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Tecnocast 003 – Facebookcídio

Paulo Higa Por

Como você usa o Facebook? Será que você não está perdendo muito tempo navegando no feed de notícias? No Tecnocast 003, discutimos sobre o conteúdo que as pessoas compartilham nas redes sociais, o experimento psicológico (e questionável) feito com 600 mil usuários, a interferência da internet nas conversas do mundo real e como lidamos com a presença dos nossos familiares no Facebook, tudo em um bate-papo bem descontraído.

tecnocast03

Globo Mente. (Arte por Marcel Müller @grigio)

Neste episódio, vocês não poderão apreciar meu belo timbre, infelizmente. Os participantes da casa são Thiago Mobilon, Trevis Bonifácio e Thássius Veloso. Contamos ainda com a participação dos convidados especialíssimos Jessica Grecco (do Indiretas do Bem), Rodrigo Ghedin (do Manual do Usuário) e Fabio Bracht. Quanta gente! Então, feche a aba do Facebook e dê o play agora mesmo!


Links citados no Tecnocast

Web

Marcações

00h00m56s – Caixa Postal
00h15m06s – Loop do Mal do Facebook
00h22m27s – Gente que xinga e Thás do gueto
00h28m53s – Experimento psicológico
00h36m40s – Oversharing e Undersharing
00h41m01s – Relato real de Facebookcídio
00h57m00s – Minha mãe no Face :B
01h10m46s – Quem mexeu na minha privacidade?
01h25m55s – Casais melosos e amigos chatos nas redes sociais AGH

Caixa Postal

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Luis Carlos Rodrigues
Ótimo podcast! Soundcloud já instalado...
Telma Figueredo Nascimento
Gosto mais do Twitter,porque vc escreve menos,gosto de ver meus Seguidores escrevendo 3palavras para desabafar.Mas,o Facebook,tem mais Funcionalidades,com certeza. Sigam-me no Twitter,não vou prometer Seguir de volta porque tenho que aumentar meu n°de Seguidores,para depois poder Seguir.OK? Meu link do Twitter:https://twitter.com/TelmaNasc
Telma Figueredo Nascimento
Com certeza,o Facebook é uma rede social das melhores que já existiu.Em termos de Marketing e Publicidade tem me ajudado muito e a outras pessoas também.Relacionamentos:há baboseiras e futilidades.Espero que não desativem como o Orkut.
Thaís Carvalho
É lógico que não faz bem, você se prender a qualquer coisa um dia todo,seja o facebook, ou qualquer outra atividade, mas acho que a rede social ajuda a manter próximo, pessoas que você gosta e não tem como ver constantemente, você compartilhar novidades com quem está longe, eu não abro mão da minha página.
Tiago Malta
primeira audição do podcast de vocês , gostei muito da prosa , parabéns
Alex Gomes
Fui enganado pelos sons do Tecnocast... a cada som de notificação eu ia na aba do Facebook pra ver se era algo real :-(
Vagner Alexandre Abreu
É um problema sério de educação política. E bem, não virou modinha. Sempre foi. E quem começou com isso foi o próprio PT, pois ele sempre era "pedra" a atingir o vidro. Hoje ele é o vidro, e já se quebrou =3
Frederico Augusto Rebesco Antunes
Adorei o "não vota no PT".... kkkkk
Diego Carvalho
Minha timeline só tem gente falando mal do PT [2] O problema é que eles ainda me marcarm!!! Virou modinha criticar o governo sem base nenhuma.
Ronald Vale
para mim, principalmente relacionamento interpessoal
Drigo Menezes
Vícios à parte, o Facebook tem ajudado muito a alargar a minha visão de mundo e repensar alguns conceitos relacionados a gênero, etnia, orientação sexual, entre outras coisas. Nem só de baboseiras vive a rede, algumas postagens interessantes me estimulam a pesquisar mais sobre determinados temas... Enfim, seguir os perfis e páginas certos pode fazer a diferença.
Olacir Oliveira
Bom, já que o assunto é Facebook, leitura interessante..http://lifehacker.com/this-graphic-shows-what-happens-to-your-social-accounts-1598128947
Frank Castle
Sobre "Família no Facebook", eis um dos motivos por usar a alcunha de FrankCastle :-) Só sigo amigos que moram em outro estado ou país e publicações de algumas páginas que curti. O grande problema, não sei se é má configuração da minha parte, é que quando vou no filtro Melhores Amigos, vejo muitas publicações separadas de coisas repetidas... não agrupa como acontece no feed sem filtro. O "dinamismo" do Facebook nos Grupos é algo que não gosto também. Esse negócio de "scroll infinito" e sempre ter que ficar clicando em "Ver Mais" para ler um comentário me dá nos nervos. Acho que as pessoas tem que ter noção que não seguir alguém no Twitter ou Facebook, não quer dizer que você não é mais amigo dela. E de maneira inversa: ter 1000 pessoas no Facebook não é o mesmo que ter 1000 amigos de verdade. O som de notificações do Facebook causam uma sensação igual aquela vinheta do Plantão da Globo, mesmo sendo mais sutil, hehehe. Sei que para quem trabalha com social media é complicado. Mas, apesar dos deslizes, tento acessar redes sociais apenas 2 vezes por dia e desliguei todas as notificações no celular. Me fez muito bem! :-) *Adorei a imagem da vitrine do episódio!
Vagner Alexandre Abreu
Não sei se vai ter relevância este comentário, mas vamos lá. Já tentei "Facebookcídio" umas duas vezes, e nas duas vezes eu voltei. Na primeira, fiquei poucos dias fora e depois retornei. Na segunda, a conta foi completamente desativada e fiquei uns 2 meses sem mexer. Voltei à conta devido a um bug interessante no Face: uma pessoa pegou o nome da conta que eu tinha, e o e-mail que ele tinha é parecido com o meu. O Facebook acabou começando a mandar e-mails para mim como se eu fosse ainda o proprietário da conta. Mandei um recado ao então "novo dono" da conta pedindo para ele trocar o e-mail. Não me respondeu nem nada. Por questão de segurança, troquei a senha e fiz a conta ser excluída de novo, avisando ao novo dono: "olha, vou excluir a conta. se você quiser, pegue depois do prazo de exclusão da mesma". Acabei eu, depois do prazo de exclusão, pegando a conta de volta. No começo eu postava demais, comentava demais, bem, tudo era em demasia. Admito que gosto da persona virtual, de estar em comunicação com os outros, comentando e tudo mais. Mas com o tempo e com as coisas que acontecem, como comentários negativos, trolls, provocações, opiniões contrárias, etc... começa a se pensar: "poxa, o que tou fazendo por aqui?" Acho que de internet devo ter uns 10 anos que acesso, e participo pouco em relação a muitos. Tipo, já participei de fóruns, de redes sociais, de poucos mensageiros... conheci algumas pessoas pessoalmente, o que foi legal. enfim. Mas como o assunto é o Facebook e facebookcídio, vamos lá: antes do Bracht fazer o post dele sobre "matar a newsfeed", eu fazia algo parecido: boa parte das pessoas, depois que voltei ao Facebook, eu desligava o "seguir". Caso eu quisesse ver algo, ia lá no perfil da pessoa e via. Pronto. É um método ao meu ver bem melhor do que usar programas, uma vez que já controla na "raiz" e isso funciona em qualquer local que usar, seja no pc ou na web. No final, assim como já dito durante o podcast, acabei notando que peguei algo automático também: ficava vendo a timeline, mesmo com poucas e repetidas coisas, e um a mais: vendo de vez em quando o feed alheio, mesmo sem ter nada de interessante. Tem horas que penso em fazer Facebookcídio mais uma vez, pois noto que não tem muita relevância o Facebook em minha vida. A única relevância que tem é a facilidade de integração de login com outros sistemas (inclusive de comentários) e a possibilidade de me comunicar com alguns familiares, se bem que este último também não vejo tão útil: no final não converso com muitos via mensagens. Isso já cabe em uma analise mais pessoal. E isso acho que não cabe só ao Facebook, mas a qualquer rede social, seja Twitter, G+, Orkut, VK, as outras redes menores e de função especifica como Badoo, Tinder, fóruns de internet, etc... No final tudo isso são grupos de pessoas interligados. Sobre privacidade, fico pensando: o que é realmente privado? A partir do momento que estamos em sociedade, que estamos nas ruas, qualquer coisa já não é mais tão privada. Tudo o que qualquer um de nós fazer nas ruas, isso desde os primórdios, pode ser analisado e criado padrões. A privacidade só existe quando não nos expomos à sociedade. Quando ocultamos dos outros. Dito um ditado "A partir do momento que outro já sabe, não é mais segredo". Quando temos um RG, quando temos uma certidão de nascimento, quando temos algo que nos identifica para o governo, já de certa forma automaticamente a privacidade está nas mãos dos governos. Cometa um crime, e se for pego, ganha uma indicação em sua ficha de antecedentes criminais. Ficou devendo para a receita, e ganha uma indicação da dívida ativa do governo. Não serviu o exército, ganha uma indicação no serviço militar. Foi no médico do pronto socorro municipal? O prontuário está lá. Uma vez que passamos dados para as empresas, de certa forma a privacidade está nas mãos delas também. As ligações feitas de telefone, as compras feitas no cartão, os atendimentos prestados... Tá certo que existe a lei, esta que diz que todos devem garantir que os dados pessoas não sejam expostos. Mas isso é realmente garantido? Será que não há alguém de certa forma usando as informações de forma indevida, porque por mais que seja uma lei, há pessoas que não estão nem aí para palavras escritas em papel. A discussão iria longe com isso. Que nem o caso das câmeras. Por lei, câmeras só podem ser divulgadas as imagens apenas com mandato judicial. Mas a maioria das câmeras de segurança simples estão com senha padrão, são buscáveis em ferramentas online "do submundo" e tem imagens divulgadas por aí. Enfim. Creio que é hora de pensar sobre a privacidade de outra forma, pois uma vez em sociedade, vamos sempre estar em análise por alguém. Seja por outras pessoas simples, que querem comparar a moral e seguir ou não seguir um padrão moral, seja por alguém mais "doentio" que quer impor a moral própria...
cursoLP
Há muito tempo que eu deixei de usar as redes sociais para publicar coisas pessoais. Não posto foto em que eu possa ser identificado e odeio quando parentes divulgam fotos em que eu ou alguém da minha família aparecem. Tenho listas no Facebook em que limito o acesso a informações. Enfim, uso mesmo pra acompanhar sites de que gosto ou mesmo como, no caso do Twitter, pra me atualizar nos acontecimentos.