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O que é GamerGate e por que você se importaria com ele

Depois de ameaças de estupro e morte, um estúdio de games cancelou sua participação no PAX East

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3 anos atrás

A essa altura do campeonato, você já deve ter ouvido falar sobre o GamerGate. O episódio, que explicarei adiante, fez uma nova vítima. O estúdio Giant Spacekat, comandado pelas game designers Brianna Wu e Amanda Stenquist, cancelou sua participação no PAX East, em que participaria divulgando seu novo jogo Revolution 60.

A saída do Giant Spacekat do time de contribuidores dessa edição da feira se deve às incessantes ameaças recebidas por Brianna, vinda de pessoas que se associam ao GamerGate. A designer disse, em entrevista à Época, ter recebido mensagens pelo Twitter @deathtobrianna (ou “morte à Brianna”) que envolviam ameaças de estupro e morte, além do fato do remetente saber exatamente qual o endereço de sua casa.

Mas o que é o GamerGate e por que você se importaria com ele?

Tudo começou quando o jogo Depression Quest, de Zoe Quinn, recebeu aprovação unânime da imprensa internacional, mesmo sendo um título simples e independente. Após acusações de um ex-namorado de Quinn, que garantia que a game dev só havia conseguido tamanha repercussão de seu jogo depois de dormir com membros da crítica especializada, uma verdadeira multidão de jornalistas, sites e pessoas que não tinham nada a ver com a história passou a explorar a controvérsia de quão vendida estaria a indústria dos jogos.

depression-quest

O título GamerGate, que faz alusão ao caso Watergate, amplamente citado como paradigma da corrupção, deveria representar uma abertura para a discussão sobre a falta de ética na indústria dos jogos, cujo gatilho foi disparado em decorrência do caso Zoe Quinn. Contudo, o mesmo GamerGate que criticava a incongruência dos jornalistas acabou dando um tiro no próprio pé ao se tornar um gigantesco equívoco.

De repente, não se fala mais sobre a ética da imprensa: toda e qualquer manifestação “pró-GamerGate” usa argumentos machistas e raivosos para… ofender mulheres. O mote da revolta, que supostamente teria sido o fato de um jornalista ter vendido sua opinião em troca de sexo, no fim das contas se tornou o fato de uma mulher ter conseguido críticas positivas para seu jogo simples e independente.

Por que problematizar apenas o lado da mulher e sua intimidade, enquanto a ética jurada por jornalistas ao colarem grau é que está sendo quebrada?

Mesmo que, em um caso isolado num universo paralelo, Zoe Quinn tenha “comprado” alguma opinião com a oferta de relações sexuais (e isso parece ser socialmente muito mais errado do que comprar opiniões com Doritos e Mountain Dew, dada a repercussão do caso), cabe a nós, humanos, pensarmos: e daí?

O GamerGate, por sua vez, acabou deixando suas origens para trás, se desenvolvendo nos fóruns da internet e tornando-se um movimento que contraria a liberdade de expressão feminina dentro do mundo dos jogos eletrônicos. Outras mulheres, como a crítica de mídia Anita Sarkeesian e a jornalista Leigh Alexander, do Gamasutra, já vinham sofrendo ameaças e palavras de ódio vindas da mesma comunidade. A revolta só ganhou um título após envolver, de fato, nomes conhecidos da imprensa.

Anita Sarkeesian teve sua cota de ameaças de morte em resposta aos seus incansáveis esforços para “des-hipersexualizar” jogos de videogame. Em seu programa, “Damsel in Distress” (donzela em apuros, em tradução livre), a crítica evidencia como mulheres são diminuídas nos enredos dos games, sempre em detrimento dos muitos músculos e da agressividade exacerbada dos personagens principais. Por causa do ponto criticado por Sarkeesian, milhares de frequentadores de fóruns da internet acabaram dando força à “voz” do GamerGate, sendo a “menor” das agressões um jogo em Flash no qual o jogador deveria espancar Anita.

O caso Giant Spacekat

Em 2014, com o lançamento de Revolution 60, que traz apenas personagens femininas, muitos jogadores se revoltaram com a aclamação da crítica sobre o título e passaram a apontar Brianna como o novo alvo do GamerGate.

“Tive conversas difíceis com meu marido sobre continuar enfrentando o GamerGate mesmo com as ameaças de morte.”

“Especificamente, nós optamos por cancelar nossa presença no PAX East 2015 Expo Hall por nos preocuparmos com o volume de pessoas esperado para o PAX – a segurança de nossa equipe não pode ser garantida”, diz o post de Wu.

Entretanto, a designer continua no rol de palestrantes e estará presente nos painéis do evento: “Tive conversas difíceis com meu marido sobre continuar enfrentando o GamerGate mesmo com as ameaças de morte. Nós não temos filhos, e nos sentimos fortes o suficiente sobre esse problema para aceitarmos esse risco. Nossas vidas nos pertencem, e essa é nossa escolha. Eu não posso e não irei fazer escolhas pelas pessoas que trabalham comigo. Depois de falar com elas, tomei a decisão de priorizar a segurança dos empregados do Giant Spacekat.”

O Penny Arcade Expo (PAX), que ocorrerá entre 6 e 8 de março em Boston, foi criado em 2004 pelos criadores da webcomic Penny Arcade, e traz desde desenvolvedores independentes, como o Giant Spacekat, até as grandes publicadoras, para a divulgação de seus títulos, palestras, torneios de jogos e outras atrações que abrangem exclusivamente os videogames.

Mas o que Anita Sarkeesian, Brianna Wu, Leigh Alexander e Zoe Quinn fizeram?

As quatro mulheres têm em comum o fato de irem contra o pensamento massivo da comunidade gamer, tentando exaltar personagens femininas, diminuir estereótipos machistas e, por acaso, obtendo sucesso em suas iniciativas sendo mulheres.

E por que isso acontece?

gamer

Caso você tenha analisado a imagem acima, pode ter associado o fato do resultado do Google muitas vezes bater com nosso próprio pensamento: o de que “gamers” ou “jogadores de videogames” são sempre homens. Nesse caso, mulheres que jogam videogames até existem, vez ou outra algum espécime pode ser observado andando nu em seu habitat natural, também conhecido como cama circular, onde permeiam fios de joysticks que envolvem seus corpos.

A fetichização da mulher “gamer” cai sempre que uma delas decide abrir a boca para revidar contra os incessantes assédios ou reclamar da postura dos homens que insistem em vê-las como um pedaço de carne com voz de veludo. A partir daí, o macho gamer, ao se ver tendo sua supremacia em seu ambiente natural ameaçada, passa a rechaçar a fêmea gamer e excluí-la de sua sociedade. Por quê? Porque elas são mulheres e mulheres só entram no imaginário do masculino fetichista caso responda adequadamente às suas investidas. Caso não, GamerGates são abertos e, claro, vítimas se tornam culpadas.

É muito claro que esse assunto não tange apenas o mundo dos jogos eletrônicos, mas toda e qualquer forma de existência humana nesse mundo. Dessa maneira, os últimos parágrafos podem ser empregados para muitas outras situações.

Quando algum tipo de movimento toma força, existem três posicionamentos possíveis: os apoiadores que brigam por sua causa, os que não ligam e os que têm a necessidade de destruí-lo. Quer seja pelo acesso indiscriminado à internet, pela facilidade de se esconder atrás de proxies, pela queda de ditaduras que permitam a total liberdade de expressão ou mesmo pela Lua em Vênus, é fato que os dias atuais viraram pipoqueiras de assuntos polêmicos (mas pertinentes) e que os lados já foram escolhidos. Sendo assim, você pode estranhar – e até xingar – um texto como esse no Tecnoblog. Mas tudo bem, desde que você tenha lido até aqui. Só que esse comportamento precisa acabar.

Caso não goste do título “feminismo”, ele vai continuar existindo, mas você pode chamá-lo por outro nome (desde que signifique que respeita e enxerga mulheres como seres humanos iguais a você). E não, mulheres não precisam de carteirinha pra jogar videogame. Tampouco precisam provar já terem zerado quinze clássicos antes de poderem gostar de videogames. E a testosterona não é necessária para que uma mulher lute, faça ciência, ensine, jogue futebol ou faça o que ela bem entender. Isso porque você faz parte desse clubinho, mas nós também podemos entrar. E nós não falamos sobre as regras dele.

  • Thiago

    Feminismo, para mim, é o nêmesis do Machismo e eu desprezo ambos.

    Existe todo um histórico que leve a essa discussão e tal… Mas conheço garotas que jogam que não dão a mínima se o personagem é masculino ou feminino, se tem que salvar uma princesa ou coisa do gênero. Quem vê problema com isso são pessoas com problemas de auto afirmação que procuram algo para jogar a culpa em cima por causa de seus problemas próprios.

    Eu joguei Tomb Raider e nunca havia me importado com o fato da personagem principal ser femimina… Afinal o objetivo é jogar, não?

    Sei lá… É um assunto que, para mim, se iguala a briga de times de futebol, cada qual defendendo o seu e nunca chegando a um consenso.

    • Guilherme

      Perfeita colocação. Concordo com tudo.

    • Henrique Miguel

      Assino embaixo. Acho que deveriamos esquecer de comentar sobre machismo ou feminismo, começar a difundir o humanismo.

      • daniagatha

        humanismo = filosofia que coloca o ser humano como o centro. Vai contra a filosofia teocentrista que coloca uma dinvidade como o ser mais importante do universo.

        Ou seja: uma pessoa pode ser humanista e machista.

    • Kessler

      Nenhuma pessoa sã dá a mínima se o personagem não a “representa”, esse é o ponto de video games. Eu também não sou representados por homens bombados que sabem usar todos os tipos de armas, nem por isso estou chorando.

      A “controvérsia” é totalmente fabricada. Vídeos games é um mercado com demografia mais masculina por acidente, nunca houve nada que impedisse mulheres de comprar jogos.

      Há mais mulheres jogando agora? Ótimo, ninguém quer vender para menos pessoas. Isso quer dizer que os devs vão simplesmente abandonar o público-alvo antigo? Óbvio que não.

      • julianna isabele

        Nossa, você tá chamando um grande grupo de pessoas de malucas — e isso não exclui homens, só pra deixar claro.

        Você pode argumentar o que quiser sobre ideologias e afins mas, sério, você não acha que a indústria só se beneficia com personagens variados, sejam eles mulheres ou homens? Isso gera novas histórias pra gente, mais conteúdo pra gente aproveitar, enredos inéditos e tudo mais. Isso propulsiona a mídia pra frente, por si só.

        • Kessler

          >você não acha que a indústria só se beneficia com personagens variados

          Não, para falar a verdade. Para mim é irrelevante. Querem fazer com personagens variados? Ótimo, que façam.

          Tentar forçar devs a uma “inclusão social” forçada? Não.

          • julianna isabele

            …Kessler, não tem como dizer que é irrelevante. Me diz, de cabeça, um top 5 de melhores narrativas que você já viu em videogames?

            A variedade a qual me refiro não é de ter pinto e vagina, não é de ser bombado ou magrelo, é de ter uma persona que vá além do que já foi visto a exaustão. Não tô dizendo, também, que um jogo que use ferramentas batidas de enredo seja necessariamente chatos, muito menos que você não possa curtir tais obras.

          • Kessler

            Não é “diversidade” que cria histórias boas. Os “tropes” existem porque são jeitos fáceis de contar história. É mais por incompetência de fazer uma história decente e diferente do que deliberadamente excluir mulheres, como o time rosa quer pintar.

            Enfiar personagens por enfiar não faz uma história decente. Borderlands 2 não me deixa mentir.

          • Rodolfo Alves de Abreu

            Nesse contexto de ser mais fácil dar a continuidade, deixando de lado uma forma de realmente criar uma boa narrativa, eu concordo.
            Durante a era dos 8bits e 16 bits, muitos jogos que são considerados clássicos e reverenciados tinham como personagens principais homens, com raras exceções. Na era do 64 bits, dois dos jogos que logo se tornaram franquias amplamente rentáveis tinham personagens femininas como sendo as principais, que era a Lara Croft e a Jill Valentine. Essas duas foram introduzidas como mulheres fortes num ambiente que era inimaginável algo do gênero.
            A atual industria esta sim estigmatizando as personagens femininas, suspeito eu que seja justamente pelo crescimento da internet. Na internet, as pessoas passaram a se mostrar como seres que querem um mundo seu, sem querer dividir com outros, e a atual geração está passando a incorporar a ideia que pode fazer e falar tudo e os outros devem se curvar perante eles. Algo que era apenas uma forma de extrapolar num ambiente fechado e controlado está tomando forma fora da rede.

            Eu concordo com sua primeira premissa que feminismo é o antagonismo do machismo. Da mesma forma que o machismo é um extremismo ruim, o feminismo é um extremismo ruim.
            Eu vejo também o feminismo como uma forma de lutar contra o machismo, pelo menos no seu inicio, mas atualmente está ficando tão radical quanto. O meio termo é onde as pessoas precisam chegar. E isso serve tanto para o ambiente gamer como na sociedade em geral.

          • Ives “Hywes” Aguiar

            “Machismo (substantivo masculino)

            Ideologia segundo a qual o homem domina socialmente a mulher.”

            Isso é o antagonismo de Feminismo? Cê sabe o que é antagonismo?

          • Kessler

            Eu não concordo que personagens *femininos* estejam ficando piores. Os jogos em si estão ficando cada vezes mais estúpidos e com histórias ruins. Personagens masculinos também não são profundos e são esteriótipos vagabundos. Isso é bom? Não. Isso faz pessoas misóginas, como afirma Anita Sarkeesian? Se faz, ninguém ainda provou.

            É esse meu problema com essas “críticas” vagabundas. Há não muito tempo afirmavam que jogos causavam violência, até que essa ideia foi totalmente abandonada. Agora é “fato” que jogos deixam pessoas misóginas.

            E pior, em um link meio nebuloso, enquanto a violência em video games é evidente.

          • Sergio Fagundes

            Maior exemplo de como o mercado está uma merda não importa o gênero… Duke Nukem Forever.

          • Keaton

            Duke Nukem Forever… wat.
            Tu tá falando daquele jogo que demorou uma década para ficar pronto e ainda decepcionou todo mundo com gráficos e piadas defasadas? (Só mesmo os fanboys da série gostaram, alias nem eles gostaram…)

          • Sergio Fagundes

            E o que foi que eu disse? Cara não chegou nem a 3 linhas e mesmo assim você não leu?

          • Keaton

            Acho que tu que não leu o que eu escrevi. (Ou quis não entender… sei lá. Tá cheio de espertão na internet querendo corrigir o que não está errado, né?)

            Aviso de extrema importância: os comentários em blogs — assim como em fóruns, sites na internet em si e em outros lugares — não servem apenas para se discordar dos dos outros. Alguns servem como exemplo, descrição e etc.

          • Sergio Fagundes

            Realmente, tem muito espertão, principalmente aqueles que não leem, escrevem merda só pra discordar mesmo que seja concordando e depois escrevem mais merda ainda pra tentar apagar o que escreveu…

          • Keaton

            Exemplo disso é um cara chamado Sergio Fagundes. 😀

    • Tecnossauro

      Isso seria se desviar de um fato problemático. É fato que faltam mulheres na indústria de games, produzindo games. É fato que o marketing das empresas foca no público masculino, excluindo o feminino. É fato que algumas mulheres que trabalham com games estão sofrendo violência verbal, e, logo, preconceito.
      E como você mesmo disse, mulheres também gostam de games. Elas têm todo o direito de participar da indústria de games e só vão adicionar a ela.
      Se isso não for apontado, não muda.

    • julianna isabele

      Thiago, você só não se importa com isso pq passou a vida toda jogando com personagem masculino. Eu me importo sim com o gênero de quem eu tô comandando — pq, acho que do mesmo jeito que você, também me projeto nos personagens quando jogo videogame.

      • Thiago

        Respeito que você se importe com o gênero do personagem com o qual você está jogando, mas eu jogo pela história do personagem e preciso me identificar com os objetivos dele, e não com o gênero dele.

        Mas cada qual tem sua história e os homens jamais conseguirão saber plenamente o que sofre uma mulher quanto a isso e a qualquer coisa relativa a esse tipo de preconceito, assim como existem negros que se importam com racismo a ponto de reclamar por não existir emoticons negros no whatsapp, por exemplo, ou homossexuais que se importam por não existir emoticon de casais do mesmo sexo.

        São assuntos bem complexos mesmo.

      • Sergio Fagundes

        Como se NUNCA tivessem existido Claire Redfield, Lara Croft, Faith vários personagens de rpg, jrpg, mmorpg e jogos competitivos onde era possível criar personagens dos dois gêneros (quake 3, unreal…). Agora você quer o quê? Que todo santo jogo tenha personagem feminina, assim aumentando custos de produção pois vai ter modelagem, gravação de vozes, animações diferenciadas (mulher rebola mesmo sem querer rebolar). Deveria era aprender a brigar contra o machismo nos jogos e não contra os jogos em si.

    • Renata Persicheto

      Thiago, eu recomendo que você torne a ler e tente interpretar melhor toda a discussão acerca do GamerGate. O feminismo não é o Nêmesis do machismo. Fechar os olhos pra isso é negligenciar um problema real.

    • Ives “Hywes” Aguiar

      Opa Thiago, tudo bom?

      Então, segundo dicionário priberam:
      Movimento ideológico que preconiza a ampliação legal dos direitos civis e políticos da mulher ou a igualdade dos direitos dela aos do homem.

      Dicionário Michaelis:
      Movimento iniciado na Europa com o intuito de conquistar a equiparação dos direitos políticos e sociais de ambos os sexos.

      Dicionário Houaiss:
      teoria que sustenta a igualdade política, social e econômica de ambos os sexos

      Feminismo é igualdade para o dois sexos. Não é ditadura, não é apartheid sexual, é apenas dá os mesmo direitos que os homens tem para as mulheres. É difícil de entender isso? Dói tentar tratar as mulheres como ser humanos?

      • Thiago

        Em momento algum eu disse qualquer coisa quanto não tratar as mulheres como seres humanos, por favor!

        O que eu quis dizer é que existem movimentos feministas que tratam o assunto da mesma forma que o machista.

        Gosto é de cada um e eu realmente não me importo com o gênero com o qual eu jogo, mas, como o próprio texto expõe, eu sou homem, então já estou “garantido” quanto a preferência nos jogos e não tenho como ter a visão da mulher com relação a isso, assim como todo o contexto histórico.

        O ser humano ainda travará muitas batalhas até chegar ao ponto que isso tudo será passado e finalmente conseguiremos evoluir.

        • Ives “Hywes” Aguiar

          “Feminismo, para mim, é o nêmesis do Machismo e eu desprezo ambos.”

          Você não disse que de certo movimentos, você generalizou e o núcleo do feminismo é igualdade, não tem nada além disso. A questão é não é gosto, é não produzir conteúdo (jogos) com um único tipo de mentalidade.

          • Thiago

            Sim, depois de ler o que você colocou eu tive que repensar, pois considerava mesmo que a busca deste movimento era a mesma, superioridade ou algo assim.

          • Sergio Fagundes

            Feminismo é igualdade simples assim. O problema é o FEMINAZISMO um grupinho que se intitulam feministas mas na verdade são apenas misandras (odeiam homens).

          • Pra você ver como as feminazis sujaram o nome do movimento.

      • Kessler

        A palavra “movimento” é importante. Nada impede que um movimento comece com algum motivo e mude de objetivo com o passar dos anos.

        Pessoas anti-feminismo não são contra o feminismo definição de dicionário, são contra o feminismo movimento moderno.

        Existe uma diferença.

    • Willian Vincen

      Pessoal que reclama que tem pouco espaço para mulheres nos games: compre jogos que dão espaço para as mulheres. Incentivem. Em vez de obrigar as pessoas a mudar sua ideia e comportamento para uma minoria a minoria deveria incentivar e comprar jogos desta temática ou não comprar jogos que não oferecem oportunidades.

      Mas não vejo muito isso… reclamam reclamam e ainda compram o Call of Duty.

      • Não é sobre colocar forçadamente uma personagem feminina negra como protagonista num Final Fantasy da vida. O foco não é obrigar nada. Não deveria ser uma obrigação. Nem deveria ser obrigação mulheres terem direito ao mesmo salário que um homem que exerce a mesma profissão

        • Willian Vincen

          Por não ser uma obrigação as pessoas não são obrigadas a consumir aquilo que não os agrade. O que acontece é que o movimento “feminista” que empurrar forçadamente uma ideia para todos em vez de incentivar projetos ou pessoas que pensam como o movimento.

          Além de discordar do fato das mulheres receberem menos que os homens (no serviço público isso não acontece, e no serviço privado as mulheres possuem privilégios, como demonstrado abaixo), o simples fato de estar recebendo um valor menor de remuneração do que um homem e, se de fato, exercer as mesmas funções e possuir a mesma capacitação, basta procurar a Justiça do Trabalho ou simplesmente mudar de emprego.

          • É óbvio que funcionário público vai receber igual. Isso eu não discuto. Agora se você acha que no mundo as mulheres não recebem menos, okay (isso não é uma regra, pode não acontecer na sua empresa). Uma dica? Pesquisa 🙂 (não sou eu falando é o BID)

          • Kessler

            Já pesquisei. Não, fazendo a mesma função com a mesma carga horária não recebem menos. Em média sim, por diversos fatores (escolha de carreira, carga horária, etc.)

          • hahahaha okay. você fez sua pesquisa de campo pelo jeito

          • aftakitani

            Não entendi o “hahaha”, se vc tem dados, podia nos apresentar, eu tenho interesse.

          • Meus dados eu não tenho, não fiz a pesquisa, mas tem uma organização nos EUA só disso chamada AAUW. Na verdade, o BID também fez essa pesquisa. E acho, só acho, que se você usar a internet verá milhares de artigos. Num mundo onde tem atriz de hollywood ganhando milhões brigando pra ganhar igual ao ator que ela protagonizou o filme, imagina o resto das profissões. Uma ajuda http://www.aauw.org/research/the-simple-truth-about-the-gender-pay-gap/

            E o “hahahahaha” é uma risada. Sei que é difícil interpretar texto, mas pode ter sido sarcástica.

          • DrunkCharmander

            Na verdade, os dados do Auridian embasam o Felipe, nem ele que apresentou como argumento nem o rapaz que ele refutou ao que parece leram o relatório todo.

          • DrunkCharmander

            Se ler o “foreword” com cuidado vai ter uma surpresa nessa “prova”.

          • Auridian

            O argumento da diferença salarial é um mito, tá ae um relatório (quem tiver muita preguiça de ler, basta o “foreword”):

            http://www.consad.com/content/reports/Gender%20Wage%20Gap%20Final%20Report.pdf

          • Willian Vincen

            De fato as mulheres não recebem menos, aliás recebem até mais. E não se trata de igualdade, mas de justiça. Vejamos: as mulheres possuem 120 dias de licença maternidade (contra 7 dias de licença paternidade); mulheres se aposentam 5 anos mais cedo que os homens; o numero de faltas por motivos médicos é maior entre as mulheres do que em homens; o desgaste físico e emocional é muito maior na mulher do que no homem (a legislação trabalhista limita muito a quantidade de peso que uma mulher pode carregar, enquanto ao homem não tem tantos limites assim).

            Porém, alguém tem que pagar a conta destes privilégios que a mulher possui por ser diferente do homem, e quem paga a conta? Pois é, o homem, recebendo um pouco a mais compensando o esforço.

            E reafirmo, legalmente falando, se uma pessoa recebe menos que uma que possui a mesma capacidade física, intelectual e a mesma capacitação para a mesma função que exerce basta procurar a Justiça do Trabalho ou procurar outro emprego.

          • Luca

            Sério que você vai usar o argumento da licença maternidade?
            1 – O homem carregou uma criança dentro de si por 9 meses, por acaso, pra ter um tempo semelhante de licença?
            2 – Existem inúmeros estudos que dizem que a presença da mãe durante os primeiros meses de vida do bebê é muito mais importante que a do pai, especialmente porque ela precisa AMAMENTAR a criança, caso você não lembre. Fora isso, existem certos vínculos hormonais/sensoriais criados durante a gestação.
            3 – Por ter passado 9 meses com a criança dentro dela, a mãe normalmente cria um vínculo emocional com a criança muito maior que o pai. Pesquisa aí quem costuma ficar mais abalado com a perda de um filho recém-nascido.

            Sobre a aposentadoria antecipada das mulheres, não tenho contra-argumentos, nunca pesquisei as razões, talvez você esteja certo nesse ponto.

            A legislação trabalhista limita muito a quantidade de peso que uma mulher pode pegar porque as mulheres são NATURALMENTE mais fracas fisicamente que os homens, em média. Isso é cientificamente provado, não deveria sequer estar em discussão. Sim, existem casos e casos, mas as leis gerais têm que abrangir a maioria dos casos, não as exceções. Pra isso existem leis específicas. E as limitações pra peso que homem pode carregar são bem definidas, sim. Qual a falta de definição que você fala?

            O homem pagar pelos privilégios da mulher? Hahah. Então tá bom. Que você nunca tenha uma filha ou se case pra saber como é vivenciar o trabalho de uma delas. Receber cantada/assédio o dia todo no trabalho, ser olhada como uma funcionária menos competente só por ser mulher. Ser assediada por clientes e não poder fazer nada, pela ética profissional ou porque, se falar algo, vai ser demitida. Quantas vezes você já ouviu falar de um homem passando por essas coisas no trabalho? Se ouviu, aposto que dá pra contar nos dedos de uma mão.

            Sobre procurar a Justiça do Trabalho, sim, talvez seja um caminho. Mas não deveria haver a NECESSIDADE de fazer isso, a lei deveria garantir esse direito sem que o cidadão precisasse ir atrás, e é isso que se luta pra mudar. Além disso, quem é que vai entrar com uma ação judicial contra seu patrão e vai continuar se sentindo bem dentro do emprego? Recebendo olhares tortos, de repente até ameaças e retaliações todos os dias? Ou você esquece que as pessoas não gostam de quem reclama, mesmo que seja dentro dos seus direitos?
            Por fim, “procurar outro emprego”? Realmente, a vida tá leve e fácil, emprego tá sobrando, e todas as pessoas que sofrem esse tipo de coisa têm total possibilidade de largarem a fonte de renda atual sem qualquer previsão de uma nova.

            A vida não é fácil assim, pra ninguém. E especialmente não pra mulheres (e minorias). Um dia você vai abrir mais a mente e perceber isso, tenho fé.

          • Walter Hugo Nishida Xavier da

            Esse discurso de “se não está contente, busque seus direitos ou mude de emprego” é típico de quem ou não precisa trabalhar para se sustentar (e a seus familiares) ou de quem nunca precisou trabalhar por necessidade, mas por ocupação.
            Sobre a comparação entre as profissões, é simplesmente ridícula.
            Os estudos que comparam as remunerações se dão ao trabalho de comparar apenas carreiras idênticas e/ou compatíveis.

            Sobre a diferença salarial no início da carreira, isso se deve ao fato de que mulheres jovens e sem filhos são mais dispostas e fáceis de lidar do que homens com o mesmo perfil. O problema aparece depois dessa faixa, porque em geral, os homens não têm o mesmo comprometimento familiar que a mulher (por motivos fisiológicos óbvios), e aí passam a ser preferência quando o assunto são promoções e afins.

            Isso se desdobra finalmente em se pagar menos a uma mulher porque ela tem filhos, que é justamente o que está quebrando a previdência em países desenvolvidos. Não basta apenas não terem incentivo para engravidarem, ainda são pressionadas a permanecerem assim. Um tipo de pressão que um homem não enfrenta (no geral).

            O problema disso tudo, é que os animais se esquecem de que mãe todo mundo tem, hoje é sua funcionária que “folga meio ano mamando na licença maternidade”, mas esquece que ontem foi sua mãe e amanhã poderá ser sua esposa. Simplesmente ridículo.

            Esse é só um dos problemas enfrentados nessa celeuma. Simplifiquei ao máximo e sei que há situações e situações, mas o tema da pano pra muita manga.

            Para piorar, ainda surgem os cavaleiros de armadura reluzente em ambos os lados e tomam medidas drásticas para tentar corrigir um problema, mas incorrem em outro, e insistem na sua solução porque não querem ceder a essa “conquista”. Acaba que o outro lado também consegue suas reivindicações, que geram outras distorções, e ficamos todos nesse bolo hipócrita e nada prático.

            Solução pra isso? Basta todo mundo reconhecer o problema e trabalhar em conjunto nas soluções. Não ficar esse jogo de cabo de guerra, onde cada hora um lado “ganha” uma vantagem para si.

            E no final das contas eu fugi completamente do tema, que era apenas discordar do seu infográfico.

          • Willian Vincen

            “Esse discurso de “se não está contente, busque seus direitos ou mude de emprego” é típico de quem ou não precisa trabalhar para se sustentar (e a seus familiares) ou de quem nunca precisou trabalhar por necessidade, mas por ocupação. ” – basicamente somente quem trabalha sabe o peso dos impostos, da carga tributária referente ao trabalho, dos custos de ter uma previdência quebrada, da dificuldade em se obter e manter num emprego. É fácil dividir os opositores em elitistas e os companheiros em populares. Basta dividir pra tentar ganhar uma discussão. Poupe-me desta conversa! Você sabe de muito pouco da vida de uma pessoa pra dizer se ela é desocupada ou gosta de trabalhar por trabalhar. Quem não trabalha não sabe nem o porquê das diferenças salarias… aliás nem discute isso!

            “Sobre a diferença salarial no início da carreira, isso se deve ao fato de que mulheres jovens e sem filhos são mais dispostas e fáceis de lidar do que homens com o mesmo perfil. O problema aparece depois dessa faixa, porque em geral, os homens não têm o mesmo comprometimento familiar que a mulher (por motivos fisiológicos óbvios), e aí passam a ser preferência quando o assunto são promoções e afins.” – Quer dizer que homens não tem comprometimento familiar e são difíceis de lidar? O fato da mulher ter filhos impede de ela conseguir uma remuneração e colocação no mercado de trabalho? Pelo que eu saiba uma mulher pode muito bem decidir quando ter um filho (mas dificilmente consegue decidir sozinha, pois humanos dependem de produção sexuada), além do mais cabe a responsabilidade do cuidado da criança ser feita pelo pai (que deve cuidar sim) e pela mãe (que também deve cuidar). É fácil colocar “a culpa nos filhos” mas esquece que a responsabilidade de criação não cabe somente à mulher, mas ao homem. Em raros casos onde não é possivel (morte ou acidente, que ocorrer em ambos os sexos) o fator filho é tão equilibrado para ambos na decisão de uma promoção. Aliás, muitas mulheres hoje adiam a decisão de ter um filho cada vez mais tarde (infelizmente) não por causa de promoções, mas como forma de garantir que possam cuidar das suas crianças da melhor forma possível junto de seu cônjuge. ah! e as mães solteiras? Pensão alimentícia pra quê pessoal??

            “Isso se desdobra finalmente em se pagar menos a uma mulher porque ela tem filhos, que é justamente o que está quebrando a previdência em países desenvolvidos. Não basta apenas não terem incentivo para engravidarem, ainda são pressionadas a permanecerem assim. Um tipo de pressão que um homem não enfrenta (no geral)” – O que está quebrando a Previdência em países desenvolvidos é a longevidade da população (ultrapassando a casa dos 80 a 90 anos de expectativa de vida) e a reduzida taxa de natalidade dos casais (falei casais… não das mulheres). A situação nos países europeus chega a ser preocupante fazendo que os governos ofereçam pensões para famílias com mais de 2 filhos, serviços como escolas, creches e institutos de ensino em tempo integral e com o serviço da internet, home working. Em alguns casos, redução de impostos e fornecimento de serviços de saúde e assistência diretamente nas residências. Tá sabendo legal sobre Previdência em…

            “Solução pra isso? Basta todo mundo reconhecer o problema e trabalhar em conjunto nas soluções. Não ficar esse jogo de cabo de guerra, onde cada hora um lado “ganha” uma vantagem para si.” – a solução está aí, na cara de todo mundo. Incentive desenvolvedores que tragam jogos com uma política menos sexista e machista, e não condenar e tentar empurrar uma ideologia para todo mundo. Só assim que terão espaço e respeito no mercado. Vivemos num mundo onde precisamos fazer doer os bolsos para sermos ouvidos. Infelizmente muita gente critica que a Nintendo só faz Mario, ou que sai um Assassins Creed todo ano, mas muito poucos param de comprar de Assasins Creed ou abandonar a Nintendo para fazer ser ouvido. Fácil falar em mudar… mais fácil ainda a mudança… mas não querem fazer.

        • Auridian

          Cara, não importa quantas vezes economistas refutem esse argumento/falácia de diferença salarial, ele sempre retorna.

          Andei lendo os comentários e parece que você quer dados científicos, tá bom:

          http://www.consad.com/content/reports/Gender%20Wage%20Gap%20Final%20Report.pdf

          • DrunkCharmander

            Você chegou a ler esse relatório que está distribuindo? Ele busca as razões da disparidade salarial, mas não a refuta, na verdade ele deu a medida dela. O que ele critica é a maneira de corrigir isso, e não sua existência.

            Isso sem entrar no mérito que a dinâmica trabalhista nos EUA é completamente diferente da dinâmica brasileira, mas isso é outra história.

          • Auridian

            Sim, eu li. Ao evidenciar as razões, que não são as mesmas que muitos clamam, já é uma refutação a esse argumento tradicional da diferença (que é claro que existe, mas não é o mesmo que tanto pregam). E a dinâmica trabalhista nos EUA não é tão diferente, aliás a dinâmica trabalhista ocidental em sí tem poucas variações.

          • DrunkCharmander

            Entendi, é que me pareceu realmente o uso no sentido de refutar a diferença em si (muito questionada hoje por várias pessoas), as causas sim são outro debate.

    • Guilherme C.

      Feminismo é outra coisa, é um movimento de igualdade, ao contrário do machismo, que é de superioridade. Não deturpe as coisas. Informação sobre isso tem aos montes e não custa estudar.

  • Kessler

    >O GamerGate, por sua vez, acabou deixando suas origens para trás, se desenvolvendo nos fóruns da internet e tornando-se um movimento que contraria a liberdade de expressão feminina dentro do mundo dos jogos eletrônicos.

    ayyy lmao

    Não que eu esperasse ler alguma coisa que preste em português, mas fazer um post desses quase 6 meses depois do início do imbróglio é mais que piada.

    • abraaocaldas

      A discussão deixou de ser relevante?

      • Kessler

        Deixou, apesar de eu não ter dito isso.

      • Panino Manino

        Não, ela continua relevante, e depois de todo esse tempo era esperado um texto menos preto no banco e mal fundamentado.

        • abraaocaldas

          Para isso que existe o campo de comentários ao meu ver, para você expor porque o texto é bom ou ruim, nesse caso seria legal ver argumentos sobre o assunto refutando o texto.

          • Kessler

            Eu concordo com isso, mas a história é bem longa. O artigo não é ruim por ser “atrasado”, o que eu nunca disse. Não é ruim nem por ter um óbvio viés. É ruim por simplesmente negligenciar que exista um outro lado com reivindicações legítimas, reduzindo tudo a “pobres mulheres vítimas vs machistas opressores”.

          • Zephyro

            Você foi no cerne da questão. Esse foi um dos piores textos do Tecnoblog. É claramente uma narrativa de sob
            ótica ideológica. Pura propaganda feministóide. Gente apelando até pra
            feminismo de dicionário (como se fosse reduzido àquilo, e não todo um conjunto de ação, incluindo a retórica, baseado numa mera visão maniqueísta de mundo). Mas, como
            alertaram, o caso não é tão preto no branco.
            E a postura da autora é chamar quem apresenta objeções de “chorão”? Quanta maturidade.

          • Panino Manino

            Argumentos como os dos meus comentários acima?
            Estou discutindo, vamos com calma pessoal.

          • abraaocaldas

            Ops, acabei respondendo usando o modo rápido do Disqs 😛 acabou indo para a pessoa errada.

    • Então vc vai deixar de ver um filme que é lançado nos EUA e só depois de 3 meses é lançado no Brasil?
      Ou vc deixa de querer alguma coisa que vc comprou no Aliexpress e só chega depois de 2 meses?

      O post é bom e o assunto é relevante e atual, para de cagar pelos dedos hahahaha

    • Quando a Intel disponibliza um fundo de 300 milhões para diversidade no começo do ano e você acha que deixou de ser relevante http://www.theverge.com/2015/1/6/7505929/intel-investing-300-million-to-fix-diversity-ces-2015 ?

      • Kessler

        Meu ponto não era exatamente a irrelevância (o que 300 milhões de PR não mudam em nada), mas o fato de um artigo ser tão fraco mesmo com amplo material disponível e 6 meses de controvérsia para pesquisar.

        • Então você leu o texto e esperava que tivesse todo os prints do tumblr do ex-namorado da Zoe, todas as informações? Bem, acho que você não entendeu o texto

          • Kessler

            Reduzir GamerGate a acusações irrelevantes de um ex-namorado é justamente o problema deste texto.

          • abraaocaldas

            Então por favor, explique para os mortais o que foi…

          • Kessler

            O que *é*, ainda está acontecendo, apesar de ter perdido boa parte da relevância.

            Que tal pesquisar a própria hashtag? Conta lá quantas pessoas falam de ex-namorado, Zoe Quinn, etc.

          • abraaocaldas

            “Pesquise”, não vou dizer que eu já não esperava por essa reposta.

          • Kessler

            Não pesquise então, ora. Não tenho como provar uma negativa, no máximo posso dizer para você ver a hashtag com os próprios olhos. Se a confusão é sobre ex-namorado, tenho certeza que você vai encontrar várias pessoas falando do caso.

  • Tecnossauro

    Ótimo texto! Demonstrou muito bem o que é esse problema todo.
    Além das motivações machistas que foram faladas, os gamers também demonstram um medo injustificado de que mulheres na indústria vão acabar com os jogos que eles tanto adoram. Na verdade, a tendência é adicionar variedade de estilos na indústria.
    Esse comportamento agressivo precisa acabar, realmente!

    • Se esse povo soubesse o quão infundado é esse medo deles…

    • Sergio Fagundes

      Diga isso por você cara pálida… Desde 1998 jogo online e em todo clã que eu estive as mulheres são sempre bem tratadas e muitas vezes ganham posições de liderança. Nunca vi ninguém ser agressivo com elas por questão sexista. Agora se tem uma minoria gay que se sente ameaçada e fica raivosinha porque estão perdendo os bofes ai já é outro problema.

      • Tecnossauro

        Então cara… o seu comportamento ou dos seus amigos, não refletem o comportamento de todos. Se outros, mesmo que sejam poucos, estão excluindo mulheres dos jogos, isso é um problema que precisa parar.
        E, por favor, continue com o comportamento adequado com todos os seres humanos. Jogue com os gays também, de boa, sem se sentir ameaçado. As reações das minorias não é são por raiva, são por defesa. Ninguém merece ficar sem jogar por preconceito.

        • Sergio Fagundes

          Pois é, mas é uma MINORIA babaca e apenas MINORIA, não reflete a massa de jogadores…

          E se não entendeu, eu fui irônico ao final chamando essa minoria de GAYS, pois um cara que se sente ameaçado pela invasão de uma mulher (no bom sentido) só pode estar morando em narnia (e se não entendeu a referência… no primeiro filme eles entram fuuuuuuuundo no armário).

          • Tecnossauro

            Então, mesmo que seja uma minoria, não dá pra concordar com o comportamento dos caras. Temos que apoiar aqueles que tentam se defender e evitar o comportamento nocivo dessa minoria. No caso, vc está criticando essa tentativa de defesa aqui nesses comentários.

            Adoro uma ironia. Só tô sendo bem transparente e didático aqui nesse caso pra não causar confusão. O assunto aqui é sério.
            Por isso insisto em te explicar: você não precisa se sentir ameaçado por gays, assim como você não se sente ameaçado por mulheres. E não, eles não são seres de outro mundo. São seres humanos, como eu e vc.

            Só que espero vc seja o único faça uma piadinha tão ruim como essa do armário.

          • Sergio Fagundes

            Nossa sou tão ameaçado por gays… Velho, tou vendendo aula de interpretação de texto e tenho TOTAL certeza que você está precisando.

            Antropologicamente falando, gays são pessoas que estão se retirando da disputa por parceiras. PORTANTO novamente antropologicamente falando, quanto mais gay mais mulher sobra. E considerando o calibre dos que estão se mostrando homossexuais hoje em dia a coisa tá ficando boa para o meu lado.

            Agora se seu RECALQUE não consegue entender que:
            1 – Você é burro demais pra entender que estou criticando a minoria idiota que acha que a violência vai resolver algo.
            2 – Estou criticando um bando de babaca machista que acha que mulher ao invés de ser parceira é ameaça
            3 – Estou criticando um babaca que tenta distorcer o que eu falo porque é um viado recalcado que só quer alimentar confusão e transformar todo cara decente em um machista ou quer apenas alimentar seu SUBEGO numa discussão inútil.

            Portanto é por causa de JUMENTOS como você que pessoas como EU acabam criando raiva e aversão.

          • Tecnossauro

            Continua estudando psicologia. Mas tem que se esforçar bem mais nisso ae. Inclusive, seria bacana se vc fosse fazer terapia também.
            Ajuda a controlar a raiva.

          • Sergio Fagundes

            Controle de raiva?
            Quer saber o verdadeiro controle de raiva?
            Controle de raiva é o cara como eu que xinga o caixa que deu troco errado e sai assobiando para casa como se o mundo estivesse perfeito não é como você que guarda toda raiva do mundo dentro de si e desconta em todo mundo mesmo nas pessoas que não merecem.

            Caras como eu pelo menos quando explodem mal fazem um traque, caras como você explodem e criam esses “qualquercoisa-gate” da vida.

          • Tecnossauro

            Sergio, tô achando que rolou uma confusão aqui sobre o que vc entendeu do meu comentário.
            Eu não criei “nada-gate” e independente de que se há ou não uma conspiração no mercado de gamers chamada “gamergate”, eu acho que os envolvidos, de qualquer parte, precisam parar de usar isso como desculpa pra ataques e discriminação contra mulheres. Contra qualquer pessoa, aliás.
            Meu posicionamento é que todo mundo pode jogar o que quiser, de boa, sem ter que pedir permissão e jogar qualquer tipo de jogo.

          • Sergio Fagundes

            Não, está criando sim. Você tomou UMA palavra de tudo que eu disse e já me colocou como uma pessoa preconceituosa, raivosa, no mesmo patamar que esses gamergates da vida.

            Quem tem raiva do mundo é você, guarda isso dentro de SI e busca espelhar SUA atitude raivosa no resto do mundo.

            Eu não meu caro, eu prefiro colocar pingos nos Is, se não gosto de algo resolvo meu assunto e ponto final. Não guardo rancor… Quando me chamam de chupeta de baleia não fico me remoendo e saio chutando cachorro, ou ignoro ou chamo o cara de nanico e pronto.

            E esse papo com você encheu meu saco, você é uma pessoa raivosa, recalcada e muito possivelmente propensa a fazer algo muito parecido com o que esses gamergates da vida fazem. Só te falou oportunidade…

          • Tecnossauro

            Acho, de verdade, que as pessoas que te zoam dessa maneira estão sendo injustas e irracionais. Não tô procurando oportunidade nenhuma pra te tratar assim. Serião!

          • Sergio Fagundes

            Não estou falando dos outros estou falando de VOCÊ, você que pegou UMA palavra minha e distorceu tudo que eu disse. Agora porque chamei um bando de babaca que não gosta de mulher de gay, pronto virou motivo de guerra para VOCÊ. Aos SEUS olhos me tornei um preconceituoso que quer tirar o direito de minorias se defenderem.

            E pra mim definitivamente é fim de papo. Não vou mais esquentar minha cabeça com um cara que prefere combater a raiva das pessoas propagando mais raiva ainda.

          • Tecnossauro

            Acho que tô falhando em expressar minhas ideias pra vc, realmente.

          • Sergio Fagundes

            CAso ainda queira não ler… Não me sinto ameaçado por nada a não ser babacas como você que ao invés de serem felizes e curtirem procuram tornar as outras pessoas infelizes e revoltadas como você.

          • Tecnossauro

            Juro que só tô tentando te ajudar, não quero te deixar mais infeliz, não. Aliás, nem tenho essa capacidade participando dos comentários aqui.

          • Sergio Fagundes

            Me ajudar a ser um revoltado com o resto do mundo como você? Não, muito obrigado. Já basta eu ser muito grande, gordo e canhoto. Aguentar todo tipo de preconceito e desajuste por causa disso, a diferença é que eu não preciso jogar isso na cara de ninguém e não fico agindo como vítima. Simplesmente prefiro levar na esportiva quando tiram o sarro de minhas dores causadas pelo peso e problemas em articulação causadas pela altura. Fico tranquilo e procuro soluções ao invés de mandar a merda quando me chamam de desastrado por me machucar enquanto uso equipamentos feitos para destro ou quando mal entro nas cadeiras da universidade pois ou são pequenas ou são estreitas ou são feitas para destro… Quer falar de minorias? Qual empresa que tem espaço e equipamentos apropriados para caras como eu? Já tive desconto no salário pois quebrei cadeira que OBVIAMENTE não foi feita para mim. Mas claro vou ficar me fazendo de vitima como você e criticar o resto do mundo? Não. Vou ficar calmo e procurar conscientizar as pessoas do meu problema e das minhas dificuldades sem precisar transformar elas em monstros.

            Quer falar de minorias? Tem muitas minorias que estão quietas em seu canto e que não transformam o mundo em algo feio e não procuram transformar todas as pessoas em algo feio…

          • Tecnossauro

            Sergio, eu não estou discordando de vc por causa da sua aparência, afinal eu não te conheço. Só vejo a foto do bebezinho ae no seu perfil do disqus.
            E se vc sente que as outras pessoas te oprimem por causa da sua aparência, vc teria total razão, sim, em cobrar uma postura mais justa delas! Mas pra isso vai ter que reclamar um tanto, falar sobre os seus motivos e apresentar a situação injusta em que vc se encontra. É mais ou menos sobre isso que o texto apresentado aqui no site fala.

          • Sergio Fagundes

            Pois é, só que eu faço isso SEM precisar distorcer o que os outros falam para torna-las sempre más e eu sempre com razão.

          • Tecnossauro

            Realmente, tô com dificuldade pra te entender, Sergio. Só quero que vc entenda que eu não tava querendo distorcer seus comentários.

          • Luca

            Cara, você tá mal. O cara escreve uma frase, vc escreve uma redação. Você se descreve como “digno de pena” (“Já basta eu ser muito grande, gordo e canhoto”) e depois diz que não fica esfregando isso na cara das pessoas. Em momento algum o Tecnossauro foi grosso contigo, mas você explode exponencialmente a cada nova resposta (mínima) dele.
            Sério, terapia tá aí pra isso. Relaxa, toma um suco de maracujá, respira fundo. E sei que você vai me xingar respondendo essa mensagem, mas é sério. Se for pra aproveitar uma coisa só do que eu tô dizendo, aproveita isso: relaxa, o mundo não tá contra você.

  • Jaderson Ribeiro Sigalles

    Sou negro e não deixo de jogar nenhum game pelo protagonista não ser negro. Assim como jogo Tomb Raider e outros jogos em que a protagonista é mulher e não estou nem aí.
    Jogos são feitos para diversão e imersão naquele mundo, independente como for o personagem que controlamos.
    Mas é óbvio que não tem cabimento ameaçar alguém por ter uma opinião diferente da sua, e sobre as mulheres estarem entrando em nosso “mundinho”. Isso é coisa de gente com personalidade fraca, quanto mais players melhor.

    • Desculpe, entendo o que quer dizer, mas essa imersão em sua maioria é apenas num universo masculino branco. Um dos pontos levantados é isso, a inclusão da minoria nos jogos. Tem uma keynote do Miniboss que fala bem acerca disso https://www.youtube.com/watch?v=NVl8o85YGNE#t=563

      • Jaderson Ribeiro Sigalles

        Concordo plenamente.
        Mas pra fugir desse estereótipo, só resta procurar jogos independentes que atende esse nicho específico ou deixar de jogar.
        É claro que se conformar com a situação não vai adiantar de nada, mas não vou deixar de curtir jogos que gosto pelo protagonista não ser como eu.

        • Mas se seguir com essa opinião de conformismo nunca vai mudar. O cinema está ai para isso. Continua sendo feito para em sua maioria um público masculino branco, mas você vê mulheres e homens lutando contra isso. Vide o discurso da Arquette no Oscar

          • Jaderson Ribeiro Sigalles

            Eu, por exemplo. Meu gênero favorito é JRPG, dificilmente vou ver um personagem negro nos meus gênero favorito. Não vou deixar de jogar. Mas também sendo possível “lutar” contra isso, eu irei lutar pra mudar esse paradigma. Não estou conformado com a atual realidade, mas não vou deixar de me divertir com inúmeros jogos por isso.

          • daniagatha

            Mas é isso que a Anita sempre fez e ninguém entende. Praticamente em todos os vídeos dela ela fala que não é pra gente deixar de jogar jogos e se divertir. Mas que isso não impede a gente de abrir os olhos e tentar mudar.

          • Jaderson Ribeiro Sigalles

            Perfeito.
            Meu pensamento bate exatamente com o da Anita, espero ansiosamente que esse paradigma mude e que possamos ter grandes jogos com os mais variados protagonistas, sejam homens, mulheres de todas as etnias mas acima de tudo que sejam jogos divertidos e imersivos.

          • Márcio Cavalcanti

            Vai jogar fallout 1, 2, 3, NV, 4, Skyrim, Olbivion etc. Em todos eles você pode ser negro, branco, homem, mulher etc.
            7 jogos, só em uma tacada. Certamente poderia pensar em mais uns 30 bons jogos em que se pode ser como e quem você quiser.
            Só não acho que você conheça bem a proposta de Anita Sarkeseen, Jaderson. Ela sequer é gamer, e começou com a proposta de ARRECADAÇÃO DE DINHEIRO para gravar vídeos (ganhou mais de 1.200.000,00 reais, ou seja, mais de 400 mil dólares), para ficar repetindo milhares de vezes que a mulher é sempre “objetificada sexualmente”, e o patriarcado opressor coloca a mulher como “coitadinha” nos jogos (detalhe que a própria jogada dela é de fazer o papel de coitada para…. denunciar que as mulheres são feitas de coitadas nos jogos! Ironia fina!). Isso como se os personagens masculinos de jogos fossem completamente reais, e os homens não fugissem da realidade com cabelos impossíveis, poderes especiais ou músculos gigantescos. Você parece ser uma pessoa racional, então aconselho você a assistir alguns vídeos dela (me parece que você não assistiu a mais de um), para que entenda que apenas as ignorantes seguem apoiando a Anita S. .
            Abra os olhos e verifique que até mesmo nos JRPG sempre há personagens MULHERES que fazem papel principal na trama. SEMPRE.

          • Stay Puft

            essa anita eh uma completa idiota

        • Márcio Cavalcanti

          Parafraseando um colega que comentou abaixo, sobre Anita S. “defender a Anita Sarkeesian é brabo. Ela é mentirosa, vítima profissional, e tudo que ela faz é basicamente para ganhar dinheiro. A série dela “Tropes vs Women” arrecadou mais de 150.000 dólares há mais de dois anos [ela arrecadou cerca de 400 mil dólares, no total], ela ainda não entregou todos os videos e se você parar para prestar a atenção e pesquisar, vai ver que os videos dela distorcem vários dos jogos que ela mostra e pouquíssima pesquisa é feita. Várias pessoas já quebraram vários argumentos dos vídeos dela e mostraram que muitos dos jogos que ela mostra não são bem do jeito que ela mostrou. Pare pra ver os comentários que ela faz no Twitter e nos videos, ela acha muitos problemas aonde não tem. As ameaças de bomba aonde ela ia fazer palestras foram investigadas pela polícia e pelo staff do lugar que ela ia palestrar e eles disseram que eram infundadas, não havia com o que se preocupar”.

      • Igor

        MEUS DEUS

        Quanta merda num vídeo só.

        Me diz por que se precisa mudar essa visão “que somente um branco heterossexual precisa ser o personagem principal’???
        O mercado diz que isso vende, então produza jogos assim!

        Não sei de onde esse pessoal pseudoculto tirou que games precisam entrar neste escopo de buscar suprimir as diferenças da sociedade, ó mundo cruel…

        É o que o amigo acima disse, o jogo tem personagem mulher, homem? O jogo é bom? Então tá ótimo, é ruim? Então volta pra prancheta. Já não basta a mídia e televisão, por favor, não deixem os jogos também se tornarem campo de batalha de frustados que querem impor suas “minorias” a guela abaixo.

        • o que esse pessoal não entende que se muda não reclamando, mas sim fazendo… quando eles fizerem um jogo mostrando que esse publico específico compra games games serão feitos para esse publico, o livre mercado não é sexista ou racista, é pragmático, faz o que funciona, o que vende.. mostre ao mercado que certas mudanças vendem… o problema que quando se força uma mudança dessas, as pessoas que apenas reclamam mas não compram games não fazem a diferença na hora mais importante que é comprar o produto.. e pior muita gente que tem carinho pela série se algo que gosta sofrer uma mudança arbitrária no conteúdo que ele gosta só para ficar bem pros revoltados do twitter, e esse acaba tambem não comprando o jogo..

    • Drizzle Trooper

      De longe o comentário mais inteligente de toda essa discussão

    • Márcio Cavalcanti

      E quanto à cor da pele, realmente é mais difícil achar protagonistas negros, mas há jogos até mesmo mais antigos em que você poderia escolher um personagem negro, branco, asiático, do sexo masculino ou feminino. Ex.: fallout 1, fallout 2, fallout 3, fallout NV, fallout 4, GTA, Prototype 2, FF XIII. Tem tb o Barret do FFVII, que foi baseado no MR. T (MR T. é figura demais :D).
      A explicação é que principalmente no Japão a quantidade de negros é beeeem menor do que a de asiáticos/caucasianos. Mas como hoje em dia os jogos são mais globais, certamente vai aumentar o número de personagens negros nos anos vindouros. Ou, ao menos, a possibilidade de se poder escolher qualquer cor da pele e o sexo do personagem.

  • Renata Persicheto

    Os comentários já eram aguardadíssimos, visto que o Tecnoblog é quase majoritariamente frequentado por homens. Fica aqui meu comentário (que também já era aguardadíssimo): homem reclama de quem reclama do GamerGate porque nunca sofreu com isso e não sofre com nenhum estereótipo machista. Então vocês podem chorar, espernear, podem até contar pra mãe; o problema vai continuar existindo e vocês vão ter que aguentar.

    • Panino Manino

      Eu te entendo Renata, só que esse é o tipo de pensamento que eu pessoalmente não gosto. Vejo as pessoas reclamarem demais e não oferecer soluções. É só apontar o que está errado e meio que pedir para banir. Então, se os homens estão errados, vamos bani-los? Isso não acaba com machismo ou misoginia, isso beira a misandria. A solução é fazer os homens deixarem de serem machistas (os que são), porque ao mesmo tempo que eles são agentes eles são vítimas, é um ciclo, eles tem que fazer parte da solução.

      E como eu já mencionei o GamerGate foi tragado para essa discussão feminista, originalmente ele não tinha relação com isso, é na falta de apontar soluções para o problema pegaram ele como alvo.
      Enquanto isso continuar ninguém vai a lugar nenhum, no máximo vão todos se prejudicar. GamerGate pode ser um importante aliado para essa “luta” das mulheres na discussão do papel da relação da mídia e das produtoras para a má representação das mulheres.
      Antigamente você ia em um fórum e perguntava sobre as melhores personagens femininas e só aparecia personagens do calibre de Boss, Jade, Alex, Shodan… hoje o mundo parece acreditar que todo mundo idolatra personagens de Dead or Alive. Isso tá muito errado.

      • Renata Persicheto

        Bom, vamos lá:

        Concordo que seja necessário apresentar ferramentas pra esse tipo de comportamento cessar. Não dá pra “ignorar” ou se dizer “humanista” (mesmo porque machismo, feminismo e humanismo nem entram no mesmo grupo), nesse caso, como muitos fazem. Esse era o intuito do texto, inicialmente – explicar o que acontece, o que era o GamerGate e o que ele virou. Porque, de certa forma, ele teve uma premissa saudável, a de questionar a quantas anda a ética na indústria dos jogos, mas fez uma curva abrupta e se tornou significado de agressividade contra mulheres que ousam soltar a voz nesse meio.

        quanto à conclusão do seu comentário, discordo: como mulher e participante ativa dessa indústria há um bom tempo, sei muito bem que o machismo ainda impera sem limites por aqui.

        • Panino Manino

          Eu só discordo desse “o que o GamerGate” virou, porque se colocar contra um movimento e dentro de outro só acaba limitando nossa flexibilidade, fazendo uma missão de combater o outro.

          • Gharcia

            Eu só discordo desse [termo] “o que o GamerGate virou”
            Porque se colocar contra um movimento, [como o GamerGate], [estando] dentro de outro só acaba limitando nossa flexibilidade, fazendo uma missão de combater o outra. [é isso?]

          • Panino Manino

            Um… acho que sim, se entendi bem.
            Explicando melhor minha visão disso, realmente é necessário ter essas discussões sofre feminismo ou representação feminina. Muitos jogos também tem problemas por isso, seja porque usar ferramentar como Donzela em Perigo seja um caminho mais fácil ou por uma visão meio torta mesmo das pessoas envolvidas no desenvolvimento do jogo.
            O que discordo em grande parte e que é todo o motivo da polêmica é como fazer isso. Muita gente quer mudar o mundo e ser herói, e isso trás consequências. É como aquela lógica de que um herói precisa ter um vilão. A partir do momento em que criaram um selo, um grupo, como os Guerreiros da Justiça Social (SJW) eles por inércia precisavam de um inimigo para combater. Mesmo não tendo sido intencional com o tempo moldaram e criaram uma identidade para esse inimigo na forma do GamerGate. Isso ajuda concentrar as energias do grupo em alguma ação.

            O meu ponto especificamente é que todos estão errados em partir para o CONFRONTO. Se você confrontar naturalmente haverá resistência, e é necessário que um lado saia vencedor. Todos perdem. O que eu peço e tento convencer as pessoas é pegar a via da COLABORAÇÃO.
            Eu vejo muita gente da SJW fazendo perseguição e coisas bem ruins ao mesmo tempo que vejo gente do GamerGame fazendo ações positivas. Por que não se unem? É psicologia infantil básica, incentivar coisas boas e positivas, parar de dizer que o mundo dos jogos É o problema e perceber que ele TEM problemas. Todo o mercado de trabalho tem esses mesmos problemas de representatividade feminina, embora que em alguns casos exagerados. Ao invés querer interferir nos jogos achando que está mudando o mundo e só isso basta, trabalhar para o mundo dos jogos dar o exemplo para as outra áreas.

            obs: só agora a pouco percebi que a Renata aqui é a autora do texto, e perdoem os erros de português, por favor.

          • João Pedro Magalhaes

            “Eu te entendo Renata, só que esse é o tipo de pensamento que eu pessoalmente não gosto. Vejo as pessoas reclamarem demais e não oferecer soluções.”

            Isso não existe. Se a comunidade acha isso ruim, ela pode (e deve!) reclamar, mesmo sem ter ainda solução. O que tu disse é que nem vc enfiar uma barra de ferro no pé e não poder gritar por socorro porque não sabe ainda como tirar ela de lá. Isso não faz sentido.

            Elas tem que reclamar mesmo, e reclamar alto, e nós, que estamos na posição superior dentro de toda essa cena gamer, temos que conviver com esse barulho até começarmos a agir juntos. Tendo ela as soluções ou não.

            Note: Ela não pediu pra banir os homens. Ela está expondo algo mto escroto que tá acontecendo. Achar que ela só deve reclamar com a solução pronta na mão é uma forma de apoiar o silenciamento.

          • Panino Manino

            A analogia da barra no pé, você pede por socorro justamente por causa da dúvida sobre sobre não saber qual o procedimento correto para tirar, porque em muitos casos é perigoso tirar ela sem precauções, pode te causar mais prejuízo.

            Mas enfim, o que você disse está correto, tem que reclamar mesmo, só isso já diminuiu a resistência do povo às mudanças que vão aparecendo. Mas se algo está ruim e tem que mudar é preciso ter clareza do que exatamente esta ruim e como para não mudar para outra coisa ruim.
            São duas questões separadas, a do machismo e misoginia não apenas nos jogos e o que tornaram o gamergate.

        • desculpa o atrazo na resposta.. mas o gamergate nunca virou nada. ele foi e continua até hoje como movimento de critica ao jornalismo de games.. esse jornalismo que pintou uma imagem que eles estariam atacando mulheres porque são a encarnação do mal ou coisa parecida..

          Ninguem atacou a Zoe, usaram o caso dela para mostrar mais um podre de jornalistas e esses jornalisas disseram que estavam atacando ela, a Briana criticou o gamergate com memes e quando recebeu memes de volta reclamou que foi atacada.. ( essa tem até casos registrados dela mesmo criando topicos em forom atacando ela mesma sem perceber que ainda estava usando o proprio login ) e a Anita.. que qualquer critica ao seu conteuco considera como ofensa a todas a mulheres do mundo.. sendo que twitter abusivos todas essas mulheres recebiam bem antes. desse caso todo.. mas ajuda mais no patreon dizer que vc precisa de grana para combater o emperio do mal do Patriarcado..

          é claro que em todo grupo sempre vai ter gente despirocada que vai ameaçar de morte e outras coisas.. isso acontece dos dois lados.. como mandaram bichos mortos a facada para o Jornalista Milo Yanopolius por apoiar o GG, e como aconteceu como essas moças, só não pode é pegar umas maças podres e culpar toda a saca.. só porque existe maxistas, não é todos os homems que são, não é porque existe feminista louca, que todas são, é porque um negro rouba que todo negro é bandido.. isso é um pensamento errado e muito perigoso..

          voltando ao gamergate.. a Midia de gamers deram uma parada de falar dele porque mais de 1 ano e meio de GG por mais que eles falem mal, os numeros dos apoiadores do movimento só aumentam, então passaram a ignorar para tentar fazer parecer que o movimento sumiu.. mas ele continua por la.. catalogando as besteiras que jornalistas fazem e tentativa de censura no mundo dos games,, até que essa semana do nada a Braiana faz uma carta aberta ao gamergate uma semana antes do lançamento da versão o jogo dela para PC para tentar chamar atenção para ela e para para o jogo que ambos estavam esquecidos…. e logico quando sairem as criticas, todas serão consideradas ataques pessoais porque deus me livre criticar qualquer feminista, todos sabemos que são perfeitas..

    • Gharcia

      Olá! Parabéns pelo post.
      Eu tenho visto mais mulheres discutindo e falando sobre este tema (gamerchistas), nos últimos 15 meses.
      Quando adolescente, nos fliperamas do centro de sp ou nas locadoras, nunca víamos meninas.
      Hoje em dia, pela internet, existe um acesso mais seguro a jogos (afinal as locadoras e fliperamas não eram seguros a quem quer q fosse)
      Tenho a impressão que existe um aumento no interesse desse público (mulheres) em games. Mas como eu estou deste lado, não tenho como saber se o interesse cresceu ou, se ele sempre existiu, e se levantou uma certa luta/movimento para o acesso das mulheres a games?

    • Note que muitos dos homens concordam com você, vejo nisso uma fagulha de esperança.

    • D. R. G.

      Olha Renata, o post é antigo, mas não pude me conter.
      Me desculpe, mas você escrever coisas do tipo:

      “Mesmo que, em um caso isolado num universo paralelo, Zoe Quinn tenha
      “comprado” alguma opinião com a oferta de relações sexuais (e isso
      parece ser socialmente muito mais errado do que comprar opiniões com Doritos e Mountain Dew, dada a repercussão do caso), cabe a nós, humanos, pensarmos: e daí?”

      E dai que esta errado. Tão errado quanto uma produtora pagar pra youtubers falar bem do seu jogo, do seu console. As pessoas não devem ficar em silencio. Não é como você disse:

      “sites e pessoas que não tinham nada a ver com a história passou a
      explorar a controvérsia de quão vendida estaria a indústria dos jogos”.

      Somos consumidores, clientes… Gastamos dinheiro, se há corrupção, temos sim a ver com a história. Esta mulher pode ser a ponta do iceberg e não pode ficar sem fazer nada. Independente de ser mulher ou homem. Estão usando o machismo pra se defender e me desculpe, você escreveu um artigo de forma pacional, defendendo a sua ideologia feminista. Você esta defendendo a corrupção. Me desculpe, mas esta errada e mostra que o feminismo, mesmo lutando contra algo ruim (o machismo) nem sempre age como é na teoria e as vezes percorre os caminhos errados, defendendo ideias erradas.

      • Márcio Cavalcanti

        Ela defende a corrupção, desde que caiba na agenda feminista de terceira geração dela. Ah, e para ela é tudo lindo e fofinho a mulher ter saído fazendo sexo com todo mundo em troca de favores! Ou seja, favor sexual, agora, é ético, comum e bem vindo, DESDE QUE seja por uma mulher! Hipocrisia e “double standards” , a gente vê por aqui!

    • MacacoNaRede

      Por que sempre tem que ter uma falácia de ataque ao argumentador? Não custa focar nos fatos, tem que pagar de “psicóloga de macho”? “Ain, eu tenho razão e quem discorda de mim é um privilegiado”.

      Sinceramente, miga, seje mais.

    • Márcio Cavalcanti

      Eu não consigo imaginar um profissional de uma empresa minimamente séria respondendo aos consumidores algo do tipo “vocês podem chorar, espernear, podem até contar pra mãe; o problema vai continuar existindo e vocês vão ter que aguentar”.

      E você errou sobre o seu comentário: não era esperada uma resposta tão ridícula e ignóbil frente às críticas. Ao menos serve para que saibamos onde estão os maus profissionais.

      Por fim, se você acha que “as mulheres são coitadinhas, que sofrem com o patriarcado opressor maldito” e que as mulheres que saíram dormindo com a mídia especializada para ter melhores “reviews” apenas querem ir “contra o pensamento massivo da comunidade gamer, tentando exaltar personagens femininas, diminuir estereótipos machistas”, aconselho você a ir pesquisar um pouco sobre a quantidade de ameaças de morte que os homens gamers que estão em evidência sofrem (tire suas vendas feministas e vá observar os números em absoluto).

      Qual a diferença entre Anita Sarkeseen e Pewdiepie, se ambos já sofreram várias ameaças de morte?

      Simples: a primeira vive sugando dinheiro apoiando-se na ignorância de feministas da terceira geração (quase todas extremamente MISÂNDRICAS), ao passo que o segundo está CAGANDO E ANDANDO para as ameaças, e segue fazendo o que sabe e gosta de fazer!

      Eu mesmo já fui ameaçado de morte de forma séria pelo menos 2 vezes na minha vida. Eu retrocedi? Não! Você me vê chorando e pedindo dinheiro para “lutar contra o sistema opressor”? Não, pois não sou retardado ao ponto de achar que é algo fundado, e nem quero explorar a ignorância alheia de incautos para ganhar dinheiro; tampouco gosto de ficar fazendo papelzinho de vítima, pois tenho o mínimo de capacidade cognitiva para saber que ameaça – principalmente na internet – é blefe. Fora o fato de que a coisa mais fácil é a própria pessoa criar um “fake” e fazer ameaças a si mesma, para criar “frisson” e fazer as incautas doarem dinheiro no kickstart! Enquanto isso Anita S. está coçando a bunda com mais de R$1.200.000,00 na conta (cada vez que ela fala “objetificação”, ganha mais uns 50 mil, hahaha)! E olha que ela sequer é gamer! É, o mundo realmente é dos “espertos”. Pena que tenha tanta trouxa por aí.

      Obs.: as minhas ameaças foram recebidas fisicamente, e não no anonimato esdrúxulo da internet, e foram graças às minhas atuações profissionais. Aliás, já devo ter sido ameaçado um monte de vezes na internet, mas pouco me importo, pelos motivos expostos acima.

      -1 leitor para esse blog que coloca qualquer um para escrever, sem haver qualquer controle de qualidade.

    • Robô Guatemalteco

      é só comprar jogos que te atendam e parar de querer regular o q eu quero.
      não é simples?

  • Panino Manino

    Sei que vou ser chato por escrever isso mas é necessário (penso que é).
    Essa simplificação do Gamergate é péssima, é um dos maus dessa história toda. Gamergate não é 100% ruim como querem fazer acreditar, nem “O outro lado”, seja lá qual nome use, também não é 100% bom. Machismo e misoginia existe, claro que sim, mas uma coisa é isso, jogos e jogadores é outra, e estão misturando como se fosse uma coisa só. Quem joga e gosta de jogar é doente e só quem presta e é a salvação (do que?) é quem está de fora e bate no peito com orgulho dizendo que nem gosta de vídeo games… Viram a merda que isso deu semana passada né? Aquele episódio absurdo do Law & Order, e depois a imprensa e pessoas responsáveis por criar aquela narrativa com “gamers is dead” tiveram a cara de pau de se dizer surpresos sem entender como tinha sido possível terem aquela imagem da comunidade como um todo.

    Tem um monte de louco que quer tentar acabar com esses problemas de representação feminina nos jogos mas deixando de fora os jogadores. Isso é uma ideia imbecil, e a tragédia aconteceu por terem colidido com a comunidade que a anos já vinha discutindo a qualidade da mídia de jogos. Ao invés de se unirem ficam de briga, e naturalmente que a mídia vai ficar contra o Gamergate para se proteger.

    Cuidado com os espertalhões, tem muita gente aproveitando para lucrar (o que a Zoe fez com o dinheiro daquela Jam?) e fazer carreira, fora os loucos, como a Brianna. Ela é um bocado da pá virada, claro que tem ameaças, sempre houveram, só que tem gente inventando ameaça porque se colocar como vítima de “terroristas piores que o ISIS” (sim, estão com esse discurso agora) ajuda muito. Várias vezes pegaram gente no pulo fazendo isso, mas fingem que não estão vendo…

    • Kessler

      Bom comentário. A única coisa que dá para tirar dessa controvérsia é que ela é uma bagunça do cão.

      Dos dois lados têm gente querendo simplificar toda essa bagunça para criar uma narrativa, e muita gente usando para aumentar os números no Patreon (por exemplo, todas as “vítimas” citadas no artigo).

  • O maior desafio quando se tenta explicar a misoginia na mídia de games para a maior parte do público que não enxerga o problema é justamente que ESSE é o problema. Algumas vezes ocorre por simples falta de ignorância, tanto pela comunidade quando pelas devs, que, até inconscientemente, apenas reproduzem todos os estereótipos culturais enraizados em si mesmos e, sendo majoritariamente – quem poderia prever? – homens, não vêem o que está errado.

    Há grandes exceções, grandes exemplos que mostram que às vezes, olhamos pro caminho certo. Quem aqui curtiu The Last of Us? A Ellie, de início, era escrita como uma personagem passiva, dependente do Joel na maior parte do tempo. A capacidade dela de lutar por si mesma veio com as opiniões da sua dubladora, Ashey Johnson, no meio da produção do game, e isso alterou completamente o produto final. Neil Druckmann, diretor e roteirista do game, com todos os seus méritos, também se viu preso ao estereótipo cultural que nós, homens, sem querer deixamos de notar e às vezes até lutamos por manter.

    Vejam aqui o depoimento no making of :

    http://youtu.be/_7Ijkz2SSOI?t=29m43s

    • Kessler

      Basicamente, a teoria perfeita e irrefutável: a coisa existe porque ninguém vê que ela existe.

      • Carlos Filipe Costa

        kafkatrapping ou, por outras palavras, a culpa infalsificável. è algo parecido com o pecado original. Todos somos culpados independentemente do que fazemos ou dizemos. Não é mais do que retórica para silenciar.

    • Panino Manino

      No inicio o jogo seguia o padrão que está aí no mercado, com a Ellie como a personagem que você devia primariamente escoltar. Ela poderia ter sua IA para circular pelo cenário, mas você como quase sempre é quem teria que “limpar” o cenário. Não é que antes estivesse errado assim porque não podemos esquecer que o jogo tem várias personagens femininas que não dá para chamar de fracas não é? Uma até se sacrifica para te salvar.

      Minha opinião do porquê a mudança na Ellie foi possível?
      Liberdade criativa. A Sony é conhecida por deixar seus estúdios e parceiros fazerem o jogo da forma como quiserem, no máximo presta suporte técnico. Sem uma produtora por trás colocando dinheiro E fazendo exigências essa mudança positiva foi possível.
      Agora veja se a situação fosse outra. Fazer jogos, grandes produções custa dinheiro, muito, durante muito tempo. A maioria das desenvolvedores não tem caixa para bancar o desenvolvimento, tem que recorrer a empréstimos e contratos com produtoras e distribuidoras, que por colocarem dinheiro no projeto fazem exigências. Muitos jogos com personagens femininas como protagonistas ou pelo menos em papéis dignos são recusados, porque a produtora acha que não vai vender ou vai vender menos sem o fator sexo. Sexo vende. Daí essa produtora gasta fortuna em propaganda, paga marketing para a mídia, você vê sites com Ads fazendo hype e tendo cobertura positiva. Isso influência notas (de forma positiva quase sempre), influência vendas. Deu certo? A produtora vai investir em mais jogos com esses vícios? Os jogos que não fazem parte desses esquemas, de apelar para sexo, não tendo hype, ganham notas menores, são menos comentados, sem visibilidade vendem menos.
      Quem faz parte do sistema lucra, quem não fica no prejuízo.
      Isso não vale apenas para os vícios de sexo para vender e representação negativa e retrógrada das mulheres nesses jogos, alimenta também jogos mal feitos com jogabilidade ruim. O GamerGate já existia antes de ter esse nome reclamando disso. Quando surgiram os jornalistas “Neo-Hipsters” escrevendo como se os homens devessem parar de jogar vídeo games como se eles fossem a causa de todos esses problemas e devessem deixar as namoradas enrabar eles com um pinto de borracha porque senão eles estavam sendo machistas… naturalmente que eles reclamaram disso.
      O resto é história.

  • Amanda Duarte

    ÓTIMO texto Renata, muito obrigada por posta-lo, é sempre bom ver que não estamos sozinhas nessa luta.

  • Willian Vincen

    Concordo em parte com o texto. Realmente agredir verbalmente, ameaçar, intimidar ou simplesmente excluir uma pessoa de um contexto social por somente possui opiniões diferentes é esdrúxulo, é ridiculo e condenável… mas não tem nada haver com o machismo ou o movimento feminista legítimo (que cai entre nós tem movimento de mulheres aí que de feminista não tem nada).

    Agora, dizer que é culpa da indústria de jogos, dos jogadores masculinos e dos desenvolvedores não haver espaço para a mulher? De boa, vejam aonde estão as mulheres realmente gamers (não considerar as que postam fotinho no instagram comendo um fio de um controle ou só segurando um controle com quatro mãos)?

    O próprio interesse feminino pela indústria de jogos é diferente do interesse masculino. A maioria das mulheres nem jogam games do tipo AAA com uma frequencia tanta quanto aos homens, ou investem tanto na compra de games. A maior parte do faturamento da indústria vem , infelizmente ou não, de jogadores homens, que buscam conteúdo voltados para seu comportamento. E o que o mercado faz? Atende sua necessidade! Simples.

    Seria suicídio uma empresa não olhar para a maior fatia do mercado. Produzir games para o publico feminino pode não ser tão rentável quanto para o publico masculino, e por isso muitas empresas ainda continuam a atender os “esteriótipos” do mercado. Além do mais, não há nada de errado em produzir jogos para um publico majoritário do mercado, simplesmente a demanda pede isso.

    Mas há discussão sim da “supervalorização” e da “esteriotipização” da mulher nos games, valorizando o sexual em vez do intelecto. Ok… faça-se games sem isso. Houve vendas? Poucas, diga-se de passagem, comparadas com o resto dos jogos. Tirando poucas exceções como “Tomb Raider” jogos com essa temática não vendem ou possuem pouco destaque por simplesmente não atender o anseio da maioria.

    Para aqueles que reclamam que a industria dos jogos está muito sexista e machista, a dica é não comprar jogos ou comprar e incentivar jogos sem esses temas. Essa seria a única maneira concreta de mudar a situação. Mas não vejo o público defensor destas ideias renderem faturamento e lucros para as empresas, preferindo mudar a mentalidade das pessoas do mercado em vez de elas mesmo fazerem a diferença.

  • Louis

    Deixa eu ver se entendi a opinião da Renata: E daí se uma pessoa faz sexo em troca de opiniões positivas da crítica especializada para faturar com jogos?

    Isso é pura corrupção e importa.

    A questão de ser mulher não muda o fato da picaretagem, por sinal, também da crítica.

    Querem garante que isso não aconteceu antes?

    Não concordo com ataques e ameaças a ninguém, mas entendo o ponto de vista de revolta de tantos jogadores.

    • Renata Persicheto

      Broder, meus parabéns. Eu escrevi 1270 palavras e você conseguiu extrair (e não entender) uma linha.

      • Fabio

        “Brother” is better

  • Elton Alves Do Nascimento

    Acredito que a questão do gamergate, como exposto aqhi, vá muito além da existência de personagens femininas protagonizando jogos. Poxa, essas mulheres foram ameaçadas e isso é muito grave. Eu, como homem e jogador “mediano” (não muito hardcore e nem muito casual) , fico bastante preocupado com isso que tá rolando, as pessoas ainda carecem de muita informação sobre feminismo e como os movimentos funcionam atualmente, sei que não é todo mundo que tem tempo pra “acompanhar”, mas nós precisamos cada vez mais levantar essas questões na comunidade gamer e lutar para que as mulheres se sintam confortáveis nesse meio, o que não ocorre muito hoje em dia

  • Eric Mackrodt

    Eu não estou nem aí pra GamerGate, não ligo pro fato da garota ter dormido ou não com os jornalistas, afinal, coisa escrota não acontece só na mídia gamer mas em todas as mídias, sou extremamente a favor da inclusão feminina em tudo, acho super maneiro que cada vez mais mulheres estão jogando. Acho também que ainda existem algumas situações específicas que as mulheres ainda são deixadas um pouco pra trás na sociedade e sou a favor de resolvermos esses problemas. E admito que no mundo gamer ainda podem acontecer algumas coisas escrotas e que deveriamos tomar algumas atitudes quanto à isso.
    Mas defender a Anita Sarkeesian é brabo. Ela é mentirosa, vítima profissional, e tudo que ela faz é basicamente para ganhar dinheiro. A série dela “Tropes vs Women” arrecadou mais de 150.000 dólares há mais de dois anos, ela ainda não entregou todos os videos e se você parar para prestar a atenção e pesquisar, vai ver que os videos dela distorcem vários dos jogos que ela mostra e pouquíssima pesquisa é feita. Várias pessoas já quebraram vários argumentos dos vídeos dela e mostraram que muitos dos jogos que ela mostra não são bem do jeito que ela mostrou. Pare pra ver os comentários que ela faz no Twitter e nos videos, ela acha muitos problemas aonde não tem. As ameaças de bomba aonde ela ia fazer palestras foram investigadas pela polícia e pelo staff do lugar que ela ia palestrar e eles disseram que eram infundadas, não havia com o que se preocupar.
    Fora que para receber ameaça de morte na internet basta ser um pouco conhecido, todo mundo recebe, é a internet. Não estou dizendo que isso é certo, sou contra ameaças de morte, acho ridículo, acho horrível e sou a favor de tomar alguma atitude contra essas pessoas. Mas pode ter certeza que 99,999% são Trolls e não devem ser levadas em consideração. Eu tenho certeza que se alguém quiser te matar de verdade, não vai avisar antes para não correr o risco de você tomar alguma atitude.
    Terroristas, por exemplo, não avisam quando vão atacar, porque tem que ser na surpresa, todo mundo já deve ter notado que 99,9% das ameaças de ataques terroristas são infundadas e as que aconteceram de fato não tiveram aviso prévio.
    Claro que, como eu disse antes, nada disso é desculpa e ameaçar de morte é errado e um absurdo. Mas a Anita Sarkeesian se aproveita disso para o marketing dela.
    Eu odeio comentar sobre esse tipo de assunto muito polêmico, mas cara, vamos levantar os problemas, procurar soluções pra eles, mas vamos fazer isso sem ficar botando algumas pessoas no pedestal como palavra final pra tudo, principalmente pessoas que são sabidamente mentirosas e não estão ajudando de fato e fazendo favor nenhum pra causa nenhuma (Vide as feministas do Tumblr). Não sou a favor nem de ficar botando num pedestal e usando como autoridades absolutas pessoas que realmente fazem bem para uma causa e estão fazendo um bom trabalho.

    • Luca

      Não conheço a história da Anita, mas como já vi alguns comentários sobre, vou acreditar na sua versão. Realmente é complicado defender alguém assim, ainda que ela continue sem merecer ameaças de morte por isso. Promessas não cumpridas (os jogos/vídeos) se resolvem na justiça, se envolveu transações financeiras. Se foi uma doação, foi uma doação, e a solução é aceitar que ela é uma fdp e aprender a não sair confiando em qualquer nome na internet.
      Sobre a ameaça de bomba ser infundada, quem me garante que só porque as palestras foram investigadas, não existe bomba? E se de repente chega um cara com bombas no corpo? Americano é doido de todo jeito. Se o cara descobriu o endereço da minha casa, informações pessoais minhas, etc, só mostra o quão determinado ele tá. Daí pra a bomba de fato não custa muito.
      Por fim, “terroristas” (generalizando pra “atacantes”) avisam sim quando vão atacar, vide anúncios do Anonymous e outros grupos hackers semelhantes, que muitas vezes avisam antes de atacar, para que o avisado tome alguma providência que os faça cancelar o ataque, ou simplesmente pra demonstrar seu próprio poder.

      Enfim, só quis responder porque achei pontos discordantes no seu texto, e ao mesmo tempo você pareceu escrever de boa, sem ser xiita. No offenses intended.

      • Eric Mackrodt

        Sem problemas. Estamos aqui pra isso.
        Eu acredito sim que uma pequena parcela de ameaças tenham fundamento, por isso eu disse 99,9% (meio hiperbole mesmo). Mas você vê exemplos diversos como Charlie Hebdo, 9/11, dentre vários outros, também vê, mesmo que não sendo terroristas, os garotos que vão e atiram em um monte de gente em escolas. Nenhum avisa antes.
        Geralmente quem ameaça, faz justamente para conseguir alguma coisa de alguém. Vide o exemplo do caso do “The Interview” que, com ameaças que o próprio FBI disse que não era para se preocupar, causou aquilo tudo.
        Posso concordar com o fato de que quem ameaça também é terrorista justamente por usar o terror para conseguir o que quer, porém, geralmente ameaça de terrorismo não se resolve em ato. Ameaças anonimas pela internet então, é o que mais tem, como eu disse, basta você conseguir um pouco de fama.
        Claro que mesmo ameaça eu acho erradíssimo, mesmo que seja contra a mal carater da Anita Sarkeesian. E essas ameaças ainda são contra-produtivas porque, além de dar pano pra manga pra ela, só atrapalha as pessoas sérias que estão fazendo bons contra-argumentos e descreditando ela de forma civilizada.
        Abraço!

  • Senju Hashirama

    Uma indústria cheia de fãs estranhos e esquisitos, Virgens, frustrados sexualmente e socialmente, é bastante óbvio esse tipo de coisa ocorrer, muito triste.

    • Carlos Filipe Costa

      tendo em conta que, pelo menos nos USA mais de metade dos gamers são adultos d ambos os sexos, casados com vidas normais, já era tempo desse trope ser abandonado não acha? A não ser que a sua intenção fosse apenas o insulto barato e sexista. Nesse caso, o seu comentário é ruído

  • Olacir Oliveira

    Problema da repressão, certo, querer mais diversidade, e digamos, uma representação nisso, até aqui, não vejo problemas, querem jogar, beleza, não é nem questão de concordar ou não, se elas querem, que tenho eu, sendo homem ou não, a ver com isso ? Cada um no seu canto, e não vejo problemas. Agressão, por essa tentativa, é totalmente errado, tem espaço pra todos. Não só em jogos, sou a favor que a seja incluída igualmente, onde seja, desde que tenha o interesse.

    Agora uma parte que não achei fazer muito sentido( e não faz) :
    “a crítica evidencia como mulheres são diminuídas nos enredos dos games, sempre em detrimento dos muitos músculos e da agressividade exacerbada dos personagens principais.”

    Até onde eu sei, o interesse de mulheres por jogos, é relativamente recente, e consideravelmente, bem menor, se uma parte massiva do publico alvo, é homem, o esperado, seria atender, prioritariamente, essa maioria, melhor, nem digamos, que seria ‘atender’, mas por ja ser algo natural, em parte, jogos feito por homens, para homens, isso sempre foi assim, pelo praticamente interesse zero do sexo feminino. Tomb Raider, tem personagem feminino, nasceu por algum interesse, ou reinvindicação feminina? Eu sou homem e não tem nenhum problema nisso. Querer dizer que isso é culpa da indústria ? Por favor. Se tivesse interesse desde o principio, sim, teríamos os tais jogos, sem a ‘exaltação’ masculina, pois a indústria teria retorno, mas não foi assim.

  • Thiago de Barros Gom

    Um talento feminino nasce no meio e tão logo ele é morto
    pelo 4chan, GGfags e afins. Além do caso da Brianna, tem uma jogadora de
    Hearthstone (ou melhor, ex-jogadora…) que saiu do time TempoStorm, mesmo
    contra a vontade do time, quando o mesmo realizou uma investigação para
    confirmar se era ela mesma quem subia no ranking ou um cara. Isso tudo pq um
    outro maluco banido e doido a acusou. O trabalho de detetives terminou em: zero
    provas contra a menina.

    Sabe Renata, depois de ter falado com você no Twitter, eu
    tinha começado a escrever um texto gigantesco sobre o assunto… falando, principalmente,
    sobre como o anonimato da internet é o elemento perfeito para que esse tipo de
    abuso continue a acontecer e como eu achava que se o pessoal não sabe brincar,
    que se criassem métodos de se descobrir quem fala merda e que se instalasse a
    lei do “Você pode expressar a sua opinião, mas que arque com as consequências”.

    Mas, depois de ler os comentários daqui, daquele post do B9
    sobre a campanha do “deixa o não em casa” e acompanhar uma série de excelentes
    produtoras de conteúdo sobre jogos, músicas e afins encerrarem as atividades
    por causa da chuva de merda que lhes é dirigida, como o caso do Pink Vader (que
    não conseguia ficar sem postar nada sem a merda do chorume dos Melhores do
    Mundo não aparecer por lá e xingar a Laura e toda a equipe do blog), me deu
    preguiça.

    Tô vendo que tem muito amiguinho aqui que não se acanha em
    falar merda mesmo com a fotinho do lado do comentário sob a justificativa de
    que vai chegar um ponto onde as minas vão realmente chegar ao lugar que lhes é
    devido e vão virar Hitler. Sério? Feminismo não é extremismo. Feminismo é Homem
    = Mulher. Como devia ser.

    Se existem feministas extremas, existem brancos, asiáticos,
    judeus, mulçumanos, cristãos e o caramba. Imbecil existe em qualquer lugar,
    independente de sexo e afins. E não é um ou outro que vai deturbar o que um
    monte de gente luta.

    Quero ver mais meninas falando e fazendo jogos, música,
    filmes, quadrinhos e o que mais quiserem. E os alfas que tratem de ficar de
    boa.

    • Renata Persicheto

      Thiago, eu agradeço muito seu comentário. De verdade.

    • Kessler

      >que se criassem métodos de se descobrir quem fala merda e que se instalasse alei do “Você pode expressar a sua opinião, mas que arque com as consequências”.

      Grau de ironia elevado totalmente perdido no post, visto que são justamente pessoas os defensores da “time rosa” que ficam chorando 24 horas por dia sobre como descobriram o endereço delas, etc. Não dá para ter as duas coisas amiguinho: ou você é a favor de pessoas expressarem suas opiniões na internet sem assédio ou não é. Mudar assédio comodamente para “arcar com as consequências” quando a pessoa está no ‘time errado” é desonestidade.

      • Thiago de Barros Gom

        Aparentemente, você tem um problema foda de compreensão de contexto. E me faça o favor de ler certo: CONTEXTO não TEXTO.

        Deve se criar um método para descobrir sim, da onde partiu o abuso e o mesmo deve ser confiado à um órgão ou organização competente. 4chan não é órgão competente, compreende? Quer que eu desenhe?

        Justiça? Talvez.

        Sabe por que o “time rosa” chora quando descobrem os endereços e telefones delas? Por que mandam ameaças de estupro e morte. Só por isso gênio.

        Sou a favor de que as pessoas expressem suas opiniões sem assédio. Também sou a favor de ver os assediadores serem descobertos e mandados à merda.

        Se você não tem medo do que diz, por que esconde a cara, hein? “Kessler”

        • Kessler

          Mais irônico. Passa dois parágrafos afirmando que assédio é errado (correto) e pergunta em tom desafiador por que eu “não mostro a cara”.

          Por que eu deveria mostrar? Mudam os argumentos? Ou você tinha intenção de procurar meu nome no Google?

          Até admiro o sujeito que tem coragem de escrever “à um” mostrando a cara, mas né…

          • Thiago de Barros Gom

            Ora Kessler. Em primeiro lugar: peço desculpas se minhas
            ironias lhe doeram e se a carapuça serviu. Como você me chamou de coleguinha no comentário anterior (algo bem irônico), tomei a liberdade de agir da mesma forma com você.

            Em segundo lugar: perdão também pelo erro de português! Realmente, uma crase é algo inaceitável vindo de alguém que precisa aproveitar o pouco tempo livre do trabalho para escrever um comentário, algo que, sem dúvida é de suma importância. (Tentei não ser irônico. Não rolou)

            No caso, desafiei você a expor seu nome para força-lo a entrar na mesma posição das mulheres que trabalham nesse meio. Elas o fazem sem se esconder atrás de um avatar e estão totalmente vulneráveis a ataques de pessoas que se sentam na frente de computadores e se dedicam, não a contra-argumentar, mas a ameaçar. Algo que pelo visto você não vai entender.

            Até tento te admirar Kessler. Sério! Você se esforça para parecer inteligente, mas infelizmente, um cara que escreve “esteriótipos” e se esconde atrás de um avatar… sério. Não rola.

          • Kessler

            >não sabendo o significado de “irônico”

            Em vez de tentar catar um erro de português de um anônimo na Internet (ayy), você deveria dar uma pesquisada no wikicionario. Ahahaha

            Não me identifico porque conheço a Internet o suficiente para saber que é estupidez, simples. Poderia me identificar e ficar chorando cada vez que algum maluco me mandasse alguma mensagem, mas (a) não tenho um Patreon e (b) não sou imbecil.

            Só um imbecil realmente acredita que só mulheres são assediadas. A maioria dos casos de “swatting” foi em homens (mais uma coisa para você procurar no Google.

            Abraço, coleguinha; mais sorte na próxima.

          • Kaike Norado

            Quote 1 (Kessler) > “Em vez de tentar catar um erro de português de um anônimo na Internet (ayy), você deveria dar uma pesquisada no wikicionario.”

            Quote 2 (Kessinger) > “Até admiro o sujeito que tem coragem de escrever “à um” mostrando a cara, mas né…”

            Quote 3 (Thiago) > “Até tento te admirar Kessler. Sério! Você se esforça para parecer inteligente, mas infelizmente, um cara que escreve “esteriótipos” e se esconde atrás de um avatar… sério. Não rola.”

            Quote 4 (Kassilds) > “Personagens masculinos também não são profundos e são esteriótipos vagabundos.”

            es·te·re·ó·ti·po

            “estereótipo”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/estere%C3%B3tipo [consultado em 27-02-2015].

            É Kennedy, melhor você voltar lá pro sobradinho da mamãe e pedir pra ela trazer uma pizza pra você, por que olha: não tá fácil te defender.

            Coleguinha.

          • Márcio Cavalcanti

            Moço, você não sabe o que é feminismo de terceira geração (neofeminismo).
            Vai estudar, amiguinho! Vai pesquisar, amiguinho! Vai para os encontros feministas, amiguinho!
            Ain, mas você é daqueles tem “preguicinha”… Então pode continuar apoiando feminismo de 70 em 2015. Você pode. Já que pensar dá preguiçZzZzZzZz

          • Thiago de Barros Gom

            HAHAHAHAHAHAHA

            Cacete, olha isso. O cara realmente é um retardado ao pé da letra.
            Tem uma opinião de retardado e ainda chegou com retardo de quase 10 meses na conversa.

            Maluco, se você tivesse chego no dia do post, até me dava o trabalho de ir a fundo, mas como você falou, tô com preguiça e só vou te zoar mesmo.

            Abs!

          • Márcio Cavalcanti

            ZzZzZz

    • Lorenzo Dalla Costa Cervelin

      >4chan
      Fine Young Capitalists. Só isso.

    • Luca

      Thumbs up, bro!

      A animosidade da internet tá cada dia mais absurda, tô sem entender.

  • Antony

    Eu ia ler os comentários e comentar, mas ia dar muito trabalho

  • Maycon Cruz

    A exemplificação dessa visão de “Pro Gamer” nunca me surpreendeu, visti suas origens. Hoje muito mais agravado a níveis ignorantes, o ato de tudo que envolve uma comunidade game ou web sempre foi vista como um clubinho fechado de homens, de uma forma até autodepreciativa, dito aquele papo das Regras do 4chan sobre “Não existem mulheres na Internet” e o “TITS or GTFO”.
    O mundo mudou, mulheres igualmente partilham dos mesmos hobbies, mas muitos homens ainda se recusam a aceitar, ou até mesmo acreditar que existe mulheres gostando de sua “atividade antisocial”.

  • Drizzle Trooper

    Eita, uma mulher reclamando do Gamersgate e ainda defendendo a Anita Sarkeesian que não passa de uma feminazi, surpresa…

    • Cara, não cai na falácia do espantalho não. Se atenha às ideias do texto e aos argumentos independentemente de quem o escreveu. 😉

      • thalesbr

        Ela pintou o Gamergate como se restringindo à reclamação contra mulheres em videogames e você vem me falar de espantalhos?

        • Não, eu vim falar que você não pode deslegitimar um argumento pautado em quem o apresentou. Você precisa rebater os argumentos apresentados. Você, no caso, pode dizer que o texto restringe o Gamergate dessa forma. A discussão pode partir daí, sem problemas.

          Foi isso que eu disse.

          • Thales Oak Carvalho

            Falácia do espantalho não é a mesma coisa que ad hominem MESMO.
            Ad hominem é o seguinte: fulano disse A, mas fulano é/fez algo ruim. Logo, o argumento de fulano é errado.
            Já a do espantalho é inventar um adversário cheio de defeitos e atacar essa caricatura como se fosse o adversário, o que foi exatamente o que este artigo fez.

          • Troquei o nome da falácia. Era ad hominem mesmo. A crítica se sustenta.

          • E discordo de que foi isso que o artigo fez. O artigo deixa claro que o Gamergate começou com um propósito válido e se tornou, posteriormente, algo completamente nefasto e de ataque de gênero. O que foi exatamente o que aconteceu.

      • Kessler

        Eu acho, só acho, que você não sabe o que é falácia do espantalho. Protip: não é a mesma coisa que ad hominem (ui! Machismo!)

      • Drizzle Trooper

        Eu vi a idéia, acho o Gamersgate uma idiotice tão grande quanto defender essas pseudo ativistas que só conseguem ver o próprio rabo, reclamar da objetificação da mulher é fácil, falando que toda mulher em videogame é forte e bonitona e nunca pega um papel de destaque, isso pra mim só pode ser ignorância ou cegueira seletiva, ainda mais quando temos ícones como Lara Croft, Samus Aran, Mileena, Kitana, Claire Redfield entre centenas de outras.
        “A, mas o problema é a sexualização delas, elas serem todas perfeitinhas o objetos sexuais”
        É, então me diga quantos homens no planeta ou melhor, quantos dos que jogam videogames são iguais, Kratos, Master Chief, Ryu e outros?
        De boa, ambos os lados do Gamersgate estão errados, o dos ativistas radicais que atacam e ofendem mulheres que não querem fazer nada além de trabalhar com o que gostam, assim como os ignorantes que olham só o lado das “vítimas” da sociedade.

        Rápidinho o papo da outra que liberou pra geral pra conseguir notinhas no jogo de Hipertexto dela deixou de ser foco e virou o problema do preconceito, se esse preconceito está ai ele teve um inicio e o inicio foi a senhorita Zoe Quiin e a falta de ética de quem trabalha na industria.

        • Ok, agora você está atacando os argumentos. Agora a conversa pode caminhar.

          Deixa eu te fazer um questionamento aqui: se fosse um cara, dormindo com algumas repórteres, será que o caso teria o mesmo impacto? Não sei.

          Tem um fator importante aqui que acho que você não tá levando em consideração: a indústria dos games é sexista pra caramba, e o mundo em geral trata (ou tenta tratar) mulheres como seres menores. Mulheres que jogam/produzem games, por exemplo, recebem destaque apenas por serem mulheres e não por que são boas no que fazem.

          Existe, portanto, uma distinção de gênero por parte de alguns homens. Isso não deveria existir. E uma das críticas ao Gamergate é que os participantes não consegue ver esse problema. Eu vejo.

          • Drizzle Trooper

            Complicado ver alguém reclamando de algo benéfico para ela, qualquer homem, sem exceção, QUALQUER UM que quiser entrar para a industria dos games vai sofrer uma dificuldade absurda porque ele é SÓ mais um no universo, é só mais uma gota no oceano, ai uma mulher que tem a vantagem de se destacar não por ser boa, mais por pura e simplesmente ser mulher e conseguiu galgar seu caminho de sucesso através de talento e trabalho como fez a Jade Raymond com Assassin’s Creed ai ela reclama.
            Esse é o problema Matheus, feminazi quer ser tratada igual homem, ai quando ela é tratada igual homem ela começa a reclamar que está sendo prejudicada porque a competição é injusta.

            Quanto ao seu primeiro argumento com relação a um cara dormindo com repórteres para terem notas melhores, da uma pesquisada sobre o Phil Fish e o que a comunidade pensa dele.

          • Cara, ignora feminazi, qualquer extremo deve ser tratado como tal. Nem traz pra discussão que não agrega pro entendimento.

            Existem situações nas quais uma mulher será preferida num determinado caso e homens vão perder a vaga pra ela, só por ela ser mulher? Claro que sim. Só que, veja, nisso há um machismo velado.

            A mulher está sendo contratada por ser mulher. Há justamente uma diferenciação de gênero! E isso é prejudicial pra todos.

            Mais um motivo que embasa um pensamento critico mais feminista (que, veja, busca igualdade de gênero, não um melhor que o outro).

          • Drizzle Trooper

            Espera, ai o SEU contexto é completamente diferente do texto e eu concordo em partes com ele, não em todas.

            Vivemos em uma sociedade capitalista e baseada em meritocracia, ela quer chegar onde quiser, vai ter que fazer por mérito de bom trabalho.

            Além disso, no ponto em que você vê um machismo velado eu vejo uma vontade de não ver a verdade, somos gêneros e pessoas diferentes em essência, homens mais feitos para trabalhos braçais, mulheres para emocionais, uma mulher pode muito bem ser uma pedreira e erguer casas como um homem, mas ela nunca vai fazer o que um homem faz num canteiro de obras, pura e simplesmente porque ela não tem a compleição para isso, é a natureza da mulher, somos seres diferentes e precisamos uns dos outros para sobreviver.

            Acho que uma mulher pode sim entrar e fazer um trabalho espetacular como gamer designer, melhor que 99% dos homens no mundo por causa da vantagem intelectual e emocional que ela tem frente a nós, como eu disso, somos primariamente físicos.

            O que me enerva nisso, assim como nesse texto é exatamente o teor taxatório de uma minoria radical, como por exemplo a parte em que ela cita o Google imagens como fonte de veracidade das informações que ela quer acreditar, levando em conta que o Google não usa o profile dela para selecionar as imagens que vai ser mostrada, no meu por exemplo se escrevo Pro Gamer a primeira foto que me aparece é da Sasha “Scarlett” Hostyn.

            Soma isso a defesa da Anita Sarkeesian, que como eu ja citei e você aparentemente concordou, não passa de uma feminazi.

            Isso faz com que esse texto todo passe um contexto irreal e nojento de uma industria que agrega sim mulheres em toda a sua força, vide a foto que alguém colocou em uma das respostas mostrando parte do time de desenvolvimento do Halo.

            Dizer que existem poucas mulheres trabalhando nessa industria por causa de preconceito é como dizer que existem poucos homens trabalhando na industria da moda por preconceito, não, não é esse o caso, o caso é que videogame foi por muito tempo coisa de muleque e homens são famosos por nunca largarem sua infância, é agora que as mulheres se tornaram um genero com uma presença forte nessa industria e a meu ver estão sendo muito bem vindas, então criar um texto num dos maiores sites de tecnologia do Brasil fazendo auê e dando uma de vítima é algo pra mim que não difere do pessoalzinho que ataca verbalmente todas as mulheres que fazem jogos.

            Afinal, ela não está trabalhando com jogos né…

          • Carlos Filipe Costa

            machismo velado causado pelas quotas e acção afirmativa exigidas pelas feministas? Parece-me estranho estar a implicar (inconscientemente ou não) que as feministas são na verdade machistas veladas. Será um caso de misoginia internalizada?

            Desculpe-me o tom jocoso, mas o argumento é recorrente, apesar de falhar o mais básico escrutínio.

          • Carlos, por favor releia meu comentário: o machismo velado está nos homens ao acharem que uma mulher conseguir um emprego, apenas por ser mulher, é uma vantagem pra ela. Não nas feministas.

          • Carlos Filipe Costa

            Matheus, a questão está que esse tipo de contratação é apoiado por bastantes feministas, muitas das quais activamente lutam para que tais programas de acção afirmativa ocorram (e muitas foram responsáveis para os que existem). Ora claramente nesses casos não se trata de machismo velado (o ponto da minha crítica). Existe sim uma vontade de manufacturar uma vantagem artificial que pouco deve ao mérito e que pouco guarante para a produtividade da empresa. Actualmente inclusive, existe um estudo que indica que em STEM, as mulheres parecem ser preferidas numa ratio de 2 para 1 ( http://www.washingtonpost.com/news/morning-mix/wp/2015/04/14/study-finds-surprisingly-that-women-are-favored-for-jobs-in-stem/ ). E pior do que isso, o silêncio por parte das feministas nessa situação é ensurdecedor. Torna-se muito difícil de manter que o que se pretende no fim é igualdade de circunstâncias para ambos os géneros.

          • Carlos, você só não observou alguns fatos importantíssimos nesse contexto do STEM:

            – A taxa de homens empregados ainda é muito superior.
            – A contratação de mais mulheres vem pra diminuir essa diferença e mostrar que mulheres não serão preteridas.
            – E, principalmente, que esse contexto não se assemelha ao mercado alheio ao STEM.

            A gente não pode olhar para o que nos agrada e usar meias verdades pra suportar argumentos, sob o risco de perdermos nossa credibilidade.

          • Carlos Filipe Costa

            isso não faz sentido nenhum. Se uma vantagem é dada, deixa de ser vantagem por essa pessoa pertencer a um género? Não é possivel acreditar simultaneamente que alguém teve mérito em
            chegar a uma posição tendo essa pessoa conseguido o lugar através de critérios não meritocráticos. Eu digo mesmo mais, se considera que uma mulher não singra sem reforço por meios artificiais, essa pessoa sim, é machista, porque implicitamente acredita que uma mulher não tem qualidades natas para competir com condições iguais, precisa de um ’empurrão’. E pior ainda, existem aqueles que ainda dizem que as mulheres que singram sem os ’empurrões’ são um detrimento às que não conseguem, porque não ‘desmantelam’ o sistema… É kafkiano (para além de demonstrar que a primazia não é em melhorar as condições para todos, mas sim em manter o zelo deconstrucionista e tudo que o possa justificar)!

  • Ana

    Parabéns Renata ótimo texto!

  • thalesbr

    Essa foi uma das analises mais porcas sobre o Gamergate que ja vi, e imperdoavel depois de tanto tempo depois do escandalo. Cadê a questao da Patricia Hernandez, do Kotaku, uma das maiores jornalistad SJWs, ter feito uma critica positiva da namorada dela sem o disclaimer e o editor ter falado que nao havia nenhum problema? Onde está o fato de OITO sites de games terem “decretado” a “morte dos gamers” AO MESMO TEMPO? Onde está o escândalo do GameJournoPros? Onde está o “notyourshield”? Onde está o ataque que os anti-gamergaters fizeram contra a atriz porno Mercedes Carrera, pro-GG como varias mulheres sao, após essa ter tirado uma mensagem de apoio a uma colega que teve a casa assaltada e que foi estuprada? E sério, pintar os apoiadores do gamergate como um bando de machistas com medo de mulher não dá. O que o gamergate essencialmente é sim é contra à ideologizacao dos jogos. Jogos sao feitos para divertir (ao contrario do que um jornalista disse logo no comecinho dessa zorra toda), nao para dar “lição de moral” ou “passar mensagem”

  • Zam

    E lá vou eu escrever de novo um texto gigantesco só para ser crucificado e chamado de machista e outras palavras-chave, mas tudo bem.

    Essa não é a origem da hashtag Gamergate. Gamergate começou sim com todo o drama de Depression Quest, mas do que isso levou foi bem mais grave, e todo o foco mudou. Quinn já era uma figura um pouco conhecida entre algumas pessoas que fuçam um pouco, pois ela foi quem sozinha arruinou um Game Jam que convidava mulheres sem habilidades de programação, mas com boas ideias, para criar um jogo. Elas receberiam 7% dos lucros brutos do jogo, sendo que a outra parte desse dinheiro iria para fundações de caridade. Quinn ficou revoltada com os 7% e jogou boatos sobre o game jam, estragando todo o investimento. Mas isso não era muito discutido até o escândalo dela foi soltado na mídia. Se foi um rumor mal feito pelo ex-namorado ou algo que realmente aconteceu não importa para a criação da hashtag, o que importa foram as respostas: Banimento de qualquer conversa sobre o assunto e 27 artigos em um dia falando que “a cultura de games está morta”. Sites como NeoGaf, os foruns da IGN e até mesmo o esgoto da internet, 4chan, baniram o assunto de ser discutido. Muitas pessoas, então, cavaram um pouco mais a toca do buraco, e viu que tudo era mais conectado do que pensava.

    Alguns dias depois, foi descoberto um grupo no Google Talk chamado GameJournoPros, um grupo de jornalistas que coordenavam quais notícias seriam postadas por qual grupo de jornalistas. Dentre as publicações, estão Kotaku, Polygon, Rock Paper Shotgun, PC Gamer e The Escapism, todas de grande nome. Isso enfureceu gamers de todas as partes do mundo, não importando se sejam homens ou mulheres, e todos começaram a trabalhar com um objetivo: Reformar a ética no jornalismo de videogames. A censura coletiva e a generalização causada pelos artigos foi a gota d’água que transbordou o copo que já vinha sendo enchido de maneira bem rápida (houve reação contra o incidente do Doritospope, mas foi encoberto devido ao grande tamanho da IGN na época).

    Desde então, Gamergate fez progressos no jornalismo. Os envolvidos de algumas das publicações presentes no GameJournoPros foram demitidos, a cartilha de ética de alguns sites, principalmente The Escapist, IGN e mais recentemente Gamespot, foi renovada ou atualizada para seguir a Cartilha de Ética da Forbes, criou-se a hashtag NotYourShield, que serve para mostrar que Gamergate não é só um bando de fedelhos brancos heterossexuais fedorentos, mas sim tinha uma diversidade racial, de gênero e de opção sexual, houve a doação para o grupo The fine Young Capitalists, grupo que organizava o Game Jam que Quinn estragou, entre outros. Gamergate fez muitas coisas boas, mas tem um pequeno problema: Ele não tem líder.

    Por ser uma revolta consumerista criada na internet, sem líder definido nem critérios para alguem entrar, alguns trolls e oportunistas se apropriaram da hashtag para ameaçar pessoas como a própria Quinn, Anita e Brianna Wu. Talvez por legítima defesa por causa desses trolls, talvez por ma fé para lucrar mais com toda a situação, elas reagiram de maneira forte. Não duvido que as ameaças de morte contra Anita foram reais, mas a abordagem que ela tomou com isso foi completamente oposta: Em vez de prontificar as autoridades ou dar atenção (coisa que trolls se alimenta constantemente), ela deu bola e começou a guerra. Jornalismo de games, e em alguns casos o jornalismo americano normal, como a Gawker (que detem os direitos da Kotaku US) se aproveitou de tudo isso e começou a publicar apenas essa versão da história, pintando o grupo como machista que não quer que mulheres toquem seus jogos, para se livrar dessas acusações. Ben Kuchera, um dos principais corruptos da empresa de jornalismo de games, constantemente posta sobre como gamergate é “pior que o EI” ou “pior que a KKK”. Mas aí que se encontra o problema: Nenhum dos lados quer dialogar.

    Todo esse problema estaria resolvido se os dois lados sentassem e conversassem civilizadamente. Temos péssimos exemplos de mulheres em jogos atualmente? Claro que sim. É só ver jogos como Segan Kagura ou Dead or Alive, que vendem apenas ou majoritariamente no fanservice. Há corrupção em videogames? Claro que sim. É só ver o que postei ai em cima. Mas os dois lados se recusam a sentar e conversar, acreditando no que trolls e oportunistas dizem sobre o outro lado. Não é retirando um tipo de jogo do mercado que você melhora ele, mas sim aumentando a demografia de jogos para os mais variados públicos. Detesto Gone Home, principalmente pelo gameplay entediante, mas respeito quem achou o jogo uma obra prima pois é a vida dele ou dela. Detesto Segan Kagura, por ser um festival de fanservice. Mas respeito quem comprou o jogo, afinal a vida é dele ou dela. Abrindo as oportunidades de jogos e dando a eles resenhas bem feitas, e não baseadas em camaradismo ou coordenação entre outros grupos, é que teremos um campo mais saudável para jogos. O extremismo dos dois lados é extremamente irritante, e não permite que as coisas se resolvam.

    Se entendem inglês, recomendo duas fontes. A primeira é série de entrevistas que o reporter David Pakman deu para membros a favor e contra Gamergate, incluíndo Brianna Wu, Arthur Chu, John Bain A.K.A Totalbiscuit e o moderador do 8chan. Dá para ver um bom equilíbrio entre as duas partes. A segunda fonte, se você está mais curiosos sobre o que postei mais acima sobre GameJournoPros ou o Game Jam de Zoe Quinn, é http://wiki.gamergate.me/index.php?title=Main_Page Nessa wiki, há a versão de Gamergate do assunto. Claro, há opiniões um pouco puxando a sardinha pro lado deles, mas sempre há fontes originais sobre o que eles falam.

    Mas provavelmente alguém vai pegar trechos específicos do que postei e irão me chamar de machista. Pois isso é a internet.

  • LTan

    a subcultura gamer quase sempre se considerou sem filiação política, mas o que se deve entender é que ideología feminísta, é uma crença política com a qual as pessoas devem ser lívres para concordar e discordar de acordo com as suas próprias convicções já que tudo o que sabemos até hoje sobre intersecsionalidade e opressão, não passam de teorías, e as pessoas discordam de teorías o tempo inteiro.

    estando imerso na internet, as vezes é difícil de se esquecer que lá fora, a vasta maioría das pessoas não se identificam com o ponto de vísta feminista, o que disparou o gamergate, não foi o escândalo com a desenvolvedoa Zoe Quinn, mas o ataque direto a sub-cultura gamer por parte de várias publicações em vários artígos, que usavam argumentação feminísta como base para “matar” a cultura gamer.

    aí é que está o grande problema, a subcultura gamer é um hobby, onde a afiliação política das pessoas até pouco tempo atráz, nunca importou. quando um escritor de jogos, usa política para advogar contra a própria existência da cultura, você cría um vão no discurso capaz de alienar uma parcela extremamente siguinificante dos seus leitores, ao criticar a subcultura gamer pelo ponto de vista feminista, a grande maioría dos jogadores é alienado, porquê 1) se identificam como “gamers” independente de cor de pele, gênero, sexo ou nacioanlidade e 2) a maioría das pessoas NÃO concordam com a ideología feminísta.

    muitas pessoas não concordam com o uso de ação afirmatíva na cultura e na arte, então generalizações como “todos os gamers são brancos, homens, racístas e mísogenos” soam EXTREMAMENTE preconceituosas e abomináveis para essa demografía, críticas talvez válidas pelo ponto de vísta do feminísmo, mas que se esquecem de lembrar que a maioría das pessoas não concordam com isso.

    quando pessoas como a Anita por exemplo, ou otros feminístas critícam a cultura gamer dizendo o que as mulheres querem ou não, gostam ou não, acabam negligenciando a vóz das mulheres gamers que cresceram com e se sentem confortáveis com a o estado da subcultura atual, não se pode generalizar o que todas as pessoas de um gênero inteiro devem ou não querer ou gostar.

  • MonsterGogo

    Perguntinha;

    O que é “#notyourshield”? Eu sei, pesquisar fatos é difícil, mas titio Google responde:

    • LTan

      pessoas de várias orientações sexuais, gêneros, etinías e nacionalidades, se mostrando á favor do GamerGate e que não são apenas “homens brancos heterossexuais” que são á favor do movimento.

    • Márcio Cavalcanti

      BOA!

  • -M

    Esse artigo não fala sobre como Anita Sarkeesian fugiu com quase 150.000 dólares e até agora não fez nada com eles além de comprar duas motocicletas ou como o jogo de Brianna Wu, Revolution 60, hipersexualiza as mulheres mais do que os próprios jogos que as feministas criticam.

    Sem falar de como o Rev60 é mal feito, putz grila.

    O movimento GamerGate ainda é contra a corrupção no jornalismo gamer. Se você acha que os trolls são os que o definem então posso dizer que o feminismo é um movimento misandrista e que promove a superioridade da mulher. Afinal, como dizem tantos e tantas, as feministas loucas, histéricas e queimadoras de sutiã não são a minoria?

    Antes que você assuma que sou anti-feminista, na verdade me considero bem feminista e acho que não preciso do termo “igualitário” para expressar meus ideais. Mas discordo dos meios que “O Feminismo” propõe para a igualdade entre os gêneros; meios como o vitimismo e a utilização de “culpa por associação” para transmitir argumentos – duas coisas que vimos claramente nesse mal informado artigo.

    • Luca

      “Sem falar de como o Rev60 é mal feito, putz grila.”
      E isso é relevante porque…?

      “Nenhuma das moças acima já foi “doxxeada” dessa forma, né? Acho que não. Hmm.”

      É, tirando ser ameaçada de morte, ter seu endereço pessoal divulgado (ou no mínimo revelado como prova de que a ameaça não é simples hoax), não, nenhuma delas foi “doxxeada”.

      Mulheres cometem muitos erros, e a que dormiu com o jornalista (supostamente, não sei se existem provas) é uma delas. Mas isso não justifica nem encobre os absurdos cometidos por essas outras pessoas.

      • -M

        Você está certo sobre os assédios serem errados e imaturos ou que as outras gurias realmente foram doxxeadas (falha minha). Mas não estou defendendo-os em nenhum momento, estou dizendo que esse artigo é hipócrita, incompleto e manipulador dos fatos – e também que esses trolls não representam o GamerGate. Há sempre dois lados para a mesma moeda; independendo da opinião de alguém, espero que ele esteja primeiramente bem informado.

  • Pouca educação com muita punheta dá nisso. As meninas estão corretíssimas, alguns jogos estão passando dos limites. Recentemente eu fiquei embasbacado quando meu irmão mostrou um ninja gaiden que se você balançar o controle, balança os seios das personagens femininas. Para mim um completo absurdo.

    • Jair Carlos de Oliveira

      Sério? então vai jogar um daqueles games onde você balança o ‘bilau’ do personagem. kkkk

  • Atroce

    Que maravilha de jornalismo fajuto, hein? Visão completamente míope, unilateral e boa parte extremamente infundada. A desonestidade e a falta de verdade neste artigo chega a ser hilária.
    A começar pela definição do GamerGate: É um movimento que luta pela reforma da ética no jornalismo da indústria de jogos.

    Dizer que GamerGate teve origem ou tem qualquer ligação com caso da Anitta é no minimo uma tentativa tosca de distorcer os fatos. A Anitta sofria ataques anos antes da rashtag sequer existir. Associar pessoas a favor do movimento com pessoas que atacaram Anitta é uma desonestidade tremenda. E eu adoraria ver alguém tentar provar a ligação entre os dois.
    Falam sobre Wu mas não falam sobre o jovem programador negro que sofreu dox e perdeu seu emprego por defender o GamerGate no Twitter. Isso para não falar em todas as outras pessoas (incluindo mulheres) que foram atacadas por defender o movimento. E nem sequer mencionou as mulheres do TFYC que foram boicotadas por anti-GGs só por terem sido fundadas (numa campanha para terem mais mulheres desenvolvendo jogos) pelo GamerGate.
    Ignorou completamente todos os sites de jogos que fizeram um verdadeiro update nos termos de ética por causa do GamerGate. Kotaku, Polygon, Gamasutra, The Escapist Magazine, PC Gamer, TechRaptor… a lista segue.

    Nenhuma menção à #NotYourShield , criada por GG para demonstrar que ninguém tem o monopólio das virtudes e as “minorias” e mulheres não pertencem nem são representadas por Wu ou Sarkesian. Também esqueceu de falar sobre as incontáveis mulheres e pessoas de cor que apoiaram e ainda apoiam o movimento, criticando o jornalismo marrom como o que vemos aqui.

    Esse artigo vitimista, mentiroso e que oculta claramente fatos para poder entrar numa única narrativa e pintar o movimento como se deseja é exatamente a razão pela qual GamerGate existe e ainda vive.

    Não queremos sua agenda política fajuta sendo enfiada goela abaixo nesta indústria que já tem problemas demais.

    E não, o fato de você se considerar uma vítima não a torna incriticável ou intocável, apenas lide com isso.

    • Shaman

      Esse comentário merecia estar no topo dessa discussão.
      E faço desta a minha última visita ao Tecnoblog, não darei audiência a um site que apoia esse tipo de atitude, e inclusive, me dado o tempo, reportaria aos fornecedores de ads o tipo de notícia que vem sido distribuída aqui.

  • Rafael Machado de Souza

    obrigado por explicar bem o que foi essa porcaria de Gamergate.
    Só que acho que quanto mais toca na ferida pior fica.
    É tipo aquele colega chato do colégio: quando você para de se se importar com as bobagens dele ele para de encher o saco.

  • LTan

    gostaría de fazer uma citação de Adrian Chmielarz, desenvolvedor de “the Vanishing of Ethan Carter”

    “Esta é a imprensa de Jogos de hoje, excluem aqueles que só querem ficar longe de tudo isso, eles não mais oferecem diferentes pontos de vísta e deixa seus leitores tirarem suas próprias conclusões, ao invéz disso eles viraram pregadores, pastores iluminados, protetores arrogantes.”

    não vivemos no vácuo, muito dos seus leitores sabem o que é o GamerGate e sabem que não têm nada á ver com essa história que a mídia anda tentando empurrar, não somos ignorantes no assunto.

    Gostaría de lembrar também, isso aquí não é o Kotaku US, e que no Brasil, existe o direito de resposta, portanto avalíe bem a abordágem dos seus assuntos, por que o outro lado da história existe, e ele não está de braços cruzados.

  • Auridian

    Eu não me importo com o sexo/gênero do personagem que eu vou jogar ou com o dos jogadores nos ambientes online na qual eu jogo, só quero uma bom entreterimento e acima de tudo um escapismo. Eu até tenho simpatia pelo feminismo, mas essas como Anita Sarkeesian entre outras não passam de “vítimas profissionais”; fazer dos jogos uma trincheira ideológica não vai ajudar em nada. Ainda bem que a Rockstar mandou o dedo do meio pra esse povo.

  • Tiago

    Eu odeio igualmente o feminismo é o machismo. Ambos são nefastos e muito disso acredito ter a ver com a nossa cultura, credo e moral rasas e hipócritas. Acredito que uma sociedade pautada na ciência, no direito (direito do próximo, não direito de advocacia, apesar que que esse também estar bem próximo) e na empatia esse tipo de absurdo não ocorreria.

    No caso da Anita, existe sim um exagero por parte dela. Mas nada que justifique agressões. De qualquer forma, se a polícia começar a rastrear essas pessoas e prendê-las, é claro que o problema diminuirá muito.

    As meninas não deveriam desistir da feira, mas os organizadores deveriam prover a segurança necessária para a equipe. E o Studio deveria se munir de documentos que deixam bem claro que qualquer incidente é de responsabilidade dos organizadores da PAX e eles responderam por isso. Dessa forma, eles não fariam corpo mole.

    Para os idiotas agressores a política a ser aplicada deve ser a mesma usada contra terroristas: não negocia e não alivia.

  • LTan

    e, surpresa surpresa, acabaram de descobrir que a Brianna Wu, nomeada para os shorty awards, é amiga de uma juíza do concurso, a Selena Larson.

    https://archive.today/zyBdz
    https://archive.today/jjdUs

    mas claramente, a crítica que essa pessoa recebe é tudo fruto de ódio pelo gênero da mesma, e não pelas práticas blatantemente disonestas em que ela se envolve no cenário indie, não têm nada á ver com a mistura dos desenvolvedores com menções e cobertura jornalística por pessoas próximas, não, é tudo sexísmo mesmo.

  • José Augusto Silva Nascimento

    Eu só quero sentar no meu sofá e poder jogar um bom jogo, desde que as mulheres começaram a querer se interessar por jogos que vemos essas discussões sem sentindo, primeiramente Games são diversão, fantasiosa, não tem nada a ver com a realidade, vão processar quem criou o jogo da Bayonetta???? Em um jogo não deveria existir público masculino ou feminino, apenas o público gamer (sem distinção de sexo) eu só quero me divertir, seja em um jogo com mulheres sexys ou caras bombados, contanto que seja divertido e tenha uma história legal.

  • José Augusto Silva Nascimento

    Ainda estamos falando de Games certo?! A quantidade de mulheres que comentaram aqui é quase a mesma das que estão no mundo dos Games, agora quando uma mulher abre a boca a terra para e todas as mulheres que sequer sabem o que é de fato um game aparecem para julgar e dizer que é uma indústria dominada por homens.

  • pra quem acha que o #gamergate é sobre ataque a mulheres.. olhem o KIA no reddit reddit.com/r/kotakuinaction o maior ponto de encontro dos gaters. e vejam qual são os assuntos abordados lá.. aproeitem e passem no reddit.com/r/gamerghazi para ver como se comporta a oposição.

    na confusão do gamergate, é claro que tem uns esquentados de ambos os lados que fizeram ameaças.. as a midia americana que é o alvo do gamergate não se interessa em reportar os fatos com clareza.. seguem a politica de dois pesos, duas medidas, fazem alarde quando alguem do lado anti se diz atacada, mas quando há evidencias do outro lado sendo atacado.. é logo jogado de lado como se fosse mentira.. como se as mesmas coisas não pudessem ser ditas sobre o outro lado.

  • Lorenzo Dalla Costa Cervelin

    Citar a Anita Sarkeesian é o fim da picada, considerando que ela fala qualquer bosta que ela quiser e quer que os outros engulam porque é mulher.
    Fora isso, meh. Acho que a mídia inteira quer apedrejar a cultura gamer, mas deixe estar. Quem sabe, quando tudo considerado “gamer” não tiver mais honra, a minoria “misoginista” vai se calar.

    • Carlos Filipe Costa

      o mais irónico é que nem é ela a falar. O script é escrito pelo John Mcintosh, por isso temos um caso de um homem a usar uma mulher como marioneta apenas para usar o género dela como escudo. Poucas coisas há mais antifeministas (do dicionário) do que isto…

  • Leo

    Achei esse artigo por acaso, mas já fico surpreso com a desonestidade e desinformação perpetuada pela articulista. Gamergate foi e é muito maior do quê essa simples dicotomia de Gamers vs Mulher. Nada sobre as meninas do TFYC, GameJournoPros, #NotyourShield, a CENSURA de fóruns e image boards, a completa falta de ética jornalística e distanciamento profissional.

  • moises

    nunca vi uma mulher gamer decente em 15 anos de jogatina frenetica em media 200 horas por semana infelizmente essa é a realidade que vi desde minha subjetividade e minha vida.

  • Daniel Oliveira

    Não seria mais fácil separar de vez?

    Não precisa mudar o mundo gamer e nem precisa mudar a mentalidade gamer atual. Eu gosto desse “clube do bolinha online” do jeito que é.

    Se alguém acha ruim, que crie empresas, jogos e espaços mais alinhados com a ideologia feminista/progressista e viva feliz lá.
    Problema resolvido.

    Não entendo como alguém é metido o suficiente pra forçar uma inserção num espaço no qual não é bem vindo. Eu sairia de perto e criaria um espaço pra mim e pra quem pense como eu, por menor que seja.

    Não tem nada mais inconveniente que novatos tentando mudar a lógica já implantada numa comunidade antiga e enraizada como a gamer.

    Basicamente, os incomodados que se mudem.

  • Rafaela C Martins

    Parabéns pelo texto Tecnoblog! E um imenso obrigada a todos os caras que entendem e apoiam a luta! E muita força pras nós minas <3

  • Marcel Medeiros Moreira

    Bom dia, tenho um pedido a fazer. Poderia postar os links e evidências de que essas coisas aconteceram/são reais?

  • Rafael Bard

    essa pesquisa “pro gamer” é meio obvia né? A maioria dos profissionais são homens mesmo. Mas ok…

    Você está dizendo que quando uma mulher contraria um homem quanto a um jogo, ele a exclui e assedia ela? Isso é loucura. Pode estar certa quanto ao Gamergate, mas essa de que isso pode ser aplicado a qualquer coisa é exagero.
    Eu pelo menos não conheço ninguém que tenha sido rude com uma mina até mesmo por ela rir e dizer “você é ruim nesse jogo”.

    Claro que tem um ambiente que vai contra o que estou dizendo e este é o ambiente online. Mas aí depende do quanto você se expõe

  • Duan S. da Fonseca

    Renata Persicheto, eu gostaria muito que tu responde-se.
    Eu entrei no twitter recentemente, e por mais que eu tenha interesse em jogos, somente recentemente eu tive conhecimento do gamergate, e realmente o movimento é uma bagunça, e obviamente possui extremistas, no entanto, me parece ter nuância, a idéia de que não existe corrupção do meio jornalisto é absurda, existem exemplos muito claros, o site Giant Bomb foi feito apartir das consequências de uma dessas controvérsias, existem várias pessoas no gamergate que lutam especificamente contra esse tipo de coisa, eu tenho seguido várias delas desde que fiz meu twitter e em sua vasta maioria elas realmente estão interessadas em comportamento ético, a única discrepância foi em relação ao jogo Star Citizen recentemente, certos comentários feitos por alguns dos gamergaters foram meio sem nexo pela minha perspectiva.
    E existe um outro lado da história, o chamados anti-gamergates, que em sua maioria se consideram feministas e pessoas em geral pró equalidade, só que pelas minhas observações, essas pessoas possuem um problema gigantesco e que parece afetar quase todas elas, elas querem igualdade sem qualquer tipo de responsabilidade e o mais rápido possível, mas como isso poderia acontecer sendo que a vasta maioria dos desenvolvedores de jogos são homens? Sim, um homen pode representar algo além dele, mas é muito mais eficiente algo que eles são.
    E também, são fingi que o comportamento odioso vem somente de gamergaters, nas minhas pesquisas nos últimos dias eu perdi a conta do racismo, sexismo e irracionalidades em geral descarado vindo de pessoas que clamam ser pró equalidade mas não perdem uma oportunidade para fazer de homens brancos um alvo a ser atacado, eu devo ter visto no mínimo mais de 2 duzias de sites fazendo isso, e depois de fazerem isso realmente esperam que certa parcela menos capaz das pessoas não vão surtar e fazer essas ameaças?
    Sim, ninguém deve ser ameaçado de morte ou estupro, no entanto, quando se clama que jogadores estão mortos, que falta de representação do público feminino é o mesmo que misoginia, entra várias outras bobagens, simplesmente não é possível haver uma dicussão racional.
    Eu não sei muito sobre os alvos do gamergate, mas eu pesquisei bastantinho sobre a Anita Sarkeesian, e por mais que ela não mereça ser ameaçada, ela é uma lunática irracional, recentemente, em uma palestra, elas disse que a melhor coisa para se fazer a uma mulher é escutar e acreditar, qualquer pessoa racional teria pontos de exclamção saltando de sua cabeça do perigo claro que esse tipo de idéia ingenua representa, e por mais que eu não tenha pesquisado muito sobre essas outras mulheres, até onde posso observar todas elas suportam a Anita completamente. Ou seja, esse assunto é bem mais complexo que esse artigo leva a acreditar e por mais que elas sejam vítimas, elas não são inocentes.

  • Wellington Franke Jr.

    Bah, mas vão pesquisar direito essa história, porque Anita Sarkeesian e Zoe Quinn são duas imbecis que adoram posar de vitimas para a imprensa. Anita Sarkeesian é uma baita 171, que ganhou dinheiro no Kickstarter com seus vídeos manipuladores e mentirosos, além dela dizer feminista e ao mesmo tempo ser um pau mandado de um homem chamado Jhonn Mcintosh (autor do Feminist Frequency).
    Graças a Anita Sarkeesian com suas deturpações e mentiras que ela apenas conseguiu se tornar a persona non grata de todos os gamers do mundo. Por quê? Porque ela só sabe “problematizar” e criar argumentos tendenciosos voltados a sua agenda feminista radical. Como dizem os gamers Anita F… com a internet…

    Lamentável ver gente defendendo esta vigarista, melhor ficarem quietos do que publicar matérias tendenciosas.

    Viva o GamerGate.

  • Yami

    Uma coisa que notei de ambos os lados: feministas e aliados do GamerGate:
    F – Uma coisa que foi omitida foi que as feministas americanas tentaram CALAR todo tipo de crítica (mesmo os sem ofensas). Vide o twitter.
    G – O maior erro foi não ter atacado o fato em si, em vez das mulheres.
    Traduzindo: O mal dos EUA é q ou vc é 8 ou 80. Não pode ser 20, nem 10, nem 25 ou 15….

  • Robô Guatemalteco

    que choradeira do caralho, mulher só joga the sims e criminal case (é assim q escreve?).