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Galaxy Note 5 chega ao Brasil por R$ 3.799

Gear S2 custa a partir de R$ 1.899; sistema de pagamento da Samsung chega em breve

Paulo Higa Por

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Pouco mais de um mês após a chegada do Galaxy S6 Edge+, a Samsung lançou nesta quarta-feira (7) o Galaxy Note 5, smartphone com tela de 5,7 polegadas e acabamento de vidro e metal. Como esperado, ele será bem caro: no modelo com 32 GB de armazenamento interno, o phablet tem preço sugerido de R$ 3.799. Os sul-coreanos também apresentaram o Gear S2, um smartwatch redondo com Tizen.

O Galaxy Note 5 traz o melhor hardware da Samsung e internamente se parece muito com o Galaxy S6: ele tem processador octa-core Exynos 7420 de 2,1 GHz, 4 GB de RAM, bateria de 3.000 mAh e câmeras de 16 MP (traseira) e 5 MP (frontal). Eu já dei uma olhada de perto no Galaxy Note 5 quando o aparelho foi apresentado em Nova York em agosto e aqui estão minhas primeiras impressões.

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Como de costume na linha Note, há alguns truques de software para melhorar a produtividade e a presença da caneta S Pen, que causou polêmica na época do lançamento por danificar o aparelho quando inserida ao contrário. O display de 5,7 polegadas tem painel Super AMOLED e resolução de 2560x1440 pixels.

No Brasil, o Galaxy Note 5 será vendido a partir de 17 de outubro por R$ 3.799, no modelo com 32 GB de armazenamento interno; não há entrada para microSD. Ele estará disponível nas cores dourado, preto e prata.

Gear S2

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O Gear S2, segunda geração do relógio inteligente da Samsung com Tizen, tem display circular, catraca giratória para navegar na interface e corpo resistente a água e poeira. Por dentro, há um processador dual-core de 1 GHz, 512 MB de RAM e 4 GB de armazenamento interno. A bateria, segundo a Samsung, possui autonomia de dois a três dias.

Além de mostrar notificações do smartphone, o Gear S2 monitora constantemente suas atividades físicas — ele se integra não apenas com o S Health, da Samsung, mas também com o Nike+ Running. Há um leitor de batimentos cardíacos e um recurso de software que avisa quando você estiver sem se movimentar há muito tempo.

Como o relógio possui NFC, você pode usar o Samsung Pay para fazer pagamentos, ao menos nos países em que ele estiver disponível. No Brasil, a tecnologia será lançada no início de 2016.

Por aqui, o novo smartwatch da Samsung será vendido por R$ 1.899 (modelo esportivo) e R$ 2.099 (modelo clássico) a partir do início de novembro. Nossas primeiras impressões serão publicadas em breve.

História em desenvolvimento. Este post será atualizado.

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Alessandro Johnny
HAHAHAHAHAHAHAHA!
JGui

Quem em sâ consciência paga quase 4 mil Dilmas em um aparelho desses? Na moral. Moramos na terra com maior diferença social desse planeta. São universos totalmente diferentes colidindo um no outro todo santo dia. Por isso essa ZONA. E o com menos capital ($$$$) só se ferrrando...

Jose Guilherme
Quem em sâ consciência paga quase 4 mil Dilmas em um aparelho desses? Na moral. Moramos na terra com maior diferença social desse planeta. São universos totalmente diferentes colidindo um no outro todo santo dia. Por isso essa ZONA. E o com menos capital ($$$$) só se ferrrando...
Tiago Celestino
Pra isso que existe cartão de crédito e as compras parceladas em 24x. O Brasil é o país da ostentação, ñ existe produto caro para o consumidor "orgulhoso".
LessTech
Em termos. Uma pessoa jurídica importadora paga menos impostos. Sai mais barato que o preço da Apple praticado aqui. O problema que temos aqui são dois: O custo Brasil e o lucro Brasil.
abraaocaldas
Ah e ainda tem esse ponto do imposto de importação. Se você levar tudo isso em perspectiva os R$3.800 não está tão discrepante assim!
Wanderson Sousa Alves
Quanto ao Galaxy Tab S2, alguma informação foi divulgada sobre valores e início das vendas?
LessTech
Isso se você não pagar impostos na importação. E se você for viajar para lá terá de pagar pelo menos a passagem. Você teria que comprar muita coisa para valer a pena.
LessTech
Mais um? Fala sério... Por isso está perdendo grana nas suas operações.
abraaocaldas
Se você for comparar o poder de compra qualquer coisa obviamente vai ser mais cara aqui já que o poder do compra do brasileiro é muito diferente do americano. Agora voltando ao mundo real, se você for aos EUA e comprar um Note 5 lá, vai pagar mais ou menos R$800 de diferença apenas, o que pode ser explicado pelos pontos que já falei.
Leon
Não, obrigado.
Alisson Santos

Na verdade é proporcionalmente caro sim, uma vez que, pela paridade do poder de compra, a relação do dólar para o real é de cerca de 1,7x, ou seja, o poder de compra de US$ 799,00 nos Estados Unidos é o mesmo de R$ 1358,00. Isso significa que a perda financeira de quem compra nos Estados Unidos por US$ 799,00 seria a mesma se ele comprasse no Brasil, usando reais, por R$ 1358,00. Pra ficar mais fácil de entender a paridade do poder de compra, é só pensar em quantos Big Macs você trocaria por um aparelho desses nos Estados Unidos e quantos seriam necessários no Brasil.

Alisson Silva
Na verdade é proporcionalmente caro sim, uma vez que, pela paridade do poder de compra, a relação do dólar para o real é de cerca de 1,7x, ou seja, o poder de compra de US$ 799,00 nos Estados Unidos é o mesmo de R$ 1358,00. Isso significa que a perda financeira de quem compra nos Estados Unidos por US$ 799,00 seria a mesma se ele comprasse no Brasil, usando reais, por R$ 1358,00. Pra ficar mais fácil de entender a paridade do poder de compra, é só pensar em quantos Big Macs você trocaria por um aparelho desses nos Estados Unidos e quantos seriam necessários no Brasil.
Mario Junior
Na faixa! Já encomendei 2x! :D
abraaocaldas
Sim, isso é inegável , mas não é injustificado o preço.
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