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Moto E (2ª geração): uma boa atualização, mas…

Smartphone de entrada da Motorola recebeu grandes melhorias, mas pecou no custo-benefício.
Nova geração do Moto E com conexão 4G custa entre 649 e 729 reais.

Paulo Higa Por
Nota Final 7.7

O primeiro smartphone. É com essa ideia que a Motorola quer vender o Moto E, smartphone de entrada que chegou à segunda geração com importantes mudanças por dentro e por fora. Custando entre 569 e 729 reais, no entanto, ele mudou de faixa de preço e ganhou novas responsabilidades: antes um aparelho de baixo custo, o Moto E passou a ocupar parte do terreno do intermediário Moto G.

O que você perde ao economizar alguns reais em relação ao Moto G? A economia vale a pena? O Moto E é um bom smartphone para quem deseja fazer o básico? Depois de alguns dias usando o Moto E como meu smartphone principal, conto minhas impressões nos próximos parágrafos.

Design e tela

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Não fosse uma curiosa solução de design da Motorola, o Moto E apenas seguiria o formato padrão dos smartphones da fabricante de Chicago: uma traseira curvada, confortável de segurar; o logotipo da Motorola em baixo relevo, justamente no local onde apoiamos o dedo; a grade prateada ou acinzentada para o alto-falante, que divide opiniões; e componentes como câmera e conector do fone de ouvido centralizados.

Onde colocar o slot para os chips de operadoras e microSD? Em vez de manter a bateria removível, a Motorola tornou apenas a borda removível. A band, como é chamada, é uma moldura de plástico que envolve as laterais do Moto E e está disponível em três cores (preto, verde e roxo). É embaixo da band que estão localizadas as entradas e os contatos dos botões de volume e liga/desliga.

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Um inconveniente do Moto E é que as bordas em volta da tela continuam maiores que o desejável e a espessura está acima da média (12,3 mm). Entretanto, isso não é um problema tão sério em um smartphone com tela de 4,5 polegadas: a pegada está boa, e é possível alcançar todos os cantos sem fazer nenhum esforço. O único defeito fica por conta do impacto visual negativo.

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A tela aumentou de 4,3 para 4,5 polegadas, mas a resolução foi mantida em 960x540 pixels, com uma definição de 245 pixels por polegada. O display poderia ser mais brilhante, o ângulo de visão é apenas satisfatório e as cores possuem saturação na medida, embora possam parecer “lavadas”, dependendo das suas experiências anteriores. É uma tela excelente? Não. Mas está dentro do que esperamos para um aparelho básico, e não há nada muito melhor nessa faixa de preço.

O painel IPS LCD do Moto E é revestido com Gorilla Glass 3, para proteção maior contra arranhões. A Motorola também trouxe seu revestimento repelente a água para o smartphone de entrada. Em outras palavras, você não precisará se preocupar em usar o Moto E durante uma chuva leve, mas não poderá tomar banho com o aparelho ou usá-lo na piscina. De qualquer maneira, é bem provável que o revestimento evite um desastre maior caso aconteça algum desastre.

Software e multimídia

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Finalmente estamos vendo um smartphone com Android 5.0 Lollipop de fábrica (e justamente um aparelho de entrada). Não há nenhuma grande interferência no Lollipop por parte da Motorola: o launcher é o padrão, a central de notificações está intacta e há poucos aplicativos pré-instalados além dos que o Google coloca no Android, um fator que particularmente me agrada bastante — especialmente em aparelhos básicos, onde cada pedaço de armazenamento e processamento conta.

As boas adições ficam por conta de alguns recursos portados do Moto X. Com o Moto Tela, é possível visualizar prévias de notificações mesmo com o aparelho em standby: basta movimentar o Moto E e os sensores se encarregarão de ligar a tela, que exibirá o horário e os ícones dos aplicativos que possuem notificações não lidas. O útil movimento de abrir o aplicativo da câmera ao girar o pulso também chegou ao Moto E.

O fato do painel ser IPS LCD, não AMOLED, me deixou receoso quanto ao impacto na duração da bateria. É possível ver claramente que, ao exibir as notificações do Moto Tela, a tela inteira é ativada — em um painel AMOLED, apenas os pixels necessários são ligados, o que ajuda a economizar energia. No entanto, como você verá nos próximos parágrafos, a autonomia parece não ter sido afetada.

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Nas versões mais caras, o Moto E inclui o aplicativo de TV digital, que exige o fone de ouvido (ou um rabicho) conectado ao aparelho para sintonizar os canais. O aplicativo faz o básico: além de exibir os canais, mostra a grade de programação e permite gravar os programas, inclusive com agendamento. Infelizmente, a resolução da imagem é de 320x240 pixels (1-Seg), fazendo com que a definição fique muito aquém da desejada.

O padrão 1-Seg foi desenvolvido justamente para dispositivos móveis, então é compreensível que os fabricantes adotem essa tecnologia de baixa resolução. No entanto, como alguns concorrentes, como a Samsung, oferecem TV digital de alta definição mesmo em aparelhos mais simples, como o Galaxy Win 2, a Motorola poderia ter caprichado mais.

Como é de costume nos smartphones mais simples, o Moto E acompanha rádio FM. O aplicativo, que também exige um fone de ouvido conectado, deixa você salvar estações de rádio como favoritas e suporta RDS, para exibir o nome da música e outras informações na tela do aparelho. Tanto para ouvir música quanto para assistir a vídeos, o alto-falante fornece uma boa experiência, com volume alto e sem distorções.

Câmera

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Ok, chegamos a um ponto crítico. A primeira geração do Moto E tinha uma das piores câmeras que já havia visto em um smartphone, em parte por causa do foco fixo, que impossibilitava o usuário de fazer qualquer foto minimamente decente de objetos mais próximos da lente da câmera. E a segunda geração? Tenho sensações mistas.

O Moto E de 2ª geração subiu de nível no poder de processamento, mas continua sendo um smartphone básico em câmera. O sensor de 5 MP consegue capturar fotos com nível de definição e ruído razoáveis em ambientes com luz artificial. Quando a iluminação está mais prejudicada, o ruído aumenta significativamente e a velocidade do obturador fica muito baixa; é difícil não fazer uma foto tremida nessas condições.

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Mais uma vez, vale menção a ausência do flash LED na traseira do Moto E. Não é como se uma luzinha resolvesse o problema de uma câmera ruim, mas trata-se de uma economia muito estranha: quase todos os smartphones da mesma faixa de preço trazem o flash LED. É um componente que pode não melhorar as fotos, mas pelo menos serve como lanterna.

É o que tem para hoje

É o que tem para hoje

Nessa época da febre das selfies, a adição da câmera frontal foi muito bem-vinda. No entanto, o sensor é péssimo e captura apenas imagens com resolução VGA (640x480 pixels). O nível de detalhes da foto é muito baixo em razão do pesado pós-processamento por software para compensar os ruídos gerados pelo sensor. Dá para arriscar uma chamada em vídeo e até tirar uma selfie em baixa resolução para compartilhar com amigos no WhatsApp, mas nada mais que isso.

Hardware e bateria

Vamos com calma aqui: nem todo Moto E é igual. Duas versões estão disponíveis no mercado: o Moto E com 3G possui chip Snapdragon 200, enquanto o Moto E com 4G traz o novo Snapdragon 410. Eu não tive contato com o modelo mais simples, mas na teoria a diferença é relevante. O Snapdragon 200 é formado por quatro núcleos Cortex-A7 de 1,2 GHz e GPU Adreno 302, enquanto o Snapdragon 410 traz os modernos Cortex-A53 de 1,2 GHz (64 bits) e a nova Adreno 306.

Quão grande é a diferença do Cortex-A7 para o Cortex-A53? Quando a ARM divulgou o novo núcleo, os números davam conta de um aumento de 50% de desempenho nas mesmas condições e no mesmo processo de fabricação (na época, de 28 nanômetros). Portanto, mesmo custando menos que as versões com 4G, eu não recomendaria o Moto E com 3G para a maioria das pessoas — especialmente para quem está saindo do Moto E de 1ª geração, já que o ganho seria muito pequeno.

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Na teoria, o modelo testado do Moto E não faz feio. O Snapdragon 410, claro, é um chip superior ao Snapdragon 400 usado na maioria dos smartphones intermediários, alguns inclusive mais caros que o Moto E. Tanto em CPU quanto em GPU, o smartphone básico da Motorola se saiu muito bem nos benchmarks sintéticos, acima do irmão mais caro. Foram 13.888 pontos no Quadrant e 23.175 pontos no AnTuTu. O Moto G de 2ª geração alcançava 8.823 e 18.249, respectivamente.

Na prática, eu presenciei um pouco da sensação que tive com o Moto E de 1ª geração. O hardware está significativamente mais potente, mas o Android 5.0 Lollipop parece consumir bem mais recursos, ou talvez tenha havido algum problema de otimização por parte da Motorola.

Em aplicativos como Chrome e Facebook, as várias engasgadas nas animações podem incomodar e o desempenho do sistema parece piorar bastante após algumas horas de uso: os aplicativos começam a demorar para abrir, o launcher reinicia constantemente, as belas animações do Lollipop são exibidas com travadinhas chatas e a tarefa de alternar entre aplicativos expõe as limitações do hardware do Moto E.

Isso pode ser um sinal de que o Moto E veio com hardware mais poderoso que seu irmão Moto G porque, talvez, um processador mais modesto não daria conta de oferecer uma experiência minimamente decente com o Lollipop. Eu diria que o Moto E é suficiente para fazer o básico: dá para navegar no Facebook, responder a uma mensagem no WhatsApp e arriscar alguns jogos (Real Racing 3 e Dead Trigger rodam bem no Moto E, embora com qualidade gráfica apenas razoável), desde que você não seja muito exigente.

Real Racing 3: sem engasgos, mas com qualidade gráfica reduzida

Real Racing 3: sem engasgos, mas com qualidade gráfica reduzida

A bateria de 2.390 mAh dá conta do recado. Em um dia relativamente intenso, tirei o Moto E da tomada às 7h50, ouvi 1h10min de música por streaming no 4G, naveguei na web por 1h40min (entre emails, sites e redes sociais) e tirei cerca de dez fotos. O aparelho permaneceu com brilho no automático e 4G conectado durante todo o tempo. A tela ficou ligada por exatamente 1h54min. Às 23h50, o nível de bateria chegou a 33%.

O resumo da obra é que a bateria do Moto E provavelmente conseguirá durar um dia inteiro para boa parte dos usuários. Dependendo do uso, não duvido que a autonomia possa chegar a dois dias. É curioso saber que o Moto E é atualmente o smartphone com a segunda maior capacidade de bateria da Motorola — perde apenas do Moto Maxx, com os impressionantes 3.900 mAh.

Conclusão

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É difícil entender o posicionamento do Moto E na linha atual da Motorola, porque os preços acabam se confundindo com os do Moto G, de tão próximos. Vamos colocar isso no papel?

O Moto E é vendido nos seguintes modelos (os preços são os sugeridos pela Motorola e podem ser menores com as promoções do varejo):

  • 3G, 8 GB: R$ 569
  • 4G, 8 GB: R$ 649
  • 4G, 16 GB: R$ 699
  • 4G, 16 GB, TV digital: R$ 729

Já o Moto G está disponível nas seguintes variações (uma vantagem: por estar há mais tempo no mercado, o Moto G pode ser encontrado com descontos mais agressivos no varejo):

  • 3G, 8 GB: R$ 749
  • 3G, 16 GB, TV digital: R$ 849
  • 4G, 16 GB: R$ 929 (houve um aumento de preço nos últimos dias)

Em plano ano de 2015, eu recomendaria um smartphone com 16 GB de armazenamento interno para a maioria das pessoas, já considerando que o sistema operacional irá “roubar” três ou quatro gigabytes. O espaço restante é suficiente para instalar todos os aplicativos necessários, alguns jogos e uma pequena coleção de músicas, sem depender da velocidade mais lenta de um cartão de memória.

Considerando os modelos equivalentes, a economia do Moto E para o Moto G seria de R$ 120 no preço de tabela. Vale a pena? Mesmo com processador mais antigo e sem 4G na versão escolhida, o Moto G ainda traz um conjunto mais interessante: uma câmera traseira melhor, de 8 MP, com flash LED (e uma câmera frontal realmente útil); uma tela de 5 polegadas significativamente superior, com resolução de 1280x720 pixels; e um design mais caprichado, inclusive com alto-falantes duplos.

O novo Moto E, portanto, só é uma compra interessante se o dinheiro realmente estiver apertado ou se, no momento em que você estiver lendo esta análise, a diferença de preço para o Moto G for muito grande. Caso contrário, o Moto G ainda é uma compra mais inteligente.

Moto E (2ª geração)

PRÓS

  • Câmera é um belo avanço em relação à primeira geração
  • Longa duração de bateria
  • Tela com boa resolução

CONTRAS

  • Cadê o flash LED?
  • Engasgadas nas interfaces podem incomodar os mais exigentes
  • TV digital de baixa resolução
Nota Final 7.7

Especificações técnicas

  • Bateria: 2.390 mAh.
  • Câmera: 5 megapixels (traseira) e VGA (frontal).
  • Conectividade: 3G, 4G (opcional), Wi-Fi 802.11n, GPS, Bluetooth 4.0, USB 2.0, TV digital (opcional).
  • Dimensões: 129,9 x 66,8 x 12,3 mm.
  • GPU: Adreno 302 (3G) e Adreno 306 (4G).
  • Memória externa: suporte a cartão microSD de até 32 GB.
  • Memória interna: 8 GB ou 16 GB.
  • Memória RAM: 1 GB.
  • Peso: 145 gramas.
  • Plataforma: Android 5.0.2 (Lollipop).
  • Processador: quad-core Snapdragon 200 de 1,2 GHz (3G) ou quad-core Snapdragon 410 de 1,2 GHz (4G).
  • Sensores: acelerômetro, bússola, proximidade.
  • Tela: IPS LCD de 4,5 polegadas com resolução de 960x540 pixels e proteção Gorilla Glass 3.

Comentários

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Haggis
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<e
Danilao Gringo
Me fale qual aparelho da samsung?
Ernani Anacleto Júnior
O meu é super novo, e com apenas uma semana de uso deu prolema. A assistência técnica disse que houve entrada de vapor ou água. Na verdade fiz caminhada com ele no bolso do short, e o calor do meu corpo e o vapor do suor foi o suficiente para ele morrer... Achei super frágil, já fiz este mesmo tipo de exercício com diversas marcas e nunca havia ocorrido algo assim. E o pior é que não tem garantia para este tipo de problema...
Ernani Anacleto Júnior
O meu é super novo, e com apenas uma semana de uso deu prolema. A assistência técnica disse que houve entrada de vapor ou água. Na verdade fiz caminhada com ele no bolso do short, e o calor do meu corpo e o vapor do suor foi o suficiente para ele morrer... Achei super frágil, já fiz este mesmo tipo de exercício com diversas marcas e nunca havia ocorrido algo assim. E o pior é que não tem garantia para este tipo de problema...
Flávio
IPhone 5 e moto e telas pequenas bom desempenho
Flávio
Na galeria de fotos
Flávio
É o microfone tem 2 o outro fica em baixo próximo da onde carrega o móbile
Flávio
Eu tenho ele moto e2 4g 16 giga com TV digital pra mim atende as expectativa rodas jogos pesados como asphalt 8, moderna combat 5, FIFA 15, need for speedy, entre outros de forma lisa sem travar é dual chip e 4g pra mim ta ótimo. E ainda vai receber Android 6.0
Daniel Dias
alguem sabe me dizer pra que serve o furinho que tem na parte de trás, ao lado da camera?
Carol Cardoso
Eu queria entender porque a luzinha de led que fica perto da câmera frontal não liga quando tem notificações.. No meu moto é 2 só LIGO no primeiro dia de uso e nunca mais ligou e o pior é que nem tem nas configurações do celular isso pra mim foi um erro da motorola mas até agora não tenho no que me queixar Moto E 2 geração é muito bom só a câmera frontal que é VGA e só da pra usar ela onde tem muita claridade ou ao dia .. Mas é quase igual o Moto G do meu irmão do que o Moto e não tem flash ..
Beatriiz Thaynna
Me ajudeeem como Fasso pra ver minhas fotos que não quer mas mostrar no meu aparelho Moto E? :/
Lidio Neto
Uso o moto E2 , jogo o dia todo, e nao trava! Android 5.0.2
maikel
Oque adianta ter uma tela grande do moto g2 e não um processador e GPU tao bom q nem o do motoE2 q roda muito melhor os jogos q no moto g e com melhores gráficos se quer um celular só para fotos o moto g mas se quer por hardware o moto E.
Salatiel
Me ajudem,não consigo mais mandar SMS pelo aparelho moto e 2 geração...nem pra ver saldo em banco e bem os bônus d operadora...
Victor Hugo S. D. de Araujo
Gostei do review, mas nem precisa ler isso pra saber que vale mais a pena comprar o Moto G que ele.
Victor Hugo S. Diniz de Araujo
Gostei do review, mas nem precisa ler isso pra saber que vale mais a pena comprar o Moto G que ele.
Eddie Xavier
Vc quer comparar os caça cliqueas brasileiros com sites que tem reputação? nao da.
Eddie Xavier
O MOTO E é mais poderoso que qualquer MOTO G cara. CPU mais forte + resolução mais baixa tornam ele mais poderoso que o o MOTO G pra jogar.
Renan Ramos Boccuggi
a motorola vai ter que quebrar a cabeça pra bater o Zenfone...
Bruno Alexandre
Vai por mim, eu não uso... odeio foto com um ponto de luz forte e o resto escuro... no maximo eu usava o flash como lanterna
Jairo ☠️
Eu diria necessidade , e fotos noturnas?
jairo
Eu diria necessidade , e fotos noturnas?
Bruno Alexandre
Sei lá...eu ja tive cel com flash e nunca usei... vai de gosto... eu tenho um moto e 1 geração nao faz falta nenhuma uma luzinha inutil
Lukas Ferreira Vasconcelos
Adorei o Review, mas acho que não vale a pena comprar um Moto E mas depende do que a pessoa procura, não podemos julgar...

1° - Você quer para jogos? Não recomendo! O processador pode até ser bom, mas o celular é que não adapta o potencial dele.
2° Camera/selfie? Não recomendo! A Resolução é péssima, Pixeis quebrados, Foco ridiculo . . . ?

Conclusão;
Esse smartphone só serve para acessar Redes sociais, Emails, Waths(Mas trava dependendo da quantidade de mensagens). Para jogos? não roda muito bem não, alem de travar com vários apps, ele quebra o Pixel do jogo todo, assim, destruindo a qualidade do mesmo.

Eu uso o MOTO G 2° GERAÇÃO Android 5.0.2 (Lollipop).
E não apresentou problemas até agora, a performance é perfeita, jogos rodam lisos sem travamentos!
Marcos Tony Lehmann
S5 mini ou A3, mas ambos estão caros ainda...
A3 vendido aqui só tem versão com 1GB de ram, o que não acho ser bom (no exterior tem versão 1,5GB que não vi à venda no Brasil em nenhuma loja de varejo on line).
Marcos Tony Lehmann
Paulo, isso que relatou (problemas de desempenho) é a realidade que estou vivenciando com o Moto G 2ª geração e no meu caso é pior, porque tem processador inferior. Sabia que aquilo que me diziam "o seu deve ter algum problema" não condizia com a realidade. Obrigado por me confirmar isso ao, de forma profissional, séria e irretocável, relatar suas impressões sobre o produto, pois a preocupação maior de todos que trabalham com isso é respeitar o seu público e não às fabricantes, mas em outros sites, isso não se vê, tamanha a "boiolagem" de puxar saco para determinadas marcas (Motorola é uma delas). Estava muito ansioso para saber suas impressões desse produto porque ele tinha processador mais potente, mesma memória e mesmo sistema, sendo que o Moto G possui tela melhor, o que talvez colabore (ou certamente) para uma piora de desempenho.
Sobre a tela IPS, me responda uma coisa: o Lumia 830 tem Glance, algo que mantém a tela mostrando infos, certo? Ela fica toda acesa o tempo todo, como o Moto E quando mostra Moto Display?
eumermo
Quero saber é do review do note 4 que prometeram no último tecnocast do ANO PASSADO
Minatonami
Quero saber é do review do note 4 que prometeram no último tecnocast do ANO PASSADO
colonel mustachu
ou um iPhone 5c.. mas que tb já foge da faixa de preço..tá chata essa moda de celular de 5".. quando só os hi end eram 5" [e mesmo assim não todos
Gregory Kubya
ou um iPhone 5c.. mas que tb já foge da faixa de preço..
tá chata essa moda de celular de 5".. quando só os hi end eram 5" [e mesmo assim não todos] estava ótimo..
Josias Pessanha
o que esperar de um smartphon de entrada no brasil ne mas ele ate tem algumas coisas boas pra oferecer
Paulo Higa
Se você realmente não vai usar a câmera e se sentir satisfeito com a tela do Moto E (é bom dar uma olhada pessoalmente antes), pode ser uma boa escolha sim.
Paulo Higa
Aparelho bom, de verdade, com tela menor que 5 polegadas, tem o Xperia Z3 Compact, mas está bem acima dessa faixa de preço.
Louis
A câmera MUITO inferior e sem flash, além da tela que também é pior tornam uma péssima escolha.
Louis
Z3 mini ou Galaxy Alpha.
Louis
Tenho que discordar. Até a Samsung tem um smartphone mais barato, com 4g, e com câmera melhor (e flash) que esse Moto E.
Vitor
http://gadgets.ndtv.com/mobiles/news/android-51-lollipop-memory-leak-issue-fixed-internally-says-google-670960
Letícia Sirianni França
não sei se "pesa" para as outras pessoas, mas a questão do moto E ser 4G e dual chip, a mim agradou e muito pois não temos aparelhos bons nesse preço e condição
Renato Mendes
O português errado é proposital?
Paulo Santos
pessoal tenho um canal eu sei que aqui é petulante postar aqui se der de uma olhada e minha pagina. https://www.youtube.com/watch?v=wXwUfZ07J3g , minha pagina https://www.facebook.com/semroteiro123?ref=hl
Vitor Mikaelson
Sites americanos colocam vídeo para rodar sem parar (até acabar a bateria), depois fazem um script de navegação na web via wifi sem parar (até acabar a bateria), e depois pelo 3G/4G, depois fazem ligações também até acabar a bateria. Alguns colocam músicas sem parar até acabar a bateria, etc.
Com todos estes dados, eles montam quanto tempo duraria a bateria para usuário comu, ou hardcore.
Paulo Higa
Só as duas horas de tela ligada, isoladas, não representam um uso intenso. Mas acredito que o uso constante da rede de dados durante mais de uma hora (streaming de música) e o longo tempo fora da tomada (das 7h50 às 23h50) tornam esse cenário longe de ser um uso "leve". A navegação na web durante as 1h40min também foi feita sempre no 3G/4G.
Jairo ☠️
Bom review , não vale a pena comprar um smarth sem pelo menos um Led para " flash" , economia porca , demais especificacoes são normais para um low end , menos o preço , ta salgado pelo que ele oferece.
jairo
Bom review , não vale a pena comprar um smarth sem pelo menos um Led para " flash" , economia porca , demais especificacoes são normais para um low end , menos o preço , ta salgado pelo que ele oferece.
@Sckillfer
Essa lentidão que aumenta com o tempo procvalvelmente tem haver com o "memory leak", bug do Lollipop quebug relatos em diversos lugares, mas ainda não se sabe se o 5.1 corrigiu.Quando a analise de bateria, menos de duas horas com a tela no ligada é um uso relativamente intenso? Really?E o moto tela não tem porque gastar mais bateria, pois ativa rapidamente o display nas situações em que o usuário provavelmente já iria acender para checar notificações/ver a hora. Tanto é que o glance da Nokia esteve aí por um bom tempo sem ser um vilão das baterias enquanto a maioria dos Lumias tem uma tela LCD.
F. S.
Essa lentidão que aumenta com o tempo procvalvelmente tem haver com o "memory leak", bug do Lollipop quebug relatos em diversos lugares, mas ainda não se sabe se o 5.1 corrigiu.

Quando a analise de bateria, menos de duas horas com a tela no ligada é um uso relativamente intenso? Really?

E o moto tela não tem porque gastar mais bateria, pois ativa rapidamente o display nas situações em que o usuário provavelmente já iria acender para checar notificações/ver a hora. Tanto é que o glance da Nokia esteve aí por um bom tempo sem ser um vilão das baterias enquanto a maioria dos Lumias tem uma tela LCD.
colonel mustachu
tem um problema: eu não gosto de tela grande.. quais aparelhos bons nessa faixa de preço com tela menor de 5? e eu não gosto da touchwiz.. se eu pegar um samsung seria pra perder a garantia 5 minutos depois de abrir a caixa e colocar um CM..
Gregory Kubya
tem um problema: eu não gosto de tela grande.. quais aparelhos bons nessa faixa de preço com tela menor de 5?
e eu não gosto da touchwiz.. se eu pegar um samsung seria pra perder a garantia 5 minutos depois de abrir a caixa e colocar um CM..
MetalGear
Comprei um moto g 1ª geração na época por 615 reais e considerava um bom preço, hoje em dia não sei se vale a pena mais, mto caro.
Alguém que só fala a verdade
O que seriam condições normais de uso? A minha condição de uso pode ser normal ou anormal para você e vice-versa! O que seria uso moderado? O que seria uso misto? O que seria uma "bateria que dura o dia todo em uso misto"? O melhor teste de bateria hoje é feito pelo site GSM Arena, inclusive já vi "testadores" brasileiros de smartphones replicando os resultados deste site como se eles tivessem feito, e, dos sites brasileiros, o melhor teste de bateria é feito pelo Bondfaro.
Trovalds
E como é que se testa uma bateria de smartphone? Não adianta apontar o problema e não ter uma solução. E não adianta uma resposta como "vá pesquisar" e mimimi.
Eduardo
Olá, fiquei com uma pulga atrás da orelha em relação ao Moto E se comparado ao novo Mogo G. Os preços são sim similares, tem quem diz que o Moto G é superior e por isso o Moto E está com um preço muito acima da média para um aparelho de entrada, porem, se levar em consideração que ele tem um processador superior (ou igual) ao MOTO G com uma resolução inferior (mas ainda sim bastante aceitável), logo o seu desempenho é SUPERIOR ao do Moto G, correto? Então quem não se importa muito com uma câmera "apenas satisfatória" e uma tela "um pouco menor e menos nítida", e prefere duração de bateria, 4G e desempenho do aparelho no dia dia para execução de tarefas... vai preferir o MOTO E. Estou correto ou enganado? Obrigado
Diogo
Qual seria a maneira correta de se testar uma bateria de smartphone? Acredito eu que, para a maioria dos usuários, testar em condições normais de uso seja o suficiente, não?
Diogo Nóbrega
Qual seria a maneira correta de se testar uma bateria de smartphone? Acredito eu que, para a maioria dos usuários, testar em condições normais de uso seja o suficiente, não?
Alguém que só fala a verdade
O review até estava interessante até chegar na BATERIA. Quando será que os sites brasileiros aprenderão como se deve testar uma bateria de smartphone?
Willian Nobuo
Ótimo review, e pelo visto acho que a motorola deve apresentar um novo smart de entrada, tendo em vista que o preço não é mais de entrada.