A internet como conhecemos está prestes a sofrer grandes transformações. E iniciativas, como bloqueadores de anúncio em dispositivos móveis, podem ser o grande ponto de virada nessa transformação.

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Nesse episódio conversamos sobre como seria a internet sem o banner e quais seriam as alternativas viáveis para a sobrevivência da mídia independente. Clica no play e vem com a gente!

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Raul Craveiro
Não é ladrão, mas correto também não é. Você tá utilizando um produto/serviço/etc que a pessoa tá oferecendo em troca de visualizar os anúncios, porém burlando os anúncios.
Lucho
Adoro esses babacas que chamam quem usa bloqueadores de propaganda de ladrões. Já ouviu falar de calúnia, né?
Rafael cardoso
Prefiro um mundo sem flash do que ads na net hahha...
ThiagoDMG
Não sei bem quem foi que mencionou a entrevista de um dos administradores do EZTV sobre o sistema de medição de audiência americano (e como os downloads de torrents NÃO afetam essa medição), mas gostaria de saber se alguém sabe o link para essa entrevista. Achei genial a resposta do cara!
ThiagoDMG
Parênteses pra observação de que o MP3 não melhorou a vida de ninguém - só piorou... Na verdade acredito que a música se tornou infinitamente mais acessivel. Alguns podem argumentar que o rádio é acessível, mas aí caímos no msm problema da TV do futuro e conteúdo on demand. Como músico, não consigo ver a desvantagem em trocar um sistema onde (hj) pra cada 100 bandas bem sucedidas de qualidade que conseguem independência criativa e lançam seus álbuns de forma independente, tinhamos (antes) 1 super banda comercial controlada a rédeas curtas pelo estúdio. Com certeza o montante de dinheiro arrecadado mudou, mas isso só é lamentado por quem buscava a "fama" ao invés do sucesso (sucesso no sentido de conseguir uma vida bacana através de seu trabalho). Ninguém vai morrer se ao invés de quanhar milhões por mês, ganhar milhares. Quanto menor esses desequilíbrio de renda, melhor. Além disso, no modelo antigo é sabido que a porcentagem de lucro das vendas de álbuns era majoritariamente do estúdio, e os artistas sempre se sustentaram através dos shows. Em fim, daria outro podcast... Kkkk. Mas hoje já temos alternativas interessantes e sustentáveis para o mundo fonográfico, sendo o próprio Spotify um deles, como mencionado no programa. E os americanos já provaram que é possível paralelamente manter o mercado pasteurizado/comercial dos MEGASTARS de forma extremamente rentável. Parabéns pelo conteúdo, abraços à todos.
Marcel
--> http://www.crunchyroll.com/ Muito bom. Tem muita coisa recente e uma quantidade de lançamentos insana. O site é uma mistura de NetFlix com rede social. Abraços!
Igor Rodrigues
Correndo o risco de irritar alguem. AdBlock não é certo nem errado. Apenas existe e precisa ser resolvido de maneira pragmática. O usuário comum usa porque precisa/vê vantagem e malconsegue compreender o mecanismo complexo que mantém a web de pé e ainda que compreendesse boa parte seguiria usando. Antes de mais nada trabalho com marketing digital focado em AdWords. Sou eu quem bota esses banners lindos pra rodar, dependo da existência deles para viver (em partes, hehe). Meu trabalho é imensamente prejudicado pelo AdBlock, mas não reclamo, eu entendo o usuário e o que fez com que o AdBlock se tornasse presente a ponto do usuário padrão soubesse o que é uma extensão de navegador. A rentabilidade dos banners caiu a pontos ridículos, a propaganda digital perdeu o valor e passou a ser ignorada. Com a queda de receita novos formatos foram criados e atochados na cara do usuário numa desesperada tentativa de manter o modelo que funciona no analógico funcionando no digital. Chegou ao ponto de termos sites com apenas 16% da área ocupada por conteúdo e o resto dividido entre navegação e Ads, muitos e muitos Ads. Uma hora não ia dar certo. O usuário apenas quer se ver livre desse lixo todo e até agora os esforços para criar modelos mais sustentáveis ainda são pífios. Não dá pra apontar dedos pra ninguém. Eu não usava AdBlocks até mês passado (mas já pensava dessa forma há tempos) até que a Nissan faz aquela desastrosa campanha em vídeo no YT em que o Ad dá autoplay em uma janela à direita AO MESMO TEMPO em que o vídeo que você está vendo. Foi a gota d'água. O que mais me espanta na discussão sobre Adblocks é que a galera que acusa estúdios e gravadoras de retrógradas em matérias sobre pirataria e os manda buscar melhores modelos de negócio para estimular a compra, dá os mesmíssimos argumentos para atacar o usuário do AdBlock. Falta de respeito com o trabalho alheio, tira o pão da boca do site, etc. Devíamos nos debruçar sobre as causas do uso do AdBlock para encontrar soluções práticas e efetivas. Combater e educar não vai chegar a canto nenhum. Para mim essa pode ser a melhor oportunidade que a web já teve de romper com o modelo antigo de mídia e criar um novo que se adapte melhor às suas características.
Lorenzo Portela Brazuna
Pessoal, desculpa sair do tema central. Mas alguém ouviu o serviço de stream de anime (estilo Netflix pelo que entendi) que comentaram no cast? Vlw :)
Rodrigo Dos Santos Costa
Claro que sim Diogo, veja esse link do Google, onde te explica como fazer. https://support.google.com/ads/answer/2662922?hl=pt-BR Agora está me devendo uma cervejinha, agora está liberado dos seus perseguidores ;-)
Igor Antonio
Minha opinião é que existe um grande problema em alguns sites que perdem a mão na composição de seus conteúdos com propaganda. Os sites do UOL e do Terra são um exemplo disso, super poluídos hoje em dia. Acho que ao invés de um AdBlock, deveria haver um ClickThemAll, que clicasse em todos os links de propaganda em uma página em background, sem mostrar efetivamente a propaganda, somente para gerar mais receita para os sites, ai os donos dos Banners, sentindo no bolso, iriam exigir mais bom senso na exibição dos mesmos.
Antonio Francisco de Souza
Nos anúncios trabalhados pelo Google é possível configurar. Tipo. Coisas que não gostaria de ver ou coisas que sempre gostaria de ver. Não é assim? As vezes clico no globo na hora de pesquisar no Google para uma pesquisa mais pura. Ou uso o acesso anônimo também.
Antonio Francisco de Souza
Não uso ADB e não me sinto ofendido com páginas que usam publicidade. Para as páginas que abusam, simplesmente não visito mais a página. E, acredite, não são tantas. Já no Youtube os canais que amo não teria coragem de bloquear. Chega ser anti ético fazer isso.
Diogo Nóbrega
O Google permite configurar esse tipo de configuração de propaganda? (sério, não sabia disso)
Rodrigo Dos Santos Costa
Não concordo com bloquear propaganda, mas devo de admitir que usei o adblock para conhecer como funciona. O resultado foi bom, até que percebi que alguns sites não funcionavam corretamente, no inicio pensava que era problema do site, mas percebi que ao desativar o adblock o site voltou a funcionar corretamente. Também do mesmo jeito que possa existir bloqueadores, os webmaster podem começar a programar para não exibir conteudo a computadores que usem adblock, ja que como é lógico, os sites gratuitos, ganham com propaganda. Sinceramente, seria maravilhoso conteúdo de graça, mas sem propaganda, não teríamos conteúdo... Ou talvez vocês prefiram começar a navegar em sites de pago, cotas mensais, ou pior, pago por conteúdo... agggrh... Prefiro a propaganda ;-)
Marcvs Antonivs
Uso adblock e sempre usarei.
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