O encurtador de URLs Bit.ly recentemente passou a contar com uma proteção extra para seus usuários. Quando o usuário clica em um link que seja potencialmente malicioso, ao invés do redirecionamento ser executado, uma tela de aviso é exibida com a seguinte mensagem: “Atenção – este site foi marcado e pode conter conteúdo não solicitado. O conteúdo desta página parece contar spam ou links para sites não solicitados ou indesejados.”.

Desde que se tornou o encurtador padrão do Twitter, o Bit.ly aumentou sua participação de mercado consideravelmente: passou de 13% que tinha um mês antes da mudança para atuais 78%, de acordo com o site de estatísticas TweetMeme.

bitl.y

Com a fama vieram também os problemas. Cada dia que passa, mais e mais conteúdo indesejado tem sido publicado no Twitter, sob a camuflagem fornecida pelos próprios encurtadores de URLs. Inicialmente, o Twitter adicionou a opção de visualizar a URL original no próprio site. Entretanto, esta função não garante a segurança dos usuários com menos conhecimento ou que estejam desatentos. A prova disso é o alto número existente de contas suspensas devido a vírus no serviço.

O novo sistema filtra as páginas encurtadas, utilizando bancos de dados de sites destinados a identificação de páginas maliciosas, como o StopBadware.org e o AntiPhishing.org. [TechCrunch]

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