempo estimado de chegada, portão e horário de partida do voo, previsão do tempo, notícias importantes e resultados de jogos.

Para ter acesso aos dados, as pessoas simplesmente dizem “Ok Google”, sem tocar em nada, como no Moto X. O mesmo comando de voz é usado para ativar o alarme, fazer uma reserva em um restaurante, responder a uma mensagem de texto ou chamar um taxi. Como o wearable poderá se conectar a outros dispositivos, também seria possível controlar o player de música do smartphone ou pedir para o Chromecast executar um vídeo.

O Google afirma estar trabalhando com Asus, HTC, LG, Motorola e Samsung para lançar relógios com Android Wear até o fim do ano — e algumas delas já mostraram o que vem por aí. Os aparelhos serão equipados com chips da Broadcom, Imagination, Intel, Mediatek e Qualcomm. Mais informações devem ser reveladas em junho, quando acontece o evento Google I/O.

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Ademar Abiko Jr.
Mas as melhores propostas tem a ver com comandos por voz e interação com ambiente. O primeiro pode ser feito por qualquer dispositivo usável (o mais palpável sendo o glass). O segundo depende de muitos contextos sociais e econômicos. Outra: Fazer check-in em aviões, pagar passagens e ingressos, abrir portões, obter informações sobre o ambiente que o cerca me parecem coisas bem revolucionárias. Agora, sou bem cético sobre a utilização de wearables onde há necessidade de input ou browse. Por exemplo, como escolher entre vários apps de táxi o mais conveniente, ou como escolher filmes em uma lista, ou como responder uma mensagem de caráter particular?
Rafael José Alves
Pelo vídeo me parece uma proposta bem melhor para smart watches do que as apresentadas por outras concorrentes, me parece mais consistente, não ficaria surpreso se eles utilizassem uma arquitetura semelhante a do Moto X com processador dedicado a voz de baixíssimo consumo. Porém ainda acho meio estranho esse lance de "conversar" com gadgets com esses comandos de voz.
Thiago Xavier
Ainda acho eles meios "grandes" rrss
Fábio Quadros
F-O-D-A Aprenda Samsung como se faz um relógio inteligente.