Início » Celular » Tirando algumas dúvidas sobre o novo Moto X

Tirando algumas dúvidas sobre o novo Moto X

Por
5 anos atrás

Fui convidado pelas Lojas Colombo para testar o Moto X de 2ª geração e participar de um Hangout, junto com o Nick Ellis do Meio Bit e Renato Arradi, gerente de produto da Motorola. O Hangout aconteceu na quarta-feira (24) e você pode assistir ao bate-papo no final desse post, mas antes, quero falar um pouco sobre as impressões que o aparelho me passou nesses primeiros dias de uso.

A pegada

Para quem nunca teve um aparelho plus size, esse ponto pode gerar uma certa estranheza. Eu já testei aparelhos grandes para o Tecnoblog, mas nunca adotei um como titular, então ainda estou me adaptando a essa nova pegada. No entanto a construção do aparelho conta muito aqui: bordas finas, traseira curvada e emborrachada fazem toda a diferença.

moto-x-baixo

Aliás, o acabamento é um show à parte: corpo de “metal verdadeiro”, linhas simétricas e detalhes minúsculos que dão um toque premium ao aparelho – como o anel metálico na boca do conector de fone de ouvido e a textura no botão de power.

Calibração da tela

Teve quem se incomodou com o alto-contraste e saturação das telas AMOLED do primeiro Moto X. Na segunda geração a tela está um pouco menos saturada e contrastada: cinzas aparecem mais onde antes só se via preto puro. No entanto as cores continuam bastante vivas, o que é uma característica natural desse display. Para mim isso é um ponto positivo.

Inova no custo x benefício, mais uma vez

As empresas já deveriam estar lançando seus flagships com pelo menos 32 GB de armazenamento. Em vez disso, preferem cobrar um valor desproporcionalmente maior pela versão de maior capacidade. Será que os custos são mais altos assim? Será que para colocar mais chips de memória, teríamos que abrir mão de um processador mais potente ou um tanto da memória RAM?

Moto X com traseira de plástico

Moto X com traseira de plástico

Não sei como a Motorola consegue, mas ela fez novamente. O Moto X de segunda geração não apenas entrega 32 GB de armazenamento, como também um hardware topo de linha, custando quase mil reais a menos do que aparelhos da mesma categoria.

Outras novidades

O novo Moto X está mais inteligente do que o primeiro. Agora é possível personalizar o nome do aparelho (não precisa mais ser “OK Google Now”) e o assistente entende mais comandos. Eu, por exemplo, chamei o meu Moto X de Jucileide. Antes de me deitar digo: “Ô Jucileide, me acorde às 8 horas”. É lindo! 😛

moto-x-comandos-voz-config-inicial

A tela é cercada por sensores infra-vermelho, que ficam o tempo todo ligados, o que possibilita novas interações – é possível rejeitar uma chamada ou ver as suas notificações apenas passando a mão em cima da tela (sem tocar). O interessante é que esse recurso funciona mesmo no escuro.

Ele também faz imagens com uma qualidade superior ao seu antecessor: seja filmando em 4K, ou fotografando em 13 MP. O sensor também se saiu melhor nos testes que fiz até agora, assim como a iluminação feita pelos LEDs duplos da câmera traseira. Vou deixar os testes mais precisos para o nosso review, que sai em breve.

Tudo isso e mais no Hangout

No Hangout conversamos sobre esses e outros tópicos com o Renato Arradi, da Motorola. Estou preparando um review mais detalhado do aparelho, mas é interessante entender o caminho que a Motorola percorreu para desenvolver esse produto. Ah, também questiono ele sobre a duração da bateria, tópico que muitos leitores já me perguntaram lá no TB Grupo. Assista ao bate-papo completo aí embaixo: