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Zenfone Selfie: diga “xis” para a câmera frontal

Com preço sugerido de R$ 1.299, smartphone da Asus se destaca pela câmera frontal de 13 megapixels com flash dual LED.

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4 anos atrás
Nota Final 8.6

Dê uma olhada nos últimos lançamentos. Você vai perceber que a câmera frontal está deixando de ser uma mera figurante nos smartphones. Em alguns modelos, o componente até vem ganhando papel de protagonista. É o caso do Zenfone Selfie.

O aparelho tem câmera frontal de 13 megapixels (sim, 13!) com Flash LED duplo e lente grande angular. O nome denuncia de cara o objetivo de tudo isso: oferecer ao usuário uma experiência acima da média na hora de fazer selfies.

Será que o smartphone da Asus é realmente notável quando o assunto segue por esse caminho? Eu testei o dispositivo por duas semanas para descobrir. Durante esse período, também analisei a tela, a câmera traseira, o desempenho e outras características, como não poderia deixar de fazer. Confiras as minhas impressões nas próximas linhas.

Design e pegada

Na primeira olhada, o Zenfone Selfie pode se passar facilmente pelo seu “irmão” mais próximo, o Zenfone 2. Ambos os modelos são muito parecidos no tamanho e no design externo.

A parte frontal preserva aquela base com linhas refletivas logo abaixo da tela que tão bem caracteriza a linha Zenfone. A tampa traseira, removível, tem curvatura leve na parte central e mais acentuada perto das extremidades.

Zenfone Selfie

Esteticamente, esses detalhes causam boa impressão. Os problemas aparecem no manuseio do smartphone. O Zenfone Selfie é grandalhão e, por consequência, um tanto desconfortável na pegada, pelo menos nos primeiros contatos com o aparelho.

Ok, o modelo tem tela de 5,5 polegadas, portanto, não dá para esperar a mesma praticidade oferecida por um celular menor, mas o fato de as bordas ao redor do display parecerem excessivamente largas deixam a impressão de que a Asus poderia ter trabalhado melhor esse aspecto.

Você deve ter notado que as laterais esquerda e direita são mais finas que o padrão. Novamente, esse é um detalhe interessante do ponto de vista estético. O efeito prático é que isso obrigou a Asus a mudar as posições dos botões físicos.

Zenfone Selfie

Os controles de volume foram parar na parte de trás, logo abaixo da câmera. O Liga/Desliga, porém, acabou encontrando espaço lá em cima, no topo do aparelho. Como o Zenfone é grandalhão, muitas vezes é difícil alcançá-lo. Preferiria que o botão ficasse na traseira junto com os controles de volume, tal como no LG G4, por exemplo. Felizmente, você pode tirar o dispositivo do standby com dois toques rápidos na tela. Explicarei mais à frente.

Zenfone Selfie

Zenfone Selfie

Embora a tela do Zenfone Selfie tenha 5,5 polegadas, a Asus optou por manter os botões do sistema em um painel fixo abaixo do visor em vez de incorporá-los à interface. Essa é uma ideia cada vez mais em desuso, mas eu não a desaprovo. Acho que a Asus só errou em não colocar retroiluminação nesses botões. É chato não os enxergar no escuro. A empresa explica que não há LEDs ali porque o espaço interno é ocupado por uma das antenas do dispositivo. Então, tá.

Zenfone Selfie

Remover a tampa traseira não é das tarefas mais triviais. Há uma ranhura para encaixe da unha na lateral direita, mas ela não facilita muito o trabalho: você ainda se vê obrigado a ir soltando a tampa aos poucos para não danificar os encaixes. Quando ela finalmente sai, você encontra a bateria (removível), os slots para os SIM cards e a ranhura para o microSD (acima do slot do SIM card 1).

Zenfone Selfie

Vale dizer também que a tampa tem boa aderência. Ela me pareceu excessivamente lisa, apesar da textura fosca que repele manchas, e isso me fez desconfiar de uma possível tendência do aparelho de ir ao chão. Mas isso foi no início. Depois de algumas horas eu já usava o Zenfone Selfie sem medo de deixá-lo escorregar.

Tela

Zenfone Selfie

Confesso que eu ainda não me acostumei às telas grandes, apesar de já ter testado uma infinidade de smartphones com essa característica. Mas seria uma baita ignorância da minha parte não reconhecer que visores generosos são ótimos, por exemplo, para visualização de fotos. Nesse ponto, o Zenfone Selfie faz bonito. Bom, pelo menos na maior parte do tempo.

Zenfone Selfie

O dispositivo tem tela IPS de 5,5 polegadas com resolução de 1920×1080 pixels (403 ppi). Nos testes, não notei excesso de saturação ou falta de tonalidade nas cores e achei a visualização a partir de ângulos variados bastante satisfatória. Só fiquei ligeiramente incomodado com o brilho.

Dá para usar o aparelho numa boa dentro de casa ou no shopping, por exemplo. Mas, se você decidir aproveitar aquele domingo ensolarado no parque, talvez tenha alguma dificuldade para enxergar as informações da tela: o brilho não é dos mais intensos, mesmo no nível máximo.

Zenfone Selfie

Não se trata de um problema grave, mas não é irônico que você tenha que fazer sombra com as mãos para descobrir se aquela foto com a galera ficou tão boa quanto o esperado para um smartphone que abraça a causa das selfies?

Software

“Android. Quanto mais puro, melhor”. Se você hasteia essa bandeira, é bom se preparar: a Asus tem a ZenUI, uma interface bem customizada que, a exemplo dos demais aparelhos da linha, marca presença no Zenfone Selfie. A versão do Android do modelo, convém dizer, é a 5.0.2 (Lollipop).

Zenfone Selfie

Essa ZenUI causa um misto de sensações. Por um lado, a interface flui bem e não te deixa (muito) perdido, isto é, você não precisa “reaprender” a usar o Android. Por outro, o excesso de recursos e de alterações visuais transmite uma impressão de “inchaço” no sistema operacional.

É verdade que alguns recursos criados pela Asus são úteis. No menu de atalhos da área de notificações, você pode, por exemplo, ativar o modo que diminui virtualmente o tamanho da tela para usar o aparelho com apenas uma mão. Isso é útil para quando você está em pé no ônibus, no metrô, enfim.

Zenfone Selfie

Outro recurso relevante é ativação via gestos. Lembra que eu falei que dois toques rápidos na tela tiram o aparelho do standby? Pois é, o recurso também funciona de modo inverso: dê outros dois toques e a tela entra em modo de descanso.

Tem mais: se você desenhar um “C” na tela, o Zenfone Selfie sairá do standby e ativará imediatamente a câmera traseira; se desenhar um “S”, a câmera frontal é que é ativada. Bem legal, não? Você pode customizar outros gestos nas configurações do sistema (opção “ZenMotion”).

Zenfone Selfie

Também dá para destacar o app que usa a câmera frontal para fazer as vezes de um espelho, o gravador de som, a ferramenta que usa o laser de foco da câmera traseira para medir distâncias, o gerenciador de arquivos que se integra com serviços de armazenamento nas nuvens (OneDrive e Dropbox, principalmente) e o modo “Crianças”, que permite que você escolha quais aplicativos seus filhos podem acessar.

Mas há um outro tanto de recursos que, francamente, parecem estar ali só para ocupar espaço: Clean Master para limpeza de RAM (a ZenUI já oferece um limpador de memória nativo), leitor de revistas Zinio, navegador Puffin Browser, Asus ZenCircle, enfim, nada disso é indispensável. Para completar, a quantidade de notificações que esses recursos geram é capaz de tirar a paciência até do mais zen dos usuários.

Tudo bem que boa parte desses (in)utilitários pode ser removida. Mas a Asus faria um grande favor aos usuários — e à reputação da própria linha Zenfone — se fosse mais seletiva com os recursos adicionais. De modo geral, a customização promovida pela companhia não é ruim. O pecado só está no excesso mesmo.

Câmera frontal

Normalmente, a câmera frontal dos smartphones é bem discreta — um furinho quase imperceptível acima da tela. No Zenfone Selfie é diferente: o componente aparece todo orgulhoso no centro da parte superior como que para deixar claro que ali está um dos pontos fortes do aparelho.

Zenfone Selfie

Tecnicamente, é um dos pontos fortes mesmo. Estamos falando de um sensor com 13 megapixels, como você já sabe, complementado com flash dual LED, foco automático e lente grande angular de 88 graus com abertura f/2,2. São especificações realmente incríveis para uma câmera frontal.

Mas o que importa são os resultados, certo? Aqui, a gente percebe que esses números todos fazem diferença. A câmera frontal do Zenfone Selfie gera fotos com boa fidelidade de cores e baixo nível de ruído. Para completar, o tempo entre o foco e o disparo é bastante curto na maioria das situações.

O nível de detalhamento também convence. No modo automático, você vai perceber alguma perda de informação mais ao fundo, mas os alvos próximos à lente apresentam boa definição. Isso significa que, sim, você vai sair bem nas selfies, sem efeito de cara “lavada” ou excesso de ruídos.

Foto com a câmera frontal do Zenfone Selfie

Se você é do tipo que não gosta de aparecer forever alone nas selfies, vai gostar do Zenfone Selfie. A lente grande angular diminui a distância focal o suficiente para que três ou quatro pessoas apareçam lado a lado na foto sem aperto. Outra vantagem: você não precisa esticar o braço todo para enquadrar bem o seu rosto.

Nas fotos noturnas, o flash frontal cumpre a sua função apenas razoavelmente bem. O componente consegue iluminar o rosto de todo mundo que aparece na selfie sem “estourar” a imagem, mas, mesmo com os LEDs, os ruídos surgem com vontade.

Com pouca luz, você vai ter que tomar cuidado também com o foco. Nos meus testes, várias vezes as fotos noturnas saíram borradas. Um jeito de combater o problema é deixar o flash ligado antes de tirar a foto (sim, é possível). Assim você consegue conferir mais facilmente na tela se está todo mundo bem posicionado e focalizado.

Foto no escuro; a iluminação veio toda dos LEDs frontais

Foto no escuro com modo noturno ativado; a iluminação veio toda dos LEDs frontais

Essa também foi feita no escuro, mas sem o modo noturno

Essa também foi feita com as luzes apagadas, mas sem o modo noturno

As coisas podem ficar mais divertidas — ou bizarras — se você explorar os vários recursos que o software de câmera (tecnologia PixelMaster) do Zenfone Selfie oferece. Eu gostei muito dos resultados obtidos ativando o HDR, por exemplo, embora vez ou outra esse modo apresente algum excesso no pós-processamento (na selfie 4:3 logo abaixo, note como a minha barba saiu estranha).

Mesmo com proporção 4:3, ainda sobra bastante "espaço" na selfieMesmo com proporção 4:3, ainda sobra bastante "espaço" na selfie

Mesmo com proporção 4:3, ainda sobra bastante espaço na selfie

Um modo bastante inusitado é o de “embelezamento”. Ali você pode suavizar a sua pele, afinas as bochechas e até aumentar o tamanho dos olhos — eu imagino aquelas “japinhas” que adoram aparecer nas fotos com os olhos bem abertos fazendo bom uso disso. O melhor que eu consegui foi ficar com cara de “eu quero estar na praia vendendo a minha arte”.

Foto com a câmera frontal do Zenfone Selfie

Câmera traseira

A câmera traseira do Zenfone Selfie é quase igual à câmera frontal. Os mesmos 13 megapixels estão lá, assim como o flash LED duplo. O foco é a laser. As principais diferenças ficam para a abertura f/2,0 e a ausência de uma lente com ângulo de 88 graus.

Zenfone Selfie

Na qualidade das imagens, o parecer da câmera frontal também se aplica aqui: foco rápido, boa fidelidade de cores, níveis aceitáveis de ruído e alguma perda de definição, mas nada muito comprometedor.

Foto com a câmera traseira do Zenfone Selfie

Foto com a câmera traseira do Zenfone Selfie

Foto com a câmera traseira do Zenfone Selfie

Aqui, a dica é continuar explorando o software de câmera. Eu recomendo que você não abra mão do HDR, por exemplo. No Zenfone Selfie, esse modo pode “dar vida” às suas fotos, embora, como já salientei, vez ou outra a função exagere no pós-processamento.

Sem HDR

Sem HDR

Com HDR

Com HDR

Sem HDR

Sem HDR

Com HDR

Com HDR

Um modo que eu achei bem legal é o de “remoção inteligente”. Nele, o aparelho forma uma imagem mesclando cinco fotos sequenciais para retirar os objetos em movimento. Assim, se um carro estiver passando na rua, o veículo “some” no resultado final.

Modo de remoção inteligente

Modo de remoção inteligente

Explica essa, Mister M!

Explica essa, Mister M!

Outro modo que vale a pena experimentar é o de profundidade de campo. Com ele, você consegue desfocar o fundo ou a frente da imagem depois de fazer o disparo. Há também um modo que cria GIFs animados (como este aqui), outro que cria um efeito de objeto em miniatura e, claro, uma opção para fotos noturnas que gera resultados interessantes, dependendo das circunstâncias.

Zenfone Selfie

Modo de profundidade de campo

Modo miniatura

Modo de miniatura

Modo noturno; pouca luz e movimento

Modo noturno; pouca luz e movimento

O Zenfone também consegue tirar fotos macro (6 cm de distância)

O Zenfone Selfie também consegue tirar fotos macro (6 cm de distância)

Desempenho e bateria

O Zenfone Selfie é equipado com um chip atual, mas mediano: um Snapdragon 615 com quatro núcleos Cortex-A53 de 1,5 GHz e outros quatro de 1,1 GHz. O pacote é complementado com GPU Adreno 405 de 550 MHz e 3 GB de RAM, o que garante performance aceitável na grande maioria das aplicações.

Só não dá para esperar desempenho excepcional, especialmente na parte gráfica. O aparelho se comportou bem em todas as tarefas que executei (fotos, reprodução de vídeos, execução de música, apps de redes sociais, etc.), mas jogos como Dead Trigger 2 e Real Racing 3 só rodaram sem engasgos ou diminuição nas taxas de frames com configurações gráficas intermediárias — e, por vezes, demoraram uma eternidade para abrir.

Desempenho no AnTuTu 5.7.1 e no Geekbench 3

Desempenho no AnTuTu 5.7.1 e no Geekbench 3

A bateria do Zenfone Selfie é outro item que não sobe ao pódio, mas também não fica para trás. Com 3.000 mAh, o componente consegue terminar o dia com alguma carga, desde que você siga a velha máxima de não abusar de aplicações exigentes.

No teste mais intenso que fiz, executei as seguintes tarefas: filme O Senhor dos Anéis: As Duas Torres (2h59min) via Netflix e tela com brilho máximo, 30 minutos de Real Racing 3, cerca de 40 minutos de música via MixRadio usando o alto-falante do aparelho e 10 minutos de ligação. Depois de tudo isso, a carga da bateria caiu de 100% para 37%. É, está na média.

Zenfone Selfie

Para diminuir as chances de passar por algum apuro, você pode escolher os modos de bateria do Zenfone Selfie. Há quatro: o primeiro, focado em desempenho máximo, não dá moleza para a bateria; o último, o modo ultra econômico, desativa conexões móveis quando o smartphone está em modo de descanso e limita a entrega de notificações, por exemplo.

Eu aproveitei os testes de bateria para também avaliar a qualidade do áudio. O tamanho da grade que recobre a saída de som na traseira te faz ter grandes expectativas, mas não se engane: tire a tampa traseira e você verá que a saída de áudio fica só em um lado da grade (observe na foto anterior).

Zenfone Selfie

O som sai claro e sem distorções, mas o volume máximo não é dos mais altos e, como é de esperar, os graves são praticamente inexistentes. Se você quiser uma experiência de áudio realmente interessante, deve recorrer aos fones de ouvido, como sempre. Aí sim você conseguirá notar bem o dedilhar em um baixo ou aquele pássaro cantando ao fundo em um filme. Pena que a Asus não colocou fones de ouvido (nem mesmo um basicão) na embalagem do Zenfone Selfie.

No Brasil, o aparelho está sendo vendido na opção com 32 GB para armazenamento interno de dados. Ponto positivo! Na minha opinião, esse é mínimo ideal para os dias atuais. É verdade que o sistema operacional e aquele monte de aplicativos pré-instalados ocupam 7 GB, mas ainda sobra bastante espaço. Se faltar, o smartphone é compatível com microSD com até 64 GB de capacidade.

Conclusão

Não sou adepto das selfies. Acho que a minha falta de desprendimento nas fotos acima deixa isso claro. Mas sei que muita gente é. Apesar disso, eu não botava fé que uma câmera frontal otimizada para esses autorretratos pudesse ser um diferencial para a decisão de compra. Descobri que pode ao fazer o review do Xperia C4, outro smartphone que busca se destacar pelas selfies.

Naquela ocasião, eu conversei com três pessoas que vivem postando selfies nas redes sociais. A amostragem é muito pequena para fazer afirmações, mas elas me descreveram seus dissabores com as câmeras frontais de tal forma que eu fiquei com a impressão de que smartphones voltados para esse público têm mesmo grande potencial de vendas.

Bom, pelo menos no atual momento. Olhando para os lançamentos mais recentes, notamos que os fabricantes têm deixado de negligenciar as câmeras frontais. Por esse motivo, creio que em alguns meses uma boa câmera na frente dos smartphones será requisito básico, não diferencial.

Zenfone Selfie

Enquanto esse dia não chega, não é má ideia explorar esse nicho. A Asus realizou um bom trabalho nesse sentido. O Zenfone Selfie faz jus ao nome: as fotos geradas pelo modelo estão longe da perfeição, mas oferecem a melhor experiência para selfies que eu já encontrei em um smartphone.

Mas, se selfies não estão na sua lista de necessidades essenciais, talvez seja melhor estudar outras opções, como o Zenfone 2. Explico: o Zenfone Selfie foi lançado no Brasil com preço oficial de R$ 1.299, o mesmo valor do Zenfone 2 (de 16 GB) que, nos nossos testes, se saiu melhor no desempenho geral com seu chip Atom Z3580 e os 4 GB de RAM.

Veja, o Zenfone Selfie oferece um conjunto equilibrado de recursos. Provavelmente, o aparelho não irá te decepcionar nos outros aspectos. Mas o ponto é que a câmera frontal não o torna menos “intermediário”. Assim, se desempenho gráfico ou autonomia da bateria pesarem mais para você, convém verificar se outros smartphones não oferecem melhor custo-benefício, mesmo que seja necessário desembolsar alguns reais a mais.

No final das contas, é tudo uma questão de prioridades.

Zenfone Selfie

PRÓS

  • A câmera frontal é realmente promissora
  • Conjunto de hardware equilibrado

CONTRAS

  • Para que colocar o botão Liga/Desliga lá no alto?
  • Há excessos na interface e no número de apps pré-instalados
  • O brilho máximo da tela poderia ser mais intenso
Nota Final 8.6
Design
9
Tela
9
Câmera
9
Desempenho
8
Software
8
Bateria
7
Conectividade
10

Especificações técnicas

  • Bateria: 3.000 mAh;
  • Câmeras: 13 megapixels na traseira e na frente;
  • Conectividade: 3G, 4G, Wi-Fi 802.11ac, GPS, GLONASS, Bluetooth 4.0, USB 2.0;
  • Dimensões: 156,5 x 77,2 x 10,8 mm;
  • GPU: Adreno 405;
  • Memória externa: suporte a cartão microSD de até 64 GB;
  • Memória interna: 32 GB;
  • Memória RAM: 3 GB;
  • Peso: 170 gramas;
  • Plataforma: Android 5.0.2 (Lollipop);
  • Processador: Snapdragon 615 com quatro núcleos de 1,5 GHz e outros quatro de 1,1 GHz;
  • Sensores: acelerômetro, proximidade, bússola, giroscópio, luz ambiente;
  • Tela: IPS de 5,5 polegadas com resolução de 1920×1080 pixels (403 ppi) e proteção Gorilla Glass 4.